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Grupo investe R$ 220 milhões em modernização de fábrica no CIA

Domingos Matos, 08/10/2019 | 10:09

A J.Macêdo, uma das maiores fabricantes de alimentos do país, inaugurou um complexo industrial com nova fábrica de massas e modernização da fábrica de biscoitos e centro de distribuição, nesta terça-feira (8), em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Foram investidos R$ 220 milhões, o que resultará no aumento da capacidade de produção, que salta para 10,5 mil toneladas/mês no parque fabril. 

A empresa, que gerar cerca de 850 empregos na Bahia, assinou em 2017 um protocolo de intenções com Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), para essa ampliação do grupo. 

"Precisamos industrializar a Bahia, incentivando o empresariado para que ousem, para fazermos o estado crescer. A J.Macêdo é uma motivação e inspiração para todos nós, pois gera emprego. Iremos também revitalizar o Centro Industrial de Aratu [CIA], trabalhando em conjuntos com os municípios de Simões Filho e Candeias, para dinamizar ainda mais a atividade industrial, ocupando todos os terrenos com empresas operando", afirmou o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

O complexo industrial ganhou modernas linhas italianas de alta produtividade, igualando-se em qualidade, desempenho e eficiência aos melhores produtores de massas e biscoitos do mundo, com capacidade média por linha de 4 mil quilos/hora. A empresa, que está celebrando 80 anos de êxito empresarial, é detentora de marcas como Dona Benta, Sol, Petybon, Brandini e Águia, entre outras.

 

Operação Posto Legal encontra irregularidades em Itabuna e outras cidades do sul e oeste da Bahia

Domingos Matos, 19/09/2019 | 12:01
Editado em 19/09/2019 | 14:16

Dezoito bicos de combustíveis lacrados por entregarem quantidades menores que as efetivamente pagas pelo consumidor, duas bombas também lacradas em função de vazamento interno, notificação de 42 bombas em mau estado de conservação, postos sem alvará de funcionamento, problemas de segurança nas instalações e ausência de equipamentos de análise. Essas são algumas irregularidades identificadas na terceira etapa da Operação Posto Legal, realizada entre os dias 10 e 12, nos municípios de Barreiras, Itabuna, Ilhéus, Cristópolis e Una, localizados nas regiões oeste e sul da Bahia.

Nesta etapa, 24 postos de combustíveis foram fiscalizados. Ao todo, a operação já atuou em 68 postos de diversas regiões da Bahia e não tem data para terminar. O objetivo é alcançar, nos próximos meses, todos os postos em funcionamento no estado. 

Reunindo a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Departamento de Polícia Técnica (DPT), com o apoio da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz), e das polícias Civil e Militar, a Operação Posto Legal verifica a qualidade e a quantidade do combustível vendido na Bahia, além de outras irregularidades prejudiciais ao consumidor. 

 

Outros resultados

As irregularidades relacionadas à quantidade de combustível entregue ao consumidor e ao funcionamento das bombas são aferidas pelo Ibametro, que identificou ainda uma bomba com violação de ponto de selagem nesta etapa da Posto Legal. Cabe à ANP, por sua vez averiguar itens relacionados à qualidade do combustível, com apoio do DPT. A agência também encontrou combustível com indícios de impurezas.

Nesta etapa, o Procon identificou infrações em 14 estabelecimentos, incluindo produtos sem preço, vencidos ou sem informação de fabricação e de validade, além da ausência de exposição do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A Sefaz fez levantamentos de estoque em todos os estabelecimentos fiscalizados e notificou 13 postos por omissão da taxa do Fundo Especial de Aperfeiçoamento dos Serviços Policiais (Feaspol). Um posto foi notificado por utilizar máquina de cartão de crédito em nome de outra empresa.

De acordo com o superintendente do Procon, Filipe Vieira, a ação terá continuidade ao longo dos próximos meses. "Todo e qualquer posto está sujeito à fiscalização. O nosso interesse não é encontrar irregularidades, mas conhecer a forma como os postos funcionam no seu dia a dia e garantir que o consumidor, ao se dirigir ao estabelecimento, vá encontrar produtos dentro das regras de qualidade", explica. 

 

Três novas empresas devem gerar 670 novos empregos na Bahia

Protocolos assinados com a SDE vão beneficiar Camaçari, Feira e o Sudoeste

Domingos Matos, 06/09/2019 | 14:02

A Bahia pode gerar 668 novos postos de trabalho e receber R$ 211,5 milhões em investimentos, com a implantação de três novos empreendimentos. O anúncio foi feito durante a assinatura de protocolos de intenções na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na quinta-feira (05), por empresas do ramo de eletricidade e gás, eletroeletrônico e plástico. Os novos empreendimentos beneficiarão os municípios de Camaçari, Feira de Santana, Porções, Planalto, Caatiba, Itambé e Macarani.

