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Polícia suspeita da participação de parentes na morte de pastor

Domingos Matos, 18/06/2019 | 09:18
Editado em 18/06/2019 | 15:29

A Polícia Civil trabalha com a hipótese da suspeita de participação de familiares na morte do pastor evangélico Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal e cantora gospel Flordelis (PSD-RJ) . O pastor foi morto na madrugada de domingo (16), quando chegava em casa acompanhado da mulher, após receber mais de 30 tiros de pistola nas costas, no peito, na genitália e nas pernas. Nada de valor foi levado da casa, o que fez a polícia trabalhar com hipótese de execução. A maioria dos disparos foi feito à queima-roupa, mas a polícia técnica, não pode precisar o número exato de disparos.

De acordo com a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, um dos filhos do casal, Flávio dos Santos Rodrigues foi preso nesta segunda-feira (17) em cumprimento a mandado de prisão pelo crime de ameaça na forma da Lei Maria da Penha. Ele foi ouvido na sede da especializada, em Niterói, região metropolitana do Rio. A prisão ocorreu na hora do velório do pai adotivo. Ele é filho legítimo apenas de Flordeliz. O casal tem 55 filhos registrados, sendo 51 adotados.

À tarde, investigadores da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo prenderam Lucas, filho adotado pelo casal, que teve problemas com drogas quando era menor de idade. Ele foi preso em casa, após o enterro do pastor. Lucas foi levado para o Departamento de Ações Socioeducativas (Degase), porque na época de prisão com drogas ainda era adolescente.

A polícia investiga também porque os cães da casa não latiram quando o crime ocorreu. A primeira versão dada pela família é que o pastor Anderson foi até a garagem da casa, que tinha ficado com o portão aberto, quando foi surpreendido por dois homens no terreno da casa. Para a polícia, se os homens fossem estranhos, os cães atacariam. 

Inquérito

Os policiais militares, que foram chamados ao local para atender a uma tentativa de homicídio, depois de ouvirem o relato de pessoas da família e de vizinhos, acionaram agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo . A Secretaria de Estado de Polícia Civil informou que agentes da unidade ouviram testemunhas. A deputada Flordelis, dois filhos e dois netos do casal prestaram depoimento. “Até o momento, as circunstâncias apontam para uma execução, realizada com uma arma de calibre 9 milímetros”, informou a secretaria.

Os policiais da especializada realizaram perícia na casa e no carro do pastor e analisam imagens captadas por câmeras instaladas próximo ao local do crime. As investigações estão em andamento.

O velório do pastor começou na noite desse domingo, com um culto no Ministério Flordelis, a Cidade do Fogo, no bairro Mutondo, em São Gonçalo, igreja fundada pelo casal, na presença de fiéis e de líderes religiosos. A deputada compareceu ao velório. (Com informações da Agência Brasil)

Rui Costa diz que ponte Ilhéus-Pontal pode ser entregue antes de agosto desse ano

Domingos Matos, 28/12/2018 | 19:13
Editado em 02/01/2019 | 11:12

Recepcionado pelo prefeito Mário Alexandre, o governador Rui Costa vistoriou o canteiro das obras de construção da ponte que liga o centro de Ilhéus ao bairro Pontal, na manhã desta sexta-feira (28), junto com a equipe técnica da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) e o titular da pasta, secretário Marcus Cavalcanti. Rui cobrou celeridade da empresa OAS, a fim de antecipar a entrega do equipamento, até agora prevista para agosto de 2019.

O governador destacou a importância do investimento, para melhorar o turismo, a renda e geração de empregos na região. Para o prefeito, a presença do chefe do Executivo baiano em Ilhéus na véspera do Réveillon mostra seu interesse pelos ilheenses e reafirma a parceria do Governo do Estado com o município. “Além de cobrar agilidade na conclusão da ponte, ele também falou sobre a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, a maternidade de alta complexidade para o ano de 2019, o Hospital Costa do Cacau, a UPA 24 horas da Conquista, fortalecendo a parceria do Estado com a nossa gestão”, enfatizou.

