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Rafael Miguel, o Paçoca de Chiquititas, e os pais dele são assassinados em São Paulo

Domingos Matos, 10/06/2019 | 09:34

Os corpos do ator Rafael Henrique Miguel , de 22 anos, e dos seus pais que foram assassinados neste fim de semana estavam no Instituto Médico Legal (IML) Central de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (10), aguardando a liberação. Eles foram mortos pelo pai da namorada do ator que foram até a casa da família para oficializar o namoro. Ainda não há informações sobre o velório e enterro das vítimas.

O crime ocorreu no início da tarde de domingo (9) na Estrada do Alvarenga, no bairro da Pedreira, na Zona Sul da capital paulista. Ele interpretou o personagem Paçoca, na novela Chiquititas e trabalhou no comercial em que uma criança pede brócolis à mãe.

A polícia investiga a motivação do crime. O suspeito, Paulo Mathias de 48 anos, fugiu e é procurado pela polícia.

Caso

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, Rafael, acompanhado de seus pais, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50, foram conversar com o pai da namorada dele sobre o namoro. Eles foram recebidos pela jovem e sua mãe.

Durante a conversa, o comerciante Paulo Curpertino Matias, de 48 anos, chegou ao local armado e atirou nas três vítimas, que morreram no local. O autor fugiu. Foi solicitada perícia ao local e carro de cadáver. O caso foi registrado como homicídio consumado no 98º DP. (Com informações do G1)

A fama efêmera

Domingos Matos, 01/03/2018 | 08:05

Walmir Rosário

No regime democrático de direito costumamos a ver de tudo, das experiências científicas capazes de mudar o mundo para melhor aos experimentos empíricos sem qualquer valor, do mais sério ao simplesmente ridículo. Todos os que querem podem ter os seus cinco minutos de fama, efêmera, é verdade, mas os sujeitos conseguem aparecer, mesmo de forma negativa, do burlesco ao grotesco.

A qualquer notícia sobre determinado fato governamental – pelos entes governamentais – aparecem logo essas figuras que poderiam ser consideradas excêntricas, mas que se tornam despropositadas, insensatas, incoerentes. Agora, então, com o anúncio da intervenção na segurança do Rio de Janeiro, estão chegando aos montes. E o pior, ainda encontram guarida em determinados órgãos de imprensa apesar das asneiras que falam.

Na grande maioria das vezes, essas pessoas são formadas nas melhores faculdades, foram aprovadas em concurso público nacional ou estadual e ocupam cargos de relevância em instituições como o Ministério Público ou Defensorias. Também assim agem os expertos dirigentes de organizações não governamentais (que se alimentam do dinheiro público) e propalam serem defensores dos direitos humanos…

Direitos humanos de pessoas que se encontram fora da lei, os conhecidos bandidos que hoje aterrorizam a sociedade brasileira. Já essa parcela de pessoas de bem que não tem seus direitos respeitados estão fora dessa seleta lista. Estes não têm o direito de ir e vir, vivem trancados em suas casas, são assaltados ao pisar nas ruas, têm seus bens tomados de assalto, e mesmo que não esbocem qualquer reação são assassinados de forma fria e covarde.

No ridículo entender dessas pessoas, os policiais estão impedidos puxar sua arma e disparar um tiro em qualquer desses bandidos fortemente armados, e só podem agir assim no caso de só e somente só, de que tenham sido antes alvejados. Do contrário, serão processados na forma da lei e responderão criminalmente por ter alvejado e matado um bandido durante a defesa da sociedade.

Ainda bem que felizmente esse número de pessoas é inexpressivo e não expressa a vontade e a representatividade dessas instituições, criadas para defender o cumprimento da lei, a ação do Estado e de algumas categorias tidas como indefensas. Não dá para compreender o motivo de que para essas pessoas a vida de um policial, de um cidadão de bem vale mais do que a de quem manifesta o desejo e assume a manifesta vontade de roubar, traficar e matar.

De maneira deliberada, invertem-se os papéis: defendem os quais devem denunciar e denunciam os que atuam com a representação do Estado em defesa da sociedade, diga-se de passagem, cada vez mais desprotegida. Se essas pessoas somente se limitassem a falar, a expor suas ideologias, tudo bem, seria irrelevante, mas não se contentam com isso, denunciam os agentes da lei em processos escabrosos.

