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Itabuna: PM suspeito de matar delegado em ação policial é denunciado por homicídio qualificado

Domingos Matos, 18/06/2019 | 07:07
Editado em 18/06/2019 | 15:30

O policial militar Cleomário de Jesus Figueiredo, suspeito de matar o delegado José Carlos Mastique de Castro Filho em uma ação policial ocorrida em Itabuna, foi denunciado pelo Ministério Público estadual (MP-BA) por homicídio qualificado.

De acordo com o MP-BA, a denúncia foi oferecida pelo promotor de Justiça Rafael Pithon, no dia 28 de maio. O caso aguarda parecer da Justiça.

Conforme a denúncia, o acusado teria atirado na vítima, acertando o delegado no peito, com uma submetralhadora SMT.40, quando ele se encontrava em "forma clara de rendição".

O caso ocorreu na madrugada de 28 de abril, na Avenida Félix Mendonça. Os disparos teriam acontecido após uma confusão em uma loja de conveniências, onde a vítima teria chegado atendendo a um pedido de ajuda.

O PM e um colega de trabalho que também participou da ação chegaram a ser presos em abril, em cumprimento de uma ordem judicial, contudo, segundo a Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP-BA), foram liberados pela Justiça alguns dias depois.

Segundo a Polícia Militar, os agentes, que são lotados no 15º Batalhão, em Itabuna, estão cumprindo serviço administrativo. (Com informações do G1)

Padrasto confessa ter matado o enteado de apenas 5 anos em Itabuna

Domingos Matos, 12/06/2019 | 14:39
Editado em 13/06/2019 | 10:43

O ex-presidiário Isaque Vieira Lemos, de 28 anos, confessou ter matado na madrugada desta quarta-feira (12), o enteado Davi Luiz Santos de Jesus, de apenas cinco anos de idade, só porque o menino, segundo ele, “estava traquinando”. O acusado disse que agiu sob influência de álcool e drogas. O crime aconteceu no bairro Pedro Jerônimo, em Itabuna.

O pequeno Davi foi espancado e depois asfixiado até a morte. Embora a mãe, Laiane de Jesus Santos, de 24 anos, estivesse em casa, ela negou ter visto o marido matar o filho. Por outro lado, os vizinhos relataram ter ouvido os gritos de dor da criança.

Segundo a perícia, no corpo do menino haviam marcas de mordidas e também sinais evidentes de abuso sexual. O suspeito ainda procurou a delegacia na manhã de hoje para informar que o enteado havia morrido em casa, de morte natural. No entanto, a polícia desconfiou e prendeu o homem.

Isaque já havia sido preso por outros crimes, entre os quais assaltos a mão armada, furto e tentativa de homicídio, todos cometidos em Ubatã, onde ele morava antes de se mudar para Itabuna.

Segundo o delegado André Aragão, chefe da 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior, o acusado foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil e torpe. A mãe da criança vai prestar depoimento na tarde desta segunda. De acordo com Aragão, ela pode ser indiciada por omissão.

A Operação Lava-Jato desmascarada

Domingos Matos, 10/06/2019 | 16:34
Editado em 10/06/2019 | 16:52

Por Eugênio Aragão

Quem acompanhava as conversas internas do MPF na rede @Membros sabia, desde sempre, da descarada politização do ambiente corporativo, marcado por profunda “petefobia”, expressão que usei numa entrevista em 2011, logo após tomar posse como corregedor-geral do órgão. O tom militante e de desqualificação de quem pensava diferente era ali uma constante. Nem ministros do STF saíam incólumes, sendo alvos de chacota e caçoada. Como corregedor-geral, cheguei a mandar aviso à rede, advertindo que os deveres de urbanidade e de decoro também se aplicavam às comunicações internas.

A mim não surpreendeu o teor das mensagens trocadas por personagens da famigerada Operação Lava-Jato e o juiz de piso Sérgio Moro, por mais que choca outsiders. Essas mensagens mostram claramente a promiscuidade que prevalece na fusão das atividades de investigar, acusar e julgar nos processos dessa operação. Temos ali promotores que se portam feito meganhas é um juiz que é acusador, todos articulados num projeto político de “limpar o Congresso” e de impedir que o PT fosse vitorioso nas eleições presidenciais de 2018.

Agora que o caldo derramou e ficou provado o que muita gente desconfiava – a persecução seletiva de atores políticos – os promotores desesperados se apressam em se fazer de vítimas de “uma ação criminosa” de invasão de seus celulares usados “para comunicação privada” e “no interesse do trabalho”. Mostram revolta contra o que denominam “violação da esfera privada”.

