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Governo reforça a divisa com o Piauí contra a Peste Suína Clássica

Domingos Matos, 20/05/2019 | 09:16

O secretário de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), Lucas Costa, esteve no Piauí juntamente com o diretor de Defesa Animal da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Rui Leal, e o superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Paulo Emílio, para determinar as ações da cooperação técnica que visa erradicar os focos da Peste Suína Clássica (PSC) e garantir que o vírus da doença não se propague e chegue até à Bahia.

O secretário esteve com o diretor da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí, Idílio Moura, nas frentes de combate aos seis focos da doença em uma localidade no norte do estado vizinho, na última semana, e determinou o envio de equipes da Adab com veículos, insumos e técnicos, que já estão em campo atuando para acelerar a eliminação de todos os animais onde os casos foram registrados em um raio de três quilômetros.

A cooperação técnica prevê, ainda, o recadastramento de todas as criações de suídeos no estado vizınho, e a vigilância reforçada em um raio de sete quilômetros dos focos infectados, com patrulhas em alerta, assistência técnica de veterinários e fiscalização em todas as propriedades.

“A Seagri está agindo prontamente em todos os focos encontrados no Piauí para erradicar a doença, impedir que o vírus se espalhe e garantir a manutenção da classificação da Bahia como Zona Livre de Peste Suína Clássica. Assim, garantimos também a segurança sanitária do bloco nacional dos 16 grandes estados produtores de suínos do país, que a Bahia acaba protegendo pela sua posição geográfica e extensão”, informou o secretário Lucas Costa.

A Zona Livre de PSC concentra mais de 95% de toda a indústria suinícola brasileira e é de onde sai toda a exportação de suínos e seus derivados. Além da Bahia, possuem o status livre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Rondônia, Acre e o Distrito Federal. A última ocorrência da doença nestes estados foi detectada em janeiro de 1998. Na Bahia, nunca houve nenhum caso registrado da PSC. 

A peste suína clássica não oferece qualquer risco à saúde humana, nem pelo contato direto com os animais doentes nem pelo consumo de sua carne ou derivados. O contágio acontece apenas entre suídeos (suínos e javalis), e os animais resultantes de seu cruzamento com suínos domésticos (asselvajados). Mas é altamente contagiosa, fatal, incurável, e o vírus se propaga rapidamente entre o rebanho.

Apesar de não ser uma zoonose (doença transmitida pelos animais aos seres humanos), ela pode provocar sérios prejuízos econômicos aos produtores, porque toda a criação de suínos tem que ser rapidamente sacrificada, inclusive a do entorno dos focos identificados. Os produtores do Piauí estão sendo indenizados com valor de mercado como mais uma ação para garantir que a presença do virus seja notificada e eliminada. A exportação de produtos agrícolas envolvidos na produção da ração dos animais, como milho, soja e algodão, também pode ser afetada pela ocorrência da doença em todo o país.

Em todos os municípios baianos da divisa do estado com o Piauí, a Seagri reforçou a vigilância e defesa, enviando equipes com médicos veterinários e fiscais para orientação, recadastramento e fiscalização em todas as propriedades rurais com criação de suínos. A fiscalização de rastreio, transporte e trânsito de todos os rebanhos nos 810 km da divisa entre os estados foi intensificada..

 “O recadastramento que está sendo feito nos municípios da divisa entre a Bahia e o Piauí e em todo o estado vizinho será estendido, em uma segunda etapa, aos rebanhos de suídeos de todos os municípios da Bahia”, garantiu o secretário Lucas Costa.

 

2º Workshop de Observação de Aves será em setembro em Itacaré

Domingos Matos, 07/05/2019 | 10:39

Itacaré vai sediar o 2º Workshop de Observação de Aves, no período de 19 a 21 de setembro, atraindo para a cidade turistas e observadores de diversas partes do Brasil. A ideia é dinamizar esta vertente do ecoturismo na Bahia, onde é grande a diversidade de espécies de aves, conforme explicaram os representantes da Associação Passarinhar é Viver e da agência Happy Tour ao secretário estadual do Turismo, Fausto Franco, durante reunião realizada na última sexta-feira (3).

Segundo o presidente da Associação Passarinhar é Viver, Rafael Piedade Félix, a observação de aves atrai turistas e contribui para a preservação das espécies. “É uma atividade que possui também cunho científico, pois fazemos um cadastro e conseguimos monitorar o movimento dessas aves na Bahia, muitas das quais vêm anualmente do Hemisfério Norte em busca de calor”, explicou.

Ele observou ainda que países como Estados Unidos movimentam a economia com essa atividade. “O retorno financeiro está ligado diretamente ao público que prestigia esta prática, e o Brasil tem tudo para se destacar, porque é o terceiro país do mundo em diversidade de aves”, afirmou Félix. Para o prefeito de Itacaré, a realização do workshop vai não somente mostrar a diversidade de animais que existem no município, como também irá colaborar com a preservação do meio ambiente, além de movimentar o turismo com a chegada desses observadores e suas famílias.