Não tenho a menor ideia do entendimento dessas pessoas em reverter a vontade da lei, desconhecer a filologia que estudou e interpretou os textos legais durante sua concepção, edição, apreciação e aprovação. A filologia é uma ciência reconhecida em todo o mundo para o estudo da língua expressada nos textos escritos, com a finalidade de não deixá-los dúbios e manter fielmente o espírito do que se queria dizer quando foram criados.

Por falar em espírito das leis, basta recorrer ao pensador, filósofo e magistrado Montesquieu (Charles-Louis de Secondat), na sua obra, “Do Espírito das Leis”, reconhecida e estudada em todo o mundo. Como um iluminista que foi, dissecou o papel dos regimes: tirania, monarquia e democracia, com seus fundamentos, respectivamente no medo, na honra e na virtude.

No livro décimo – Das leis em sua relação com a força ofensiva –, capítulo I, encontramos anotado: “A vida dos estados é como a dos homens; estes têm o direito de matar em caso da defesa natural; aqueles têm o direito de fazer a guerra para a sua própria conservação. No caso da defesa natural, tenho o direito de matar porque a vida me pertence, como a vida do que me ataca lhe pertence; do mesmo modo, um Estado faz a guerra porque sua conservação é justa como qualquer outra conservação”.

Na repreensão ao crime, como ocorre no Rio de Janeiro, onde políticos corruptos fizeram e ainda fazem pacto com os bandidos, a defesa da sociedade não deixa de ser uma guerra. E nessa guerra, as quadrilhas possuem as melhores armas e munições, as melhores localizações e subjugam toda a sociedade do entorno através do poder do medo e do dinheiro sujo das drogas e dos assaltos.

Na visão caolha de algumas desses pseudos defensores dos diretos humanos exclusivos dos bandidos, o se deparar com um criminoso com um fuzil ou uma metralhadora, o policial deve agir tal e qual como nos filmes de bang bang americanos e italianos. Antes de atirar, terá de dar o famoso grito de guerra: saque a arma! Para morrer não precisa tanto sacrifício.

Pelo que me parece, essas pessoas do contra são como alguns dos meus amigos de infância do bairro da Conceição, em Itabuna, que iam ao cinema somente para torcer pelos bandidos, com a única finalidade de nos contrariar. Entrava domingo e saía domingo nos filmes do cines Itabuna, Marabá, Catalunha, Plaza e Oásis, e eles sempre levavam a pior. Simples, o crime não pode compensar!

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Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado

DE RODAPÉS E DE ACHADOS

Domingos Matos, 26/06/2011 | 17:49
Editado em 26/06/2011 | 18:11

Adylson MachadoQuando o tema se esgota em si mesmo, um rodapé pode definir tudo e ir um pouco além.  

Adylson Machado

                                                                              

Opiniões

Enquete de O TROMBONE, aventando a discussão envolvendo a fixação de limites entre Ilhéus e Itabuna, acusava neste domingo 26 o seguinte resultado: 32% achavam que “O problema deve ser discutido sob outro prisma, a exemplo da criação da Região Metropolitana de Ilhéus e Itabuna”; 63%, que “O território de Itabuna deve se estender até o Salobrinho e a UESC” e 3% que “Ilhéus deve cobrar impostos e oferecer a contrapartida dos serviços públicos à população do Nova Califórnia, Vila da Paz e à Churrascaria Los Pampas”.

O povo está pensando assim. Já o representante do povo, Geraldo Simões...

Escárnio

A fila do Bom Preço tornou-se famosa. Não pela circunstância que seria natural, da procura por seus produtos. Mas pelo descaso e escárnio com que trata a clientela regional que o procura.

Na manhã de terça 21, a “famosa” ultrapassava o universo das verduras e alcançava o setor de laticínios. Tudo porque dos cerca de vinte caixas que disponibiliza ONZE não funcionavam.

Começaram a ser ocupados depois que um cliente discursou indignado contra o desrespeito. Assim mesmo enfrentando uma despreparada funcionária que não queria assumir o seu papel e o desafiava a chamar o gerente.

