Tag: caged

Caged registra criação de 70,8 mil postos de trabalho em outubro

Domingos Matos, 22/11/2019 | 17:38

Beneficiada pelo comércio e pelos serviços, a criação de empregos com carteira assinada registrou, em outubro, o sétimo mês seguido de desempenho positivo. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 70.852 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Esse foi o melhor nível de abertura de postos de trabalho para outubro desde 2016, quando as admissões superaram as dispensas em 76.599. A criação de empregos totaliza 841.589 de janeiro a outubro, 6,45% a mais que no mesmo período do ano passado. A geração de empregos atingiu o maior nível para os dez primeiros meses do ano desde 2014, quando tinham sido abertas 912.287 vagas no acumulado de dez meses.

 

Setores

Na divisão por ramos de atividade, cinco dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em outubro. O campeão foi o comércio, com a abertura de 43.972 postos, seguido pelos serviços, 19.123 postos. Em terceiro lugar, vem a indústria de transformação com a criação de 8.946 postos de trabalho.

O nível de emprego aumentou na construção civil com a abertura de 7.294 postos e na indústria extrativa mineral, 483 postos. No entanto, três setores demitiram mais do que contrataram: agropecuária, com o fechamento de 7.819 postos; serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento, 581 postos, e administração pública, 427 postos.

Tradicionalmente, a geração de emprego é mais baixa em outubro. O mês costuma ser marcado pelo reforço no comércio para as contratações de fim de ano. No entanto, a indústria, que reforçou a produção em agosto e em setembro por causa do Natal, desacelera. A agropecuária também dispensa empregados por causa do fim da safra de diversos produtos, como a cana-de-açúcar e café.

 

Destaques

No comércio, a criação de empregos foi puxada pelo segmento varejista, com a abertura de 36.732 postos formais. O comércio atacadista gerou a abertura de 7.240 vagas. Nos serviços, os destaques foram venda e administração de imóveis, com 14.040 postos; transportes e comunicações, 4.348 postos, e serviços médicos, odontológicos e veterinários, 3.953 postos.

Na indústria de transformação, a criação de empregos foi impulsionada pela indústria de produtos alimentícios e de bebidas, com 3.344 postos; pela indústria de calçados, 1.890 postos, e pela indústria madeireira e de móveis, com 1.166 postos de trabalho.

 

Regiões

Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em outubro. O Sul liderou a abertura de vagas, com 27.304 postos, seguido pelo Sudeste com 21.776 postos e pelo Sudeste com 15.980 postos. O Norte criou 4.315 postos de trabalho e o Centro-Oeste abriu 1.477 postos formais no mês passado.

Na divisão por unidades da Federação, 23 estados geraram empregos no mês passado. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em Minas Gerais com a abertura de 12.282 postos; São Paulo, 11.727 postos; Santa Catarina, 11.579 postos, e Rio Grande do Sul, 8.319 postos de trabalho. As unidades da Federação que registraram o fechamento de vagas formais foram Rio de Janeiro, 9.942; Distrito Federal, 1.365; Bahia, 589, e Acre, 367. (Com informações da Agência Brasil)

Construção Civil e Serviços lideram a geração de empregos em junho na Bahia

Domingos Matos, 01/08/2019 | 19:40

A Construção Civil e os Serviços foram os setores da economia que mais geraram emprego em junho, na Bahia, com respectivamente 1.563 e 934 novos postos de trabalho. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan). No primeiro setor, o destaque foi “Obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações” com um incremento de 907 novos empregos. Já em Serviços, “Atividades de Atendimento Hospitalar” ficou com a primeira colocação com 875 postos de trabalho.

“Vale destacar que a Bahia ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a quarta dentre os brasileiros em junho de 2019, com 2.362 novos postos com carteira assinada. Já no acumulado do ano, o Estado gerou 29.406 novos postos de trabalho. Este resultado fez com que a Bahia ocupasse, nestes seis primeiros meses do ano, a quinta posição no país e a primeira na região nordestina quanto à geração de empregos”, destaca o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, que atribui a liderança da Bahia na geração de emprego às políticas públicas do Governo do Estado.