Fausto Franco disse que a Secretaria do Turismo (Setur) aposta em ações que venham contribuir para a diversificação das atividades turísticas no estado. "A observação de aves é uma vertente que vem crescendo significativamente nos últimos anos", assinalou. Participaram da reunião a diretora da Happy Tour, Ângela Carvalho; os executivos de eventos Andréa Garrido e J.J. Garcia; o conselheiro da Associação Passarinhar é Viver, Roberval Costa; e o superintendente de Serviços Turísticos da Setur, Jorge Ávila.

Ilhéus adere à campanha Abril Laranja com passeata contra maus tratos de animais

Domingos Matos, 18/04/2019 | 14:36

O Instituto Planeta dos Bichos se junta milhares de pessoas mobilizadas em todos o Brasil pela campanha Abril Laranja e organiza uma passeata em Ilhéus, no próximo dia 27, a partir das 10 horas, para sensibilizar e conscientizar a população em defesa dos animais. A concentração será na Praça Cairu, de onde os participantes partirão em direção à praça Antônio Viana Dias da Silva, no bairro Cidade Nova.

Segundo a presidente da ONG, Maria Conceição Barbosa (Ceiça), é grande o número de animais abandonados e maltratados nas ruas de Ilhéus. As ações coordenadas por ela há 11 anos ameniza um pouco essa triste realidade. “Não podemos ficar parados diante de tanta insensibilidade. Os animais não são objetos, mas seres vivos que merecem respeito e amor”, enfatiza Ceiça.

O Instituto Planeta dos Bichos é mantido exclusivamente através de doações e do trabalho de voluntários que cuidam hoje de 20 animais adultos e filhotes com históricos de abandono. O trabalho contínuo de resgate, cuidados, castração e doação segue um protocolo que prioriza os cuidados médicos com os bichos retirados da rua e o encaminhamento para lares identificados como seguros para eles.

Legislação - Desde 1998, existe a Lei Federal 9.605, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambientem e prevê detenção de três meses a um ano e multa para quem praticar abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exótico.

A água nossa de cada dia...

Domingos Matos, 22/03/2019 | 16:13

Por Luciano Robson Rodrigues Veiga

No dia Mundial da Água, estamos longe de comemorar. Os governos e os povos aceleram o processo de esgotamento das reservas deste precioso líquido, com políticas cada vez mais predatórias, com expansão das fronteiras produtivas eliminando nascentes, áreas de recarga, ampliando o nível do aquecimento global, poluindo rios e mares. Somos, portanto, o ser vivo mais predador que ocuparam e ocupam o Planeta Terra.

A água é dos elementos fundamentais para a manutenção da vida dos seres vivos. Isso todos sabem. Podem até refletir em relação ao tema, bebendo um copo de água, ou se preferir degustando um de seus subprodutos, uma cerveja, vinho, dentre tantos que tem a água como a sua matéria prima principal.

Porque então um líquido tão precioso e essencial é renegado a condição de extrativismo descabido, onde as suas fontes e nascentes são eliminadas, diminuído as nossas reservas, levando as gerações presentes e futuras a brigar pela água de cada dia.

Os riachos viraram esgotos, drenos poluídos ao céu aberto. Doenças e epidemias já sucumbidas retornam com a bandeira da morte, ceifando vidas, não só mais as severinas, mas do Oiapoque a Chuí.

Nossa terra, nossa gente, não percebe, não entende que quando tiveres com a cuia na mão, a pedir e clamar por água, sentado ao lado de um riacho, sem nome, sem história, porém correndo água que não se pode beber e nem usar, como salina fosse, vais perceber que toda sua riqueza não mata a sua sede e nem salva a sua vida.

A água não tem limites territoriais, é plural. Nos ensina que só com a participação de todos podemos reverter o seu rumo, garantir as suas fontes, reservas e produzir água. A água que corre pelo esgoto, tem no saneamento básico como direito fundamental para o desenvolvimento da cidadania.

Quando desmatamos as florestas deixamos de produzir 20 trilhões de litros de água. Os rios detém apenas 1% da água doce disponível. Dois bilhões e meio (2,5 bilhões) de pessoas não têm acesso ao saneamento básico e está situação só se agrava. Com aquecimento global, estamos também perdendo as nossas reservas de água doce. O verão de 2019 foi considerado um dos mais quentes dos últimos cem anos, com um agravante, o efeito estufa, onde a sensação térmica é ampliada em até 4 graus. Pessoas, animais e plantas foram vítimas, sofrendo danos, muitos destes vitais.

Os investimentos em saneamento básico são sustentáveis também do ponto de vista econômico, não só pela diminuição de 80% das doenças que produz. Segundo estimam especialistas, a cada R$1 investido pelo Governo em saneamento básico, o sistema de saúde economiza R$4 no tratamento de doenças causadas pela ausência de tratamento de água e esgoto. Além de que os esgotos podem ser transformados em energia, gerando uma importante fonte de receita.

