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Mãe acusada de matar, esquartejar e enterrar o filho recém-nascido em Itabuna é presa novamente

Domingos Matos, 31/08/2018 | 16:10
Editado em 01/09/2018 | 14:22

O promotor titular da Vara do Júri de Itabuna recorreu da decisão da audiência de custódia e a suspeita de matar e esquartejar o próprio filho recém-nascido voltou para a prisão, três dias após ganhar liberdade.

Rosemare de Oliveira, de 39 anos, foi solta na segunda-feira (27) e foi presa, novamente, na quinta (30), após a Justiça decretar a prisão preventiva dela. A mulher já foi encaminhada para o Conjunto Penal de Itabuna.

A acusada foi submetida a exame de sanidade mental na última quarta-feira (29). A previsão é de que o resultado saia num prazo de 10 dias. Se ficar comprovado que a suspeita sofre de transtornos mentais, ela será levada para um hospital de custódia, em Salvador. Caso contrário, vai continuar respondendo pelo crime de infanticídio, mas permanecerá presa numa cela comum.

O caso

Rosemare de Oliveira foi presa no último sábado (25), logo após o sumiço do bebê, de apenas um mês. A criança foi esquartejada e queimada, antes de ser enterrada num matagal nas imediações da Volta da Cobra, próximo ao Hospital de Base.

Na delegacia, a Rosemare confessou tudo, mas negou que matou o filho. Segundo ela, quando fez isso, a criança já estava morta. A suspeita relatou que o recém-nascido começou a passar mal e, a caminho do hospital, teria morrido.

Ainda de acordo com Rosemare, ela teria ficado com medo da reação da família e resolveu enterrar o corpo.

 

 

Já está em liberdade mãe que esquartejou e enterrou bebê em Itabuna

Rosemare de Oliveira, presa no último final de semana, após confessar o crime, será submetida a um exame de sanidade mental

Domingos Matos, 28/08/2018 | 16:23
Editado em 31/08/2018 | 16:01

Rosemare de Oliveira, de 39 anos, acusada de enterrar o próprio filho de apenas um mês de idade, foi solta após uma audiência de custódia, realizada ontem (27), na Vara do Júri, em Itabuna.

A mulher foi presa no último sábado (25), logo após o sumiço do bebê. A criança foi esquartejada e queimada, antes de ser enterrada num matagal nas imediações da Volta da Cobra. Rosemare confessou tudo, mas garantiu que, quando fez isso, o filho já estava morto.

Segundo ela, o bebê começou a passar mal e, a caminho do hospital, ele teria morrido. A acusada contou que, com medo da reação da família, resolveu enterrar o corpo.

O caso repercutiu em todo o estado. A Justiça decidiu que Rosemare deverá ser submetida a exames de sanidade mental. Se a doença for comprovada, ela será levada para um hospital de custódia, em Salvador. Caso contrário, vai continuar respondendo pelo crime de infanticídio, mas ficará presa numa cela comum.

Servidores apreensivos com o rápido sepultamento da Ceplac

Domingos Matos, 11/05/2016 | 23:15
Editado em 11/05/2016 | 23:24

Não demorou sequer um mês após a posse de fato do diretor-geral da Ceplac Sérgio Murilo - depois de superado o drama do rebaixamento do órgão - para que começassem a ser cavadas as covas onde o novo gestor parece querer enterrar o órgão que administra.

Logo ele que, na posse de direito em dezembro, bradou que não aceitaria a patranha engendrada contra a velha senhora da cacauicultura brasielira nos gabinetes do Ministério da Agricultura. "Não serei o coveiro da Ceplac!", discursou, perante uma plateia cheia de esperança.

Pois bem. Nem um mês se passou desde que a Ceplac livoru-se de coveiros outros, e eis que Murilo já mostra que aprendeu a manusear a enxada em sua vida de agrônomo.

A primeira vítima foi a área administrativa.

Primeiro, rebaixou a Divisão de Administração e Finanças a um mero serviço de Administração e Finanças. Um departamento. E elevou o serviço de Gestão de Pessoas a Divisão de Gestão de Pessoas. E, com essa mágica, tornou-se a Ceplac, talvez, uma das poucas empresas do mundo em que a Administração se subordina ao RH. 

Mais: nomeou para o serviço de Administração um doutor em zootecnia. Um desperdício. O doutor zootecnista seria melhor aproveitado, por exemplo, na Granja, um setor que padece de um especialista em seu comando. Em vez disso, vai cuidar de trocas de lâmpadas, abastecimento de água mineral e cafezinho, combustível e pneus da frota...

A Ceplac possui dezenas de administradores em seu quadro. Mas o coveiro diretor não deixaria de prestigiar um sócio do clubinho Cenex-Cepec, que sempre dominou o órgão.

Por falar em Cenex...

É a menina dos olhos do coveiro diretor Sérgio Murilo. É de lá sua origem; foi lá onde se fez candidato a diretor. O que ele fez com o Cenex (Centro de Extensão)? Enterrou.

Virou um serviço apensado ao Cepec (Centro de Pesquisas).

Aí é onde entra o temor dos servidores. Se ele fez isso com a menina dos seus olhos, imagine o que fará com os outros setrores, normalmente tidos como de segunda categoria pelos sócios do clubinho?

Em tempo: em relação ao monstrengo que criou no setor de administração, já corre uma piada nos corredores: ele não matou a Ceplac, mas criou um belo frankenstein...

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