“O trabalho de atração do Governo do Estado é constante, sempre visando o desenvolvimento econômico dos municípios baianos e o crescimento dos players industriais. Somos a capital da energia renovável, mas para que a energia produzida nas usinas chegue ao sistema nacional é preciso construir linhas de transmissão. Já para o setor de cosméticos, atraímos um líder global em embalagens que vai disseminar tecnologia ao setor”, afirma João Leão, vice-governador e titular da SDE.

 

Linhas de Transmissão no Sudoeste
O Sudoeste baiano vai ganhar um reforço no sistema elétrico, com a implantação de linhas de transmissão de energia, beneficiando os municípios de Porções, Planalto, Caatiba, Itambé e Macarani. A empresa Interligação Elétrica Paraguaçu está investindo R$ 171 milhões na construção das novas linhas e gerando cerca de 500 empregos diretos na construção civil. 

“A previsão é que a obra, que já está em andamento, fique pronta no final de 2020. A finalidade principal do projeto é possibilitar o escoamento da energia produzida em Belo Monte e da energia eólica produzida pela região Nordeste. Além de reforçar o sistema de transmissão no Sudoeste da Bahia, na região de Poções”, afirma o diretor administrativo Edwald Lippe, da Aliança Interligação Elétrica, grupo econômico responsável pela transmissora.

 

Líder global em Camaçari

Líder na fabricação de tampas e dispenses tanto para indústria de beleza e cuidados pessoais, como para limpeza domiciliar, embalagens e bebidas, a Aptar do Brasil Embalagens chega à Bahia devido a uma parceria com o Boticário. A unidade, que receberá investimentos de R$ 40 milhões, será instalada próxima à fábrica de cosméticos em Camaçari e terá capacidade de produzir cerca de 65 milhões de peças/ano. No início da operação serão gerados 60 empregos diretos, podendo chegar a até 150, quando a unidade industrial estiver operando em plena capacidade.

“Importante ressaltar que como somos líderes globais, neste segmento e que, além de nos estabelecer aqui, queremos ajudar a disseminar tecnologia e elevar a qualidade final do produto que será oferecida ao setor. Já estamos em contato com Senai para treinar os funcionários que forem trabalhar na nossa planta e estabelecer programas para disseminar tecnologia para potenciais clientes”, afirma o diretor geral da Aptar, Adriano Magalhães.

 

Tecnologia em Feira de Santana

A Dicomp Distribuidora de Eletrônicos vai investir R$ 500 mil na implantação de uma unidade em Feira de Santana, para produção de material óptico. A empresa, com matriz em Maringá, no Paraná, atende todo o Brasil e alguns países do Mercosul. “A vinda para Bahia vai facilitar a logística no Norte/Nordeste. Produzimos tudo o que um provedor de acesso à internet precisa. Material que vai levar a internet em forma de fibra óptica até o usuário final, com mais velocidade e tecnologia”, afirma Lourival Alvas do Nascimento Junior, representante da empresa.

Cientista baiana descobre substituto de agrotóxico em folhas de eucalipto

Óleo extraído da planta ajuda a inibir o crescimento de fungos que danificam as árvores, sem prejudicar o meio ambiente

Domingos Matos, 28/08/2019 | 12:32

Hoje em dia, falar em agrotóxico se tornou um tema polêmico por trazer à tona um debate entre produzir alimentos em larga escala versus o risco à saúde da população. Entretanto, uma pesquisadora baiana dedicou um olhar mais sensível para esta problemática e questionou se poderia haver um agrotóxico capaz de prevenir pragas, mas que não ameaçasse a saúde. A partir dessa prerrogativa, a engenheira florestal Cátia Libarino desenvolveu um estudo com óleo de eucalipto para reduzir a manifestação de doenças em plantas.

A pesquisadora conta que há um déficit sobre estudos do controle de doenças em plantas com o uso de produtos de origem vegetal, em vez de químicos. “A ideia surgiu após observar manchas foliares em árvore de macadâmia provocadas pelo fungo Neopestalotiosis clavispora. Foi quando comecei a dar início ao estudo com óleos e extratos vegetais de eucalipto”, afirmou. Ela chama atenção para o fato que há a necessidade de valorizar os produtos florestais não madeireiros, que são mais sustentáveis, pois geram menos danos ao meio ambiente.