Rui destacou que, além da ponte, que está com 55% das obras concluídas, o Governo do Estado vai executar também obras de urbanismo dos dois lados. “Permitindo maior acessibilidade, não só com uso da ponte, mas todo o sistema viário e a estrutura ao redor, com paisagismo nas duas orlas”, completou o governador.

Ganhos - Orçada em mais de R$ 98 milhões, a nova ponte da zona sul é a primeira estaiada (suspensa por cabos) da Bahia, com 533 metros de comprimento e 24,6 metros de largura. O projeto total prevê também passeio, canteiro central, uma ciclofaixa e pista dupla nos dois sentidos, além de um acesso viário sentido sul-centro, com aproximadamente 2,7 quilômetros, que já está em execução.

Segundo o secretário Marcus Cavalcanti, toda a parte de acesso e estrutura já foram concluídas, e em fevereiro próximo começa o lançamento dos estaios - cabos que sustentam o vão central da ponte. O equipamento beneficiará cerca de 511 mil moradores de Ilhéus, Itabuna, Una, Canavieiras, Buerarema, Itacaré e Uruçuca. O Governo do Estado prevê também ganhos com o desenvolvimento do turismo, atração de novos empreendimentos e o escoamento da produção agrícola, principalmente do cacau.

Pólo Chocolateiro – O prefeito Mário Alexandre, acompanhado pela deputada Ângela Sousa, também acompanhou a comitiva do governador em visita à Indústria de Chocolate da Bahia (ICB), instalação que faz parte Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018 – 2022. “Fico muito feliz com mais uma boa notícia, a implantação do Polo Chocolateiro de Ilhéus, anunciada hoje pelo governador. Temos certeza de que nossa cidade crescerá muito com mais este investimento, fruto da parceria da nossa gestão com o Governo do Estado”.

Ilhéus entrega à CEF projeto da Vila Gastronômica do Banco da Vitória

Domingos Matos, 10/08/2017 | 10:43

O prefeito de Ilhéus, Mario Alexandre, oficializou junto à gerência executiva de governo da Caixa Econômica Federal, em Salvador, a entrega do novo projeto da Vila Gastronômica do Banco da Vitória. O projeto passou por adequações solicitadas pela instituição financeira e foi entregue antes mesmo do prazo estabelecido entre as partes.

De acordo com Mário Alexandre, para que a obra possa, finalmente, ser licitada, falta apenas uma última declaração que será entregue pela Superintendência de Infraestrutura e Transportes da Bahia (SIT), órgão vinculado à Secretaria estadual de Infraestrutura (SEINFRA), em reunião já agendada para próxima segunda-feira, dia 14, em Salvador.

Novo equipamento turístico - O Projeto Vila Gastronômica do Banco da Vitória visa criar um novo equipamento turístico no município, tornando o bairro um ponto econômico importante na valorização de bares e restaurantes, entre os principais municípios da região, Ilhéus e Itabuna, e próximo, também, à Universidade Estadual de Santa Cruz. O projeto conta com aporte de recursos resultante de emendas da senadora Lídice da Mata, no valor de R$ 840 mil. “A proposta, ao longo os anos, é termos opções gastronômicas no bairro ilheense, a exemplo do que acontece em Santa Felicidade, em Curitiba”, destacou o prefeito Mário Alexandre.

A iniciativa prevê investidos na urbanização da área, na comunicação visual, em áreas de estacionamento, iluminação e drenagem. Estiveram presentes ao lado do prefeito Mário Alexandre durante a entrega do projeto, a deputada estadual Ângela Sousa; Roberto Lobão (Secretário municipal de Turismo e Esportes); Hermano Fahning (Secretário municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito); Mário Sérgio (Gerente de Filial da Caixa); e Márcio Reis (Coordenador de Filial da Caixa). A comitiva de Ilhéus também esteve com Carlos Henrique Taboada (Diretor de Projetos Acompanhamento e Fiscalização da Secretaria Estadual de Turismo).