No Brasil, é preciso entender que a responsabilidade de cuidar, investir e transformar a nossa realidade na Política da Água é de todos. Este conjunto de ações que compõem o seu mosaico, pode até ser recortado para que cada um dos agentes trabalhem o seu quadrado, mas depois de trabalhado, as peças voltam ao quadro. A água não é una, é plural, não é um recorte, é parte de um todo.

A água nossa de cada dia, nos daí hoje a força e a fé, nos faça agir e lutar, que unamos os povos em vez de dividi-los.

Que construamos uma sociedade consciente, para que possamos ter o que brindar no amanhã que se aproxima. Que nesta taça tenhamos o líquido da vida em vez da areia da morte.

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Luciano Robson Rodrigues Veiga é Administrador, Especialista em Planejamento de Cidades e Coordenador Executivo da Amurc.

ONG realiza primeira feira de adoção de animais filhotes em Ilhéus

Domingos Matos, 02/01/2019 | 21:14
Editado em 02/01/2019 | 21:26

Tem algo mais gostoso do que ir até uma feira de filhotes? Por isso, o Instituto Planeta dos Bichos, em parceria com a Prefeitura de Ilhéus realiza, no próximo domingo (6), a primeira de adoção de animais filhotes de 2019. A ação vai acontecer entre 10 e 16 horas, na praça central do bairro Hernani Sá. Nessas feiras, é possível adotar, escolher exatamente o filhote que quer e se informar sobre as necessidades gerais que o bicho de estimação pode ter nos primeiros meses.

Segundo a presidente da ONG, Maria da Conceição Barbosa (Ceiça), cerca de 20 filhotes de cães e alguns gatinhos estarão à disposição para adoção. “Todos os animais já estão vacinados e vermifugados, prontos para encontrar um novo lar. É preciso salientar que o pet não é um brinquedo, é um animal que tem sentimentos, precisa ser bem tratado e receber muito carinho”, orienta.

Ceiça disse ainda que, nas feiras, “são passadas informações importantes sobre origem, raça e se os animais são castrados, além de ser uma ótima oportunidade para tirar dúvidas com profissionais veterinários de plantão. No mês de fevereiro, será realizada outra feira de adoção, dessa vez com os animais da ONG. São cães que foram resgatados das ruas e tratados no instituto”, informou.

Donos responsáveis – Com dez anos de existência, o Instituto Planeta dos Bichos já cuidou de muitos animais na cidade. Pessoas que doam o seu tempo e esforços para combater o abandono e maus-tratos aos animais. Naturalmente, estes voluntários não podem ficar com todos os animais que encontram. Por isso, um de seus maiores esforços é justamente encontrar donos responsáveis para os bichinhos.

A adoção é gratuita e os interessados passarão por uma entrevista com voluntários da ONG. Para adotar, basta apresentar documento de identidade com foto e ser maior de idade. Precisa ter residência fixa, manter contato e receber visita da instituição, além de preencher um termo de compromisso. Os interessados em doar ração ou medicamentos, podem entrar em contato através dos números: 73 99119-2105 ou 99169-3405.

Quase 30 atividades deixarão de ser enquadradas no Microempreendedor Individual

Domingos Matos, 28/12/2018 | 15:30

Em função da resolução CGSN de nº 143, emitida pelo Comitê Gestor de Micro e Pequenas Empresas, um total de 28 atividades deixarão de ser enquadradas no perfil de Microempreendedor Individual (MEI). De acordo com a Agente de Desenvolvimento Priscila Nascimento, que responde pela Sala do Microempreendedor Individual (MEI) na Prefeitura Municipal de Itabuna, a medida entra em vigor em janeiro de 2019. “É preciso que a partir de 10 de janeiro de 2019 todos que se enquadram no MEI se dirijam à Sala do Microempreendedor para averiguar sua situação e fazer os devidos ajustes burocráticos”, alerta Priscila Nascimento.

E cita algumas das atividades que deixarão de ser autorizadas para o Microempreendedor Individual: alinhador de pneus independente, coletor de resíduos perigosos independente, comerciante de fogos de artifício independente, comerciante de extintores de incêndio independente e comerciante de medicamentos veterinários independente. Também deixarão de ser autorizadas as ocupações de proprietário de bar e congêneres independente, dedetizador independente, comerciante de produtos farmacêuticos sem manipulação de fórmulas independente, comerciante de gás liquefeito de petróleo (glp) independente, entre outros.

A Agente de Desenvolvimento Priscila Nascimento ainda informa que da lista de ocupações autorizadas a inscreverem-se como Microempreendedor Individual (MEI), algumas foram desmembradas, como por exemplo, comerciante de peças e acessórios para motocicletas e motonetas, independente. “Neste caso, haverá o comerciante de peças novas e o comerciante de peças usadas. Já para proprietário de bar e congêneres independente, será desmembrado para os que possuem entretenimento e os sem entretenimento”, esclarece.

