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Contatos de mais de 400 milhões de contas do Facebook são expostos

Domingos Matos, 05/09/2019 | 16:36

Os números de telefone ligados a mais de 400 milhões de contas do Facebook que tinha sido armazenados de forma irregular foram expostos online. Esta é a mais recente violação da proteção de dados do grupo norte-americano, revelou o site TechCrunch.

Um servidor vulnerável armazenou 419 milhões de registos de utilizadores da maior rede social do mundo em vários bancos de dados, incluindo 133 milhões de contas nos Estados Unidos, mais de 50 milhões no Vietnam e 18 milhões na Grã-Bretanha, segundo o site norte-americano.

As bases de dados listaram as identidades dos utilizadores do Facebook - uma combinação única de números para cada conta -, bem como os números de telefone associados aos perfis, o sexo dos utilizadores de determinadas contas e a localização geográfica.

O servidor não estava protegido por qualquer senha, o que significava que qualquer pessoa poderia ter acesso aos bancos de dados. Segundo o site TechCrunch, a informação ficou online até o fim do dia de ontem (4).

O Facebook confirmou parcialmente as informações do TechCrunch, mas minimizou o incidente.

O grupo afirmou que muitos dos contatos eram cópias e que os dados eram antigos. "Este conjunto de dados foi removido e não vimos sinais de que as contas do Facebook tenham sido comprometidas", disse um porta-voz à agência France Presse.

Após o escândalo da Cambridge Analytica, em março de 2018, que revelou a utilização política de dados de milhões de utilizadores do Facebook sem o seu conhecimento, o grupo removeu a possibilidade de fazer buscas na plataforma por números de telefone.

No fim de agosto, o Facebook lançou testes para um novo recurso que permite aos utilizadores controlar os seus dados recuperados pela empresa americana fora da rede social.

Esse anúncio surgiu menos de uma semana depois de novas revelações sobre as práticas irregulares do Facebook, que reconheceu ter transcrito a audição de sons de alguns utilizadores, informação que negou durante muito tempo.

No fim de julho, o Facebook foi multado em 5 bilhões pela autoridade reguladora dos EUA para as comunicações, por não proteger os dados pessoais dos seus utilizadores. (Da Agência Brasil)
 

Reconhecimento Facial é destaque no primeiro semestre de 2019

Domingos Matos, 11/08/2019 | 10:31

O sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia foi destaque nacional e internacional no primeiro semestre de 2019. Nas cidades de Salvador e Feira de Santana a ferramenta tecnológica auxiliou na captura de 39 criminosos foragidos da Justiça ou descumprindo critérios de prisão domiciliar. Os balanços da tecnologia e das ocorrências policiais foram apresentados na manhã desta sexta-feira (9), pelo secretário Maurício Teles Barbosa, no Centro de Operações e Inteligência.

Os criminosos foram flagrados por câmeras espalhadas nas estações de Metrô, Rodoviária, Aeroporto Internacional de Salvador, além das utilizadas em grandes eventos como o Carnaval, Micareta de Feiras e Copa América. “Somos pioneiros e nos orgulhamos da Bahia ser referência no Brasil. Estados das regiões Sudeste e Sul estão montando os seus sistemas de reconhecimento facial espelhados no nosso”, comemorou o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, lembrando que até o início de agosto, a ferramenta alcançou a marca de 47 capturados.

Ele acrescentou ainda que uma nova licitação está em curso para aquisições de mais câmeras. “Vamos avançar na Região Metropolitana de Salvador e nas maiores cidades do interior da Bahia, mantendo sempre o protocolo de apuração durante cada abordagem. Importante ressaltar que não tivemos erros, na Bahia, e isso graças à tranquilidade e preparo dos nossos policiais”, enfatizou Barbosa.


Estatísticas

Outro destaque do primeiro semestre é a redução dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs – homicídio, latrocínio e lesão dolosa seguida de morte). Na Bahia, a diminuição ficou em 16%. Em números absolutos, 2.586 aconteceram em 2019, enquanto, no ano anterior, 3.079.

“Estamos nos superando. Fechamos 2018 com a maior redução dos últimos seis anos e sabíamos que este ano teríamos de ampliar o trabalho. Em números absolutos foram preservadas 493 vidas”, salientou o secretário. Os índices de CVLIs em Salvador (-17,4%), RMS (-19,4%) e Interior (-15,1) também foram expostos.

As quedas nos roubos a bancos (- 19 %) e de veículos (-18,2%) também foram pontuados, além da estabilização crimes em coletivos com 0,1% de acréscimo.

 

Câmara de Itabuna presta contas do primeiro trimestre de 2019

Domingos Matos, 23/04/2019 | 10:20

A Mesa Diretora da Câmara de Vereadores fará na tarde de quarta-feira (24), a prestação de contas do primeiro trimestre deste ano de 2019. A informação é do presidente Ricardo Xavier, acrescentando que a apresentação está prevista para às 16 horas, no plenário Raymundo Lima, logo após a realização da Sessão Ordinária.