A mim não surpreendeu o teor das mensagens trocadas por personagens da famigerada Operação Lava-Jato e o juiz de piso Sérgio Moro, por mais que choca outsiders. Essas mensagens mostram claramente a promiscuidade que prevalece na fusão das atividades de investigar, acusar e julgar nos processos dessa operação. Temos ali promotores que se portam feito meganhas é um juiz que é acusador, todos articulados num projeto político de “limpar o Congresso” e de impedir que o PT fosse vitorioso nas eleições presidenciais de 2018.

Não há, pois, legitimidade no argumento da vitimização dos procuradores e do juiz de piso pelo ataque a seus celulares. Mas, além disso, o chororô da nota do ministério público em decorrência de publicação, pelo sítio do Intercept, peca contra o princípio do “ne venire contra factum proprium” e, assim, é mais uma prova de falta de boa fé da turma da Operação Lava-Jato. É que, quando criminosamente tornaram público diálogo telefônico entre a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula, às vésperas da posse deste no cargo de ministro-chefe da Casa Civil, procuradores e magistrado – principalmente este último – se exculparam no interesse público do conteúdo para mandar a lei às favas.

E as provas sobre conspirações de Moro e Dallagnol contra o poder legislativo que queriam “limpar” ou contra as eleições presidenciais que queriam conduzir de forma a que não se elegesse Haddad, não são elas, por acaso, de interesse público? Ainda mais quando encontradas em celulares funcionais?

Não há desculpa. Pode até ser que, na prática recorrente dos tribunais, de blindarem Sérgio Moro, digam que as conversas vazadas não servem para condenar juiz e promotores na esfera penal, mas, seguramente, elas bastam para colocar em xeque a persecução penal contra Lula e a legitimidade do pleito presidencial de 2018.

No que diz respeito à promiscuidade da relação entre o ministério público e o juiz, revelada pelo vazamento de suas comunicações, passou da hora de repensar a proximidade entre acusação e magistratura no Brasil.

Quando atuava como subprocurador-geral da república junto ao STJ e, até mesmo antes, quando atuava como procurador regional no TRF da 1ª Região, incomodava-me profundamente o nosso papel, do MPF, nas sessões, sentados ao lado do presidente, com ele podendo até cochichar, a depender da empatia recíproca. Enquanto o advogado fazia sua sofrida sustentação oral da tribuna, não raros eram comentários auriculares entre juiz e procurador. Depois, o procurador era convidado a saborear o lanchinho reservado dos magistrados, em que os casos eram frequentemente comentados. Já os advogados ficavam do lado de fora, impedidos de participar dessa festa do céu. Produzia-se, assim, a mais descarada assimetria entre a defesa e a acusação.

O argumento dos colegas era de que o ministério público ali não era parte e, sim, fiscal da lei. Façam-me rir! Do ponto de vista estritamente dogmático, essa cisão entre os papéis do ministério público é ilusória, já que o órgão se rege pelos princípios institucionais da unidade e da indivisibilidade (art. 127 da Constituição). O ministério público é sempre parte e custos legis concomitantemente. Do ponto de vista prático, são pouquíssimos os procuradores que se imbuem do papel de fiscal imparcial. O punitivismo há muito tempo transformou a grande maioria em ferrabrás mecanizada. Não raro fui criticado por meus pares de dar parecer favorável à concessão de ordem de habeas corpus contra atuação de colega em primeiro grau! “Como assim? Ministério público acolhendo ordem de habeas corpus? Não pode!!!”.

Nesse contexto, é preciso barrar essa proximidade entre promotores e juízes, tirando os primeiros do pódio do magistrado, para colocá-los no nível das partes. Nos tribunais, está na hora de tirá-los do lado do presidente. Devem ocupar a tribuna para suas sustentações e voltar a seus gabinetes depois dessa tarefa, para dar andamento aos processos sob sua responsabilidade. Não faz sentido nenhum, em plena era do processo acusatório, dar destaque ao acusador, em detrimento da paridade com os advogados.

Deltan Dallagnol mostrou o quanto é deletério, para o devido processo legal e para o julgamento justo, a confraria com Sérgio Moro. Ficavam promotor e juiz trocando figurinha sem participação da defesa. O juiz se dava o direito de palpitar na estratégia investigativa sobre crimes que depois viria a julgar e o promotor deixava o juiz “à vontade” para indeferir seus pleitos, se não combinasse com a estratégia comum. Um escândalo, tout court.

