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Suspeito de matar filha de 11 anos que foi defender a mãe é achado morto na Bahia

Domingos Matos, 11/04/2019 | 17:39

O homem suspeito de matar a tiros a filha de 11 anos que foi defender a mãe, durante uma discussão entre o casal, em Muritiba, no recôncavo da Bahia, foi achado morto na noite de quarta-feira (10), em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador.

Michele Magalhães Rodrigues foi morta na noite de domingo (7), no povoado de São José de Itaporan. O outro filho do casal, de cinco anos, também foi atingido pelos disparos, mas sobreviveu.

Após o crime, Lucival de Oliveira Rodrigues, conhecido como "Buti da Rifa" fugiu do local.

De acordo com a SSP-BA, Lucival, que até então era considerado foragido, foi encontrado morto em um condomínio no bairro Caji. Segundo a polícia, a principal suspeita é de que ele tenha cometido suicídio.

Segundo a SSP-BA, equipes da Delegacia Territorial de Muritiba, que apura a morte da criança, receberam a informação de que o homem estava escondido em Lauro de Freitas. Policiais foram até o local mas, ao chegarem, encontraram Lucival morto. (Com informações do G1)

Temer e filha viram réus por lavagem de dinheiro em São Paulo

Domingos Matos, 04/04/2019 | 17:34

A Justiça Federal de São Paulo aceitou nesta quinta-feira (4) a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réus o ex-presidente da República, Michel Temer, e sua filha, Maristela Temer, sob acusação do crime de lavagem de dinheiro. Também tornaram-se réus pelo mesmo delito João Baptista Lima Filho, conhecido como coronel Lima, e sua esposa, Maria Rita Fratezi, controladores da empresa Argeplan.  

“A narrativa [da denúncia do MPF] é clara o suficiente para permitir o exercício do direito de defesa e os fatos narrados configuram, em tese, infração penal. A denúncia é ainda lastreada em indícios mínimos de autoria e de materialidade da infração penal imputada aos acusados”, disse na decisão o juiz federal substituto da 6ª Vara Criminal Federal Especializada em Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e em Lavagem de Valores, Diego Paes Moreira. 

Segundo a denúncia do MPF, Maria Rita Fratezi e Maristela Temer, entre os anos de 2013 a 2015, sob a orientação e comando do ex-presidente Temer e do coronel Lima, teriam ocultado e dissimulado a origem de R$ 1,6 milhão, empregando o valor na reforma da residência de Maristela , na capital paulista. 

De acordo com a acusação, o montante não pertencia a filha de Temer e foi obtido em decorrência de crimes contra a administração pública praticados pela empresa Argeplan. O MPF destaca que o escritório da Argeplan, na vila Madalena, zona oeste da capital, foi o local de entrega de duas remessas de propina pagas em 2014 pela JBS e pela empreiteira Odebrecht, no valor somado de R$ 2,4 milhões.  (Com informações da Agência Brasil)

Homem é preso suspeito de estuprar filha há cinco anos na Bahia; vítima e irmãos eram mantidos em cárcere privado

Domingos Matos, 03/04/2019 | 08:21

Um homem de 28 anos foi preso na última terça-feira (2) suspeito de abusar sexualmente da filha há cinco anos, na cidade de Barreiras, no oeste da Bahia. De acordo com informações da Polícia Civil, a vítima, que tem 12 anos, era estuprada desde os 7. A menina morava com o pai e outros dois irmãos.

"Ela [a menina] estava tendo uma vida quase que de casal com o pai, dormindo no mesmo quarto, na mesma cama. Ela relatou todos os acontecidos. Levamos para a perícia técnica e constatou que ela vinha sendo abusada há algum tempo. Tinha lesões recentes e lesões antigas. Ela é uma criança de 12 anos, mas com corpo de 9", disse o delegado Rivaldo Luz, coordenador regional da Polícia Civil.

O caso foi descoberto após denúncia de vizinhos da família. Conforme a polícia, as crianças eram mantidas em cárcere privado, em situação de miséria, e tinham hematomas nos corpos. "A casa estava em uma situação de bastante miséria. Só tinha lâmpada em um lugar da casa. As roupas sujas. Muito pouca comida. As crianças estavam sendo muito maltratadas. Eram três crianças: uma de 12, uma de 7 e uma de 4. O que demonstra o total menosprezo do pai pelos filhos", contou o delegado.