“A prestação de contas, pautada na transparência e realizada num encontro aberto a todos os segmentos da sociedade, é mais um compromisso assumido pelos integrantes da Mesa”, garantiu Ricardo Xavier.

Além dele, integram Charliane Sousa, na vice-presidência; Chico Reis, segundo vice-presidente; Manoel Júnior, primeiro-secretário; Enderson Guinho, segundo-secretário, e Babá Cearense, terceiro-secretário. A Câmara de Itabuna tem vinte e um vereadores que convidam a comunidade e a Imprensa local. Os membros da Câmara consideram fundamental a participação da sociedade nesse processo; todo cidadão itabunense pode e deve participar do encontro, exercendo a sua cidadania.

Durante a reunião, serão apresentados dados em relação à execução financeira e orçamentária e as licitações realizadas pela Câmara de Itabuna, nos últimos três meses. Esses dados serão expostos pelo Analista de Controle Interno, Gefiton Tavares Neto; a Analista Técnica em Licitações, Uânia Andrade da Silva e pela Analista Técnica em Finanças, Laura Sanjuan Ganem, funcionários efetivos da Casa.

Profissionais do Conjunto Penal realizam ação social no Albergue Bezerra de Menezes

Domingos Matos, 11/02/2019 | 13:55

Diversos profissionais que trabalham no Conjunto Penal de Itabuna participaram, na terça-feira (5), de uma ação social no Albergue Bezerra de Menezes. Foram realizados atendimentos de saúde, odontológicos e de enfermagem, salão de beleza, sessões de atividade física entre outros. O setor de alimentação e nutrição forneceu lanches saudáveis, com frutas e sucos naturais, e um bolo, para celebrar o dia.

A ação marcou a entrega dos produtos arrecadados na campanha de doação de fraldas geriátricas e leite em pó, durante a 6ª edição da Feira de Artesanato do CPI, realizada no mês de dezembro de 2018 no shopping Jequitibá. Na ocasião, quem adquirisse um artesanato confeccionado pelas internas do presídio, em vez de pagar em dinheiro, fazia a troca por fraldas geriátricas e leite em pó, que seriam doadas.

O projeto foi pensado como uma forma de retribuição à sociedade por pessoas que cometeram algum delito e que, mesmo pagando a pena pelo erro, caberia uma contrapartida social, de forma altruísta, por parte delas. Além da doação inicialmente prevista, as internas ainda confeccionaram artesanatos específicos para esse dia, que foram doados juntamente com lençóis e kits de higiene bucal.

Pelo lado da instituição, “essa é uma ação social que mostra que o CPI tem a missão da custódia daqueles homens e mulheres que ali cumprem suas penas, mas também não fecha os olhos para a realidade social do mundo exterior”, afirmou o diretor do CPI, capitão PM Adriano Valério Jácome da Silva.

As mulheres que laboraram autorizaram a doação a uma instituição filantrópica do município, abrindo mão dos produtos que eram seus, por direito – e, por extensão, de seus familiares, que também se sensibilizaram e autorizaram a doação (exceto algumas famílias, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e ficaram com o leite, autorizando apenas a doação das fraldas).

Os artesanatos expostos no Jequitibá foram resultado dos cursos profissionalizantes e atividades terapêuticas desenvolvidos no CPI, pelos quais as internas e internos evolvidos recebem o benefício da redução da pena em um dia para cada três dias de frequência, além de aprenderem uma profissão ou um meio de subsistência ao saírem da situação de cárcere em que se encontram.

 

Em mau estado de conservação, ponte que liga bairros de Itabuna preocupa moradores

Domingos Matos, 11/01/2019 | 12:01

A falta de estrutura e o mau estado de conservação da ponte Itamaracá, que liga o distrito de mesmo nome ao bairro Ferradas, em Itabuna, no sul da Bahia, preocupa moradores que precisam fazer a travessia no local.

O equipamento está sem proteção nas laterais e tem alguns buracos durante a extensão. Além disso, partes de ferros que fazem parte da estrutura da ponte estão expostos.

A ponte tem trânsito diário de pedestres e veículos, incluindo ônibus e caminhões de carga. Em alguns momentos, passageiros dos coletivos preferem descer do transporte, para não correr riscos na estrutura.

“Melhor descer do que causar um acidente, não é? Prefiro, porque a situação não está boa não. A situação tá feia. O motorista manda a gente descer, porque ele está correndo risco daqui e a gente também", pontuou a diarista Josefa Isaías.