Mário Alexandre promete gestão humanizada em Ilhéus

Domingos Matos, 02/01/2017 | 17:17

A cerimônia de posse dos vereadores, vice-prefeito e prefeito de Ilhéus aconteceu na tarde desse domingo (1º), no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães. O ato, que contou com a presença de diversas autoridades e de um público que lotou o anfiteatro, foi marcado pelo discurso humanista de Mário Alexandre, o Marão (PSD). Médico reconhecido pelo tratamento que prega como prefeito, Marão (à direita na foto) conclamou todos os secretários a agir da mesma maneira no desenvolvimento de suas funções. “Ninguém será maltratado nas secretarias e o diálogo será constante”, enfatizou o novo gestor.

Segundo Marão, Ilhéus precisa se desenvolver respeitando os seus recursos naturais. Disse que a sustentabilidade vai ser uma marca do governo, destacando que os termos da carta-compromisso com a plataforma Cidades Sustentáveis serão respeitados. Também garantiu que se esforçará ao máximo para que a cidade inicie uma nova era, com “tempos de alegria”, expressão presente nas primeiras peças publicitárias da gestão.

O vice-prefeito José Nazal (Rede Sustentabilidade) fez um discurso com forte emoção. Disse que a cerimônia de posse foi o momento mais importante da sua vida, tanto dos 61 anos vividos como do resto dos seus dias. Garantiu que vai dar tudo de si para que Mário Alexandre seja o melhor prefeito dessa terra e que não tem dúvidas de que os que mais precisam serão prioridade no governo.

Participaram da posse os deputados federais Bebeto Galvão (PSB-BA) e Paulo Magalhães (PSD-BA), a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) e o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (DEM), entre outras autoridades.

O que é a era da pós-verdade

Domingos Matos, 23/11/2016 | 09:21

Por Jean Wyllys

A notícia de que o Facebook – até que enfim – decidiu tomar medidas para limitar a circulação de notícias falsas na rede vem pouco depois de a Universidade de Oxford ter escolhido a “pós-verdade” como a palavra do ano, e das polêmicas suscitadas nos Estados Unidos como consequência da série de boatos espalhados pelas redes sociais que contribuíram para o sucesso eleitoral de Donald Trump.

Ou seja, pela primeira vez, parece que academia, políticos sérios e empresas de tecnologia se mostram realmente preocupados com a contaminação da esfera e da opinião públicas por mentiras e calúnias divulgadas na internet e nas redes sociais por criminosos da política e da religião, com o objetivo de manipular a opinião pública.

Nada disso é novidade para as famílias dos mortos por linchamentos motivados por fofocas na internet. E nada disso é novidade, tampouco, para nosso mandato, que trava uma batalha de seis anos contra o próprio Facebook para por algum freio à avalanche de mentiras e calúnias em relação a mim que corre nas redes sociais.

“Jean Wyllys apresentou um projeto de lei para mudar trechos da Bíblia”, “Jean Wyllys disse que sairia do Brasil se o impeachment fosse aprovado”, “Jean Wyllys defendeu a pedofilia”, “Jean Wyllys disse que os negros não podem ser evangélicos”, “Jean Wyllys quer implantar o ensino da religião islâmica nas escolas”, “Jean Wyllys quer obrigar as crianças a mudar de sexo”.

Cada uma dessas e outras estupidezes, inventadas por criminosos que usam as redes sociais para difamar adversários políticos, “viralizou” por meio do Facebook, que nada fazia para impedir que isso acontecesse.

Antes da vitória de Trump, o resultado do Brexit no Reino Unido, a derrota do acordo de paz na Colômbia e as vitórias de Crivella, no Rio, de Dória, em São Paulo, e do candidato do PSDB, em Belém, já mostraram o poder da “pós-verdade” (da mentira aliada ao preconceito) na política contemporânea.