Esperam-se consequências dessas revelações, pois, muito mais do que a profunda injustiça da prisão de Lula por uma condenação “arreglada” entre magistrado e acusação, estamos diante de evidências de manipulação eleitoral. Ou o país tira lições dessa atuação criminosa de atores judiciais, ou pode sepultar sua democracia representativa, porque já não haverá mais respeito pelas instituições que devem protegê-la.

Eugênio Aragão - Procurador da República aposentado e ex-ministro da Justiça do Governo Dilma

Gerente de hotel de Porto Seguro é preso acusado de duplo assassinato; ele era foragido do Rio de Janeiro

Domingos Matos, 06/06/2019 | 12:14

Investigadores da Delegacia de Tóxicos Entorpecentes (DTE) de Porto Seguro cumpriram o mandado de prisão do acusado de homicidio, Júlio César Ornelas de Lemos, de 47 anos. Ele foi preso na manhã de quarta-feira (5). O homem é apontado como autor de um duplo homicídio, ocorrido em 2017, no município de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. De acordo com a polícia, Júlio César atirou em um casal.

O acusado estava trabalhando como gerente de um hotel, no centro de Porto Seguero, quando foi localizado pela equipe da DTE. Ele está custodiado na unidade especializada e aguarda ser recambiado para o Rio de Janeiro.

Acusado de tráfico morre em confronto com a polícia em Itacaré

Domingos Matos, 04/06/2019 | 12:31

Landerson Silva Almeida, o Ban, integrante de uma organização criminosa morreu em confronto na madrugada desta terça-feira (4), após trocar tiros com policiais da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Cacaueira e da 72ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Itacaré).

Guarnições da Cipe Cacaueira foram acionados através da 72ª (CIPM/Itacaré) sobre uma situação em que, aproximadamente, seis homens estavam portando armas, no bairro Pituba 2, em Itacaré, e realizando disparos no local. Policiais se deslocaram e foram recebidos a tiros.

Segundo o tenente da Cipe Cacaueira Igor Silva, cinco homens conseguiram fugir por um matagal. Landerson foi atingido, socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. “Temos uma equipe monitorando para tentarmos localizar os que conseguiram fugir”, disse. Com Landerson foram apreendidos um revólver calibre 38, com uma munição picotada, e quatro deflagradas, um tablete de maconha e 20 gramas de cocaína.

Todo material apreendido foi encaminhado para a Delegacia Territorial (DT/Itacaré), onde será registrado o caso.

Preso homem acusado de matar a enteada em Itororó

Domingos Matos, 28/05/2019 | 15:37

Policiais da Delegacia Territorial (DT/Itororó) elucidaram a morte de uma mulher grávida, ocorrida no final do ano passado e prenderam o autor, Dielson França dos Santos. A prisão ocorreu na última sexta-feira (24). 

Após ser preso, Dielson confessou o crime e atribuiu o motivo à vingança. “Na época do crime ele era padrasto da vítima e o casal brigava muito. Dielson resolveu assassinar a garota para se vingar da companheira”, explica o titular de Itororó, delegado Frank Nogueira.

A polícia chegou ao acusado após o Departamento de Polícia Técnica (DPT) identificar ossadas humanas, que foram encontradas às margens de uma rodovia, naquele município, como da vítima, que estava desparecida. Dielson segue preso à disposição da Justiça.

  

 

Dama de Espadas: acusado de diversos homicídios morre em confronto com a polícia

Domingos Matos, 27/05/2019 | 10:29

Carta Dama de Espadas do Baralho do Crime, Bruno Ramos Figueiredo, mais conhecido como Bruno Bruxo, foi localizado no último sábado (25), durante operação integrada que envolveu troca de informações entre a Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública e as polícias Militar, Civil e Federal.

Bruno integrava uma quadrilha de tráfico de drogas com atuação na Liberdade, onde cometia homicídios. Ele foi encontrado no bairro de Portão, em Lauro de Freitas, e reagiu à prisão. Houve confronto e, mesmo socorrido, não resistiu. " Bruno Bruxo era um dos alvos prioritários por conta da quantidade de mortes que ele cometia", afirmou o titular da Delegacia de Homicídio Múltiplos, delegado Odair Carneiro.