O suspeito foi encaminhado para a delegacia da cidade. A prisão preventiva dele foi solicitação à Justiça. A mãe das crianças não foi encontrada. Os meninos foram levados para o Conselho Tutelar. "Segundo depoimento das próprias crianças, tem quase cinco anos que ela [mãe] abandonou o lar, em virtude das violências e do ciúme do pai. Ficou comprovado depois que ele [pai] tinha a mesma relação de ciúme com a filha, dizendo que quando ele saía para trabalhar ela colocava outros homens dentro de casa", falou o delegado. (Com informações do G1)

Universitária baiana ganha bolsa de estudos na Califórnia e cria vaquinha para fazer viagem

Domingos Matos, 24/02/2019 | 14:38
Editado em 24/04/2019 | 09:26

Uma universitária baiana de 22 anos ganhou uma bolsa para estudar Empreendedorismo e Inovação na Universidade da Califórnia em Berkeley (UCB), na região do Vale do Silício, nos Estados Unidos. Para realizar o sonho, ela criou uma vaquinha online onde espera arrecadar R$ 35 mil.

Liliane Soares é natural de Salvador, mas mora na cidade de Teixeira de Freitas, onde faz Bacharelado Interdisciplinar (BI) em Humanidades na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Ela revela que conseguiu a bolsa para a estudar na Califórnia a partir de uma parceria entre a UFSB e um banco.

“Assim que a universidade divulgou que fez parceria, eu me cadastrei e fui me inscrevendo em todas as vagas que era para graduandos, em formação e sem diploma. Aí eu fui informada que havia sido pré-selecionada”, lembra Liliane. A jovem então contou com a ajuda de uma professora de inglês para concluir a inscrição e passou a pesquisar sobre o programa de estudos da universidade americana.

Hoje, Liliane está no 6º quadrimestre do BI que cursa, que tem o total de 9 períodos. Para estudar na UCB, ela vai precisar trancar a faculdade de agosto de 2019 a maio de 2020, tempo em que deve permanecer nos Estados Unidos, para aproveitar a bolsa de estudo que ganhou.

Dos R$35 mil que precisa arrecadar, 13% ficam com a plataforma Catarse, onde a vaquinha dela está hospedada. Até a publicação desta reportagem, a estudante já havia arrecadado cerca de 2% do que precisa para embarcar: R$850.

Para isso, ela tem feito a divulgação da vaquinha nas redes sociais e conta com o apoio da mãe, que está feliz em ver a filha prestes a realizar o sonho. “Minha mãe está desempregada há três anos. Ela está muito feliz com tudo isso, é a melhor coisa da vida dela. Ela tem praticamente 50 anos e, para ela, eu estar estudando na quinta melhor universidade do mundo não tem preço” disse Liliane.

Além do incentivo da mãe, Liliane conta também que tem recebido suporte dos amigos e dos professores. Para ela, o investimento em educação é o que pode ajudá-la a se desenvolver. “É o maior sonho da vida possível. Educação é algo que ninguém rouba. Estudos é mudança. Sempre tive incentivo dos meus professores, e essa conquista também é deles”. (Com informações do G1)

 

Mãe é autuada por tortura contra bebê de um ano e cinco meses

Domingos Matos, 20/02/2019 | 07:12

O titular da Delegacia Territorial de Amélia Rodrigues, Idelfonso Monteiro, autuou por crime de tortura Rose Vane Teixeira Bispo (foto), na manhã de terça-feira (19). O delegado também já solicitou à Justiça o mandado de prisão preventiva da mulher, que mora na localidade da Mata Velha. Ela agrediu com tapas e chegou a colocar um sabonete na boca da próprio filha, de apenas um ano e cinco meses. A criança está com o Conselho Tutelar.

Após a equipe médica do Hospital Municipal Pedro Américo suspeitar da versão de Rose, uma guarnição da 20ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Santo Amaro) conduziu a mesma para a unidade policial para prestar esclarecimentos.

“Inicialmente, ela disse que tinha deixado a filha em casa e que ao retornar, percebeu que ela havia sido espancada e que o agressor tinha colocado um sabonete em sua boca. Contudo, após longo interrogatório, ela resolveu confessa a verdade e o real motivo da tortura. Que a criança estava chorando muito e ela desferiu tapas em seu rosto, e depois colocou o sabonete em sua boca”, informou o delegado Idelfonso.

O sabonete foi posteriormente encontrado pelos policiais militares e civis dentro da casa da conduzida com muitas marcas de sangue vindo da garganta da bebê. “Por muito pouco a criança não faleceu, graças ao imediato socorro prestado pela equipe de saúde do hospital Pedro Américo”, disse o delegado.

Corpo de Boechat deve ser cremado em cerimônia reservada à família

Domingos Matos, 12/02/2019 | 09:01

O corpo do jornalista Ricardo Boechat deve ser cremado hoje (12) em cerimônia reservada para parentes e amigos próximos, segundo informações do Grupo Bandeirantes de Comunicação. Até as 14h ocorre o velório no Museu da Imagem e do Som (MIS), no bairro Jardim Europa, na capital paulista.

O jornalista do Grupo Bandeirantes morreu na queda de um helicóptero na Rodovia Anhanguera, quando retornava de uma palestra em Campinas. O helicóptero caiu em cima de um caminhão no km 22 da Rodovia Anhanguera, sentido interior, com o Rodoanel, e acabou explodindo. O motorista do caminhão conseguiu escapar com vida.