Os extratos fungicidas integram o projeto de conclusão de mestrado em Ciências Florestais da pesquisadora na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Cátia vislumbra que este produto fitossanitário pode ser de grande utilidade para pequenos produtores rurais ou para aqueles que praticam a agricultura de forma orgânica. “Os pequenos agricultores podem comercializar um novo produto, que são as próprias plantas, mas agora com um viés diferente, que é vender o óleo fungicida natural. Além disso, caso não possa produzi-lo, o próprio extrato das folhas pode ser uma opção imediata (mesmo não sendo tão eficaz quanto o óleo), pois é fácil de preparar com um processador mecânico, e sua capacidade de biodegradabilidade no ambiente torna o processo mais acessível”, concluiu. 

A extração do óleo é produzida através de um processo chamado hidrodestilação. As árvores de eucalipto atualmente são utilizadas desde a sua madeira, para construção de vigas, fabricação de móveis, etc, passando pelas suas flores que dão origem a essências, até a celulose que dá origem ao papel. Neste processo, é comum que as folhas sejam desprezadas, entretanto, utilizá-las para gerar um agrotóxico natural pode ser uma alternativa para evitar que as mesmas sejam descartadas.

O projeto recebeu apoio dos professores Quelmo Novaes e Dalton Júnior, da Uesb, além da professora Patrícia Krepsky, da Universidade Federal da Bahia (Ufba).

Detran começa a aplicar novas regras do emplacamento criadas pelo Denatran

Domingos Matos, 28/08/2019 | 07:01

Quem comprar um carro usado não vai mais precisar trocar a placa cinza pela identificação veicular Mercosul, onde o novo modelo já está implantado, como é o caso da Bahia, pelo que previa norma anterior. Entrou em vigor, ontem (27), a resolução do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) 780/2019, que estabelece as novas regras para o emplacamento.

A placa Mercosul não é mais obrigatória nos casos de transferência de propriedade do veículo. Ela continua sendo uma exigência para os veículos zero quilômetro, os transferidos de estado ou município, na mudança de categoria e placas cinzas danificadas ou furtadas. 

O Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) participou das discussões no Denatran, que resultaram na flexibilização da legislação. "As pessoas reclamavam muito da exigência da nova placa, na hora de comprar um carro usado, o que aumentava o custo. A insatisfação popular contribuiu para que a mudança acontecesse, medida que contou com o nosso apoio", relatou o diretor-geral do Detran-BA, Rodrigo Pimentel.

Houve alteração também na padronagem da placa Mercosul, que perdeu a pintura reflexiva e as ondas sinuosas, com a manutenção das quatro letras e três números, código bidimensional (QR-Code), marca d'água, bandeira do Brasil e emblema do bloco econômico. As placas já instaladas não precisam ser trocadas. Pela resolução, os fabricantes da matéria-prima devem estar credenciados ao Denatran, enquanto a regulamentação dos estampadores ficou sob a responsabilidade dos Detrans.

 

Ampliação da Lupo deve gerar 150 novos empregos em Itabuna

Domingos Matos, 23/08/2019 | 07:31

Itabuna, no sul da Bahia, deve ganhar 150 novos empregos diretos com o investimento de R$ 710 mil que a Itabuna Têxtil S.A., pertencente ao Grupo Lupo, fará na ampliação e modernização da unidade industrial. O protocolo de intenções com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) foi assinado quinta-feira (22), na sede da empresa no município.

“O Governo do Estado, por meio da SDE, veio assinar esse protocolo aqui em Itabuna para demonstrar a importância estratégica do município para o desenvolvimento econômico da Bahia. É nosso compromisso industrializar as regiões do estado e essa ampliação da Lupo, uma empresa séria, comprova que os empresários vêm a Bahia como atrativa para potencializar seus negócios”, destacou o chefe de Gabinete da SDE, Luiz Gugé. 

O diretor da Lupo, Carlos Alberto Mazzeu, explicou que a empresa fechou a fábrica de Guarulhos, em São Paulo, e transferiu a produção da Trifil para Itabuna. "Hoje podemos afirmar que a Trifil é uma marca baiana e estará em nossas embalagens: 'da Bahia para o mundo', porque também exportamos. E estamos investindo na Bahia porque temos apoio do governo e isto nos deixa seguros". 