Com ele foram encontrados uma pistola 9 milímetros e dois carregadores. Participaram da ação equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, através da DHM, do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), da Coordenação de Operações Especiais (COE), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e  da Rondesp/RMS.

 

MP recorre da sentença aplicada a acusado pelo assassinato do jornalista Manoel Leal

Domingos Matos, 24/05/2019 | 12:21
Editado em 24/05/2019 | 14:43

O Ministério Público estadual recorreu da sentença aplicada a Marcone Rodrigues Sarmento, que foi condenado ontem, dia 22, pelo Tribunal do Júri, a seis anos de prisão em regime aberto, por ter assassinado o jornalista Manoel Leal, fundador do jornal itabunense A Região.

A denúncia foi sustentada no Fórum Ruy Barbosa pelos promotores de Justiça Cássio Marcelo de Melo, Davi Gallo, e Antônio Luciano Assis. Conforme a denúncia, no dia 14 de janeiro de 1998, o jornalista foi vítima de uma emboscada e acabou executado a tiros na porta de casa.

Marcone Sarmento foi denunciado pelo Ministério Público estadual como um dos executores. Ele chegou a ser julgado, mas foi absolvido pela participação no crime em 2005.

O MP recorreu da decisão e o Tribunal de Justiça julgou que a absolvição era manifestamente contrária às provas dos autos, designando a nova sessão de julgamento. A sentença de ontem foi proferida pela juíza Gelzi Maria Almeida Souza, mas os promotores de Justiça não concordaram com a dosimetria da pena e recorreram.

 

Réu confesso de morte de bailarino é condenado a oito anos de prisão em júri popular

Domingos Matos, 24/05/2019 | 09:14

O homem que confessou ter matado o coreógrafo e bailarino Augusto José da Purificação Conceição foi condenado a oito anos de prisão em regime semiaberto, em júri popular realizado no Fórum de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador, na quinta-feira (23).

O acusado, Cleverson Santos Teixeira, não participou do julgamento e é considerado foragido pela Justiça.

Dos oito anos de reclusão, sete foram aplicados por conta do assassinato. Além disso, a juíza presidente Jeine Vieira Guimaraes aplicou a pena base de um ano de prisão porque Cleverson roubou o celular da vítima, no momento do crime.

Inicialmente, a pena de Cleverson para o assassinato foi fixada em oito anos. Com isso, ele ficaria detido por nove anos. No entanto, seis meses foram atenuados porque ele estava com menos de 21 anos na época do crime, e outros seis meses porque ele confessou o delito.

Cleverson confessou à polícia que matou o bailarino com três golpes de faca no pescoço, em junho de 2013, após uma briga entre eles. Em depoimento, o homem disse que a vítima pagaria R$ 100, referente a um programa. O suspeito teria aceitado, mas quando chegaram no sítio de Omolú, em Lauro de Freitas, houve uma discussão entre os dois e, em seguida, o assassinato.

Omolú foi achado pelo caseiro do sítio, de bruços, entre a sala e a cozinha do imóvel. Segundo a polícia, o suspeito morava ao lado de um bar onde conheceu a vítima, em Portão, também em Lauro de Freitas.

Cleverson foi preso cerca de dois meses após o crime, depois de vender o celular do dançarino. Entretanto, ele conseguiu responder o crime em liberdade e, em 2015, ficou definido que ele iria à júri popular.

Quando foi morto, Omolú tinha 50 anos. Ele era professor, bailarino e um dos coreógrafos do Balé do Teatro Castro Alves (BTCA). O corpo dele foi velado no foyer do TCA, no Campo Grande. Augusto Omolú foi enterrado na Ordem Terceira de São Francisco, na Quinta dos Lázaros, em Salvador. (Com informações do G1)

 

Caso Leal: Marcone Sarmento de volta ao banco dos réus

Domingos Matos, 22/05/2019 | 13:01
Editado em 22/05/2019 | 13:17

Acusado de matar o jornalista Manoel Leal, Marcone Sarmento, que foi absolvido no primeiro júri, realizado em dezembro de 2005, está de volta ao banco dos réus. O júri, que começou desde as oito horas da manhã, acontece no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador e não tem hora para terminar.

Leal, fundador do Jornal A Região, foi executado no dia 14 de janeiro de 1998, quando chegava em casa, no bairro Jardim Primavera, em Itabuna. Na época, Marcone, juntamente com outros dois acusados, foi denunciado pelo Ministério Público estadual como um dos executores.