No Nordeste, cinco estados geraram postos com carteira assinada em junho. A Bahia (+2.362 postos) foi seguida por Maranhão (+2.001 postos), Piauí (+1.308 postos), Rio Grande do Norte (+1.237 postos) e Sergipe (+265 postos). Os outros estados da região apresentaram desempenho negativo: Alagoas (-861 postos), Paraíba (-795 postos), Pernambuco (-253 postos) e Ceará (-122 postos).

Acumulado do ano

No Nordeste, apenas a Bahia, o Maranhão (+5.670 postos) e o Piauí (+106 postos) totalizaram saldos positivos no acumulado do ano. Em contrapartida, seis estados nordestinos totalizaram acumulados negativos. Pernambuco (-23.676 postos) foi seguido por Alagoas (-23.506 postos), Paraíba (-7.654 postos), Ceará (-6.994 postos), Rio Grande do Norte (-5.115 postos) e Sergipe (-3.430 postos).

Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Construção civil e agropecuária lideram geração de empregos na Bahia em 2019

Domingos Matos, 17/07/2019 | 17:38

As áreas da construção civil e da agropecuária lideram a geração de postos de trabalho na Bahia nos cinco primeiros meses de 2019. Os setores criaram, respectivamente, 8.387 e 8.196 empregos no estado, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (Sei). Nesse período, a Bahia gerou 26.071 novos postos de trabalho.

“O papel do governo é fundamental como indutor de crescimento econômico e da geração de emprego. Veja que dos 1.559 postos criados na construção de edifícios, 430 são da obra do novo hospital Metropolitano, em Lauro de Freitas, num investimento de R$ 180 milhões de reais e previsto para ser inaugurado em dezembro”, afirmou o secretário do planejamento Walter Pinheiro.

Dentro do setor da construção civil, destaque para Obras para geração de energia elétrica e para telecomunicações, com 2.410 empregos, Construção de edifícios, com 1.559 e Instalações elétricas, com 966 novos postos de trabalho criados de janeiro a maio desse ano.

De acordo com o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães esse é o resultado do investimento em obras públicas estruturantes, tanto em Salvador, que obteve um saldo positivo de 3.623 vagas nesse período, como também no interior do estado. “Além disso, reflete o esforço que o Governo do Estado, por meio do SineBahia, tem feito na captação de vagas para o setor da construção civil”, explicou Magalhães.

Já na agropecuária, o Cultivo do café ficou com a primeira colocação na geração de empregos, anotando 3.479, o Cultivo de frutas de lavoura permanente, exceto laranja e uva, com 1.554, e a Criação de bovinos, com 1.388.

Bahia gera 2.540 novos empregos em maio e segue liderando o Nordeste

Domingos Matos, 28/06/2019 | 11:37

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),  sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI, a Bahia gerou 2.540 postos de trabalho com carteira assinada em maio de 2019. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (27), é resultado da diferença entre 51.609 admissões e 49.069 desligamentos.

A Bahia exibiu registro positivo pela terceira vez seguida para o mês de maio. Na avaliação do secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, “este resultado comprova as políticas públicas acertadas do Governo do Estado, com a atração de novos empreendimentos, inclusive estrangeiros, e investimentos maciços em infraestrutura, com obras sendo realizadas por todo o território baiano, sejam elas de estradas, novas escolas, hospitais, barragens, sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, além de habitações populares. Com isso, seguimos liderando o Nordeste na geração de trabalho com carteira assinada, mesmo com a economia nacional atravessando um momento de incertezas”.