Embora cada um desses resultados eleitorais tenha vários e complexos motivos, é inegável que a boataria e a “viralização” de mentiras e calúnias nas redes sociais jogaram um papel fundamental na estratégia de campanha dos vencedores e influenciaram seriamente o voto popular.

E, ainda que algumas pessoas ditas “de esquerda” recorram a este expediente, a “pós-verdade” é uma arma sobretudo da extrema-direita e de fascistas, instrumentalizada pela direita tradicional e seus veículos de comunicação.

O triunfo da “pós-verdade” e a destruição que esta causou nas relações familiares e vicinais, jogando as pessoas numa arena de ódio, são também frutos da negligência e, em alguns casos, da cumplicidade do jornalismo e das instituições democráticas com esse expediente.

A Polícia Federal, no Brasil, mostra-se completamente incompetente e ineficaz em conter a rede de difamação quando esta vitima políticos e pessoas de esquerda e progressistas, mesmo em posse de indícios que podem lhe levar aos criminosos. Já o Ministério Público tem movido ações contra essas pessoas – sim, contra as vítimas – baseado em mentiras e calúnias que circulam na internet.

Vejamos alguns exemplos recentes. Em Feira de Santana (BA), a Câmara de Vereadores moveria uma moção de repúdio a mim baseada numa mentira ridícula que circula nas redes sociais (que eu apresentei um projeto para “mudar trechos da Bíblia”).

Uma promotora do MP pediu que eu fosse investigado por um boato de internet sobre “tráfico de influência” para que um filme recebesse fundos da Lei Rouanet (e a informação é tão falsa que não só não houve tráfico de influência como a verdade é que os produtores do filme, que não têm qualquer vínculo comigo, sequer solicitaram – e portanto também não receberam – dinheiro da Lei Rouanet.

Também podemos citar o caso da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que sorriu quando um deputado estadual insultou violentamente a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) por conta de uma calúnia contra ela divulgada na internet (um suposto post no Facebook que ela nunca fez).

Outro exemplo aconteceu recentemente, quando uma enquete (ainda que infeliz) realizada pelo programa de Fátima Bernardes na Rede Globo deu lugar a um uso político vergonhoso e contaminado de mentiras: um deputado federal usou as redes sociais para relacionar a enquete à queda do helicóptero da PM na Cidade de Deus e usou essa falsa relação para atacar a apresentadora do programa.

Na Câmara Federal, a desfaçatez com que deputados e deputadas que perpetraram o golpe contra nossa democracia se revezam na tribuna para reproduzir mentiras e calúnias que circulam na internet é assustadora.

O caminho do próprio impeachment da presidenta Dilma foi pavimentado com a “pós-verdade” – e, nesse caso, com a ajuda dos jornais, revistas e telejornais. O MBL e o Revoltados Online – grupelhos proto-fascistas instrumentalizados por partidos de direita como PSDB, DEM, PMDB e Solidariedade – trabalham apenas com a “pós-verdade”.

Nos EUA, o próprio FBI deu subsídio para a rede de mentiras contra Hillary Clinton, para, no final da campanha, quando a “pós-verdade” já havia feito o estrago, negar as insinuações feitas.

Ou seja, as instituições democráticas que poderiam e deveriam deter essa arma letal nada fizeram porque, uma vez compostas de pessoas, estão elas mesmas repletas de preconceituosos, ignorantes, fanáticos e criminosos que se tornaram militantes da “pós-verdade”. A notícia de que o Facebook vai reagir a tudo isso é bem-vinda e traz alguma esperança a esses tempos sombrios.

Jean Wyllys é deputado federal

Via DCM; publicado originalmente na Carta Capital.

PDT apoia candidatura do PT para prefeitura de Lauro de Freitas

Domingos Matos, 25/07/2016 | 11:39
Editado em 26/07/2016 | 10:46

O PDT decidiu apoiar a pré-candidatura da deputada federal Moema Gramacho (PT) à prefeitura de Lauro de Freitas no pleito de outubro. O anúncio foi feito neste sábado (23) pelo então pré-candidato do partido, Mauro Cardim.