E finaliza informando também houve alteração na descrição para os comerciantes de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação independente. “Neste caso, será retirada a classificação de animais vivos, caso o comerciante tenha interesse em manter, ele deverá migrar para Microempresa (ME)”.

 

 

Chocolate é comida de boi

Domingos Matos, 12/07/2017 | 07:52

Por Walmir Rosário

Calma, gente, isso acontece lá na Austrália, onde o chocolate serve como iguaria e tranquilizante para os animais da raçaWagyu (japonesa), que são transformados em kobe beef, uma das carnes mais saborosas do mundo. E como tudo tem seu preço, um quilo dessa carne é vendida em todo mundo pelo preço de arrobas que conseguimos vender por aqui.

Ao tomar conhecimento dessa notícia,pensei logo nos benefícios que poderiam trazer à cultura do cacau, com esse incentivo ao consumo do conhecido manjar dos deuses. Já imaginaram quanto embolsariam a mais os nossos produtores exportando mais cacau? Marketing a Canavieiras é o que não falta e teríamos como símbolo a fazenda Cubículo, primeira plantação de cacau da Bahia.

Mas ao relembrar as propostas de aumento da produção de cacau através da elevação do consumo, logo me aquietei pensando no histórico dessas tentativas anos a fio pelo antigo Conselho Consultivo dos Produtores de Cacau (CCPC), que trocou o C de Consultivo pelo N de Nacional.

Ainda recordo das visitas de nossos conselheiros à China, que tinha como missão fazer com que apenas 10% dos chineses tomassem apenas uma pequena xícara diária de chocolate. Entre idas e vindas, a verdade é que se passeou muito e não conseguiram trocar o sagrado chá dos chineses pelo nosso cacau.

Uma lição caseira também me chama a atenção, que seria a introdução do chocolate na merenda escolar, com pioneiras tentativas, todas infrutíferas e de redundante fracasso. Não o porquê, mas a verdade é que essa ideia nunca foi transformada numa política pública, e não cabe a esse pobre escrevinhador pesquisar. É o papel dos cacauicultores.

Longe de mim afirmar – em alto e bom som – que a atitude do pecuarista australiano não irá produzir resultados positivos para o cacau. Também não vou sair por aí recomendando a introdução dessa nobre dieta aos pecuaristas brasileiros. Cabe-me apenas mostrar o que está sendo feito em terras distantes aos nossos patrícios. E vale a pena tomar conhecimento.

Antes de mais delongas, vale explicar que o kobe beef é considerada sinônimo de maciez, com gordura marmorizada e sabor inconfundível, que combina com o paladar dos consumidores que pagam em dólares e euros. Afinal, esses animais recebem um tratamento de luxo e carinho, sem falar da alimentação especial que recebem. Nada mais justo.

Tudo é uma questão de valor e disposição de pagar, como diriam os economistas para explicar a disposição desse seleto grupo de exigentes consumidores. De olho nessa demanda, o pecuarista Scott de Bruin, do Sul da Austrália, passou a investir na alimentação desses bovinos, oferecendo grãos especiais e frutas como maçãs.

Para agregar mais valor ao seu produto, Scott também passou a incluir o nosso chocolate na dieta do rebanho Wagyu, com a finalidade de aumentar as calorias consumidas. Com isso, conseguiu – segundo ele – a elevar o marmoreio da carne, tornando o kobe beef do seu rebanho ainda mais especial e de preço alto.

Acreditem que é a mais pura verdade. O pecuarista australiano consegue servir essa dieta composta por grãos, frutas e chocolate a todo o seu rebanho, formado por 7,5 mil cabeças, quando eles atingem os 30 meses. Ao sentir o cheiro do chocolate, as rezes se aproximam e comem à vontade (acredito que lambendo os beiços, como se diz popularmente).

Para o fazendeiro australiano, o consumo do chocolate faz com que o seu rebanho fique bem alimentado e mais feliz, transferindo esse bem-estar à qualidade e ao sabor da carne. A qualidade do tratamento a esses animais não se restringe ao chocolate e eles também ganham sessões de massagens, acupuntura, ouvem música clássica e dormem em tapetes térmicos, para que não sofram estresse. Um luxo!

Pelos meus parcos conhecimentos da pecuária, não sei se o chocolate é o elixir da felicidade para os nobres animais da raça Wagyu do Sul da Austrália, mas de cátedra, posso assegurar que no Brasil não merece confiança o chocolate por aqui consumido. Com raríssimas exceções, oriundas de fabricação caseira (artesanal) e pequenas fábricas.

Cada um tem o sonho de consumo que merece.