Setorialmente, três segmentos contabilizaram saldos positivos: Agropecuária (+3.733 postos), Construção Civil (+1.118 postos) e Extrativa Mineral (+100 postos). Já no acumulado do ano, sete setores de atividade registraram saldos positivos: Construção Civil (+8.387 postos), Agropecuária (+8.196 postos), Serviços (+7.527 postos), Indústria de Transformação (+3.621 postos), Extrativa Mineral (+456 postos), Administração Pública (+409 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (+226 postos).

Análise

Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a sexta dentre os estados brasileiros. No Nordeste, outros quatro estados geraram postos com carteira assinada: Pernambuco (+1.701 postos), Piauí (+1.040 postos), Paraíba (+683 postos) e Sergipe (+131 postos). Os outros estados da região apresentaram desempenho negativo: Ceará (-1.428 postos), Alagoas (-746 postos), Rio Grande do Norte (-496 postos) e Maranhão (-106 postos).

Acumulado

Nos cinco primeiros meses do ano, a Bahia gerou 26.071 novos postos de trabalho, levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Este resultado fez com que a Bahia ocupasse a primeira posição na região nordestina e a quinta no país quanto à geração de empregos. No Nordeste, apenas a Bahia e o Maranhão (+3.712 postos) totalizaram saldos positivos. Em contrapartida, sete estados nordestinos totalizaram acumulados negativos. Pernambuco (-23.707 postos) foi seguido por Alagoas (-22.670 postos), Ceará (-6.935 postos), Paraíba (-6.928 postos), Rio Grande do Norte (-6.393 postos), Sergipe (-3.722 postos) e Piauí (-1.502 postos).

Agropecuária e Indústria de Transformação lideram geração de emprego em abril na Bahia

Domingos Matos, 29/05/2019 | 13:31

Os setores que mais geraram novos postos de trabalho no mês de abril na Bahia foram Agropecuária (+2.461 postos) e Indústria de Transformação (+2.438 postos), de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A Bahia gerou 10.093 postos de trabalho com carteira assinada em abril de 2019, o maior saldo do mês de abril desde 2014.

“A Bahia segue líder do Nordeste na geração de emprego com carteira assinada nos primeiros quatro meses deste ano, com 22.133 novos postos. Setorialmente, todos os segmentos contabilizaram saldos positivos e graças às políticas públicas acertadas do Governo do Estado, a geração de trabalho está ocorrendo tanto na Região Metropolitana de Salvador, com saldo positivo de 5.490 vagas, quanto no interior, que acumula 16.643 postos no primeiro quadrimestre deste ano”, ressalta o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

No Nordeste, apenas a Bahia e o Maranhão (+3.470 postos) totalizaram saldos positivos no acumulado do ano. Em contrapartida, sete estados nordestinos totalizaram acumulados negativos. Pernambuco (-25.698 postos) foi seguido por Alagoas (-21.796 postos), Paraíba (-7.629 postos), Rio Grande do Norte (-5.927 postos), Ceará (-5.624 postos), Sergipe (-4.031 postos) e Piauí (-2.803 postos).
 

Em quatro meses, pequenos negócios criam quase 300 mil empregos

Domingos Matos, 29/05/2019 | 10:13

Os pequenos negócios voltaram a responder pela geração de novos empregos no mês de abril. Segundo levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae), baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, esse segmento gerou, no mês passado, 93,7 mil postos de trabalho formais. O saldo foi quase três vezes maior que o gerado pelas média e grandes empresas e representou 72,3% do total de empregos gerados no país no mesmo período, que foi de 129,6 mil.

No acumulado dos primeiros quatro meses do ano, os pequenos negócios abriram quase 300 mil novos empregos. As médias e grandes empresas (MGE) criaram apenas 20,3 mil novas vagas. Entretanto, o saldo de postos de trabalho gerados pelas micro e pequenas empresas (MPE), no primeiro quadrimestre deste ano, ainda está 14,4% abaixo do saldo gerado por elas no mesmo período do ano passado.