"Abri mão da minha condição de pré-candidato do meu partido (PDT) depois de ouvir o clamor das ruas pedindo a volta de Moema para reconstruir a nossa querida Lauro de Freitas. É exatamente por este compromisso de reconstruir uma cidade que foi destruída por uma administração inconsequente e incompetente, distante do povo, que o PDT chega para unir forças e ajudar a resolver os problemas da cidade e dignifique a nossa gente", declarou Cardim.

O partido agora passa a integrar a oposição ao atual prefeito, Márcio Paiva (PP), junto ao PSL, PTB, PRTB, PTdoB, PMN, PSD e PTC. "Há uma grande expectativa do grupo de oposição pela adesão de outros partidos até a realização das convenções partidárias que homologarão as candidaturas", comentou Moema. Na ocasião, O PDT entregou à pré-candidata um documento com sugestões de ações para serem anexadas ao seu programa de governo.

PDT apoia candidatura do PT para prefeitura de Lauro de Freitas

Domingos Matos, 25/07/2016 | 11:39

O PDT decidiu apoiar a pré-candidatura da deputada federal Moema Gramacho (PT) à prefeitura de Lauro de Freitas no pleito de outubro. O anúncio foi feito neste sábado (23) pelo então pré-candidato do partido, Mauro Cardim.

"Abri mão da minha condição de pré-candidato do meu partido (PDT) depois de ouvir o clamor das ruas pedindo a volta de Moema para reconstruir a nossa querida Lauro de Freitas. É exatamente por este compromisso de reconstruir uma cidade que foi destruída por uma administração inconsequente e incompetente, distante do povo, que o PDT chega para unir forças e ajudar a resolver os problemas da cidade e dignifique a nossa gente", declarou Cardim.

O partido agora passa a integrar a oposição ao atual prefeito, Márcio Paiva (PP), junto ao PSL, PTB, PRTB, PTdoB, PMN, PSD e PTC. "Há uma grande expectativa do grupo de oposição pela adesão de outros partidos até a realização das convenções partidárias que homologarão as candidaturas", comentou Moema. Na ocasião, O PDT entregou à pré-candidata um documento com sugestões de ações para serem anexadas ao seu programa de governo.

Pastoral Rural debate vários projetos na Serin

Domingos Matos, 19/05/2016 | 15:20

O secretário de Relações Institucionais do Estado, Josias Gomes, recebeu em audiência a deputada estadual Fátima Nunes, o coordenador estadual do movimento social Pastoral Rural, José Carlos Dias, Romário Matos e Marta Araújo, da equipe de coordenação da Pastoral.

Na reunião na Serin foram debatidos vários projetos em parceria com o governo do Estado. “Discutimos projetos de aguadas, habitação, crédito para incentivo à produção agrícola, além da implantação de sistemas de abastecimento de água e agroindústrias nos assentamentos rurais”, informa José Dias, coordenador da Pastoral Rural.

Acabou o amor entre a deputada Ângela e Roberto José

Domingos Matos, 04/04/2016 | 13:29

A deputada estadual Ângela Sousa (PSD) está profundamente ressentida com o ex-presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Roberto José, pré-candidato a prefeito de Itabuna. O motivo da bronca foi a migração de Roberto do PSD para o PR, onde ele diz ter garantias de que poderá disputar a sucessão municipal.

Enquanto acompanhava a visita do governador Rui Costa (PT) às obras da barragem do Rio Colônia, Ângela se aproximou de um grupo de colaboradores do prefeito Claudevane Leite (PRB) e destilou toda sua mágoa. Por diversas vezes, e a um volume que foi captado por várias pessoas presentes, a deputada chamou o ex-correligionário de “mau caráter”.