Por meio de nota, a Prefeitura de Itabuna informou que a estrutura da ponte não oferece riscos e que não é preciso construir uma nova. Sobre os buracos e falta de proteção nas laterais, a prefeitura disse ainda que, a partir da próxima semana, uma equipe da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano fará manutenção e construção das laterais da ponte. (Com informações do G1)

DE RODAPÉS E DE ACHADOS

Domingos Matos, 31/10/2011 | 08:14
Editado em 31/10/2011 | 08:31

AdylsonQuando o tema se esgota em si mesmo, um rodapé pode definir tudo e ir um pouco além.  

Adylson Machado

                                                                              

Monstro sagrado

Inegável unanimidade, currículo invejável, muita história para contar. Lenda viva do cinema baiano, ícone da fotografia glauberiana (fez todos os filmes de Glauber) carrega 74 anos de vida e outros 54 de cinema.

Possui um acervo que supera 1.500 de peças e equipamentos que constituem um resgate da história do cinema e da televisão no Brasil, incrustada nos rincões baianos. Como a centenária Kodascope Model JB, da Eastman Kodak Co, uma das duas que vieram para o Brasil, de uma série especial de apenas 10, fabricadas em 1910. Até mesmo a Super 8 de Edgard Navarro, com a qual o irreverente autor de “O Superoutro” (1989) filmou o curta “O Rei do Cagaço”.

roque araujoDiretor, roteirista, fotógrafo, montador, trabalhou com o pioneiro Roberto Pires e grandes como Walter Lima Junior, Luis Carlos Barreto e Glauber Rocha. Um de seus últimos trabalhos de direção – No Tempo de Glauber – é registro que envolve particularidades como cenas inéditas de Idade da Terra e o discurso indignado de Glauber contra o autoritarismo e a política da época (pleno regime militar).

Parte de seu acervo esteve ali, no Paulo Souto, na UESC, no MUSA, exposto para uma comunidade que desconhece a importância do que tinha diante de si e do mito que atendia a todos como se os conhecesse na intimidade.

Poucos entenderam aquele homem simples, vocacionado para servir. Na alma o cinema; não só como arte mas como exercício da essência humana.

Muitos perderam de conhecer Roque Araújo.

Para conferir

O vídeo institucional abaixo, de certa forma, mexe com nossa autoestima. Cabe-nos a todos esperar para conferir o Maracanã que surge.

É assim que funciona...

O acusador afirma que não tem provas que vinculem o Ministro Orlando Silva a suas denúncias. O Supremo Tribunal Federal acatou pedido de abertura de inquérito da Procuradoria-Geral da República, do mesmo Roberto Gurgel que determinou o arquivamento de pedido de apuração contra Palocci. O Ministro cai.

A queda, portanto, não decorre das denúncias do policial que anda às voltas com desvio de recursos de programa do próprio Ministério. Como a PGR agiu contra Orlando teria suas próprias “provas”, distintas das que tinha contra Palocci.

Ou, talvez, entre o político e o jurídico (abertura de inquérito) o governo sentiu-se incomodado em manter um ministro sob investigação. Ainda que possa dar em nada.

Quando o buraco é mais embaixo

A expressão, um tanto chula, se afina com a realidade. Ainda que sem provas diretas, a Procuradoria-Geral da República pediu a abertura de procedimento investigativo junto ao Supremo contra o hoje ex-Ministro Orlando Silva.

Por sua vez o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, ainda que disponha de provas, não decidiu se indicia o general Enzo Peri, metido na bandalheira das fraudes que envolvem setores de engenharia do Exército e o DNIT, traduzidas, entre outras irregularidades, em “contratos com empresas de fachada controladas por militares” que geraram “um rombo de 15 milhões”, como atestado pelo Tribunal de Contas da União (CartaCapital, n. 666, de 5 de outubro/2011, “A farra da caserna”).

Como no dito acima...

Critérios pedindo revisão

A Controladoria-Geral da União denuncia a existência até de ONGs fantasmas. Estas figuras da sociedade, inspiração neoliberal, amparadas por lei para cumprirem desideratos atinentes ao Estado, ou seja, fazer o que cabe ao poder público, utilizando dinheiro público, tornaram-se feudos de novos “João Alves”, ainda que dispensando aquela sorte de ganhar em loteria “com ajuda de Deus”.

Para nos situarmos em meio a tais mistérios, bem que poderíamos levantar as muitas ONGs existentes em Itabuna e Ilhéus que recebam recursos do poder público.

Veremos que poucas estarão a salvo.

Da série “Mais uma do STF”

Não bastasse “desaprovar” lei legitimamente elaborada pelo órgão competente, o Poder Legislativo (que determinava a impressão do voto a partir da eleição de 1914), de invadir seara do Ministério da Fazenda (suspendendo a majoração de alíquotas do IPI para carros importados), o Supremo Tribunal Federal, contrariando a posição defendida pela Sub-Procuradoria-Geral da República, declarou constitucional o exame da OAB.