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Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado

Operação Semana Santa autua mais de mil veículos; mortes caem 14%

Domingos Matos, 28/03/2016 | 21:34
Editado em 29/03/2016 | 15:07

A ‘Operação Semana Santa 2016’, encerrada às 8h desta segunda-feira (28), resultou na autuação de 1.018 veículos e retenção de outros 82. Os policiais abordaram 5.987 veículos, 16,8% a mais em relação ao número de 4.980 do mesmo período do ano passado. A ação foi iniciada às 18h de quinta (24) pela Polícia Militar da Bahia (PMBA), por meio do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) e das Companhias Independentes de Policiamento Rodoviário (CIPRv) de Itabuna (1ª), Brumado (2ª) e Barreiras (3ª).

Realizada simultaneamente com a ‘Operação Círio Pascal’, com intensificação da abordagem a ônibus nas rodovias estaduais da Bahia, as equipes também recolheram 23 CNHs e 59 Certificados de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLVs), um aumento de 46% e 22,6%, respectivamente, em comparação a 2015. A operação abordou 9.284 pessoas (16.1% a mais em relação a 2015). Houve também maior número de autos de infração (45,8%) e de veículos retidos (90,6%). De acordo com a Polícia Militar, um dado preocupante foi o crescimento de 50% na captura de animais abandonados em rodovias (16).

Índice de vítimas fatais reduz 14%

Em quatro dias de operação, foram registrados 25 acidentes no estado. Segundo a PM, houve redução no número de vítimas fatais em 14% ao comparar o índice com igual período do ano passado. Os acidentes deixaram oito vítimas com ferimentos leves, seis com ferimentos graves e seis vítimas fatais. O BPRv atribui os acidentes com vítimas ao descumprimento das regras gerais de circulação e condutas seguras, o que resulta em mortes ocasionadas por manobras arriscadas, ultrapassagens e alta velocidade.

Delegado de Proteção Ambiental quer agir com rigor em Ilhéus e região

Domingos Matos, 29/12/2011 | 19:01
Editado em 29/12/2011 | 19:02

O novo titular da Delegacia de Proteção Ambiental de Ilhéus, Humberto Matos, afirmou que começou a analisar os crimes ambientais que ocorrem na região e pretende elaborar estratégias para coibir a prática.

Segundo ele, em Ilhéus, a principal medida será coibir a poluição sonora, “onde será apreendido qualquer tipo de veículo que esteja trafegando pela cidade ou parado, com som em volume acima do permitido. Para isso, as equipes estarão circulando na cidade (dia ou noite) durante toda a semana, principalmente nos bairros do Malhado, Nelson Costa, Olivença, centro, entre outros”.

Ele explicou que “isso serve também para os veículos de propaganda que estejam circulando sem licença ambiental ou em desacordo com a obtida. Os bares, boates e outros eventos também serão fiscalizados. Os veículos e os equipamentos serão apreendidos e ficará à disposição da justiça e os proprietários responderão por crime ambiental”.

Humberto Matos garantiu que “vamos fiscalizar os locais de retirada, cumprimento de condicionantes e como foi obtida cada licença ambiental. Além disso, com o apoio de outros órgãos, vamos coibir o transporte acima do permitido, os horários de funcionamento e a velocidade que os veículos estão transitando na cidade”.

Humberto Matos entende que “para a região serão realizadas investigações para coibir o transporte, armazenamento e o depósito de madeira, lenha e carvão da espécie nativa, bem como, captura e comércio de animal silvestre e maus tratos de animais na região. Por isso, pedimos o apoio da sociedade para encaminhar qualquer tipo de denúncia.

Disse que “para registrar reclamação ou denúncia de crime ambiental basta ir até a sede da delegacia, localizada na rua Rotary, 261, Cidade Nova, Ilhéus, de segunda a sexta-feira, das 8 as 12 e das 14 às 17 horas”.

No caso de poluição sonora, anotar as características do veículo e placa. E no caso de bar, levar o nome do bar, endereço ou o nome do responsável. Qualquer informação, ligar para 3234-8147 ou pelo email dpailheus@hotmail.com.

MP e Polícia Civil apertam cerco ao abate clandestino de animais em Itabuna

Domingos Matos, 28/12/2011 | 18:14
Editado em 28/12/2011 | 18:15

O promotor de justiça Roberto de Almeida Borges acionou a coordenação da Polícia Civil da Bahia e a Adab para apertar o cerco contra o abate clandestino, comercialização e distribuição de animais em Itabuna.

Na mira dessas ações estão incluídos ainda os municípios de Alagoinhas, Feira de Santana, Santo Estevão, Senhor do Bonfim, Vitória da Conquista, Jacobina, Seabra e Mata de São João.

Uma das metas do Ministério Público, na área de defesa do consumidor é estabelecer o planejamento estratégico relativa ao combate ao abate clandestino de bovinos, a comercialização dos produtos em feiras livres ou à temperatura ambiente sem as adequadas condições de conservação e higiene.