A empresa atua no mercado de moda íntima feminina e masculina, desenvolve, fabrica, comercializa e distribui os produtos das marcas Scala e Trifil. O grupo, que já investiu R$ 30 milhões na Bahia, gera atualmente 2,1 mil postos de trabalho diretos e 604 indiretos. Com a ampliação, prevê incrementar a capacidade produtiva de 3,4 milhões para 4,6 milhões dúzia/ano.

Quatro novas empresas devem gerar 360 empregos na Bahia

Investimentos de R$ 608 milhões vão beneficiar Camaçari, Maracás e Sento Sé

Domingos Matos, 21/08/2019 | 12:01

A Bahia vai receber investimentos na ordem de R$ 608 milhões, com a implantação de quatro novos empreendimentos e gerar 364 empregos diretos em Camaçari, Maracás e Sento Sé. O anúncio foi feito durante a assinatura de protocolos de intenções na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), por empresas do ramo de mineração, eletricidade e gás, petroquímico e de plástico.

“Um dos procedimentos que passamos a executar foi a assinatura de protocolos com empresas de setores diferentes, para modernizar e dar mais celeridade ao atendimento. Acreditamos que isso ajuda a fomentar novos negócios e aumentar o network entre os empresários que investem no nosso estado”, afirma Luiz Gugé, chefe de Gabinete e secretário em exercício da SDE. 

Parque eólico em Sento Sé
O segmento de Eletricidade e Gás será responsável pelo maior investimento, com R$ 495 milhões na construção de três parques eólicos da Brennand, para geração de energia elétrica no mercado livre. Devem ser gerados 250 empregos diretos e 1 mil indiretos na construção civil das usinas Umburana de Cheiro, Serra do Fogo e Serra do Vento, no município de Sento Sé. Os novos parques devem entrar em operação em janeiro de 2021. 

“A Bahia tem uma característica excepcional, tanto de vento quanto de sol. Em razão disso, nós decidimos fazer investimentos aqui. Mas preciso destacar o trabalho da SDE. Eu fico impressionado como o estado da Bahia nos recebe e presta um atendimento rápido e eficiente, sempre pronto a nos ajudar. O atendimento do Inema também é de altíssima qualidade, exigente como deve ser, mas sempre tendo uma postura proativa”, declara Adelson Ferraz, diretor da Brennand.

Mineração em Maracás
No segmento de Mineração, a Vanádio de Maracás, do grupo Largo Resources, que produz 7% da demanda mundial de pentóxido de vanádio e exporta 100% do seu produto, vai investir R$ 83 milhões na ampliação e modernização da planta mineiro-industrial no município de Maracás. De acordo com o diretor da empresa, Nilson Chaves, os equipamentos já chegaram e estão sendo instalados e testados. “Em setembro, já sentiremos melhora na produção e, no início de 2020, devemos atingir o aumento de 37% previstos. Vamos manter os 373 empregos existentes e promover a geração de 25 novos empregos diretos”, diz.

R$ 30 mi de investimentos em Camaçari
A Birla Carbon, do segmento Petroquímico, está investindo R$ 23 milhões na modernização de suas instalações com a tecnologia de manufacturing 4.0. A unidade de Camaçari é a planta com a automação mais avançada do grupo no mundo. 
O investimento será destinado também a uma nova linha de produtos da matéria prima negro de fumo, que antes só era produzida na planta de Cubatão, no estado de São Paulo. A perspectiva é que a ampliação esteja em pleno funcionamento até o final do ano e sejam produzidas 2 mil toneladas por ano da nova linha, que será destinada ao setor de plástico em geral, artefatos de borrachas e pneus.

“Camaçari foi escolhida como planta piloto. Um dos projetos de digitalização feito aqui por nossa mão de obra local será aplicado em todas as nossas plantas no mundo. Mais de 90% de nossas vendas são feitas para clientes localizados na Bahia e a modernização aumentará nosso volume de vendas dentro do próprio estado. Projetamos uma perspectiva de crescimento dos nossos clientes também já que, com nossa produção local, eles terão disponibilidade de atender um volume maior no Brasil e aumentar suas exportações”, explica Ronaldo Duarte, presidente da Birla Carbon na América do Sul.

A THD Indústria e Comércio de Materiais Plásticos, que tem 15 anos de mercado, vai investir R$ 7 milhões na ampliação de sua unidade industrial em Camaçari. “Graças ao apoio de uma grande empresa, vamos trabalhar recuperando a matéria prima de grandes indústrias e fabricaremos big bags de ráfia, que voltarão para as próprias fábricas, ao invés de virar lixo e poluir o meio ambiente. Teremos capacidade de produzir 1,2 mil unidades por ano”, afirma o sócio do grupo, Eron Evangelista.