Difícil compreender que todos sejam iguais perante a lei (CF, art. 5º) quando a única graduação (nível universitário) INABILITADA ao exercício da profissão seja a advocacia.

Não fosse a flagrante violação a uma norma infraconstitucional: quem dispõe da competência institucional/constitucional para autorizar, FISCALIZAR e extinguir cursos universitários é o Poder Executivo, através do Ministério da Educação, que o faz amparado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Protegidos

De qualquer forma ficam mantidos os feudos da OAB (que faturou cerca de 67 milhões de reais em 2010 só com o Exame da Ordem), os “cursos preparatórios” para exame da OAB (desmoralização dos cursos de Direito) e o estelionato dos livros voltados para dita excrescência, tipo Direito Penal para Exame da OAB, Direito das Sucessões para... etc.

E como não poderia deixar de ser, os donos de cursinhos e ilustres professores/palestrantes, muitos egressos (quando não na ativa), da magistratura e dos tribunais superiores.

Expectativa

A presença do ex Presidente Lula no palanque da campanha, mais que a da Presidente Dilma, é o sonho de todo candidato a prefeito em 2012. Por estas plagas já estava pré-anunciado como troféu desta ou daquela candidatura.

Ainda que sua recuperação seja breve (estimada entre 4 a 6 meses) difícil que todos que o ansiavam possam contar com o companheiro ao vivo.

A solução fica com fotos e vídeos. E muito pouca fala.

Outra leitura I

A aliança celebrada entre o PT ilheense e o prefeito Newton Lima vem sendo torpedeada como inconseqüente para o petismo local. As análises mais se apropriam da imagem nada agradável da administração NL.

Como ontem, e observada particularmente, a gestão Newton Lima muito se aproxima de uma outra, em tempos não tão distantes, então comandada por Valderico Reis.

Outra leitura II

Os vários segmentos locais torceram para o defenestramento de Valderico e louvavam Newton Lima como a esperança maior. Tanto que o reelegeram. Se alguém perguntar o que realmente fizera Newton enquanto prefeito no imediato da saída de Valderico para merecer tantas loas não encontrará uma só obra que justificasse os encômios.

Um canteirinho aqui, um meio-fio pintado ali, lixo coletado acolá... E Ilhéus em peso decantando, embevecida, o autor de tão grandiosas obras.

O que muita gente não esperava – e se arrepende até hoje – é de haver dado fôlego a Newton Lima com tão pouco.

Ilhéus, deslumbrada, reelegeu Newton Lima, diante da incúria de Valderico, como se efetivasse uma catarse por tê-lo eleito em 2004.

Outra leitura III

Newton Lima passou a vilão, muito rapidamente. Os motivos nos dispensamos a comentar, para evitar perda de tempo e espaço, tinta e paciência do leitor.

No entanto, ocorre que o quadro 2011/2012 – ainda que não seja idêntico ao que precedeu à cassação de Valderico e ascensão/endeusamento de Newton Lima – traz uma singularidade: o desgaste de Newton se assemelha ao de Valderico e deixa a praieira com os nervos à flor da pela, expostos à sensibilidade.

Se levarmos em conta a vocação da política ilheense para catarses surgirá nova oportunidade, em andamento. Ou seja, novos “canteirinhos” e “meios-fios” podem convencer o eleitor praieiro a dar uma oportunidade ao benfeitor.

Outra leitura IV

Alguém mais atento provocaria, para destruir essa argumentação, que Valderico fora cassado para que ocorresse a ascensão de Newton Lima, que permanece prefeito ao ingressar no PT.

Certo, certo! Mas aquele “canterinho” e aquele “meio-fio” podem estar em outra dimensão: a competência que a “nova administração” demonstrar a credenciará a continuar, não mais com reeleição, mas com eleição da turma que tomou a frente para salvar Ilhéus do atual e de alguns “salvadores da pátria” do passado.

É pagar para ver!

Nada a perder

Por outro lado, o PT de Ilhéus não tem nada a perder. Encontrava-se entre a cruz e a espada. De fazer-se isoladamente ou apoiar Jabes Ribeiro, de renunciar a ser autor e manter-se coadjuvante.

Se não ganhar perde menos estando em mais evidência.

Palco do debate

Até pouco tempo seria inimaginável que o grande centro de embates do PT na região se deslocasse de Itabuna para Ilhéus. Na praieira medirão forças Geraldo Simões e Josias Gomes.

Geraldo, em território adversário, tentará incluir seus parceiros nos espaços conquistados pelo PT em Ilhéus.

Em Itabuna, onde tem o controle pleno do partido, a companheirada está limitada ao beija-mão.

Sinais

Não muito sabemos o que representa cada um dos nomes que efetivam a participação do PT na atual composição do secretariado ilheense. Um, no entanto, nos põe a mão no fogo sem risco de ficarmos maneta: do jovem Murilo Brito.