Geraldo

Em entrevista ao AGORA reproduzida neste O TROMBONE Geraldo Simões demonstra descaso e ironia em questão crucial para o futuro das finanças de Itabuna: a dos limites.

Desinteresse tal mais reflete o aprofundamento de seu projeto pessoal: não ficar de mal com Ilhéus.

Sob ponto de vista individual, a postura de GS de ficar em cima do muro não deixa de ser justa: afinal, é proprietário em ambos os municípios.

Em cima do muro

Não assumir defesa expressa em favor de Itabuna é um direito do deputado Geraldo Simões. Afinal, se dependesse só dos votos locais estaria derrotado. O que não pode é dizer que se trata de “briga”.

Erra o Deputado, muito bem votado em Itabuna, ao dizer que “Não dá para ficarmos desperdiçando energia com essas brigas”.

Em primeiro instante é um engano considerar “briga” uma questão que se encontra amparada em lei estadual. Muito menos pelo absurdo que configura os atuais limites entre Ilhéus e Itabuna GS aparenta desconhecimento da realidade histórico geográfica, sem falar-se nas circunstâncias políticas ao tempo da fixação dos limites. Um século não é pouco tempo. A não ser para Geraldo, que talvez imagine vivê-lo com poder.

Lamentável que para Geraldo Simões, que se fez político graças a Itabuna, seja “briga” a redefinição de limites.

Moção

O Rotary Club Itabuna Sul aprovou moção de apoio ao deputado Gilberto Santana, motivada na luta do deputado pela revisão dos limites entre os municípios de Itabuna e Ilhéus, particularmente naquele que concerne ao perímetro urbano de Itabuna. 

Seria interessante uma moção do Rotary para o Deputado Geraldo Simões diante de sua posição em relação ao mesmo tema.

Outro prêmio

O ex-presidente Lula recebeu, na última terça 21, o Prémio Food World 2011, em cerimônia no Departamento de Estado norte-americano, em Washington. A iniciativa reconhece e premia os que durante os seus governos executam políticas públicas de combate à fome e à pobreza. www.advivo.com.br de terça.

Essa turma do exterior não se emenda!

Eletrônico

O Conselho Nacional de Justiça assume a luta para unificar em rede o registro e a informação processual no país. O processo eletrônico surge amparado na mítica de que a burocracia processual decorre tão somente do tempo que se perde no vai e vem de papéis entre protocolos, gabinetes e cartórios. Daí a euforia com a possibilidade de redução do tempo na prestação jurisdicional em torno de 70%. A unificação e integração de dados em todo o país seria, assim, o “ovo de colombo” para o Judiciário.

Sem descurarmos da celeridade presente na rede, tampouco deixar de reconhecer a burocracia processual – parte dela desnecessariamente estabelecida em lei – temos que a coisa não é bem assim, ou tão só como a mostram.

Dê ao homem o que é do homem e ao eletrônico...

O que é posto fora da discussão é que a burocracia e a lentidão dos processos muito se encontram em algo que a rede não intervém: o ser humano.

Tem faltado a muitos magistrados – sem falar-se na “preguiça” cartorial, morosa e capenga em muitos servidores – o que poderíamos simplesmente denominar de “método de trabalho”. O que não afasta o bom senso e o pleno conhecimento da realidade processual, o que muitos somente aprendem depois de considerável tempo.

A lição esquecida

Conhecer processo não é o conhecimento da lei processual, mas a dinâmica da realidade processual, que é vivida e aprendida com o efetivo exercício da advocacia, antes de o advogado tornar-se juiz.

Juiz que não advogou tardará – por mais vocacionado que o seja – a dominar o processo. Desconhecendo o seu dia a dia vai buscar na letra fria da lei o que fazer. Desta forma “perde tempo”. Despachos iniciais elementares, como o “CITE-SE” em uma execução, tardam a ser apostos nos autos.

Sem transformar o magistrado não há processo que vá adiante. Não há rede que dinamize.

À guisa de exemplo

Um advogado local, depois da audiência de conciliação no “célere” Juizado de Causas Comuns, onde pretende indenização por danos materiais e morais, acessa diariamente o feito. Concluso está para sentença – há 60 dias.