Fábrica da Penalty vai continuar operando em Itabuna, assegura governo do Estado 

Domingos Matos, 20/08/2019 | 17:01

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia (SDE) esclarece que a fábrica da Penalty segue em operação em Itabuna, no Sul baiano. A Cambuci S.A., empresa detentora da marca, informou à Secretaria que as recentes demissões ocorreram em virtude do cenário econômico nacional e do baixo faturamento da unidade grapiúna. Reforçaram, contudo, que se trata de uma adequação momentânea e que voltará a contratar.

A Penalty comunicou ainda que manterá o emprego dos atuais 450 funcionários de Itabuna e que não haverá demissões na unidade de Itajuípe. Nas duas fábricas em solo baiano, a empresa gera 700 empregos e já investiu cerca de R$ 5,6 milhões nos últimos 5 anos.

A SDE informa também que os incentivos fiscais, do Governo do Estado, destinados à empresa vencem em dezembro de 2020 e que o procedimento de pedido de prorrogação já foi aberto. E reforça que a permanência da Penalty na Bahia é estratégica para os municípios de Itabuna e Itajuípe e para a geração de emprego e renda em benefício de todo o povo baiano.    

Penalty demite mais de 100 funcionários em Itabuna

Domingos Matos, 19/08/2019 | 20:39

A Penalty demitiu mais de 100 funcionários da fábrica de Itabuna, no sul da Bahia, no último final de semana. A empresa alegou estoque alto e baixas vendas no período. Nas unidades em Itabuna e em Itajuípe, a Penalty fabrica bolas e materiais esportivos e, agora, emprega cerca de 600 funcionários.

As demissões ocorrem após rumores de fechamento das fábricas nos dois municípios do sul da Bahia. A direção da empresa, em contato com o sindicato dos trabalhadores, o Sintratec, negou que vá deixar a região. Na última semana, a Penalty obteve, do governo do Estado, mais 10 anos dez anos de isenções fiscais para operar no sul da Bahia.

Jéser Cardoso, do Sindicato dos Trabalhadores em Indústrias Têxteis e de Calçados do Sul e do Extremo-Sul da Bahia (Sintratec), disse ao PIMENTA que manteve contato com a direção da empresa. “Eles nos disseram que já receberam isenção do governo do Estado e a pendência com o município [de Itabuna] já foi resolvida. Negaram que vá deixar o município”, disse.

Jéser afirmou não confirmou se houve demissão em Itajuípe. A Penalty, marca que pertence à Cambuci, também concedeu férias coletivas a funcionários de um dos turnos da fábrica em Itabuna devido ao alto estoque, informou Jéser. (Com informações do Pimenta)

Nestlé anuncia transferência de fábrica de Itabuna para Feira de Santana

Domingos Matos, 15/08/2019 | 10:08

A direção da Nestlé e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE) divulgaram ontem (14) que a fábrica da empresa localizada na cidade de Itabuna, no sul do estado, será transferida para Feira de Santana, município a cerca de 100 km de Salvador.

Segundo a empresa, o objetivo é transformar a nova unidade em um centro de distribuição dos produtos da marca para as regiões norte e nordeste do país. A transição deve ser concluída até meados de 2020.

Para isso, conforme a empresa, devem ser investidos R$ 45 milhões na unidade, que terá 140 colaboradores e abrigará três novas linhas de produção de NESCAU Pronto para Beber (RTD).

De acordo com a empresa, a direção está em busca de grupos que comprem a instalação em Itabuna, para que o trabalho continue, mas os funcionários da fábrica poderão fazer transição para Feira de Santana a partir do ano que vem. O número de trabalhadores que atuam no sul do estado atualmente não foi divulgado.

Os funcionários contestam a decisão da Nestlé. A categoria reclama da mudança para a nova cidade por conta da estabilização em Itabuna. Eles contam que alguns já moram na cidade há bastante tempo e têm familiares na região.

"O impacto é muito grande. Não só para mim, mas como todos os trabalhadores lá de dentro. Nós temos uma vida em Itabuna. Muitos trabalhadores fizeram dívidas. Compramos casas. Temos familiares próximos aqui. Além disso, cada familiar tem uma estrutura. Tem filhos que estudam aqui. Tem pessoas que tem também outros tipos de trabalhos indiretos. E recebendo essa notícia assim do nada, impactante, é muito duro a gente dizer se pode ir ou não para Feira de Santana", disse o auxiliar de produção Danilo César da Silva.

