Estudantes mobilizam escolas com projetos pela igualdade étnico-racial

Domingos Matos, 23/11/2016 | 17:28

As unidades escolares da rede estadual promovem durante esta semana diversas atividades alusivas ao Novembro Negro, mês em que se celebra o Dia da Consciência Negra (20). No Centro Estadual de Educação Profissional em Artes e Design (CEEP), localizado no bairro de Nazaré, em Salvador, os estudantes da Educação Profissional participam, até a próxima sexta-feira (25), de uma ampla programação, que inclui seminários, palestras, apresentações musicais e de resultados de pesquisas sobre temas que dialogam com a educação para a diversidade e para as relações étnico-raciais.

O estudante Rian Mourthé, 19, que faz o curso técnico em Instrumentos Musicais, participou de uma apresentação de dança afro ao som da música “Vocês conhecem Zumbi”, interpretada pelo cantar Alexandre Pires. “Nosso objetivo foi contar a história de luta do negro através da expressão artística como uma forma de valorização da nossa cultura”, afirma.

O Colégio Estadual Henriqueta Martins Catharino, localizado no bairro da Federação, em Salvador, também está promovendo até esta quinta-feira (24), a Semana da Consciência Negra. Ao longo da semana, sempre às 14h, os estudantes participam de mesas-redondas, oficinas criativas, apresentações de performances, exibição de documentário e desfile da beleza negra. Já o Colégio Estadual Nova de Sussuarana promove, a partir desta quarta (23), até sexta-feira (25), a Feira de Ciência e Arte com exposição de trabalhos científicos e show de talentos, a exemplo de poesia, dança e música.

A comunidade escolar do Colégio Democrático Estadual Anísio Teixeira, em Potiraguá , realiza, nesta quarta-feira (23), das 8h50 às 16h, um seminário com o tema “O tamanho do seu preconceito?”. No evento serão discutidas as formas de preconceito, penas impostas pela justiça para os crimes de discriminação e sobre algumas leis relacionadas à temática.

Em Itabuna, os estudantes do Centro Territorial de Educação Profissional Litoral Sul II (Cetep), também apresentaram a culminância do projeto sobre a Consciência Negra. Breno Ferreira, 16, do curso técnico em Administração conta que gostou muito da forma como o tema foi abordado. “Achei o evento muito interessante porque foram feitas apresentações de dança, música, desfile da beleza negra, roda de capoeira e declamação de poesias de autoria dos colegas produzidas com base nas informações pesquisadas”, explica.

O que é a era da pós-verdade

Domingos Matos, 23/11/2016 | 09:21

Por Jean Wyllys

A notícia de que o Facebook – até que enfim – decidiu tomar medidas para limitar a circulação de notícias falsas na rede vem pouco depois de a Universidade de Oxford ter escolhido a “pós-verdade” como a palavra do ano, e das polêmicas suscitadas nos Estados Unidos como consequência da série de boatos espalhados pelas redes sociais que contribuíram para o sucesso eleitoral de Donald Trump.

Ou seja, pela primeira vez, parece que academia, políticos sérios e empresas de tecnologia se mostram realmente preocupados com a contaminação da esfera e da opinião públicas por mentiras e calúnias divulgadas na internet e nas redes sociais por criminosos da política e da religião, com o objetivo de manipular a opinião pública.

Nada disso é novidade para as famílias dos mortos por linchamentos motivados por fofocas na internet. E nada disso é novidade, tampouco, para nosso mandato, que trava uma batalha de seis anos contra o próprio Facebook para por algum freio à avalanche de mentiras e calúnias em relação a mim que corre nas redes sociais.

“Jean Wyllys apresentou um projeto de lei para mudar trechos da Bíblia”, “Jean Wyllys disse que sairia do Brasil se o impeachment fosse aprovado”, “Jean Wyllys defendeu a pedofilia”, “Jean Wyllys disse que os negros não podem ser evangélicos”, “Jean Wyllys quer implantar o ensino da religião islâmica nas escolas”, “Jean Wyllys quer obrigar as crianças a mudar de sexo”.

Cada uma dessas e outras estupidezes, inventadas por criminosos que usam as redes sociais para difamar adversários políticos, “viralizou” por meio do Facebook, que nada fazia para impedir que isso acontecesse.