Um dos quadros petistas que permitem lembrar do PT histórico, idealista, comprometido.

Que a oportunidade lhe seja dada. Não por assumir o cargo, mas para fazer o que pode fazer.

Se as velhas raposas permitirem.

Pode não ser o que alardeiam

Pesquisa realizada e não divulgada não reflete quadro tranqüilo para quem nela está “com vantagem”. Reza a cartilha do bom senso que ninguém dispensa mostrar-se “em vantagem”. Coisa que contribui para consolidar situações ou o imaginário do eleitorado. Quando não para enfraquecer a resistência dos indecisos, que tendem a ficar com quem está na frente.

Essa pesquisa mostrando que alguém está muito bem em Ilhéus pode esconder revelações, daí por que não foi publicada. Como a de que o vencedor não está tão vencedor assim.

Especialmente se o detentor da vantagem anda estrilando com alianças alheias.

Para não ser esquecido

Neste 28 de outubro completaria 100 anos. Boêmio de inspiração melódica singular encontrou em Guilherme de Brito o letrista perfeito. Nelson Cavaquinho definiu, com precisão, dentro da angústia do viver, a relação entre o agora e o depois, na primorosa “Quando eu me chamar saudade”, negação e repulsa à homenagem post mortem. Se a letra é de Guilherme, o tema é Nelson.

Para lembrar, a interpretação de um outro Nelson, o Gonçalves.

Cantinho do ABC da Noite

cabocoA manhã reunia poucos àquela hora. O divã psicanalítico se fazia na esteira das batidas. Desafios para a educação dos filhos crescidos convergiram para uma conclusão, expressa por um deles:

- Cada um carrega sua cruz!

- É Cabôco, no tempo de Cristo a coisa era outra – pondera Alencar.

E a turma, ávida por encontrar apoio, desatou a rir depois da peroração alencarina:

 – Hoje, depois que inventaram o isopor, a coisa ficou fácil.

_________________

Adylson Machado é escritor, professor e advogado, autor de "Amendoeiras de outono" e " O ABC do Cabôco", editados pela Via Litterarum

Loiola dá 'caruara' e uma de arrependido

Domingos Matos, 27/08/2010 | 19:54
Editado em 27/08/2010 | 20:08
Walmir Rosário | ciadanoticia@ciadanoticia.com.br

walmirO que se esperava ser uma notícia bombástica com detalhes sobre a “quadrilha” que operava o dinheiro da Câmara de Vereadores de Itabuna foi um verdadeiro fiasco. Clóvis Loiola, feito presidente do Legislativo por Roberto de Souza para derrotar o candidato do prefeito Capitão Azevedo, Ruy Machado, deu demonstrações de que não estava preparado para o cargo.

A invenção dos vereadores de oposição mostrou ser um vereador de apenas um mandato, sem massa cinzenta suficiente para analisar, sequer, o dia seguinte, a próxima aliança, sustentar a denúncia que fora obrigado a fazer. Ao sair pelas emissoras de rádio concedendo entrevistas a “torto e a direito”, esbarrou no seu próprio despreparo.

Pensava ele que agia com o respaldo do cargo de presidente do Legislativo itabunense, a instituição que deveria ser de fato e de direito, a Casa do Povo, slogan utilizado em sua fachada. Mas Loiola nem chegou a pensar nessa possibilidade, e se tornou um estorvo para seus “criadores”, um suspeito para a população, um presidente com todas as suspeitas.

Loiola deu um passo maior para as pernas que possui, colocou o chapéu acima do que seu braço alcança. Resultado, os criadores de antes, os colegas vereadores, os criadores atuais, ocupantes do Centro Administrativo Firmino Alves lhe “cortaram as pernas, ou as asas”, deixando-o sem poder andar ou alçar vôos. Ficou sozinho, sem pai nem mãe, como diz o ditado.

Ao prometer uma entrevista esclarecedora ao Jornal Agora, supunha Loiola que seria tratado como uma pessoa confiável, uma fonte de respeito, daquelas em que o jornalista confia e somente conta seu nome em segredo de justiça. “Santo com os pés de barro”, Loiola não suportou uma só matéria ouvindo-se o contraditório. Junto com os criadores atuais, saiu às ruas em desespero com seus atuais “criadores” à caça dos jornais expostos nas bancas.

Todas as denúncias feitas por Loiola, por si ou a mando dos seus “criadores” não passavam de “balões de ensaio” do jogo político. Só que a estratégia não foi bem calculada e ruiu aos primeiros contra-ataques. Como uma marionete, ficou mudo à mudez do seu manipulador.

Como disse antes, Loiola age como político de um mandato só, mesmo que tenha chegado à Câmara com uma super-votação, resultado não de votos conscientes, de eleitores que vislumbraram nele um líder político, um representante à altura. Não, Loiola era apenas um “bom sujeito”, um cara que dormia na fila para conseguir uma autorização para consulta ou exame médico quaisquer.