"A empresa não explicou ainda como vai ser a transferência, só disse que vai transferir quem quiser ir para Feira. Não disse como vai ser, o que vai fornecer, qual o incentivo que vai dar, o benefício", contou o eletricista Eldon Almeida. (Com informações do G1)

Detran torna pública relação de estampadores de placas Mercosul que atuam na Bahia

Domingos Matos, 08/08/2019 | 09:16

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) disponibiliza no seu portal de serviços (www.detran.ba.gov.br) a relação das empresas estampadoras de placas Mercosul cadastradas no órgão. Até a manhã de ontem (7), a lista tinha 227 empresas que estão aptas a atuar no estado, porque são credenciadas ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), instituição do governo federal que atualmente regulamenta também os fabricantes da matéria-prima.

"Adotamos a medida para dar mais transparência ao processo do emplacamento, seguindo uma determinação do Governo do Estado. Estamos nos adequando às mudanças na legislação, que começam a valer no final deste mês", explica o diretor-geral do Detran, Rodrigo Pimentel.

No próximo dia 28, entra em vigor a resolução 780, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que mantém a regulamentação dos fabricantes da placa lisa com o Denatran, enquanto os estampadores passarão a ser credenciados aos Detrans. A partir das novas regras, a placa Mercosul deixará de ser obrigatória na transferência de propriedade do veículo. Nos casos de veículos novos, os transferidos de município ou estado e de placa cinza danificada ou furtada, foi mantida a obrigatoriedade.

Em Salvador, o primeiro emplacamento é feito na Central de Atendimento do Detran, na SAC do Shopping da Bahia, mediante o pagamento da taxa de R$ 221,95, do IPVA e seguro DPVAT proporcionais. O cidadão deve apresentar um documento de identidade, CPF, comprovante de residência, nota fiscal do veículo com o mesmo endereço informado e decalque do chassi. Em seguida, ele tem que solicitar a confecção das placas a um estampador de sua escolha e retornar à Central para concluir o procedimento e receber a documentação do registro veicular. O serviço pode ser agendado pelo site www.sacdigital.ba.gov.br.

Fazenda em Trancoso e outros bens estão disponíveis em leilão online do TRT5-BA

Domingos Matos, 05/08/2019 | 19:28

A fazenda Nova Alegria, em Trancoso, distrito de Porto Seguro/BA, avaliada em R$ 3 milhões, é o mais valioso dos itens disponíveis para arremate no leilão online do polo regional de Itabuna. O lance inicial para adquirir este bem (lote 15) , que possui 59 hectares, é de R$ 1,5 milhão. O leilão é 100% online e os lances já podem ser feitos pelo site da RJLeilões  até o dia 14/8, às 8h30.

Outros bens em destaque no pregão são um edifício industrial (lote 3), localizado na rua C do Distrito Industrial de Ilhéus/BA, medindo 14,6 mil m² e tendo lance inicial de R$ 908 mil, e uma casa em Olivença, também em Ilhéus, com 39 m² e lance mínimo de R$ 200 mil. O pregão tem ao todo 132 lotes, que podem ser conferidos na íntegra no site do leiloeiro.

AUTOMÓVEIS – Dentre os veículos disponíveis no pregão, os destaques são dois caminhões Mercedes Benz, modelos LS 1941 (lote 12) e L1318 (lote 14). O modelo LS 1941, localizado em Jequié e com ano de fabricação/modelo 1995/95, está disponível pelo lance mínimo de R$ 37,5 mil. Já o modelo L1318 tem ano de fabricação/modelo 2010/11, encontra-se em Feira de Santana. O lance mínimo é de R$ 45 mil.

Outros automóveis ofertados no leilão são: um Palio WK Adventure 2010/11 (lote 9), com lance mínimo de R$ 16,6 mil; um Fiesta Sedan (lote 104), com lance mínimo de R$ 10 mil; e uma moto CG/160 Start 2016/16 (lote 43), com lance mínimo de R$ 3,6 mil. Há ainda um carro mortuário (lote 74) disponível para arrematação: o veículo é um Strada Fire, em bom estado de conservação, modelo 2009/10 e com carroceria específica para a atividade. O bem está localizado em Vitória da Conquista, e o lance mínimo é de R$ 30 mil.

Projetos sociais de parques eólicos transformam vidas no semiárido baiano

Domingos Matos, 30/07/2019 | 10:18

Quando os parques eólicos se instalam, levam junto mudanças para determinada região. Na Bahia, os 156 parques eólicos em operação, atraídos pelo Governo do Estado através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), além de fortalecer a economia do semiárido e torná-la mais dinâmica, investem também em desenvolvimento social, beneficiando direta e indiretamente as comunidades locais. Os projetos sociais vão do empoderamento de artesãs à criação de hortas comunitárias.