Roberto de Almeida Borges afirmou que o objetivo é extinguir todos os matadouros de animais que funcionam na Bahia sem a imprescindível fiscalização dos serviços de inspeção federal, estadual ou municipal.

Segundo o MP, a proposta é conscientizar a população quanto aos riscos que se submetem quando consomem produtos clandestinos.

PRF registra 59 acidentes na Bahia nas primeiras 24 horas deste fim de semana

Domingos Matos, 24/12/2011 | 15:33
Editado em 24/12/2011 | 15:34

24 feridos e três mortos. Este é o balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas primeiras 24 horas deste fim de semana foram registrados 59 acidentes nas rodovias baianas, com.

Entre os municípios de Itabuna e Ilhéus que são cerca de 30 quilômetros pela BR-415, de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) o maior problema é a imprudência dos motoristas.

Já na BR-324, considerada a rodovia mais importante do estado, uma estrada que atualmente está sem buracos, mas que tem asfalto cheio de remendos, que dificultam a condução dos veículos.

Os cuidados antes da viagem – Além dos cuidados antes da viagem, como revisão do veículo e estado do motorista, é preciso ficar atento às condições das estradas. Na BR-101, por exemplo, há muitos buracos, principalmente no trecho entre Aurelino Leal e a ponte do rio Jequitinhonha. Alerta também para animais soltos na pista e para as ultrapassagens em locais indevidos.

O mato que cresce às margens da rodovia é outro problema, porque muitas vezes as placas de sinalização ficam escondidas. O motorista precisa ter muito cuidado, principalmente com as curvas, onde ocorreu a maioria dos 887 acidentes de janeiro a novembro deste ano, entre Valença e a ponte do Rio Jequitinhonha.

De acordo com a PRF, os pontos mais críticos são as rotatórias e retornos, situados no km 523, em frente ao Parque de Exposições; no km 527, no retorno para o distrito de Humildes; no km 531, em frente ao posto São Gonçalo; e no km 536, na entrada para Conceição do Jacuípe.

Afinal, de que lado estão?

Domingos Matos, 21/12/2011 | 14:41
Editado em 21/12/2011 | 11:14

Domingos Matos

domingosCrimes de maior ou de menor potencial ofensivo têm tratamento diferenciado nas instâncias policiais. Os mais graves, são investigados antes, são direcionados a agentes especializados, têm mais recursos à disposição, enfim. Os menos graves, como um desentendimento entre irmãos, são levados para o lado do aconselhamento, da tentativa de conciliação etc. Essa é a regra.

Mas, se pararmos para observar, nesses dias que correm em Itabuna, estamos vendo uma inversão desses valores: estimula-se a caça aos nanicos, enquanto os gigantes dão risadas e passam desapercebidos. Uma Pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, mostra que os pequenos traficantes ou os usuários de drogas são mais reprimidos pela polícia do que os grandes traficantes (veja nota abaixo). Assim também é na vida política. Itabuna que o diga.

Como saber se um bandido ou um político corrupto é grande ou pequeno? Ora, ora. Indícios, amigos. Indícios. Sabendo-se que todos os grandes traficantes são mapeados pela polícia, fica fácil deduzir que esse ou aquele bandido está operando em alta. A mesma coisa é na política. A prefeitura não tem um sistema de monitoramento de seus ‘colaboradores’, uma espécie de corruptômetro? Pronto. A evolução do patrimônio, que bandido nenhum faz questão de esconder, os denunciaria.

Vejamos a inversão do princípio da potencialidade aplicada no dia-a-dia da política itabunense. A Câmara Municipal, por exemplo, é alvo de uma devassa, em que se busca o paradeiro de recursos desviados, que somariam, no máximo, R$ 5 milhões – incluindo-se aí dinheiro tomado de bancos em empréstimos irregulares e farras do ex-presidente Clóvis Loiola e de outros “sete ou oito vereadores”, segundo denúncia de Kleber Ferreira, ex-chefe dos Recursos Humanos (e monetários), acusado ser o operador do esquema. Maravilha, o dinheiro é público e deve ser retomado pelo povo.

Mas...

Acontece que a Câmara detém apenas 3% do orçamento do município – esse ano foram mais de R$ 400 milhões no Centro Administrativo. Isso significa dizer que ou estamos sendo muito bem ludibriados ou perdemos nossa capacidade de fazer contas. Acredito mais na primeira. Não são sem importância as mensagens que o Centro Administrativo manda para a sociedade: estímulo à criação de CEIs para que vereadores investiguem vereadores, os acusem e cobrem ações do Ministério Público para o ressarcimento da grana sumida.

Mas, quem investiga o Executivo? Não são os vereadores, ocupados que estão na busca pela cassação de um potencial concorrente nas próximas eleições – eis o que move a maioria dos inquisidores legislativos –, nem o Ministério Público, cujos promotores não têm elevado sua voz para além das portas dos bem guardados gabinetes.

