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E Jucá, quem diria, derrubou o governo interino...

Domingos Matos, 23/05/2016 | 11:08

Diálogo edificante, do prócer do governo interino de Michel Temer, Romero Jucá, devidamente esmiuçado por Paulo Henrique Amorim em seu Conversa Afiada. Precisa de mais o quê, coxinhas, para ir pras ruas contra essa ameaça à Santa Inquisição de Curitiba?

Acompanhe PHA:

Na reportagem de Rubens Valente que derrubou o Governo interino:

Machado (presidente da Braspetro) - Tem que ter uma paz, um ...

Jucá (que trabalha no Palácio, ao lado do Geddel ("vai às compras", segundo ACM), Eliseu "Quadrilha" (segundo ACM) e o gatinho angorá (que, segundo FHC, segundo ACM, não pode ficar perto de um cofre) - Eu acho que tem que ter um pacto.

("Pacto" é o mesmo que "não pode haver caça às bruxas", o acordo que o Padim Pade Cerra e o Temer firmaram, no Estadão, antes do Golpe, para fechar a Lava Jato só com os petistas lá dentro.)

- Machado - Um caminho é buscar alguém que tem (sic) ligação com o Teori (Zavascki), mas parece que não tem ninguém.

- Jucá - Não tem. É um cara fechado, foi ela (Dilma) que botou, um cara...

Burocrata da...

(Pergunta: "burocrata da"...

"Da" o quê?

Qual será a sequencia dessa reação do Jucá, da frase interrompida?

"Da"...

O que será, amigo navegante ?)

Em tempo: a reportagem completa está AQUI

Sem Terras na Bahia: diálogo do governo irrita nostálgicos do autoritarismo

Domingos Matos, 18/04/2011 | 08:34
Editado em 18/04/2011 | 10:02

Josias Gomes

Josias GomesParte da chamada Grande Imprensa parece considerar que o tratamento a ser dispensado aos movimentos sociais tenha que continuar sendo o da repressão. Neste sentido, pouca diferença há entre esses setores da imprensa e os mais empedernidos defensores do autoritarismo no tratamento a ser dado às reivindicações populares.

Trabalhadores do Movimento Sem Terra, acampados na Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária da Bahia estão sendo atendidos pelo governo baiano em suas necessidades mínimas de alimentação e higiene. Bastou isso para que esse setor da Imprensa investisse contra o governo Jacques Wagner, em ataques furibundos.

Primeiro deixar claro o meu apoio à resolução do governo da Bahia, que, mais uma vez, resolveu amparar com medidas humanitárias o Movimento Sem Terras. Por mais que persista certa nostalgia dos tempos da repressão pura e simples aos movimentos de trabalhadores, o Brasil consolidou o regime democrático, sem retrocessos possíveis.

Por conta dessa democracia reinante, e que tanto incomoda antigas elites dominantes, é que o governo Jacques Wagner procura dialogar, de forma sincera, com o Movimento Sem Terras, e qualquer outro que represente setores populares. O que implica, conforme o caso em pauta, a fornecer as mínimas condições para que os trabalhadores mantenham-se fisicamente íntegros, assim como os prédios e equipamentos públicos.

É preciso recomendar, aos insatisfeitos, que procurem reciclar idéias e conceitos sobre como deve se comportar o poder público frente à sociedade civil: não há mais espaço para reações radicais e ideológicas contra os movimentos sociais.

Josias Gomes é deputado federal (PT-BA)

Campinho dos Canecos foi "salvo pelo diálogo"

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 07/05/2010 | 13:33
Após a intervenção da Câmara Municipal, provocada por uma preocupação da comunidade, está sendo encaminhada uma solução negociada para o risco de extinção do "campinho dos Canecos", como é conhecida a praça esportiva que serve ao futebol amador de Itabuna há mais de 35 anos, no bairro Vila das Dores (Canecos). Uma sessão especial, na tarde de quarta-feira (5), marcou o fim da apreensão dos moradores em relação ao campinho.

Manoel Chaves Neto, representando o Grupo Chaves, que pretende construir um condomínio em uma área que engloba o campo amador, garantiu que o empreendimento não significará o fim doi equipamento. "Pelo contrário, esse empreendimento será um grande benefício para aquela comunidade", explicou Chaves.

Ele afirmou que não há interesse em extinguir o campo. "Vamos relocá-lo, de forma que continue atendendo aos moradores daquela região, como vem fazendo há mais de 35 anos, e também possamos implementar nosso empreendimento, o que será também muito bom para aquela comunidade".

campo

De acordo com o empresário, um compromisso do grupo que ele representa, é integrar a comunidade da Vila das Dores na construção do condomínio. "A filosofia do Grupo Chaves é de somar, nunca dividir ou subtrair. A própria comunidade será beneficiada diretamente, com a geração desses empregos e com a própria valorização de seus imóveis, pela proximidade com o nosso empreendimento".

Solução negociada

O vereador Roberto de Souza, que assumiu o papel de intermediador da solução para o impasse que se criou entre a manutenção do equipamento e a necessidade de ocupação do terreno pelo seu proprietário, afirmou que essa foi a melhor solução. "Não podemos querer barrar os investimentos, mas não podíamos aceitar que a comunidade fosse prejudicada. Fico feliz que essa solução tenha vindo dessa forma, pacífica".

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