Geraldo cobra agilidade para licenças ambientais dos 'humildes'

Domingos Matos, 21/11/2011 | 13:49
Editado em 21/11/2011 | 14:01

gs plenárioDepois de afirmar, em entrevista na TVI, que iria cobrar do governador Jaques Wagner, em relação à barragem do rio Colônia, agilidade na liberação de licenças ambientais semelhante à que o Galego imprimiu no processo de liberação do Porto Sul, o deputado federal Geraldo Simões (PT/BA) fez pronunciamento hoje (21) no Congresso Nacional batendo no mesmo assunto.

A cobrança ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), pela agilidade nas questões ambientais que envolvem a construção da barragem do Rio Colônia e a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, obras do Governo da Bahia, teve como pano de fundo as observações que pontuou na entrevista.

"As obras são fundamentais para complementar projetos importantes como o Porto Sul, a Ferrovia Oeste-Leste e o Gasoduto da Petrobrás, que darão um novo impulso ao desenvolvimento regional”.

O Inema é uma autarquia da Secretaria do Meio Ambiente (Sema),  o órgão executor da Política Ambiental do Estado da Bahia. De acordo com Simões, os estudos de impacto ambiental da barragem e da duplicação da rodovia já foram entregues ao Inema, mas não houve qualquer avanço, o que trava a realização das obras.

"São ações que já dispõem de recursos disponibilizados pelo Governo Federal e pelo Governo da Bahia”. A barragem do Rio Colônia vai garantir o abastecimento de água em Itabuna e cidades vizinhas e a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna vai desobstruir um dos gargalos que impedem a expansão dos dois municípios.

O deputado cita o caso do Porto Sul, que após a mudança da área da Ponta da Tulha para Aritaguá, onde os impactos ambientais são menores, o Ibama já promoveu a audiência pública, passo importante para a concessão da licença ambiental.

“É preciso que o Inema cumpra o seu papel de evitar eventuais danos ambientais e exigir compensações, mas Itabuna e o Sul da Bahia não podem esperar indefinidamente pela construção da barragem e a duplicação da rodovia”, ressaltou Simões.

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