E não falta ao Judiciário o advogado ofice boy

E não se diga que o Judiciário não tem encontrado apoios externos. O advogado, por exemplo, reconhecido como “indispensável à administração da justiça” (art. 133 da CF) está sendo levado ao pé da letra. Em certos juízos tem até que perfurar o papel (e no lugar certo!), economizando tempo do “ocupadíssimo” funcionário, que está ali só para receber a petição devidamente perfurada e ficar durante a maior parte do tempo conversando e tomando cafezinho.

Boca no mundo I

O Deputado Romário diz que o País gastará 100 bilhões de reais com a Copa de 2014. Se a importância do evento é grande, maior o desperdício.

E nem se fale da “renda” extra, de pelo menos 10%.

Boca no mundo II

A matéria “Dize-me com quem andas, Sérgio Cabral, e todos saberão...”, de Carlos Newton, terça 21, na Tribuna da  Imprensa on line, desnuda os meios e a fortuna adquirida pelo governador Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, transitando por espúria relação com empreiteiros. Diz Carlos Newton que tudo começou quando Cabral, em 1992, “descobriu as famosas ‘sobras de campanha’”.

Carlos Newton está convidado a conhecer políticos baianos!

No tabuleiro I

No vazio para a sucessão mais um aposta na oportunidade: Ubaldo Dantas. Dizemos vazio porque Itabuna torna-se uma constante em duvidar de novos nomes, trabalhando sempre eternos candidatos.

O próprio Ubaldo, louvado pela administração entre 1983-1988 – seis anos contínuos – não mereceu reconhecimento quando tentou retornar, em 1992.

No tabuleiro II

ubaldoTemos que Ubaldo, ainda que agregue simpatias e apoios, não encontrará no universo eleitoral a resposta que imagina, ainda que o mereça. São tantos anos para a memória de um povo que só tem ou vive a lembrança recente, a mais imediata possível.

Com um detalhe: despertada pelo cheiro do dinheiro. Tanto que, nesse viés, de comunistas a demistas, de petistas a peemedebistas, todos tornaram-se iguais.

Não sabemos, até esse instante, se Ubaldo Dantas tem bala na agulha.

Tratativas

Ah! considerando que Ubaldo hoje se encontra nas hostes do PMDB itabunense, uma perguntinha ingênua: já indagaram a Fernando Gomes o que acha de Ubaldo candidato?

Alimentando a memória: FG em tempos outros nominava UD com uma expressão impublicável para esta coluna.

Para não falar das afinidades entre um e outro.

Na corda bamba

Roberto Gurgel não foi acolhido com flores quando não aproveitou a oportunidade de reconhecer a possibilidade de Palloci ter sua súbita multiplicação dos pães apurada. O mínimo que se esperava do Procurador-Geral da República. Que evidentemente protegeu o então ministro da Casa Civil, quando poderia pelo menos recomendar uma apuração.

Resultado: não o fez. Fê-lo a Presidente Dilma, exonerando Palloci no day after da decisão do Procurador-Geral.

Redenção

Nesse instante, Roberto Gurgel se levanta contra a aprovação da Medida provisória que admite segredo de orçamentos em todos os níveis (federais, estaduais e municipais) desde que envolvam recursos e licitações para obras da Copa e das Olimpíadas.

Justamente uma pretensão – ainda que criticada – do Governo Federal, leia-se Presidente Dilma.

Caso seja reconduzido ao cargo Gurgel demonstrará que tinha razão. Nos dois casos.

Razões

Quando a sociedade quer clareza e transparência sobre documentos que se encontram arquivados sob sigilo absoluto, o Governo, com apoio dos ex-presidentes Sarney e Collor, trilha na contramão da iniciativa.

Afirmam observadores que o problema não são os documentos em si, mas a certeza de que entre eles se encontra a comprovação da participação do militarismo brasileiro na Operação Condor.

A que eliminava líderes latino-americanos hostis aos interesses dos EEUU no chamado Cone Sul.

O temor aí reside

Cá para os nossos botões, descobriríamos, provavelmente, se as mortes de Juscelino e Jango foram “naturais”. Certamente os militares, que os acompanhava de perto, escreveram alguma coisa. E guardaram.

