Emoção e criatividade marcam a primeira etapa do Festival de Dança Itacaré

Domingos Matos, 14/09/2018 | 18:25

Desde segunda-feira (10), públicos de todas as idades se emocionam com a grandeza artística do 7° Festival de Dança Itacaré, que se estende até domingo (16), no Centro Cultural Porto de Trás e outros espaços de Itacaré. A programação reúne expoentes de várias partes do Brasil, e firma o evento como um dos mais importantes no cenário da dança brasileira.

O Balé do Teatro Castro Alves foi um dos destaques da primeira etapa do festival, com o espetáculo “Tamanho Único”, no Teatro Municipal de Ilhéus e Itacaré, composto por oito montagens individuais focadas em narrativas humanas e culturais de múltipla expressão criativa. O solo “A Morte do Cisne”, apresentado pela bailarina cearense Wilemara Barros, da Cia Dita, enriqueceu a programação, com apresentações nas duas cidades.

Em Ilhéus, se destacou também o grupo local A-rrisca Cia da Dança, com o comovente espetáculo “Mariana, a História que se Perdeu”, dedicado às vítimas da tragédia que se abateu sobre a cidade mineira arrasada pelo rompimento de uma barragem, em 2015.

O Centro Cultural Porto de Trás concentra a programação principal do festival. Por lá, já passaram a CCP - Cia, de Salvador, com “Pura: Espetáculo em Três Atos”, o Balé do Teatro Castro Alves e a Cia Dita, que repetiram “Tamanho Único” e “A Morte do Cisne”, na quarta e quinta-feira (12 e 13). O espaço recebeu também o coreógrafo Djalma Moura, de São Paulo, com a brilhante criação “Depoimentos para fissurar a pele”, que relaciona os elementos da natureza à imagem dos orixás.

Programação

Na noite desta sexta-feira (14), brilham as montagens “Poracê”, da Cia. Dançurbana, de Campo Grande, e “Prelúdios para uma Dança Cabocla”, da Cia Balé Baião, de Itapipoca, às 19 e 20 horas.  No sábado (15), o palco será das apresentações “Eu Danço Sambarroxé”, com Joubert Arrais, de Juazeiro do Norte e “Isto não é um Espetáculo”, criação conjunta de Cláudia Müller e Clarissa Sacchelli, de São Paulo.

No último dia, domingo (16), o festival brinda Itacaré com os espetáculos “A Cadeirinha e Eu” (Cia Dita, Fortaleza) e “Canto Piu” (Giltanei Amorim, Salvador), às 19 e 20 horas.  E também com as instalações “Poesia que Dança” (de 12 a 16, das 18 às 21 horas) e “Transakrytica”, além do ensaio aberto “Eu Danço Sambarroxé”, que marca os 10 anos da montagem, com Joubert Arrais. Todos no Centro Cultural Porto de Trás.

Deixe seu comentário


Acesse com seus dados:

ou
Ainda não tem acesso?
Registre-se em nosso Blog.