Após ser absolvido, o MP recorreu da decisão e o Tribunal de Justiça julgou que a absolvição era “manifestamento contrária à prova dos autos”. Quanto aos outros dois suspeitos de envolvimento no crime, um deles, Thomás Guedes, apontado como motorista da caminhonete que conduziu os assassinos, foi absolvido, por sete votos a zero, em dezembro de 2003. Já o ex-policial Mozart Brazil, acusado de ser um dos atiradores, ao lado de Marcone, foi condenado a 18 anos de prisão.

 

Suspeito de chacina morrem em confronto com a polícia

Domingos Matos, 20/05/2019 | 16:38

Três homens acusados de participação na morte de cinco pessoas, homicídio múltiplo ocorrido na noite de sábado (17), em Portão, Lauro de Freitas, foram encontrados no final da tarde do último sábado (18), numa localidade conhecida como Lagoa dos Patos, também na RMS.

Com Robson Rodrigues dos Santos e outros dois homens ainda não identificados foram encontrados duas pistolas calibres 9mm, mesmo tipo de arma utilizada nas mortes, e um revólver calibre 38. Exames balísticos serão realizados com o objetivo de confirmar a autoria das mortes.

Equipes da 52a Companhia Independente da Polícia Militar e da Rondesp RMS  intensificavam o policiamento na região desde o crime e, atendendo a uma denúncia, encontraram o trio, que reagiu à abordagem. No confronto, os suspeitos foram atingidos. Eles foram socorridos, mas não resistiram.

Investigações preliminares dão conta de que as mortes  estão relacionadas à disputa pelo tráfico em Portão. De acordo com os policiais,  no momento da abordagem, o trio comemorava as mortes ocorridas no dia anterior.

O caso é investigado pela 34ª Delegacia Territorial e pela Delegacia de Homicídios Múltiplos.

 

Defesa de ginecologista suspeito de abusar de pacientes diz que acusações são indevidas e mentirosas

Domingos Matos, 17/05/2019 | 15:07
Editado em 17/05/2019 | 14:33

A defesa do ginecologista Orcione Ferreira Guimarães Junior, acusado por pacientes de abusos durante consultas na cidade de Vitória da Conquista, região sudoeste da Bahia, disse que as alegações das mulheres se disseram vítimas e que procuraram a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Polícia Civil são "indevidas, mentirosas e não comprovadas".

Os advogados do médico concederam entrevista coletiva, na manhã desta sexta-feira (17), para falar sobre o caso e afirmaram que o cliente é inocente.

As denúncias contra Orcione começaram a surgir na última sexta-feira (10), depois que um perfil foi criado no Instagram por uma pessoa, que não se identificou, que relatou um caso de abuso por parte do médico, que atende nas redes pública e privada da cidade.

Depois desse primeiro relato, várias outras vítimas denunciaram ter passado pela mesma situação. Mais de 20 mulheres relataram à OAB ter sido vítimas. Nove delas também já procuraram a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) para prestar depoimento sobre os casos. Os crimes teriam ocorrido entre 2018 e 2019.

A advogada Palova Amisses Parreiras, uma das que atuam na defesa do médico, apontou durante a entrevista coletiva nesta sexta que não há provas sobre as denúncias contra o cliente.

Ela ainda apresentou uma liminar expedida pela 1ª Vaga do Sistema de Juizados da Comarca de Vitória da Conquista que determina a remoção do perfil no Instagram usado para denunciar o médico e o fornecimento de informações acerca da identidade do criador.

"A acusações são indevidas, mentirosas e não comprovadas com relação a atuação do médico Orcione Ferreira Júnior. Desde o início, não estamos conseguindo detectar verossimilhança entre o que as senhoras estão dizendo e aquilo que está sendo comprovado. Inicialmente se diz que o blog foi criado depois de muito meditar, de muito pensar, semanas e semanas. Quando a gente pega a data da criação do blog e a data da consulta na qual teria havido o abuso, não tem 24 horas entre um e outra. Então, a falha começa aí", afirmou a jornalistas.

Palova disse que detectou "falhas" nos relatos das vítimas e que uma das mulheres que se disseram vítimas teria se apresentado à OAB dizendo ser advogada, mas sem ter registro na Ordem.

