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PM apreende adolescente suspeito de divulgar ameaças a alunos de escola pública

Domingos Matos, 04/04/2019 | 18:32

Equipes do 20º Batalhão da Polícia Militar (BPM/Paulo Afonso) localizaram, na manhã desta quinta-feira (4), um adolescente de 15 anos suspeito de divulgar áudios ameaçando alunos de uma escola pública do município. Nos últimos oito dias, seis pessoas foram conduzidas, na Bahia, pela prática criminosa.

Em Paulo Afonso, após condução para 1ª Delegacia Territorial, os policiais civis começaram a apuração, ouvindo outros estudantes e funcionários da instituição de ensino. “Continuamos realizando diligências e vamos comparar os áudios divulgados, com a voz do suspeito”, informou o delegado João Henrique Nunes dos Santos.

Nas cidades de Ilhéus, Santa Cruz Cabrália, Teixeira de Freitas e Salvador foram conduzidos mais cinco suspeitos. Em Ilhéus, um estudante confessou o crime, mas justificou que a ideia era fazer uma brincadeira.

Grupo de Trabalho

Por determinação do secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, foi criado um grupo de trabalho composto por integrantes da Superintendência de Inteligência da SSP, da Polícia Civil (Departamento de Inteligência Policial – DIP - e Departamento de Crimes Contra o Patrimônio - DCCP) e da PM para dar suporte às investigações e operações, na Bahia.

Em Salvador, equipes do DIP e da Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) chegaram até a casa de um adolescente, suspeito de divulgar áudios ameaçando atacar uma escola particular. Lá foram apreendidos aparelhos eletrônicos, entre eles computador e smartphone.

“Quem divulga esses tipos de mensagens será autuado no artigo 265 do Código Penal, que corresponde a atentar contra a segurança ou o funcionamento de serviços de utilidade pública, com pena prevista de 1 a 5 anos e multa”, explicou o delegado Delmar Bittencourt, integrante do Grupo de Trabalho. O policial civil acrescentou ainda que os gastos ocasionados pelo acionamento das forças de segurança, em casos de falsa chamada, serão cobrados dos autores.

 

Ameaças de massacre em escolas baianas terão investigação conjunta de órgãos públicos

Domingos Matos, 04/04/2019 | 10:27
Editado em 04/04/2019 | 14:24

As mensagens com ameaças de massacres e atos violentos em escolas e estabelecimentos da Bahia serão investigadas. Nesta quarta-feira (3), áudios que circularam em grupos de WhatsApp fizeram com que aulas fossem suspensas em pelo menos três escolas e uma faculdade particular na cidade de Alagoinhas, no Nordeste da Bahia. Houve também registro de suspensão de aulas em escolas de Barreiras, no Oeste baiano, e Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo.

Em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, após os boatos, alunos se assustaram com a explosão de uma bomba de São João no Colégio Estadual José de Freitas Mascarenhas.

O caso será investigado pelas secretarias de Segurança Pública (SSP) e da Educação (SEC), além do Grupo Especializado de Repressão a Crimes por Meios Eletrônicos (GME) da Polícia Civil. Mesmo que as ameaças sejam falsas, os responsáveis podem ser punidos. Isso porque, segundo o GME, informações disseminadas com este tipo de conteúdo se configuram como um ato criminoso e os responsáveis podem ser penalizados judicialmente.

O coordenador do GME, delegado João Cavadas, explica como funcionará a operação de investigação. “A Polícia Civil, preocupada com esses acontecimentos, já disciplinou uma multitarefa de investigação para esses crimes, no interior e na capital. O GME dará subsídios, identificando as pessoas que não somente confeccionaram o material, como também aquelas que fazem a replicação através de grupos de mensagens. Todas elas serão indiciadas pelo crime que vier a ser identificado e responderão judicialmente por esse fato”, comentou.

O caso também contará com apoio da Polícia Militar da Bahia (PMBA), que se comprometeu a comparecer em todos os locais onde existirem relatos de ameaças, com o intuito de combater possíveis atos criminosos.

“Tão logo essas mensagens chegam ao conhecimento da PM, mesmo entendendo que se tratam de mensagens que têm o objetivo de desestabilizar uma comunidade, unidades operacionais são direcionadas para atuar preventivamente, sobretudo nas proximidades das escolas, de uma forma geral e em todo o estado. Quem está disseminando esse tipo de conteúdo é um criminoso, que será responsabilizado por este delito”, informa o porta-voz da PMBA, capitão Bruno Ramos.

O coordenador dos Núcleos Territoriais de Educação da Secretaria da Educação do Estado, Helder Amorim, lembrou que, recentemente, o país se chocou com os ataques a uma escola na cidade de Suzano, em São Paulo, e que, depois disso, os boatos são mais recorrentes.

"Desde o evento em Suzano, essa onda de boataria está se espalhando por todas as regiões do país. O que tem se apurado até agora é que não há nada confirmado e nenhum ato foi posto em prática. Contudo, a Secretaria da Educação está atenta e acompanhando, junto à SSP, todos os casos que chegam, bem como dando apoio à comunidade escolar, que tenta manter a normalidade, para que os alunos continuem a ter acesso às escolas e às atividades”, disse. (Com informações do Correio)

"Pimenta" denuncia ameaças e invasão de crackers ligados à prefeitura

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 24/04/2010 | 17:30

Editor do blog Pimenta na Muqueca denunciou, hoje, que aquela página eletrônica foi atacada por crackers, piratas cibernéticos que invadem sites da internet para causar danos. Num texto contundente, o blogueiro relata ainda ameaças recebidas por telefone, supostamente originadas de dentro do Departamento de Tecnologia da Secretaria do Planejamento e Tecnologia da Prefeitura de Itabuna.

O Pimenta vem fazendo críticas ao sistema de emissão de notas fiscais eletrônicas implantado pela prefeitura, e por isso vem recebendo ameaças, telefonemas e ainda tentativas de derrubar o site por ações típicas de crackers. Ou seja, o blog faz aquilo que se espera de um veículo de comunicação, e não deveria, em hipótese alguma, sofrer ameaças - o que já se constitui crime - nem ataques de qualquer natureza.

Ainda na sexta-feira este blogueiro soube dos primeiros telefonemas, e aconselhou o editor do Pimenta a buscar as autoridades. O caminho parece que foi tomado, o que é louvável. Mas o dano já foi feito, e agora a luta é por justiça.

O Trombone entende que é dever de todos os jornalistas, blogueiros e comunicadores em geral expressarem seu repúdio a ações que possam significar o cerceamento do direito de informar, criticar e até denunciar, quando se trata de assuntos do interesse público, como vem fazendo o Pimenta em relação ao caos instalado no sistema de emissão de notas eletrônicas da prefeitura.

Nesse momento, O Trombone se solidariza com o co-irmão Pimenta na Muqueca e rechaça qualquer atitude, não importando sua origem, que busque intimidar, ameaçar ou mesmo agredir quem faz seu trabalho em defesa da comunidade.

Clique aqui, leia o que escreveu Seu Pimenta, e entenda a gravidade desse assunto.

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