“A recuperação do emprego passa pela retomada da economia, que depende diretamente da retomada da confiança de investidores, da aprovação das reformas no Congresso Nacional”, analisa o presidente do Sebrae, Carlos Melles. “Os números mostram que o empreendedorismo está no sangue do povo brasileiro. Foram os pequenos negócios os grandes responsáveis pelo grande número de abertura de vagas no mercado de trabalho. E isso mesmo em tempos difíceis economicamente”, acrescenta.

Serviços

O levantamento do Sebrae apontou ainda que nos primeiros quatro meses do ano, as MPEs do setor de Serviços capitanearam a geração de empregos, com um saldo de 193 mil novos postos de trabalho, 69% do total de empregos gerados no período de 2019. As MPEs que atuam no comércio, porém, ainda continuam a registrar saldos negativos de vagas de trabalho no acumulado de 2019, o que significa que demitiram mais do que contrataram. Mesmo assim, ainda geraram 10,6 mil postos no mês passado.

Em todos os setores, as MPEs registraram saldos positivos de empregos gerados no mês de abril de 2019, mas foram os pequenos negócios do setor de Serviços que puxaram a geração de empregos, criando mais de 55 mil postos de trabalho, 3,6 vezes mais do que as MPEs da construção civil, segundo setor em que as micro e pequenas empresas mais empregaram nesse mês. Pelo levantamento, as médias e grandes empresas tiveram uma queda de 1.057 postos de trabalho neste segmento, enquanto os pequenos negócios abriram 15,1 mil vagas.

Estados

As micro e pequenas empresas do estado de São Paulo lideraram a geração de empregos no país em abril deste ano, respondendo pela criação de 29,3 mil postos de trabalho e foram acompanhadas pelas MPEs de Minas Gerais, com 14,7 mil empregos. Com isso, as MPEs da região Sudeste foram as que mais geraram postos de trabalho neste mês no país (52,9 mil empregos), seguidas pelos pequenos negócios da região Nordeste, que responderam pela geração de 17,8 mil empregos. Praticamente todos os estados do país tiveram saldo positivo, com exceção ao Rio Grande do Sul, que registrou mais demissões que contratações no segmento.

Bahia lidera o Nordeste com a geração de 10.093 postos de trabalho em abril

Domingos Matos, 25/05/2019 | 08:17

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI, a Bahia gerou 10.093 postos de trabalho com carteira assinada em abril de 2019. O resultado decorre da diferença entre 55.305 admissões e 45.212 desligamentos. Trata-se do maior saldo do mês de abril desde 2014. O resultado superou, também, o saldo do mês de março, quando 2.569 postos de trabalho foram criados.

“Este resultado comprova o papel indutor do Governo da Bahia na geração de emprego, através de uma política consolidada de atração de novos empreendimentos, o apoio à indústria e a realização de obras estruturantes como é o caso de novas estradas, aeroportos, escolas, hospitais, sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, dentre tantas outras. Vale destacar que a Bahia também é o Estado com maior porcentagem do orçamento destinada a investimentos em 2019, de acordo com dados divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional”, destacou o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro.

O saldo de abril deste ano é superior ao registrado em abril de 2018, quando foram criados 1.976 postos de trabalho. Setorialmente, em abril, todos os segmentos contabilizaram saldos positivos: Agropecuária (+2.461 postos), Indústria de Transformação (+2.438 postos), Serviços (+2.328 postos), Construção Civil (+1.575 postos), Comércio (+772 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+212 postos), Administração Pública (+194 postos) e Extrativa Mineral (+113 postos).

Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia (+10.093 postos) ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a quarta dentre os estados brasileiros em abril de 2019. No Nordeste, apenas e Alagoas (-4.692 postos) e o Rio Grande do Norte (-501 postos) não geraram postos com carteira assinada. Todos os outros estados da região apresentaram desempenho positivo. A Bahia (+10.093 postos) foi seguida pelo Maranhão (+6.681 postos), Ceará (+2.153 postos), Paraíba (+778 postos), Sergipe (+649 postos), Pernambuco (+425 postos) e Piauí (+7 postos).