Antes da vitória de Trump, o resultado do Brexit no Reino Unido, a derrota do acordo de paz na Colômbia e as vitórias de Crivella, no Rio, de Dória, em São Paulo, e do candidato do PSDB, em Belém, já mostraram o poder da “pós-verdade” (da mentira aliada ao preconceito) na política contemporânea.

Embora cada um desses resultados eleitorais tenha vários e complexos motivos, é inegável que a boataria e a “viralização” de mentiras e calúnias nas redes sociais jogaram um papel fundamental na estratégia de campanha dos vencedores e influenciaram seriamente o voto popular.

E, ainda que algumas pessoas ditas “de esquerda” recorram a este expediente, a “pós-verdade” é uma arma sobretudo da extrema-direita e de fascistas, instrumentalizada pela direita tradicional e seus veículos de comunicação.

O triunfo da “pós-verdade” e a destruição que esta causou nas relações familiares e vicinais, jogando as pessoas numa arena de ódio, são também frutos da negligência e, em alguns casos, da cumplicidade do jornalismo e das instituições democráticas com esse expediente.

A Polícia Federal, no Brasil, mostra-se completamente incompetente e ineficaz em conter a rede de difamação quando esta vitima políticos e pessoas de esquerda e progressistas, mesmo em posse de indícios que podem lhe levar aos criminosos. Já o Ministério Público tem movido ações contra essas pessoas – sim, contra as vítimas – baseado em mentiras e calúnias que circulam na internet.

Vejamos alguns exemplos recentes. Em Feira de Santana (BA), a Câmara de Vereadores moveria uma moção de repúdio a mim baseada numa mentira ridícula que circula nas redes sociais (que eu apresentei um projeto para “mudar trechos da Bíblia”).

Uma promotora do MP pediu que eu fosse investigado por um boato de internet sobre “tráfico de influência” para que um filme recebesse fundos da Lei Rouanet (e a informação é tão falsa que não só não houve tráfico de influência como a verdade é que os produtores do filme, que não têm qualquer vínculo comigo, sequer solicitaram – e portanto também não receberam – dinheiro da Lei Rouanet.

Também podemos citar o caso da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que sorriu quando um deputado estadual insultou violentamente a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) por conta de uma calúnia contra ela divulgada na internet (um suposto post no Facebook que ela nunca fez).

Outro exemplo aconteceu recentemente, quando uma enquete (ainda que infeliz) realizada pelo programa de Fátima Bernardes na Rede Globo deu lugar a um uso político vergonhoso e contaminado de mentiras: um deputado federal usou as redes sociais para relacionar a enquete à queda do helicóptero da PM na Cidade de Deus e usou essa falsa relação para atacar a apresentadora do programa.

Na Câmara Federal, a desfaçatez com que deputados e deputadas que perpetraram o golpe contra nossa democracia se revezam na tribuna para reproduzir mentiras e calúnias que circulam na internet é assustadora.

O caminho do próprio impeachment da presidenta Dilma foi pavimentado com a “pós-verdade” – e, nesse caso, com a ajuda dos jornais, revistas e telejornais. O MBL e o Revoltados Online – grupelhos proto-fascistas instrumentalizados por partidos de direita como PSDB, DEM, PMDB e Solidariedade – trabalham apenas com a “pós-verdade”.

Nos EUA, o próprio FBI deu subsídio para a rede de mentiras contra Hillary Clinton, para, no final da campanha, quando a “pós-verdade” já havia feito o estrago, negar as insinuações feitas.

Ou seja, as instituições democráticas que poderiam e deveriam deter essa arma letal nada fizeram porque, uma vez compostas de pessoas, estão elas mesmas repletas de preconceituosos, ignorantes, fanáticos e criminosos que se tornaram militantes da “pós-verdade”. A notícia de que o Facebook vai reagir a tudo isso é bem-vinda e traz alguma esperança a esses tempos sombrios.

Jean Wyllys é deputado federal

Via DCM; publicado originalmente na Carta Capital.