Os complexos eólicos já investiram R$ 15,4 bilhões, em 20 municípios, e geraram mais de 28 mil empregos diretos na fase de construção, de acordo com o Informe Executivo de Energias Renováveis do mês de julho, publicado pela SDE. “A consolidação da energia gerada pelos ventos no estado é sem dúvida um grande orgulho para todos os baianos. O vento que gera energia limpa, alimenta esperanças e sonhos, transforma vidas e proporciona renda e empregos para população”, afirma João Leão, vice-governador e secretário da pasta.

A Enel Green Power é uma das empresas que investem em ações de desenvolvimento social. Em Morro do Chapéu, a empresa apoia a comunidade Queimada Nova, que fica no entorno da planta eólica. Através do “Empodera Morro”, as mulheres aprenderam a utilizar a matéria prima local, tapioca e leite de coco, para fabricar diversas receitas de biscoitos. Elas receberam todos os insumos necessários para iniciar a produção e a venda dos produtos possibilitou a compra de um forno.

“Mudou a vida de muitas mulheres, aprendemos muitas coisas boas, hoje nós podemos chegar para um filho nosso e falar: eu sei a receita de um biscoito. Então é uma coisa muito importante. É muito forte. Hoje lugar de mulher é onde ela quiser”, afirma emocionada Faraildes Queiroz, moradora da comunidade.

“Quando a gente chegou em Morro do Chapéu, mapeamos diversas iniciativas que tivessem a ver com a criação de valor compartilhado. E o “Empodera Morro” trouxe esse projeto, que tem tudo a ver com os valores da Enel, de empoderamento da mulher e apoio à diversidade”, explica Deise Damasceno, especialista em Sustentabilidade da Enel. Em 2018, o grupo destinou cerca de R$ 51 milhões em investimentos sociais externos.

No município de Umburanas, o sonho da comunidade de Rodoleiro, de ter uma horta comunitária, foi realizado pela ENGIE. “A energia eólica trouxe para nosso povoado uma sede para associação de moradores, possibilitou a implantação de uma horta, sonho de toda uma vida e que nos proporciona uma alimentação saudável, além de ter empregado muitas pessoas”, afirma o morador Robeilton Joaquim da Silva.

Já os moradores da comunidade de Barriguda do Lima, no mesmo município, foram beneficiados com o Projeto de Educação de Jovens e Adultos. “Muitos moradores que não tinham oportunidade de emprego e passaram a ter com a chegada do parque eólico, além disso, falar do projeto de alfabetização é uma honra muito grande porque eu não sabia ler e hoje sei ler e escrever”, conta Aurelina Almeida Cunha.

“A ENGIE investe em projetos sociais porque entende o importante papel que exerce nas comunidades que cercam seus empreendimentos. Atuar com responsabilidade social não é uma obrigação, mas sim parte do nosso DNA e da cultura da empresa. Projetos como o AJA e as hortas mandalas são bons exemplos de como podemos impactar positivamente na qualidade de vida das pessoas, contribuindo para um presente e um futuro melhor. Essa postura é amplamente reconhecida pelo mercado, que nos aponta como uma empresa transparente e de forte caráter social”, afirma Eduardo Sattamini, diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia.

A ENGIE investiu em 2018, R$ 17,3 milhões em áreas de educação, saúde, infraestrutura (pavimentação), esporte e lazer, geração de renda, planos diretores e planos de gerenciamento de resíduos sólidos.

Veja dos dados de Eólica: https://bit.ly/2SNxEdd

E os números de Solar: https://bit.ly/2ZiOao3

Fábrica em Santo Antônio de Jesus deve gerar 200 novos empregos

Domingos Matos, 18/07/2019 | 07:16

Com investimentos de R$ 12 milhões, o grupo Natulab inaugurou, na última terça-feira (16), uma fábrica de suplementos alimentares em Santo Antônio de Jesus, com a presença do vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão. O grupo, que é incentivado pelo Estado, prevê uma linha de produção mensal de dois milhões de unidades de alimentos com o início das atividades, projetando atingir 100% da capacidade de produção de sete milhões de unidades, já em 2020. 

"Temos hoje em Santo Antônio de Jesus um dos cinco maiores grupos de fabricação de suplementos alimentares do Brasil. Com esta nova linha de produção e a força dos trabalhadores e das trabalhadoras baianas logo essa empresa será uma das primeiras", disse o vice-governador aos funcionários do grupo Natulab, no pontapé inicial da nova fábrica. 