 

Acumulado do ano

Nos quatro primeiros meses do ano, a Bahia gerou 22.133 novos postos de trabalho, levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Este resultado faz com que a Bahia ocupe a primeira posição na região Nordeste e a sexta no país quanto à geração de empregos. No Nordeste, apenas a Bahia e o Maranhão (+3.470 postos) totalizaram saldos positivos. Em contrapartida, sete estados nordestinos totalizaram acumulados negativos. Pernambuco (-25.698 postos) foi seguido por Alagoas (-21.796 postos), Paraíba (-7.629 postos), Rio Grande do Norte (-5.927 postos), Ceará (-5.624 postos), Sergipe (-4.031 postos) e Piauí (-2.803 postos).

 

Março registra queda no número de empregos, revela pesquisa

Domingos Matos, 24/04/2019 | 13:44
Editado em 24/04/2019 | 09:10

O mercado de trabalho formal apresentou, em todo o país, saldo negativo de 43.196 empregos com carteira assinada em março. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira  (24), em Brasília, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, foram registradas 1.216.177 admissões e 1.304.373 demissões no período.

No mês anterior, o saldo havia ficado positivo, com 173.139 admissões (1.453.284 admissões e 1.280.145 demissões). Com isso, no acumulado do bimestre (fevereiro/março), o saldo está em 129.943.

A maior perda registrada em março foi no setor de comércio, que apresentou uma diminuição de 28.803 vagas, seguido de agropecuária (-9.545), construção civil (-7.781), indústria da transformação (-3.080) e serviços industriais de utilidade pública (-662).

Três setores tiveram resultados positivos: serviços (4.572), administração pública (1.575) e extrativa mineral (528).

Os estados que apresentaram os piores resultados foram Alagoas (-9.636 vagas), São Paulo (-8.007), Rio de Janeiro (-6.986), Pernambuco (-6.286) e Ceará (-4.638).

Os que anotaram saldo positivo foram Minas Gerais (5.163), Goiás (2.712), Bahia (2.569), Rio Grande do Sul (2.439), Mato Grosso do Sul (526), Amazonas (157), Roraima (76) e Amapá (48).

O salário médio das admissões registradas em março ficou em R$ 1.571,58, valor que, se comparado ao mesmo período do ano anterior, representa perda real de R$ 8,10 (-0,51%).

Já o salário médio que era pago no momento da demissão apresenta queda maior, de R$ 29,28 na comparação com março de 2018 – valor que representa perda real de -1,69%. (Com informações da Agência Brasil)

Ilhéus registra saldo de 172 vagas de emprego

Domingos Matos, 21/11/2011 | 12:46
Editado em 21/11/2011 | 12:49

De acordo com Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, o município de Ilhéus registrou no mês de outubro um aumento acentuado na geração de empregos. Somente nesse mês foram abertas 172 novas vagas, resultantes da diferença entre o número de contratações - 786 - e demissões - 614 trabalhadores.

Os dados do Ministério do Trabalho e Emprego revelaram que a indústria foi o setor que mais contratou no mês de outubro, oferecendo 76 novos postos de trabalho, seguido pelo comércio (40), agropecuária (21), construção civil (18) e serviços (12). Somente esse ano Ilhéus já registrou, em números reais, 538 empregos. Comparados aos últimos 12 meses, os números são ainda maiores, abrindo 769 novas vagas em apenas um ano.

O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, comemora os resultados e afirma que esses números revelam um novo momento na cidade, com a chegada de novas empresas e o aquecimento da economia. Ele explica que a tendência é ampliar ainda mais a oferta de emprego, com a implantação, já nos próximos dias, de indústrias, lojas de eletrodomésticos, redes de supermercados e novos equipamentos hoteleiros. Tudo isso sem contar com a retomada das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste e a construção do Porto Sul.