E nem falemos de Rubem Paiva, Stuart Angel...

Itororó

Os festejos juninos na região encontram algumas marcas registradas, disputando entre si qual o que oferece o melhor. Afastado o que criticamos como São João “produção”, que ocupa o “tradição”, o de Itororó apresentou uma decoração bastante sugestiva, vinculando a nordestino-junina alimentada por figuras da xilogravura cordelística a elementos de Michelangelo pintados na Capela Sistina.

Considerando as distantes relações entre si, fica uma ideia originária: pretendeu a organização dos festejos itororoenses um “renascimento” da tradição junina.

Se não entendemos errado!

Buerarema

O “Rastapé Buera” se não tivesse outras virtudes bastaria a de negar peremptoriamente o toque de “arrocha” durante os festejos juninos. Caminho para o “São João tradição”.

Dá para entender?

O Governo do Estado jogou out door em Itabuna anunciando participação nos festejos juninos itabunenses: “O Governo da Bahia e Itabuna...”.

Que festejos cara pálida!

A verdadeira deficiência

Tristes as administrações que se regalam anunciando a doação de uma cadeira de rodas. Fotos, aplausos, declarações ufanistas e quejandos tais apenas traduzem a mediocridade de muitos de nossos gestores.

Ou talvez estejamos enganados: afinal, a cadeira pode ser de ouro incrustado de diamantes e pérolas negras. Um investimento financeiro de peso, que pode ter comprometido a segurança orçamentária de um município qualquer

Milton Santos

Na sexta 24 completaram-se 10 anos da morte de Milton Santos, o ilustre geógrafo nascido em Brotas de Macaúbas. O registro é para lembrar a existência de um dos maiores pensadores brasileiros de todos os tempos.

E tão desconhecido em nosso meio.

Crime político

Com o título “O primeiro blogueiro brasileiro assassinado” o www.advivo.com.br de sexta 24 noticia a morte de Ednaldo Figueira, na quinta 22.

Como o blogueiro também era presidente do PT e com ele vivia às turras o prefeito de Serra do Mel (RN), do PSDB, temos que o título deveria mais se reportar a um crime político. A circunstância de ser blogueiro é um detalhe.

A blogosfera em nível internacional destacou o fato, sinalizando para as circunstâncias das denúncias do blog contra a corrupção na prefeitura.

O que todos sabiam

O STF definiu, na lavra do Ministro Joaquim Barbosa: PC e a namorada Suzana Marcolino foram assassinados. Derrubada a tese de crime passional – defendida pela VEJA com apoio em um laudo pericial fabricado, subscrito por Badan Palhares e contestada pela ISTOÉ. Vão a júri os seguranças do ex homem forte de Collor, assassinado pouco antes de prestar depoimento a uma CPI que apurava a relação de empreiteiras com o Palácio do Planalto.

Ainda que não fosse levada em conta a Ética que submete todos os profissionais em todas as profissões o que acontecerá com Badan Palhares?

Lembrando Raul

ovini24 de junho é o Dia mundial do Disco Voador, a festa dos ufólogos do planeta. A data tem como referência a primeira e reconhecida aparição de um objeto voador não identificado, ocorrida nos EEUU em 1947, observação de Keneth Arnold envolvendo nove objetos coloridos em torno do avião que pilotava.

Tema que inspirou Raul Seixas.

Digna de José Simão

Se este é um “país da piada pronta”, como o diz Simão, essa de que não é do príncipe dos sociólogos o filho de Mírian Dutra (jornalista da Globo que andou asilada por anos em Barcelona para esconder a paternidade ilustre), passa a se constituir o píncaro da anedota. Detalhes em www.advivo.com.br (O filho de Mírian Dutra).

FHC teria reconhecido o filho em um cartório de Madri, em 2009. O teste desperta indagações como saber-se se a postura de FHC tem caráter humanístico, de afirmação machista ou de senilidade.

De qualquer forma, Freud explica!

Exemplo

Enquanto nesta nação grapiúna projetos culturais dizem respeito apenas à vaidade pessoal de dirigentes, cabe confirmar o que temos em mãos: a “Agenda 2011 – Por Uma Educação de Qualidade Social: relevante, pertinente e equitativa”, da Secretaria de Educação, Cultura e Desportos da Prefeitura de Buerarema.