Vamos aos exemplos: quantas denúncias foram ouvidas, desde a tribuna da Câmara até os mais “insignificantes” representantes da imprensa alternativa sobre a obra da avenida do Cinquentenário? Alguma providência? Quantas ações foram instruídas no escândalo dos remédios? Daria umas três... Sim, os remédios, aqueles que eram descartados no Centro de Zoonoses, onde, segundo denúncia de um ex-diretor, se fazia eutanásia de animais a três por quatro, na base da barbárie... E quanto às denúncias no superfaturamento da contratação da empresa de lixo – esse, logo no comecinho do governo...?

Claro que nada foi, é ou será feito, porque a Câmara, que deveria ser a primeira a investigar os malfeitos do Executivo, está de joelhos, cumprindo as ordens para afastar todas as denúncias do “outro prédio”. Preferem investigar seus pares a contrariar as ordens de cima. Deveriam, sim, investigar os pares, sem esquecer, principalmente, do princípio da potencialidade ofensiva. Nem do seu dever constitucional e regimental.

Por último, àqueles que me acusarão de cobrar investigações sobre denúncias que não tiveram provas apresentadas, uma questão lógica: se já tivéssemos provas de tudo, de que adiantaria eleger 13 marionetes? A investigação é, justamente, para que se consigam as provas e se tomem as providências cabíveis. Não esqueçamos de uma prova importante, a prova indiciária: bandido, qualquer que seja a cor de seu colarinho, não esconde os indícios. E quantos indícios de enriquecimento desproporcional temos visto nesses dias que aqui correm... desde 2009.

Domingos Matos é editor d’O Trombone

Veja essa: fiscal exige que índio use cocar com selo do Ibama

Domingos Matos, 23/11/2011 | 22:25
Editado em 23/11/2011 | 22:41

líderVamos logo ao fim da história: o índio acabou preso. Até aí, nada muito alarmante, num país em que índios são queimados em praça pública. O que pegou, mesmo, foi a justificativa para a prisão. Não a oficial (desacato à autoridade), mas a real: o índio, coitado, esqueceu-se de fabricar um cocar com penas certificadas pelo Ibama. Xilindró. Mesmo num país em que hidrelétricas invadem reservas indígenas, exibindo poderosos selos de conivência, digo, certificação do Ibama.

Deu-se no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, no Amazonas. Por estar carregando um cocar, o líder indígena Paulo Apurinã foi barrado por um fiscal do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) quando tentava entrar na área de embarque do aeroporto.

De acordo com o também líder indígena Jair Miranha, que acompanhava Paulo, agente ambiental federal do Ibama Sebastião Souza disse que o indígena não poderia embarcar levando seu cocar, alegando que ele era feito de penas de animais silvestres e não tinham o “selo” do Ibama.

“Isso é um desrespeito aos nossos valores culturais. Nos sentimos humilhados na nossa própria terra, passar por uma situação dessa na frente de todas aquelas pessoas, como se fôssemos bandidos. Mas somos indígenas, e esse é nosso jeito de se vestir. O cocar tem um valor cultural para os indígenas”, disse Miranha.

Segundo ele, Apurinã estava levando o cocar no carrinho de bagagens e chegou a justificar o uso do adereço ao fiscal, apresentando seu Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani), mas o fiscal não permitiu seu embarque mesmo assim e um segurança solicitou apoio da PF.

O fim da história está no primeiro parágrafo. Este blogueiro recusa-se a escrevê-lo de novo.

Com informações do jornal A Crítica.

Paraplégico volta a andar na Bahia

Domingos Matos, 28/10/2011 | 11:30
Editado em 28/10/2011 | 11:32

Da Agência Estado

Nove anos após sofrer uma violenta queda durante uma viagem em família, que lhe causou um trauma raquimedular - lesão que causa comprometimento da função da medula espinhal -, que tirou a sensibilidade e os movimentos das duas pernas, o major da Polícia Militar Maurício Borges Ribeiro está andando novamente. Por enquanto, Ribeiro ainda precisa ser amparado por um andador e por uma órtese no tornozelo, por causa da atrofia muscular sofrida em suas pernas em nove anos de imobilidade. Mas as perspectivas são boas.

"Estamos fazendo um trabalho de fortalecimento muscular, para que o paciente possa, futuramente, se sustentar em pé e andar sem a ajuda de aparelhos", afirma Claudia Bahia, a fisioterapeuta e pesquisadora da Clínica de Atenção à Saúde (Casa), do Centro Universitário Estácio da Bahia (Estácio-FIB) - onde o policial realiza as sessões de fisioterapia uma vez por dia. "Há pouco tempo, ninguém acreditava que seria possível que um paciente paraplégico com lesão completa pudesse voltar a andar. É uma conquista imensurável".