Para isso também contava com a “mãozinha” de autoridades, sempre dispostos a “ficar bem” com um potencial vereador. Clóvis Loiola é o retrato em todas as cores do que não se deve fazer na política. O assistencialismo não tem consistência, nem chega perto de ser o chamado pragmatismo dos que possuem ou dizem possuir ideologia. “Sobra na primeira curva”, sem a menor possibilidade de correção de rumo.

É triste, para quem continua acreditando que ainda se faz política com seriedade, que essas práticas desonestas sejam praticadas sem qualquer cerimônia. Não tem ao menos o devido cuidado de varrer para debaixo do tapete a sujeira deixada anteriormente.

Se houve desmandos na Câmara, alguém praticou e não foi um só. Como toda instituição pública, várias pessoas são encarregadas das diferentes etapas do processo, desde a licitação até o pagamento. E em todos eles constam a assinatura do presidente Clóvis Loiola, do primeiro-secretário Roberto de Souza, do diretor-administrativo Alisson Cerqueira, do chefe de Recursos Humanos Kléber Ferreira.

Se existem mesmo os desmandos na Câmara de Itabuna, não é fruto de um solitário agente, mas de um grupo. Se nem todos cometeram o crime por ação, pelo menos por omissão terão que pagar pelos pecados cometidos. É a lei!

Walmir Rosário é advogado jornalista e editor do site www.ciadanoticia.com.br, onde esse artigo foi originalmente publicado 

Mototaxistas pressionam por regulamentação

Domingos Matos, 25/08/2010 | 13:43
Editado em 25/08/2010 | 14:27

mototaxisUma assembleia, na tarde de ontem, em frente à Câmara Municipal, reuniu mais de 50 mototáxis em protesto contra a demora do governo municipal em regulamentar a lei federal 12.009, que autoriza o transporte de passageiros em duas rodas em todo o Brasil e delega aos municípios a regulamentação do serviço.

Essa regulamentação dependia de uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que também já fez sua parte (Resolução 356), ao estabelecer requisitos de segurança para o transporte remunerado de passageiros e de cargas em motocicleta e motoneta. Agora, só falta os municípios regulamentarem a lei, por meio de projeto específico do Executivo, aprovado pela Câmara e sancionado pelo prefeito.

"A norma do Contran regulamenta a Lei 12.009, que trata do exercício das atividades de mototáxi e motofrete. O que nó queremos é que o prefeito Azevedo encaminhe para a Câmara, o mais rápido possível, esse projeto de lei, que vai dar condições de Itabuna legalizar o serviço de mototáxi", observa o presidente da Associação dos Mototaxistas de Itabuna, Lomanto Lacerda.

Ele explica qulomantoe, com a legalização, apenas os profissionais vão poder trabalhar, haverá uma moralização do setor. "Hoje, além do que vemos por aí, de pessoas sem idoneidade se passando por mototaxistas, nós mesmos estamos expostos à insegurança. Quando estivermos legalizados, o cidadão saberá que está contratando um serviço seguro, sujeito à fiscalização do próprio município, com identificação-padrão. Será bom para todos".

A pressa dos associados é que essa é uma lei com prazo de validade. "Os municípios precisam regulamentar essa lei em até 365 dias após a sua sanção. Por isso cobramos do Executivo essa postura que, aliás, já vinha sendo discutida há tempos", finaliza Lacerda.

Dados de inscritos no Enem vazam na internet

Domingos Matos, 04/08/2010 | 10:02
Editado em 04/08/2010 | 10:08

Paulo Saldaña | O Estado de S. Paulo

Uma falha do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) permitiu acesso livre aos dados pessoais de 12 milhões de inscritos nas últimas três edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Até o fim da tarde de ontem, os estudantes cadastrados tiveram informações como nome, RG, CPF, data de nascimento e nome da mãe expostos em links abertos no site do Inep - a reportagem conseguiu acessar, por exemplo, dados e até as notas do filho do ministro da Educação, Fernando Haddad, que prestou o Enem em 2009.

As listas eram de uso interno do Inep, responsável pela organização do Enem, e não deveriam estar disponíveis livremente. Os links davam acesso aos arquivos com todos os inscritos das edições de 2007, 2008 e 2009, sem a necessidade de senha. Os endereços já estavam fora do ar às 17 horas de ontem, horas depois de o Ministério da Educação (MEC) ter sido avisado da falha pelo Estado.

A reportagem foi alertada sobre o vazamento por técnicos de uma escola de 1.º e 2.º graus da Grande São Paulo, que pediram anonimato. Eles encontraram os endereços eletrônicos há cerca de quatro meses, ao pesquisar no portal para ver se as notas dos alunos já haviam sido divulgadas. Para ter acesso aos dados, não foi necessário fazer nenhum trabalho de hacker, mas seguir links indicados no portal.