Mutirão do Diabético - Itabuna

Domingos Matos, 23/11/2016 | 09:09

Concurso destaca a Beleza Negra em Itabuna

Domingos Matos, 23/11/2016 | 00:02
Editado em 23/11/2016 | 09:03

O Concurso Beleza Negra, que fez parte das celebrações do Dia da Consciência Negra e das homenagens a Zumbi dos Palmares em Itabuna, reuniu onze candidatas na União dos Servidores Municipais de Itabuna-Usemi. Coordenado por Walmir do Carmo, com apoio de Luzia Lima, o evento contou com as presenças de Mestre Sabará, Caboco Alencar e Dona Bazu,  que foram homenageados como negros que dão suas contribuições para à nossa sociedade. As homenagens foram realizadas grupo Movimento Negro Unificado (Núcleo de Itabuna), presidido por  Roberto Santos Ferreira.

O júri elegeu como vencedores Jeiziane Souza dos Santos , de 15 anos, do bairro Santo Antonio  em 1º. lugar;    Vanessa Ribeiro Soares dos Santos, de 21 anos,  do bairro Novo Horizonte em 2º. lugar e Queila Barbosa dos Santos, de  26 anos, do bairro Sinval Palmeira, em 3º. lugar.

Além das escolha da Garota Beleza Negra, a programação teve ainda musica, dança e poesia, com Rômulo Almeida, Gledson, Sueli da Silva e a participação do Grupo Axé Odara com toque de atabaques e dança sob o comando do Pai Gildo.

Baiano coordena 1º GP mundial de kettlebell no Brasil

Domingos Matos, 22/11/2016 | 22:50
Editado em 22/11/2016 | 22:50

O Brasil sediará pela 1º vez, no dia 9 de dezembro, em Curitiba, Paraná, uma etapa do World Kettlebell Grand Prix Series, da Associação Mundial de Clubes de Kettlebell Sport─WAKSC. O certame tem como coordenador geral o itabunense João Rosário.

Com várias certificações internacionais em kettlebell, o educador físico João Rosário é fundador e ex-presidente da Federação Brasileira de Kettlebell Lifting (FBKL), coordenou os principais campeonatos nacionais de kettlebell do país, é head coach da Brutal Strength and Conditioning. Também é representante da World Association of Kettlebell Sport Clubs no Brasil e está à frente da organização do 1º GP mundial de Kettlebell no Brasil, que contará com a participação das principais atletas que treina, como as catarinenses Flávia Ferreira e Nicole Zaniz.

Ele informa que as atletas tiveram evolução notável e recordes importantes nos últimos 2 anos e, por isso, são consideradas favoritas na prova long cycle. “Em 2 anos de competições, elas já somam juntas 24 medalhas de ouro e apenas 1 prata, sendo 10 medalhas de ouro só esse ano em 3 campeonatos:  Copa Catarinense (2), Campeonato Paranaense (5) e Copa do Brasil de kettlebell Sport no Arnold Classic, no Rio de Janeiro (3), uma vez que elas disputaram até 3 provas por campeonato”, informa. Completam o time a baiana Priscila Beck, campeã brasileira e baiana 2015/2016 e Letícia Krebs, campeã brasileira e paulista 2016.

Para ele, a expectativa do Brasil receber uma etapa do mundial é grande, já que atrairá atletas e equipes de destaque do Brasil e vindos de outros países, como o russo Denis Vasilev, hexacampeão e recordista mundial.

Treinamento e cursos

Levantar uma bola de ferro (kettlebell) na maior quantidade de vezes possível em um período de tempo determinado. Esse é objetivo do kettlebell sport, modalidade que tem um baiano como referência no Brasil na formação de professores e treinamento de atletas premiados. João Rosário viaja pelo Brasil ministrando cursos de formação, workshops, além do envio semanal de planilhas de treino para alunos e atletas de outros estados.

Até o final do ano e mês de janeiro a agenda do educador físico já está reservada para campeonatos e cursos de kettlebell sport no eixo Sudeste-Sul do Brasil, voltados para a formação de professores de educação física, atletas e praticantes do esporte.  “Paralelo aos campeonatos conduzo certificações e workshops de kettlebell enfatizando a técnica dos principais movimentos além da sequência correta de planejamento de um treino com kettlebell potencializando o desempenho e resultados com essa ferramenta”, explica Rosário.