Inserindo textos que resgatam a história da cultura local, o que inclui a famosa Feira de Arte, mantém viva a memória de Macuco.

Ah! Gilmar

stfQual o alcance pretendido pelo Ministro Gilmar Mendes ao entender que o pleito de funcionários da Vale de receberem mais que os trinta dias de aviso prévio? A proporcionalidade ao tempo de serviço aventada não encontra uma regra jurídica definida. Não há lei que o estabeleça.

Legislação pura e simples do STF sob o crivo do homem de Daniel Dantas no STF.

Com Gilmar Mendes para que Congresso?

Estranha coincidência

Hakers a partir da Itália (não podemos afirmá-los italianos) invadem computadores do Governo, da Presidência a Receita Federal, da Petrobrás ao IBGE.

Queremos imaginar que não seja retaliação a não extradição de Battisti.

Cocal das Neves

A cidade piauiense detém a proeza de conquistar quatro das cinco medalhas de ouro (sem falar em uma de prata e outra de bronze) na 6ª Olimpíada Nacional de Matemática de 2010.  

Resgate

No sábado 25 apresentaram-se na Praça Otávio Mangabeira, no espaço oferecido pelo Município, através da FICC, o Bumba Meu Boi e Burrinha e a quadrilha Pé de Couro. Ambos da Colônia de Una.

Enquanto por lá resgatam a cultura aqui exibida por cá resgate só do nome do dirigente, citado à exaustão como administrador da FICC.

Uma administração que, em dois anos e meio, não consegue resgatar as tradições culturais de Itabuna, como os “reisados” de Ferradas, Cerrado e Itamaracá.

Escândalo

Nada divulgado sobre o andamento de apurações – se houver – do escândalo denunciado neste O TROMBONE envolvendo a FICC. Daquele edital não publicado que visava privilegiar pessoa previamente escolhida para receber mensalmente 1.500 reais enquanto os demais “agradeceriam” 650 reais.

Hermeto

Marcou época sua passagem pelos EEUU nos anos 70, ao lado de Airto Moreira, Flora Purim, Ron Carter, Wayne Shorty, Herbie Hancock. No dia 22 o multiinstrumentista Hermeto Pascoal completou 75 anos.

Sua produção traduz uma das mais profundas expressões da musicalidade brasileira, transitando do atávico nordestino ao choro. Em tempos juninos ouvi-lo é lembrar que temos cultura viva, profícua, de qualidade.

Falta-nos, infelizmente, que isso seja compreendido. Caso contrário, não teríamos Luan Santana como “atração” no São João baiano.

Aqui, “São Jorge”.

Cantinho do ABC da Noite

cabocoÚltimo reduto de encontro da boemia grapiúna, o ABC da Noite aviva lembranças de antigos fregueses, de casos vivenciados, da história celebrada nos muitos dias de sua existência. A anterior atividade do ponto (açougue) motiva, às vezes, uma indagação:

– Por que mudou, Cabôco?

– Não mudei de ramo, Cabôco – explica – antes eu vendia carne de porco e agora vendo cachaça. E conclui:

– Mas o espírito de porco permanece.

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Adylson Machado é escritor, professor e advogado, autor de "Amendoeiras de outono" e " O ABC do Cabôco", editados pela Via Litterarum

Idoso tem morte súbita ao saber de assassinato do filho

Domingos Matos, 05/11/2010 | 20:21
Editado em 05/11/2010 | 20:56

Um telefonema, dando conta do assassinato de um filho, teria causado a morte súbita de um idoso em Itabuna. Ele estava no interior de um ônibus do transporte coletivo no bairro Caliórnia e, segundo testemunhas, após receber o telefonema, passou mal e morreu no local.

Como estava próximo ao posto de saúde do Califórnia, populares ainda tentaram socorrê-lo, e ele foi levado para o posto, mas não houve como ressuscitá-lo.

O homem foi identificado pelo prenome Euzenito, e aparenta ter entre 65 e 70 anos. Era uma pessoa bastante querida no bairro de Fátima, onde morou por muito tempo. Evangélico, lutava para tirar os filhos do submundo das drogas, e chegava a pagar a traficantes para não ter os filhos assassinados.

