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Sem representante na Câmara Federal, Itabuna segue à deriva

Domingos Matos, 21/10/2016 | 14:40
Editado em 21/10/2016 | 14:45

(Do Políticos do Sul da Bahia)

Os últimos dias foram de intensa movimentação em Brasília. Prefeitos eleitos ou reeleitos colaram em seus deputados federais, com um único objetivo: incluir emendas ao Orçamento da União e obter recursos para tocar obras e projetos em 2017.

O ilheense Marão, por exemplo, conseguiu viabilizar emendas com vários deputados, como uma de R$ 3 milhões com Paulo Magalhães e outra com Bebeto, de quem foi adversário nas últimas eleições.

Já Itabuna, que ainda não sabe nem quem será o prefeito no ano que vem (e o atual já entregou os pontos), não tinha ninguém pra pedir por ela. Ficou, literalmente, sem pai nem mãe, graças à indefinição política produzida pelas últimas eleições.

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P.S.: Na última eleição, em 2014, Itabuna perdeu o mandato de Geraldo Simões (PT), e não conseguiu emplacar outro. O candidato local mais próximo de assumir uma cadeira na Câmara foi Davidson Magalhães (PCdoB); ele é o primeiro-suplente que, embora assuma esporadicamente, não consegue "se firmar" e desenvolver uma linha de trabalho.

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