Em novembro, ele ministra cursos no eixo sudeste-sul, nas cidades de São Caetano do Sul-SP (26/11), Curitiba-PR (27/11) e em Joinville-SC (03/12). Fechando o ano na Bahia, com o workshop de kettlebell na Academia XPRO Training em Itabuna nos dias 17 e 18 de dezembro. E em 2017, o calendário de competições organizadas por Rosário se inicia no dia 28 de janeiro, com o Torneio Brutal de Kettlebell Sport, em Canavieiras, Bahia, primeiro realizado no sul do estado que contará com a presença de atletas locais, da capital e de São Paulo.
Todas as informações no site www.brutalsc.com.br ou no whatsapp (73) 99827-9091
 

Até onde vai o efeito suspensivo celebrado por FG no TCU?

Domingos Matos, 22/11/2016 | 12:52

Há cerca de 20 dias o ex-prefeito Fernando Gomes, candidato mais votado votado nas eleições de outubro, em Itabuna, e impedido de tomar posse devido ao indeferimento de seu registro, comemorava um efeito suspensivo nas condenações que ostenta no Tribunal de Contas da União (TCU). São essas condenações - são várias dentro de um processo - as maiores dores de cabeça para o político itabunense.

Depois de devidamente comemorado e noticiado, o efeito suspensivo na condenação de Fernando Gomes (DEM) foi questionado por alguns adversários, especialmente o segundo colocado na disputa eleitoral, o médico Antônio Mangabeira (PDT). Para esses, esse efeito suspensivo seria frágil demais para justificar uma diplomação e a posse de um candidato tantas vezes condenado nos diversos tribunais de contas.

Se há uma precariedade nessa resolução do relator não se pode cravar estando de fora. Mas, como ensina o 'mestre' Delcídio do Amaral em seu depoimento ontem, na Lava Jato, "política é feita de gestos".

O "gesto" da ausência de um desembargador justo no dia da votação do recurso do ex-prefeito no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que poderia, apoiado na suspensão da condenação no TCU, conferir a liberação do registro de sua candidatura - e todas as consequências que poderiam advir desse ato - parece ser bem significativo: tudo que sobe, desce (ou, tudo que é suspenso, é temporário).

Ah, quem quiser conhecer os itens alcançados pelo efeito suspensivo do TCU, basta clicar AQUI. São extamente os 9.3 (e seus subitens), 9.4 (e subitens) e 9,5 do Acórdão 446/2010, no processo 001.929/2002-9.

Concurso Beleza Negra na programação do Novembro Negro

Domingos Matos, 19/11/2016 | 10:34

O coletivo de Entidades Negras de Itabuna realiza, desde o dia 16 até o dia 20, o Novembro Negro, em homenagem aos 321 anos da morte de Zumbi dos Palmares.

De acordo com Walmir do Carmo, militante do movimento negro, “esse evento é fruto da uma construção coletiva, a partir das demandas de cada entidade envolvida no coletivo, que tem em comum o desejo de celebrar e discutir a memória de um dos ícones da luta  pela igualdade racial”.

A programação tem oficinas, exposições,  roda de conversa, sarau, peça teatral, filmes, visita ao monumento a Zumbi e o Concurso Beleza Negra, que ocorree hoje, na Usemi, às 19 horas.

Confira na programação o que rolou e o que ainda pode ser conferido:

Dia 16 – 19 horas

Noite do Tambor – Apresentações Culturais na Praça Laura Conceição com as Comunidades Tradicionais de Matriz Africana

De 17 a 19 –  Espaço Mário Gusmão

Feira de Artesanato – Associação Itabunense de Artesãos – AIART

I Mostra Fotográfica do Ponto de Cultura Associação do Culto Afro Itabunense – ACAI/Projeto Cultura em Ação

Dia 17 – 9 horas – Espaço Mário Gusmão

Fórum de Agentes e Gestores Culturais do Litoral Sul

14 horas – Centro de Cultura Adonias Filho

Mostra Audiovisual, Cineclubista – Cine Debate Mário Gusmão

Dia 18 – 14 horas – Auditório do SIMPI

Oficina de Dança Afro: “ Os Quatro Elementos” – Corpo e Ancestralidade

19 horas – Espaço Mário Gusmão

Roda de Conversas – Povos Tradicionais de Mariz Africana: “Acesso ao Direito ou Direito ao Acesso?”