Ângela disse que Roberto firmara compromisso de permanecer no PSD e reclamou de que ele teria abandonado o partido sem lhe dar satisfações. Para a deputada, o ex-presidente da Ficc não poderia ter condicionado sua permanência à garantia da candidatura a prefeito.

O PIMENTA entrou em contato com Roberto José, que disse ter deixado o PSD porque “o partido estava vendido”. Indignado com o adjetivo usado pela deputada para desclassificá-lo, ele rebateu, chamando Ângela de “desequilibrada”.

Leia tudo no Pimenta. Sobre o desembarque de RJ, leia aqui.

P.S. do Trombone: A reação do ex-diretor da FICC, relatada acima, mostra o que todos já sabem: a bronca de Ângela Sousa é o menor dos problemas enfrentados por RJ nesse momento pós-desembarque do governo.

Cenário municipal inalterado

Domingos Matos, 04/04/2016 | 10:13

Por Raul Monteiro

Com o encerramento do prazo de filiações para quem vai concorrer em outubro próximo, o cenário municipal ficou mais claro, indicando poucas mudanças significativas no campo do prefeito ACM Neto (DEM), à exceção da filiação do secretário municipal de Urbanismo, Sylvio Pinheiro, ao PSDB, e das oposições, embora tenha crescido nos últimos dias a expectativa de que as forças oposicionistas poderão se articular com mais uma outra candidatura à sucessão. O nome que passou a ser discutido vem do PCdoB e poderia, eventualmente, substituir o da deputada federal Alice Portugal, colocada como pré-candidata comunista até o momento.

Trata-se da ex-vereadora Olívia Santana, que concorreu a vice na chapa do candidato petista em 2012, Nelson Pelegrino. Participando do jogo com Sargento Isidório, do PROS, Olívia pode se constituir no segundo pólo em torno do qual as oposições a Neto poderão se estruturar para enfrentá-lo, uma vez que o PT, partido do governador Rui Costa, vem dando mostras de que dificilmente vai poder concorrer com nome próprio às eleições majoritárias. A última esperança para o petismo participar da sucessão com algum nível de competividade extinguiu-se na semana passada.

Foi quando o senador Walter Pinheiro anunciou sua desfiliação da agremiação, depois de mais de 30 anos de militância ininterrupta, dirigindo críticas fortes ao governo da presidente Dilma Rousseff. Apesar das hesitação com que se comportou desde o princípio em relação a concorrer, Pinheiro chegou a ser pensado como a melhor alternativa para o PT não ficar fora do jogo em Salvador, admitindo, inclusive, pessoalmente, a idéia da candidatura em algumas conversas demoradas havidas com os articuladores do governo e o próprio governador Rui Costa.

O ingresso de Sylvio Pinheiro no PSDB o coloca efetivamente como uma alternativa mais forte para a escolha da vice de ACM Neto em meio ao grande contingente de pré-candidatos para o posto que aparecem no espectro governista. E obedece à avaliação de que, por causa do tempo de televisão de que dispõe, o partido tucano, junto com o PMDB, é o que mais agrega pontos numa composição para a sucessão com o DEM do prefeito, matéria em que as duas agremiações se sobressaem em relação, por exemplo, a concorrentes como o PPS e o PV, donos de espaços no horário eleitoral infinitamente menores.

No mais, nada foi alterado substancialmente no entorno de Neto com relação a suas opções para vice, cargo para o qual continuam em aberta postulação tanto Pinheiro, protagonista do lance mais ousado na área municipal neste cenário pré-eleitoral, quanto Luis Carrera, do PV, Bruno Reis e Fábio Mota, do PMDB, e Guilherme Bellintani, do PPS. No âmbito do petismo, partido que tem o controle do governo estadual e poderia ter outro interesse e desempenho nestas eleições na capital não estivesse sob tamanho desgaste e não visse Pinheiro escapar-lhe das fileiras, uma reunião esta semana deve aprofundar o que fazer.