Há alguns meses que a economia ilheense vem apresentando índices positivos na geração de empregos. Em setembro, por exemplo, Ilhéus também fechou o mês com a geração de 47 novas vagas. O comércio foi o setor que mais ofereceu postos de empregos, com 54 novas vagas, seguido da indústria, com 40. Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados levam em conta a quantidade de vagas oferecidas em cada um do setor e as demissões no mesmo período.

Bahia gera mais de 10 mil empregos com carteira assinada em setembro

Domingos Matos, 19/10/2010 | 13:49
Editado em 19/10/2010 | 14:28

No mês de setembro, foram criadas 10.287 novas vagas de trabalho com carteira assinada na Bahia. O número foi divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e faz parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Este ano, o saldo no estado já é de 90 mil vagas, e nos últimos quatro anos chega a 261 mil.

Segundo o secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcelos, o resultado mostra, primeiro, a maturidade política do país, com um processo eleitoral que não influencia a evolução da economia e as contratações. E, segundo, é reflexo da política de desenvolvimento implantada na Bahia.

“Hoje, temos um bom sistema de intermediação de mão-de-obra. O SineBahia obteve resultados expressivos e é uma referência nacional (por ano, são mais de 300 mil trabalhadores encaminhados para as seleções). E intensificamos a atração de investimentos, sejam eles federais ou privados. Obras de grande porte, como a Fonte Nova, a Via Expressa e tantas outras que o governador tem trazido para nosso estado, também têm impacto direto no emprego”, destacou Vasconcelos.

Quase um milhão deixam a pobreza na era Wagner

Domingos Matos, 14/09/2010 | 00:07
Editado em 14/09/2010 | 00:08

wagner indicesO coordenador executivo da campanha da coligação “Pra Bahia Seguir em Frente”, Cézar Lisboa, comentou nesta segunda-feira (13) os dados do PNAD recentemente divulgados mostrando que 970 mil baianos saíram da condição de pobreza no governo Wagner. Ou seja, a proporção da população pobre era de 38,3% em 2006 e caiu para 30% em 2009.

Para ele, esses dados são o resultado do acerto das ações de inclusão social implantadas na Bahia, respaldadas pela mesma política levada a efeito no país pelo presidente Lula. Lisboa cita outro exemplo extraído dos resultados da amostragem do PNAD, que é a mobilidade social.

No mesmo período de 2006 a 2009, o PNAD registrou que 1,2 milhão de pessoas ascenderam à classe média na Bahia, o que resulta da mesma linha de gestão, que criou em 44 meses 241 mil empregos diretos, de acordo com o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego - Caged.

Outro dado importante, na opinião de Lisboa: o número de baianos com 15 anos ou mais de estudo, que chegaram, portanto, ao curso superior, teve um acréscimo de 40% em apenas três anos. “Isto é decorrente do aumento de oportunidade de conclusão do curso superior oferecida à população e das novas universidades federais. Contribuiu também o aumento de 64% no orçamento das quatro universidades públicas estaduais”, complementou.

Cruzamento de dados

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 18/03/2010 | 08:08

Essa foi o Pimenta que alertou: Itabuna tem um super-canteiro de obras em um projeto do Minha Casa Minha Vida, com cerca de 800 trabalhadores. Mas, nos relatórios do Caged, o crescimento das contratações da construção civil é pífio.

Ou estamos diante de um caso estranho de abduzimento de pedreiros para a reconstrução dos anéis de Saturno ou alguém está ‘esquecendo' de assinar a carteira desse povo.

Se a Procuradoria do Trabalho procurar, acha. Especialmente no bairro São Roque.

Acesse com seus dados:

ou
Ainda não tem acesso?
Registre-se em nosso Blog.