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Polícia investiga divulgação de fotomontagens com advogada Thatiana Poncino

Ministério Público também investiga o caso

Domingos Matos, 08/10/2019 | 15:51
Editado em 08/10/2019 | 16:28

A Polícia Civil instaurou um inquérito para tentar identificar os responsáveis por espalhar em páginas da internet e nas redes sociais fotomontagens com conteúdo de nudez atribuídas a uma advogada de Itabuna. O Ministério Público (MP) também investiga o caso.

Thatiana Poncino do Nascimento registrou um boletim de ocorrência na quarta-feira (2), embora afirme ser a segunda vez que sofra ataque cibernético. Ela conta já ter sido alvo do mesmo tipo de ação entre 2015 e 2016, época em que não procurou as autoridades por não acreditar que os possíveis criminosos pudessem ser descobertos e punidos.

"Na primeira vez, não tinha esperança de encontrar o responsável. Não tinha a investigação que se tem hoje. Eu também teria que reviver a situação. Mesmo não sendo eu, me senti como sendo aquela pessoa. Era vergonhoso pra mim", desabafou em entrevista ao programa "Encontro com Fátima Bernardes", na manhã de segunda-feira (6).

A advogada divulgou um texto no qual descreve como "constrangedora" a situação por que vem passando. "Situação que entristece, que machuca e que me faz refletir diariamente sobre a maldade humana! Mais uma vez estão circulando na internet fotos de mulheres anônimas nuas juntamente com fotos das minhas redes sociais", escreveu.

Ela explica que as imagens são as mesmas disseminadas anteriormente, e foram adulteradas a partir de fotos retiradas de seu perfil no aplicativo. "O responsável pela montagem cortou a cabeça de mulheres despidas e as enviou juntamente com fotos minhas aqui do Instagram, no intuito de induzir aqueles que as recebem a acreditar que sou eu nas imagens de nudez. Não, não sou eu nessas fotos! Nunca fotografei sem roupa, não pretendo e não vejo problema nenhum em quem gosta desses registros, só não é o meu caso. Eu convido você leitor, por um minuto, a se colocar em meu lugar, a se imaginar sendo vítima dessa conduta criminosa", afirma ela no texto.

A assessoria da Polícia Civil informou que a Deam (Delegacia Especial de Atendimento à Mulher) de Teixeira de Freitas instaurou um inquérito para apurar a denúncia de difamação por meios eletrônicos via redes sociais. "Após o registro, realizado na quarta-feira (2), a delegada Kátia Cielber Garcia já ouviu a vítima e recolheu arquivos digitais para serem analisados e complementarem as investigações, que tem o apoio do Grupo Especializado de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos (GME)", diz no comunicado.

O MP baiano, por sua vez, afirma que os fatos comunicados e documentos apresentados pela advogada Thatiana Poncino estão sendo analisados pelo Nucciber r (Núcleo de Crimes Cibernéticos) do órgão. As investigações, contudo, correm sob sigilo. "Segundo o promotor de Justiça Moacir Silva do Nascimento Júnior, coordenador do Núcleo de Crimes Cibernéticos (Nucciber) do Ministério Público do Estado da Bahia, estão sendo analisados os fatos comunicados e os documentos apresentados à Promotoria de Teixeira de Freitas pela advogada Thatiana Poncino no último dia 26 de setembro. Ele explicou que, nesse tipo de crime, as investigações correm em sigilo para não prejudicar o resultado das diligências e não causar outros danos às vítimas", afirma.

A Comissão da Mulher da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Itabuna - onde Thatiana atua na área criminal - emitiu nota em que diz repudiar a veiculação de conteúdo criminoso.

Leia AQUI a nota da OAB na íntegra.

Com informações do Universa.

Quase 2 mil pés de maconha são descobertos pela polícia  

Domingos Matos, 18/07/2019 | 15:30

Uma plantação de maconha com 1.900 pés foi descoberta por equipes da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Juazeiro. O flagrante aconteceu, na terça-feira (16), após ações de inteligência.

O cultivo ilegal foi encontrado no povoado de Sangradouro, na cidade de Sobradinho. Thiago Santos Silva, identificado como dono da plantação foi capturado e confessou o crime. Os pés de maconha foram arrancados e incinerados. Um simulacro de arma de fogo foi apreendido com o criminoso.

"Mais uma importante ação da polícia baiana no combate ao tráfico de drogas. O trabalho continuará de forma incessante em todo o estado", garantiu o delegado-geral da Polícia Civil, Bernardino Brito.

Índice de infestação por Aedes aegypti em Itabuna é de 23%

Domingos Matos, 17/04/2017 | 18:04

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) divulgou o resultado do segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa 2017), realizado nos dias 10,11, 12  e 13 deste mês em Itabuna. O resultado apontou 23,3% dos domicílios com infestação pelo mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus - 0.8 ponto percentual a menos que o último, (24,1%) realizado em fevereiro.

A secretária de Saúde, Lísias São Mateus, disse que essa queda no índice de infestação ainda não é o ideal e pede que a comunidade continue vigilante em relação aos cuidados que se deve ter em casa, para evitar água parada, bem como tanques e reservatórios descobertos. O coordenador de Combate às Endemias, Roberto Góes, diz que o índice de infestação aceito pelo MS é de 1%, por isso reforça o apelo da secretária.

O coordenador informou que durante o trabalho de rotina e no levantamento do índice de infestação, as equipes de Endemias confirmam que os maiores índices de focos do mosquito são encontrados em recipientes que acumulam água para consumo, dentro de casa, a exemplo de baldes e bacias, além de reservatórios sem a devida proteção.Roberto Góes convoca as famílias em todos os bairros de Itabuna, para a luta contra o mosquito Aedes aegypti.

Ele ressalta mais uma vez a importância da participação da comunidade na luta constante e diária para a descoberta e eliminação de criadouros de larvas em casa, no quintal, nas praças e ruas, lembrando que o mosquito se desenvolve e se torna adulto a partir de uma simples larva que parece inofensiva. “Só que de inofensiva ela não tem nada, ao contrário, tem sido o maior inimigo do ser humano”, afirmou.

Os dados do LIRAa foram coletados através de um trabalho feito por amostragem, seguindo às determinações do Ministério da Saúde, que é feito em todos os bairros de municípios com mais de 100 mil habitantes.

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