Recentemente perdeu um deles para o tráfico. Hoje, não resistiu ao saber da morte - ainda não confirmada - de um segundo filho nessas condições.

Júri de acusados de chacina em Itajuípe será dia 1º de setembro

Domingos Matos, 26/08/2010 | 14:12
Editado em 26/08/2010 | 14:16
chacinaO julgamento dos três acusados de envolvimento na chacina que ocorreu em março de 2007, no Sítio Vontade de Deus, na rodovia Itajuípe-Coaraci, está agendado para o próximo dia 1º de Setembro no Fórum Desembargador Dr. Orlando Pereira dos Santos, em Itajuípe. 

Os acusados são Alex de Paula Silva e Anderson Gonçalves dos Reis (foto). De acordo com o inquérito da Polícia Civil, eles cometeram o crime a mando do ex-funcionário da Petrobras José Américo dos Reis Filho (foto). Todos se encontram presos no Conjunto Penal de Itabuna desde 2007.

As vítimas forma cinco pessoas. Além de Ediane Duarte de Souza foram assassinados o filho, José Américo Júnior, de 5 anos, Lidilaura da Paz Santos, Geisa Silva Santos e seu filho, Pedro Henrique, de 3 anos.   

Júnior era filho do ex-funcionário da Petrobras José Américo que encomendou os assassinatos da amante e do filho. Américo teria ordenado as execuções para livrar-se de chantagens feitas por Ediane Duarte.   

Os corpos das cinco vítimas só foram encontrados três dias depois do crime, amontoados em um banheiro, em estado avançado de decomposição. As cinco foram mortas a facadas, asfixia e por disparos de arma de fogo.

Pai e filha assassinados no Maria Pinheiro

Domingos Matos, 23/08/2010 | 10:09
Editado em 25/08/2010 | 12:51

Discutiu com o dono do bar e foi executado

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 24/05/2010 | 11:19
Erlan Conrado dos Santos, de 24 anos, morador da rua Monte Alto, foi brutalmente assassinado depois de uma noite de bebedeira e uma discussão com o dono de um bar.

De acordo com testemunhas, a vítima era uma pessoa pacata, não tinha envolvimento com drogas e resolveu entrar numa bebedeira nesse domingo. Devido ao estado de embriaguês, a certa altura, o dono de um bar no início da rua Senhor do Bonfim, identificado por Osvaldo, teria reclamado de sua 'cachaça chata' e avisou que não mais despacharia bebidas.

Ainda segundo testemunhas, a vitima pegou uma garrafa e quebrou na cabeça do comerciante, que fechou o bar. Alan - ou Erlan - ainda chutou a porta do estabelecimento, antes de começar a se dirigir para casa. Foi quando ocorreu o crime.

"Uma picape Fiorino se aproximou, com dois homens em cima. Eles começaram a atirar e acertaram o rapaz próximo ao ponto de ônibus". Segundo quem viu o crime, as armas pareciam pistolas automáticas, as chamadas 'ponto 40'.

Mais violência

O domingo já havia sido um dos mais violentos desses últimos tempos de violência em Itabuna. Na madrugada, uma chacina deixou quatro mortos no Gogó da Ema, periferia da cidade. Foram assassinados Hugo Soares da Silva, 45 anos, morador do local, foram mortos Lucas Santos Oliveira, o “Buiú”, de 19 anos, que morava no bairro Mangabinha; Afonso Santos Pereira, 16, que residia na Vila Anália; e Mateus Santos de Jesus, conhecido como “Maicon” ou “Neguinho”, do bairro Novo Jaçanã.

Além desses, por volta das 22 horas,  Leandro Jorge Santos Barbosa, 22 anos, foi assassinado a tiros na rua São Bnto, no Pedro Jorge. A Policia Militar foi informada de um tiroteio naquela localidade. Quando chegaram ao local do crime, nas proximidades da travessa Carolina, policiais encontraram a vítima em poder de um revólver, com dois cartuchos deflagrados e quatro ainda intactos. Leandro Jorge ainda foi socorrido por familiares, mas já chegou no Hospital de Base sem vida.

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