Como a relação continha ainda o número de inscrição no Enem, foi possível ter acesso ao desempenho individual dos candidatos, o que contraria o edital do Enem.

O documento que traça as diretrizes do Enem garante o sigilo dos dados e ressalta que os resultados só poderiam ser divulgados "mediante a autorização expressa do participante". A segurança das informações em órgãos públicos também é regulamentada pelo decreto federal 3505/2000. O texto é claro sobre a obrigação dos órgãos em assegurar a inviolabilidade dos dados, "obrigando a conscientização dos órgãos e das entidades da Administração Pública Federal sobre a importância das informações processadas e sobre o risco da sua vulnerabilidade".

Leia mais

Os novos investimentos e o pensamento regional

Domingos Matos, 30/07/2010 | 10:10
Editado em 30/07/2010 | 10:29

Rosivaldo Pinheiro

rosivaldoOs novos vetores de desenvolvimento têm por finalidade possibilitar que a Região Sul da Bahia tenha perspectivas econômicas que permitam vencer as dificuldades impostas por um modelo centrado na "produção de cacau" e no "turismo sazonal".

O primeiro, extremamente vulnerável ao comportamento imposto pela indústria chocolateira mundial e, o segundo, concebido sob a lógica do "trade turístico mundial", incapaz, portanto, de gerar riqueza em escala suficiente para possibilitar a inserção das cidades circunvizinhas neste ambiente econômico.

Por certo, o cacau possibilitou a esta região um rico legado histórico-cultural e inúmeros benefícios econômicos e ambientais, mas, como toda monocultura (aqui estritamente dentro do conceito econômico) tem a sua fase cíclica, podendo a qualquer momento ser atingido por pragas e problemas ligados a fatores climáticos.

No nosso caso, além de convivermos extremamente expostos e vulneráveis aos preços impostos em escala mundial pela lógica da indústria do chocolate, ainda fomos afetados pela vassoura-de-bruxa. Praga que a partir da metade da década de 80 mergulhou esta região num grande abismo econômico.

A crise do cacau ainda teve como agravante a falta de proteção do Estado, que diante do quadro não estabeleceu uma política de defesa da cacauicultura, uma vez que o pensamento econômico central (União) e local (Estado) tinha como premissas o afastamento do Estado como investidor e a "soberania do mercado".

Os novos incrementos não anulam a importância do cacau, nem derruba o debate em torno do mesmo, pelo contrário, cria novas possibilidades de explorá-lo, inclusive abrindo perspectivas para sua industrialização.

No aspecto turístico, garante ao "trade local" melhorar o modelo vigente, criar novos produtos e destinos, propiciados pelo aumento do fluxo de turistas em função da melhoria dos setores de transportes (Porto e Aeroporto).

Os novos vetores de desenvolvimento permitem que a nossa economia avance para além das perspectivas do fruto dourado, bem como, cria perspectivas para alterarmos o modelo de exploração, cujo conceito obedece aos caprichos dos agentes turísticos externos.

Coloca-nos diante de um novo "paradigma econômico" que, por certo, terá desdobramentos na mudança estrutural das cidades, na forma de pensar o desenvolvimento da região.

O novo pensamento regional terá que contextualizar e sistematizar a "região metropolitana do cacau", rompendo com a matriz anterior baseada na ótica das cidades-pólos - Itabuna e Ilhéus.

As ações propiciadas por esse novo momento econômico terão que possibilitar a incorporação das cidades vizinhas, alocando equipamentos que permitam que os benefícios propiciados pelos "novos vetores" possam ser socializados nessa espacialidade.

Não podemos negligenciar esta condição de ordenar o novo ciclo de desenvolvimento centrado na ótica de "região metropolitana do cacau", sob pena de produzirmos fluxos migratórios de pessoas das cidades circunvizinhas para o eixo Ilhéus-Itabuna, antecipando o processo de "conurbação" dessas cidades.

Os impactos e as alterações da estrutura social e de organização destas cidades representarão um desafio "hercúleo" para as administrações que, de imediato, terão que refazer seus "Planos Diretores".

Os governos Estadual e Federal terão que ajudar na implantação regional de um conjunto de ações complementares para podermos adentrar neste novo ciclo, de forma estruturada e organizada, rompendo, consequentemente, com as mazelas que até aqui nos aprisionavam.

Rosivaldo Pinheiro é economista e pós-graduado em Gestão de Cidades 

Papo Cabeça

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 12/04/2010 | 21:54

Daniel Thame | www.danielthame.blogspot.com

daniel

- Os traficantes aí de carro, de moto, na boa e a gente aqui fodido...
- Você é otário, que dá dinheiro pra eles...
- Então você também é otário, porque também compra as pedras na mão deles...