Ribeiro foi o primeiro homem a participar de um tratamento experimental, desenvolvido por cientistas da Fundação Oswaldo Cruz na Bahia (Fiocruz-BA), com o apoio dos hospitais Espanhol e São Rafael e de universidades baianas, para melhorar a qualidade de vida de pacientes que, como ele, tiveram ruptura total da medula espinhal por causa de traumas - e, com isso, perderam completamente a sensibilidade, o controle e os movimentos de quadris e pernas.

O tratamento consiste na aplicação de células-tronco mesenquimais, retiradas da medula óssea da bacia dos próprios pacientes, diretamente na região onde ocorreu o trauma. O procedimento começou a ser estudado em 2005 e foi testado inicialmente em animais domésticos, a partir de 2007, com melhorias em graus diferentes em todos os casos.

Depois de Ribeiro, mais cinco pacientes foram submetidos ao tratamento - e outros 15 devem passar pelos mesmos procedimentos até o fim do primeiro semestre do ano que vem. "Até agora, todos os pacientes tiveram algum nível de melhora e não houve nenhuma intercorrência médica", comemora um dos coordenadores da pesquisa, o neurocirurgião Marcus Vinícius Mendonça. "Em alguns, por enquanto, há apenas melhoras de sensibilidade, em outros, há avanços na parte motora. Um dos objetivos desta pesquisa é saber por que um paciente responde melhor que outro", disse.

Mendonça afirma que, depois que os 20 primeiros pacientes passarem pelo procedimento, serão colhidos os dados relativos aos testes para que sejam realizados mais estudos sobre o tratamento. "O período estimado de pesquisas é de cinco a dez anos", explicou. Para o policial militar, porém, o tratamento já pode ser visto como bem-sucedido. "Depois de nove anos, você perceber que pode se sustentar sobre as próprias pernas é uma sensação muito boa", afirma. "Já estou muito feliz, mais ainda porque meu progresso traz esperança para outras pessoas que passam pelo mesmo problema", acrescentou.

Dia Nacional do Campo Limpo comemorado pela Arisba

Domingos Matos, 17/08/2011 | 23:00
Editado em 17/08/2011 | 23:07

joerlaneA Associação dos Revendedores de Insumos Agrícolas do Sul da Bahia (Arisba), gerenciadora das Centrais Campo Limpo Ilhéus e Teixeira de Freitas, comemora nessa quinta-feira o Dia Nacional do Campo Limpo/2011. O evento será na rodovia Ilhéus/Itabuna, quilômetro 22 (próximo à Ceplac), das 8 às 12 horas. Instituído no calendário brasileiro em 18 de agosto, por meio da lei 11.657 de 16 de abril de 2008, o Dia Nacional do Campo Limpo é comemorado há sete anos em todo o Brasil.

A comunidade está sendo convidada a conhecer as etapas do trabalho realizado por uma unidade de recebimento, além de participar de atividades culturais e educacionais que incentivam a preservação do meio ambiente. Estão previstas apresentação teatral do grupo Terra Viva (Assentamento Terra Vista), palestra sobre a lei 9.974/00 e momentos de entretenimento com palhaço e lanche.

Ainda como parte das atividades, alunos de 4º e 5º ano do Ensino Fundamental das escolas envolvidas nas comemorações participam dos concursos de desenho e redação, ambos com etapa local e nacional. O tema do concurso de desenho é “Cuidar do campo é cuidar da vida” e do concurso de redação é “O meio ambiente e as embalagens do campo: tudo a ver!”.

Os municípios participantes são Arataca, Almadina, Camacan, Gandu, Itabuna, Itagibá, Ibicuí, Itapitanga e Ilhéus. A Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e a Ceplac garantem o apoio institucional.

Segundo a Gerente da Arisba, Joerlane Aquino (foto), “o objetivo da comemoração é levar as comunidades do entorno das unidades de recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas à reflexão, conscientização e participação em atividades relacionadas à preservação do meio ambiente, por meio de um exemplo de sucesso que é o Sistema Campo Limpo (logística reversa das embalagens vazias de defensivos agrícolas)”.

De acordo com o presidente da Arisba, Ronaldo Abude “é de suma importância a realização deste evento e de todas as atividades que dizem respeito ao meio ambiente, pois proporciona às pessoas, desde estudantes até profissionais que atuam na área, o conhecimento do processo de devolução de embalagens vazias de agrotóxicos, mantendo o campo limpo, sem resíduo tóxico, proporcionando maior qualidade de vida, pela segurança da inexistência de tais materiais em áreas agrícolas”.

Para a Coordenadora Regional da Adab/Itabuna, a Srª Catarina Cotrim, a preservação do meio ambiente é de fundamental importância para a sustentabilidade da agricultura. “A destinação correta das embalagens vazias de agrotóxicos garante a saúde ambiental e humana, evitando a contaminação dos mananciais, solo, ar, animais e o próprio homem. Comemorar o Dia Nacional do Campo Limpo é refletir sobre as nossas atitudes em relação ao meio ambiente e educar as futuras gerações nas boas práticas agrícolas e ambientais”.

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