Outras Atividades:

Dias 16 a 17 – Semana da Diversidade

Complexo Integrado de Educação de Itabuna –  CIEI

Dia 16 –  das 10 as 11:30 Horas

Oficinas Temáticas sobre Diversidade : Empoderamento  da menina negra e estética

16 horas – Centro de Cultura Adonias Filho

Espetáculo Anjo Negro: A Memória de Mário Gusmão

Direção Egnaldo França

***

Dia 19 – 19 horas – Centro de Cultura Adonias Filho

Espetáculo de Dança Afro Contemporânea: “Saga de Guerreiros”

20 horas – USEMI

Concurso Beleza Negra – direção Walmir do Carmo, coordenação:  Luzia Lima

Entrada 1 kg de alimento não perecível

Dia 20 – 14 horas  – Praça Olinto Leone

Sarau Kizomba de Resistências

16 horas – Visita ao Monumento a Zumbi dos Palmares

Avenida Princesa Isabel, próximo a Prefeitura

Juvenal volta à Ceplac como diretor-geral

Domingos Matos, 14/11/2016 | 20:30
Editado em 14/11/2016 | 20:31

A nomeação de Juvenal Maynart para a direção da Ceplac em Brasília foi publicada hoje no Diário Oficial da União. Juvenal foi superintendente da Ceplac na Bahia entre 2011 e 2015 e saiu elogiado por produtores e reconhecido pelo funcionalismo, especialmente pelo dinamismo que imprimiu à sua gestão. A expectativa é que retome o projeto interrompido em 2015.

A passagem de Maynart pela Sueba foi marcada pela luta pela modernização da legislação ambiental que favorecesse a produção de cacau em áreas de cabruca. Essa batalha começou com a importância da cabruca reconhecida pela ONU na Rio+20, como uma das 10 premissas para uma agricultura sustentável no Brasil.

A Bahia aprovou nova Lei Ambiental, com um capítulo relativo às áreas agrossilvipastoris, entre as quais a cabruca foi contemplada e em seguida regulamentada como espaço produtivo, passível de manejo. Como resultado prático, já foi dada a primeira autorização de manejo da cabruca.

Também marcou a passagem de Juvenal pela Sueba a intensa parceria com a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), numa relação mais que institucional, mas de antevisão do que uma universidade federal poderia gerar em termos de desenvolvimento para a região como um todo e para o negócio cacau e chocolate em particular.

O resultado dessa parceria pode ser observado na materialização do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia, parceria da Ceplac, UFSB, Uesc e institutos federais de Educação, já com o primeiro laboratório de Biotecnologia em Alimentos, com ênfase em cacau e chocolate, sendo inaugurado nos próximos dias. O próprio campus Jorge Amado tem a marca da parceria da UFSB com a Ceplac, que doou parte do terreno, onde já está sendo construído o Centro de Formação em Tecnologias Agroflorestais.

“Quando servi na Superintendência da Bahia, cuidei para que o interesse público prevalecesse, sem abrir mão de que o domínio das tecnologias garantisse o paradigma da sustentabilidade e que a ciência voltasse a ser a balizadora a expansão das atividades produtivas, da conservação do meio ambiente e da transformação social de toda a região. Creio que cumpri meu dever”.

Settran também vai investigar caso dos abrigos de pontos de ônibus

Domingos Matos, 09/11/2016 | 16:42

Novidade no caso dos abrigos para pontos de ônibus. Além da Procuradoria-Geral do Município, que já investiga a compra, agora a própria Secretaria de Transporte e Trânsito vai averiguar como se deu todo o processo.

A Portaria 044/2016 (clique na imagem para ler) constitui uma comissão temporária que vai apurar, no prazo de 20 dias, a “suposta irregularidade na implantação de pontos de ônibus ‘Abrigos’”, comprados por meio do contrato 246/2015.

O jornal Agora do último fim de semana publicou reportagem sobre o assunto. Este blog reproduziu a íntegra do texto. Leia AQUI.

Fazendo as malas

Domingos Matos, 09/11/2016 | 15:18

O diretor-geral da Ceplac, Sérgio Murilo, já começa a encaixotar os teréns espalhados pelo gabinete em Brasília.

Ainda não vazou o nome do substituto, mas é certo que já está avisado de que, em breve, estará de volta ao Centro de Extensão (Cenex), de onde saiu para assumir o cargo nacional.

Pensando bem... Não há mais Cenex, desativado que foi, na reforma executada pelo quase ex-diretor.

Relembre AQUI

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