E os dois "otários" flagrados nessa conversa deitados numa calçada no centro de Itabuna, visivelmente sob o efeito do crack, foram vistos logo depois perambulando pelas ruas, como dois zumbis, pedindo alguns trocados a quem encontravam pela frente.

Um aparenta 12 anos, outro 14. Adolescentes, como dezenas de outros adolescentes que podem ser encontrados pelas ruas ou então reunidos numa área próxima ao Centro Comercial de Itabuna, muito apropriadamente apelidada de "Cracolândia".

Obviamente que não se tratam de otários, mas de vitimas de uma droga relativamente barata, de efeito devastador, que se alastrou como uma praga incontrolável, a partir de São Paulo, para atingir grandes, médias e pequenas cidades Brasil afora e Brasil adentro.

Itabuna não é exceção.

Embora não se disponha de dados oficiais, o consumo de crack atinge nível alarmantes e é a base de uma infinidade de pequenos furtos e roubos, onde celulares, relógios, eletrodomésticos e roupas são levados para serem trocados por pedras de crack, uma pedra que "exige" sempre mais do seus usuários.

É o crack também a motivação para um sem número de assassinatos, geralmente consumidores que não conseguem pagar o débito com traficantes e morrem por causa de 5, 10, 15 reais.

É, além disso, uma das razões para que Itabuna seja considerada uma das cidades brasileiras em que os jovens estão expostos aos maiores riscos de violência. Uma reação de causa e efeito.

O crack é menos um problema de polícia e mais um problema social, que está a exigir uma ampla mobilização por parte das autoridades e da sociedade civil organizada.

Um problema que atingiu tamanhas dimensões que não se resolve apenas com repressão, embora ela seja necessária, especialmente no que concerne o combate ao tráfico, que muitas vezes é feito abertamente, diante de uma inacreditável cegueira policial.

É preciso que se realizem ações efetivas, que se criem oportunidades para que os jovens não adentrem o caminho sem volta das drogas e do tráfico, que se dote a periferia carente e abandonada de serviços públicos e programas de inclusão social.

E que o usuário de crack não seja tratado como infrator, mas como um doente que precisa de cuidado, atenção.

Porque otário mesmo é quem assiste à deterioração da juventude e permanece de braços cruzados.

Daniel Thame é jornalista, blogueiro e autor do livro "Vassoura", que será lançado em breve

Ilhéus reage a ação do Ministério Público Federal

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 14/04/2010 | 16:40

Nota Pública

A cidade de Ilhéus recebe preocupada a notícia de que a Audiência Pública para discutir a implantação do Porto Sul, no litoral norte do nosso município, corre o risco de ser cancelada. Se há informações que ainda necessitam de uma explicação plausível a respeito do empreendimento - como argumentam os ilustres procuradores da República que ajuizaram uma ação civil pública para justificar este cancelamento, os ilheenses não podem ser punidos com o fim de um encontro que tem justamente como princípio básico, democratizar as discussões e permitir dar vez e voz aos que são contra e aos que são a favor.

É esta Audiência que, certamente, contribuirá para que a sociedade e a justiça possam produzir uma conclusão justa e convincente atendendo firmemente o princípio democrático à liberdade de opiniões e ao exercício pleno da cidadania.

É com este sentimento que a Prefeitura de Ilhéus tem trabalhado para debater o tema. Sem tomar partido de um ou de outro, mas exercendo o papel fundamental em cada um dos encontros que tem promovido, de debater com o olhar para o futuro através de um processo de construção coletiva. Da diversidade das idéias é que construiremos consensos para a criação de uma Ilhéus justa, sustentável, desenvolvida e com a cara de uma nova cidade.

O município vive um momento econômico e social difícil. Perdemos a liderança regional, vimos cair a nossa posição na arrecadação de ICMS e no decorrer de uma década conseguimos gerar nada mais que 3.733 novos empregos diretos. A proposta de construção de um novo modelo econômico para a cidade apresenta para Ilhéus o sentimento de um recomeço econômico, alicerçado na mais importante intervenção viária promovida pelos governos da Bahia e do Brasil. Daí a importância do seu debate permanente.

O povo de Ilhéus, a quem temos o compromisso moral de defender em todas as suas instâncias, aprova a iniciativa da Audiência Pública. E dela espera a oportunidade de crescer junto com o município, construindo um futuro melhor para os nossos jovens trabalhadores. Pedimos, portanto, que ao analisar os argumentos expostos pelos ilustres integrantes do Ministério Público Federal, a nossa Justiça considere o inevitável impacto social que a negação desta Audiência Pública pode exercer sobre uma cidade que clama por novas oportunidades.

Ilhéus, 14 de abril de 2010.

Mário Alexandre Corrêa de Sousa

Vice-prefeito no exercício de prefeito


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