"Eu estive ontem [quinta-feira, dia 16] com o nosso presidente da subseção da OAB de Vitória da Conquista, e ele nos disse que as pacientes procuraram por ele usando, inicialmente, uma falsidade ideológica, porque dentro da OAB existem inserções, uma delas é a OAB Mulher, criada especialmente para proteger as mulheres advogadas que tivessem sofrido algum agavo. E a pessoa que se intitula vítima e advogada não é advogada. Ela fez o curso de direito, é bacharel, mas não conseguiu passar na prova da OAB. Então, ela iniciou com um blog, um Instagram, com informações falsas e perante a autoridade da OAB também com uma informação falsa", destacou.

Palova também afirmou que o cliente vai conseguir provar que é inocente e que, ao contrário de boatos que circulam na cidade, ele não planeja fugir. "Não temos razão para fugir e não há expedição de mandado de prisão e nem previsão de que isso aconteça", destacou. (Com informações do G1)

Jovem é executado na frente da mãe e da irmã em Itabuna

Domingos Matos, 17/05/2019 | 14:06

A polícia investiga a morte de um jovem de 18 anos, executado dentro de casa, na madrugada desta sexta-feira (17), no bairro São Caetano, em Itabuna. Um grupo de três homens armados e encapuzados arrombaram a porta e assassinaram a vítima, identificada como Danilo Vieira dos Santos. Um quarto acusado, ficou aguardando no carro - um Celta - que deu fuga aos atiradores. 

Ao que tudo indica, o rapaz foi morto por engano. O suposto alvo dos assassinos seria o irmão gêmeo dele, que não estava em casa no momento do ataque.

Danilo foi assassinado na frente da mãe e da irmã. 

 

 

Marcone Sarmento, acusado de matar Manoel Leal, será julgado no próximo dia 22

Domingos Matos, 15/05/2019 | 20:28
Editado em 15/05/2019 | 20:28

Marcone Sarmento, acusado de executar o jornalista Manoel Leal, fundador do jornal A Região, vai a júri na próxima quarta-feira (22), em Salvador.

Em 2005, sete depois do crime, o Ministério Público estadual denunciou Sarmento como um dos executores. Ele chegou a ser julgado, mas foi absolvido.

Marcone recorreu da decisão e o Tribunal de Justiça julgou que a absolvição era manifestamento contrária à prova dos autos.  O novo julgamento está previsto para começar às 8 horas, no Fórum Ruy Barbosa, na capital baiana.

Outras duas pessoas também foram julgadas pela morte do jornalista. Uma acabou sendo absolvida a pedido do Ministério Público. A outra é o ex-policial civil, Mozart Costa Brasil, condenado a 18 anos de prisão.  

 

O crime

Manoel Leal foi brutalmente assassinado no dia 14 de janeiro de 1998, após sofrer uma emboscada na porta de casa, no bairro Jardim Primavera.

Seis tiros atingiram a vítima, sendo dois pelas costas. A morte do jornalista teve repercussão internacional.

Operação localiza bando que assaltou banco em Barreiras; acusados morrem em confronto

Domingos Matos, 15/05/2019 | 16:26

Três homens pertencentes à quadrilha responsável pelo ataque a agência do Banco do Brasil de Barreiras, crime ocorrido no dia dois de maio, foram localizados na tarde desta segunda-feira (13), em Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador. As investigações sobre o grupo tiveram início logo após o crime e culminaram na localização do trio em uma pousada em Ipitanga. Guarnições das Rondas Especiais RMS foram enviadas ao local e, recebidas a tiros, revidaram, atingindo os suspeitos.

De acordo com o delegado Rivaldo Luz, titular da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Barreiras), o trabalho integrado com a polícia de Goiás permitiu a localização e identificação do trio. "Desde a ocorrência que as polícias Civil e Militar de Barreiras e de Goiás estão monitorando o grupo, aguardando o momento correto de agir para efetuar a prisão, mas eles resolveram confrontar a polícia", explicou o delegado.

Eles foram socorridos para o Hospital Menandro de Farias mas não resistiram aos ferimentos. Dario Lucena de Lacerda, Júlio Rodrigues Valente e Douglas Bispo Carvalho foram identificados com a colaboração do Setor de Inteligência da Polícia Civil de Goiás, pois portavam documento falso com indicativo de emissão daquele estado. Com eles foram apreendidos uma pistola 380 e dois revólveres calibre 38.

Além de policiais da 11ª Coorpin, da 84ª e 85ª Companhias Independentes da PM, e das PM e PC de Goiás, também participaram da operação integrada equipes da Rondesp/Oeste e da Companhia Independente de Policiamento Especializado Cerrado.

As investigações continuam com o objetivo de localizar os demais integrantes do grupo.

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