(Artigo publicado originalmente no jornal Tribuna da Bahia)

Raul Monteiro é editor do site Política Livre

Como nuvem: Roberto José sai do PSD e aparece no PR

Domingos Matos, 30/03/2016 | 15:34
Editado em 30/03/2016 | 15:39

Uma das citações mais batidas nos meios políticos diz que "política é como nuvem: você olha, tem uma forma; piscou, já mudou". Parece que, nesse outono itabunense - outono da política em geral -, com ventos mais intensos, essa máxima ganha contornos mais nítidos. Um exemplo disso quem faz questão de nos dar é o prefeiturável e (ainda!) diretor da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), Roberto José.

Recém-eleito presidente do Partido Social Democrático (PSD), naturalmente como um gesto da confiança que o presidente estadual da sigla, senador Otto Alencar, deposita(va) no jovem político, eis que, como uma nuvem de outono, RJ anuncia - por meio de fiel escudeiro, em grupos de whatsapp - que deixa a legenda (a notícia fora dada pelo site Plantão Itabuna, porém, sem confirmações) e já está pousando em novo ninho, o Partido da República (PR).

Além de Otto, o PSD tem como uma liderança forte na região a deputada estadual Ângela Sousa, espécie de orientadora de RJ. (Logo ela, tão citada na mídia regional como uma nuvem política ambulante...)

O fato é que Otto e Ângela não mais terão que ouvir as citações teóricas do professor Roberto José para justificar sua escolha, nem esse terá que cumprir o que estava dito - e talvez não escrito - no ato de sua condução à presidência local do PSD - que o partido seguiria a indicação do governo do estado em Itabuna.

Tempos estranhos, em que "o futuro" repete o passado e nem as nuvens aparecem no céu de outono para testemunhar o que delas se diz aqui embaixo: a inconstância é sua maior constante. Ou, o debute político do jovem citador de filosofadas veio num outono-quase-inverno, mesmo que um sol desregulado teime em dizer que estamos numa primavera-verão dos novos tempos.

Nada novo debaixo do sol. Mais do mesmo na velha política.

A deputada e os dois lados da moeda

Domingos Matos, 16/11/2015 | 10:57

Bahia Online

Horas depois de subir no palanque do governador Rui Costa que esteve na cidade para anunciar o início das obras do Hospital Regional do Cacau e aproveitou para mostrar toda a sua indignação com o comportamento dos partidos que lhe fazem oposição na Assembléia Legislativa, a deputada Ângela Sousa não se fez de rogada.

Sentou-se ao lado de alguns dos que foram alvo dos ataques de Rui Costa e os definiu como aliados de primeira ordem para a sucessão municipal, ano que vem. Como se diria no jargão político, Ângela almoçou com Rui e jantou com Pedro Tavares.

Com Rui, lhe interessa os cargos. Com Pedro, os destinos do Palácio Paranaguá.

O sonho da deputada é conquistar a Prefeitura de Ilhéus.

De preferência, derrotando Jabes Ribeiro.

Mas o seu presente, o que lhe garante musculatura no mandato de deputada, é ter cargos para distribuir entre aliados e realizar o velho jogo do toma-la-dá-cá. Isso quem lhe dá é o governador, que é do PT. A deputada é a política que mais tem cargos estaduais na cidade.

Ao sentar-se com Pedro Tavares, um deputado de oposição ácida ao governo que ela apoia, e enxergar nele um interlocutor que tenta consolidar uma aliança envolvendo o PSC, PSD, PSB, PTB, PMDB, DEM, PSB, PSDB, PPL, PSDC, PTC, PRTB, PTdoB e PEN (curiosamente deixando de fora o PT de Rui), a deputada acende o sinal de alerta no Palácio de Ondina.

Na política é preciso ter um lado. Sob o risco de ficar do lado de fora dela.

Fisiculturismo eleitoral

Domingos Matos, 13/01/2012 | 00:15
Editado em 13/01/2012 | 00:54

Qual a relação entre o revolucionário método de emagrecimento propagado pelo médico argentino Maximo Ravena (ao gúgou, gordinhos!) e as eleições municipais de 2012? Justamente a busca por um shape caprichado, por dezenas de pré-candidatos a prefeito, para aguentar o pique das caminhadas nessa Bahia cheia de montes, altos e ladeiras sem fim.

