Precisamos falar sobre a gripe suína (H1N1) em Itabuna

Domingos Matos, 05/04/2016 | 16:06
Editado em 05/04/2016 | 16:10

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Durante a pandemia de viroses (dengue, zika e chikungunya), observada nos últimos meses em Itabuna, outra doença letal quase passou despercebida. Tratada a boca miúda por profissionais da área da saúde, a gripe suína (Influenza H1N1 ou gripe A) seguiu o mesmo padrão adotado pelas autoridades para as três enfermidades transmitidas pelo Aedes aegypiti: ocultação dos primeiros casos e pouca divulgação sobre o problema. Não é necessario ser especialista para saber que uma epidemia não está descartada.

A gripe A tem como principais sintomas febre repentina, tosse e fraqueza. Outros, como coriza, constipação nasal e dor de cabeça também podem surgir. Hoje a prefeitura divulgou uma nota sobre uma futura ação para o combate à doença: uma mobilização para vacinação.

Porém, nada se sabe, oficialmente, em relação aos casos já surgidos, confirmados ou notificados. Diz apenas que haverá uma campanha de vacinação - que é nacional, promovida pelo ministério da Saúde -, com o dia "D" em 30 de abril.

Em pleno século 21, ocultar da população dados sobre doenças transmissíveis e potencialmente letais chega a ser um crime.

Em tempo: para saber sobre se estão ou não sendo ocultados dados sobre a H1N1 em Itabuna, basta perguntar a qualquer profissional da saúde, de qualquer estabelecimento de saúde. O mesmo, para as tdoenças transmitidas pelo Aedes aegypiti.

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