Leão também ressaltou o empenho do Governo do Estado em desenvolver industrialmente a Bahia: "O governador Rui Costa e toda equipe de governo trabalha pensando a Bahia a longo prazo. Temos excelentes índices no setor industrial, graças ao trabalho de captação de novos investimentos da equipe de trabalho do governo, apresentando nosso potencial de desenvolvimento econômico".

A Natulab é uma empresa de medicamentos fitoterápicos e conta com mais de mil colaboradores distribuídos entre unidades fabris e centro de distribuição e logística, na Bahia, e um escritório comercial em São Paulo. A nova fábrica de Santo Antônio de Jesus inicia as atividades com aproximadamente 125 colaboradores, com previsão para gera mais 75 empregos diretos. 

O presidente da empresa, Wilson Borges, agradeceu o apoio do governo do estado na realização desta conquista para o povo baiano "É uma grande alegria para nós da Natulab essa realização. Mas também quero agradecer o empenho do Governo do Estado, na pessoa do vice-governador, João Leão. O Brasil precisa caminhar de mãos dadas, empresários e governos. Assim sairemos da crise. Assim a Bahia enfrenta a crise e, por isso, investimos no estado com essa nova fábrica" disse Borges.

Ministério da Saúde suspende parcerias para produção de medicamentos

Domingos Matos, 17/07/2019 | 12:31

O Ministério da Saúde informou ontem (16) que 19 parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) estão em fase de suspensão. As parcerias foram firmadas para a produção de medicamentos como insulina, usada para diabetes, e pramipexol, usado no tratamento de doença de Parkinson. A etapa atual permite que os laboratórios públicos apresentem medidas para reestruturar o cronograma de ações e atividades.

Segundo a pasta, as parcerias estão em fase de suspensão, entre outros motivos, por falta de avanços esperados; por falta de investimento na estrutura; por desacordo com o cronograma; por solicitação de saída do parceiro privado; pelo não enquadramento de um projeto como PDP; por decisão judicial; e, por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria-Geral da União (CGU).

Esse tipo de parceria tem quatro fases. A primeira é a proposta para avaliação; a segunda é o desenvolvimento do projeto, com elaboração dos contratos entre parceiros, treinamento, desenvolvimento da estrutura e qualificação dos processos de trabalho; a terceira é a transferência efetiva de tecnologia e início da aquisição do Ministério da Saúde; e, a quarta, a verificação da internalização da tecnologia.

De acordo com a lista divulgada pelo ministério, cinco parcerias estavam na terceira fase. As demais estavam na segunda fase ou anterior.

O Ministério da Saúde garante, em nota, que a população não será afetada. "Para garantir o abastecimento da rede, o Ministério da Saúde vem realizando compras desses produtos por outros meios previstos na legislação. A medida, portanto, não afeta o atendimento à população. A maior parcela das PDPs em fase de suspensão sequer chegou a fase de fornecimento do produto", diz a nota.

A PDP é uma parceria que prevê transferência de tecnologia de um laboratório privado para um público, com o objetivo de fabricar um determinado produto em território nacional. O Ministério da Saúde coordena o processo e utiliza seu poder de compra para apoiar a produção nacional de produtos considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, segundo o Ministério da Saúde, 87 parcerias estão vigentes.

Segundo o presidente da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil, Ronaldo Ferreira Dias, os laboratórios irão recorrer da medida tanto administrativamente quanto judicialmente. "A decisão foi tomada de forma unilateral, mesmo havendo diversos canais para estabelecer diálogo ou se fazer possíveis ponderações. Não houve diálogos prévios", disse, acrescentando que "é quebra de contrato, quebra da confiança que o Brasil tem, inclusive no exterior".

De acordo com Dias, as empresas já realizaram investimentos, inclusive em infraestrutura para produzir esses medicamentos. Parte desses recursos, segundo ele, vêm de fontes públicas. "Tranquilamente chega na casa dos bilhões", disse. (Com informações da Agência Brasil)

Veja a lista divulgada pelo Ministério da Saúde:

Adalimumabe 

Etanercepte 

Everolimo 

Gosserrelina 

Infliximabe 

Insulina (NPH e Regular) 

Leuprorrelina 

Rituximabe 

Sofosbuvir 

Trastuzumabe 

Cabergolina 

Pramipexol 

Sevelâmer

Vacina Tetraviral 

Alfataliglicerase 

Bevacizumabe

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