Só de memória: Davidson Magalhães, Ângela Souza, Alice Portugal, Juçara Feitosa. Sem esquecer de Ioná Queiroz, que virou candidata-musa. Eis alguns nomes que estão na expectativa de homologação, mas que já providenciaram o descarte de uns bons quilinhos extras. Claro que tem quem não alcançou lá grandes resultados na luta contra a balança, mas está firme na disputa pela indicação da candidatura.

Outros há que não têm grandes expectativas de concorrer ao Executivo em suas respectivas cidades, mas conseguiram eliminar pelo menos uns bons 20 quilos em dois meses. Caso de Davidson Magalhães e Ângela Souza. Davidson, por exemplo, tá fininho, mas Wenceslau não parece disposto a abrir brecha, por mínima que seja, para o camarada em Itabuna. A deputada Ângela Souza também não está lá muito católica quanto à sua candidatura em Ilhéus.

Em todo caso, nobre (e)leitor, quando você ouvir um político dizer que está se preparando para as eleições desse ano, dê uma discreta olhadela em suas medidas. Ele pode ser mais um da legião de ex-gordos angariada pelo mago antiadiposidade Maximo Ravena. O homem aportou em Salvador e fez a cabeça de inúmeros políticos.

A cabeça e os corpitchos sarados, diga-se.

PSB e PSD tentam formar aliança para disputar eleição em Ilhéus

Domingos Matos, 05/01/2012 | 18:45
Editado em 05/01/2012 | 18:46

Os pré-candidatos a prefeito de Ilhéus, Adalberto Galvão (PSB) e Mário Alexandre (PSD), a senadora Lídice da Mata e a deputada Ângela Sousa estiveram reunidos nesta quinta-feira (5), em Salvador, para debater o que consideram "diferenças e convergências" entre os dois partidos visando a eleição deste ano no município. A idéia, segundo o Jornal Bahia Online, era manter o encontro no mais absoluto sigilo.

O PSB e o PSD não confirmam, mas não estão se sentindo muito confortáveis nem satisfeitas com a condução da plenária unificada criada em Ilhéus e que reúne 12 partidos políticos que buscam único nome para lançar candidato à sucessão do prefeito Newton Lima.

Semana passada, o pré-candidato a prefeito, Adalberto Galvão (PSB), disse em entrevista que a plenária se equivoca ao convidá-lo para os encontros, esquecendo que a sua candidatura parte da iniciativa do PSB local, que teria ficado de fora dos debates.

O temor de Newton Lima

Domingos Matos, 28/11/2011 | 07:38
Editado em 28/11/2011 | 07:44

O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, vive num estado de temor permanente: ao se afastar do cargo para se submeter a intervenção cirúrgica, quem assume imediatamente o seu lugar por alguns meses é justamente o seu arquiinimigo (e agora adversário político), o vice-prefeito Mário Alexandre, do PSD.

E tem razão para isso: como se sabe, recentemente, ao se afastar por algumas semanas do cargo por problemas de saúde, Mário Alexandre e o PSB, segundo garantia de Newton Lima, tentaram aplicar um golpe no governo. E agora, ele retorna aos holofotes, com Ilhéus comandada pelo PT.

O temor de Newton Lima é Mário Alexandre desmantelar o governo, promovendo demissões e nomeando pessoas ligadas ao seu grupo político e de sua mãe, a deputada Ângela Sousa.

Trombonada: é por essas e outras que alguns secretariáveis ilheenses, ao serem sondados pelo prefeito para a possibilidade de virem a assumir alguma pasta no governo, respondem ao convite com um pedido estranho: “prefeito, não me leve a mal. Mas só te mostro meu currículo se o senhor mostrar o resultado de seu último check-up”.

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