O acidente ocorreu no início da tarde de ontem (11). O piloto da aeronave, Ronaldo Quatrucci, também morreu.

A pedido do presidente Jair Bolsonaro, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, irá representá-lo no velório do jornalista. Bolsonaro disse que ele e Boechat eram amigos “há mais de 30 anos” e que apelidou o jornalista de “Jacaré”.

Boechat tinha 66 anos, era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e tinha uma coluna semanal na revista ISTOÉ.

Dono de um humor ácido, usava essa característica para noticiar fatos e criticar situações. O tom era frequente nos comentários de rádio, televisão e também na imprensa escrita. Autoridades dos três Poderes vieram a público para lamentar a morte do jornalista.

Boechat deixa mulher, cinco filhas e um filho. (Com informações da Agência Brasil)

Professora de 37 anos é morta a tiros após ser chamada em janela de casa; família suspeita de ex-companheiro

Domingos Matos, 07/02/2019 | 15:16

Uma professora de 37 anos foi morta a tiros, na janela de casa, em Salvador, após ser chamada por um homem na frente da residência. O crime ocorreu na noite de terça-feira (5), no bairro de Vila Canária, e é investigado pela Polícia Civil. O suspeito fugiu logo após os disparos.

Identificada como Priscila Rebeca Oliveira de Souza, a vítima foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro de São Marcos, de onde foi transferida para o Hospital do Subúrbio, mas não resistiu aos ferimentos.

Priscila foi baleada no quarto em que dormia com a filha mais nova, uma bebê de 2 meses. No mesmo andar do imóvel, ela abriria, nesta quarta-feira (6), uma escolinha. Ela morava com a família mesmo prédio.

O irmão da vítima, Pablo Oliveira, que socorreu ela até a UPA, contou que o suspeito procurou por Priscila do lado de fora da residência, com a justificativa de que queria fazer matrícula para o filho dele.

Ainda de acordo com a família, Priscila foi surpreendida pelo tiro quando apareceu na janela do cômodo. Ela foi atingida na cabeça. O irmão dela, que estava no andar de cima do imóvel, ouviu o barulho do tiro e desceu para socorrer a vítima.

"Eu estava lá em cima, não presenciei totalmente. Ouvi o barulho e vim correndo ver o que era, para dar socorro. O que minha outra irmã, que viu a situação mais ou menos, conta é que esse homem chegou no portão e disse que queria falar com Priscila para fazer a matrícula do filho dele. Priscila foi atender [na janela] e, quando deu as costas, ele atirou nela", disse Pablo Oliveira.

O homem ainda não foi identificado. A família informou, no entanto, que ele já havia estado no local pelo menos duas vezes procurando pela vítima. A escolinha, que abriria nesta quarta, não funcionou.

A família suspeita que o homem tenha agido a mando do ex-companheiro de Priscila. Os familiares contaram que ela enfrentava disputa contra ele na Justiça, para ele, que é pai da bebê de 2 meses, reconhecesse a paternidade da criança. Uma audiência sobre o caso estava marcada para a quinta-feira (7).

"A gente acha que foi a mando do ex-companheiro dela. Esse homem [o suspeito de ter matado] já esteve aqui umas duas vezes, então a gente acha que foi tudo premeditado. Priscila tem uma filha de dois meses com o ex, mas ele não queria reconhecer a paternidade. A audiência seria amanhã, mas agora minha irmã está morta", disse o irmão da vítima.

A família de Priscila conta que a vítima não tinha inimigos. "Era uma pessoa boa. Agora a gente fica assim. Além da bebê, ela tem uma menina de 10 anos. As duas vão ficar com a gente", afirmou Pablo.

Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) esteve no local do crime e fez perícia, na manhã desta quarta. A família da vítima também vai ser ouvida pela polícia. Não há informações de quando e onde Priscila será enterrada. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. (Com informações do G1)

 

 

Rematrícula na rede municipal começa na próxima segunda-feira em Itabuna

Domingos Matos, 19/01/2019 | 14:01

Dando início ao Calendário de Matrículas da Rede Municipal de Ensino de Itabuna para o ano de 2019, a Secretaria Municipal da Educação de Itabuna (SME), atendendo ao cronograma estabelecido, informa que pais, mães e responsáveis pelos estudantes que já estão matriculados em escolas da rede que, a partir da próxima segunda-feira (21) estará aberto o prazo para que seja manifestado o interesse em manter os seus filhos e filhas matriculados na unidade de ensino.

Para tanto, os pais deverão comparecer às secretarias das unidades escolares, dentro dos seus respectivos horários de funcionamento. O prazo para renovar a matrícula seguirá até sexta-feira (25/01). Mas, atenção: os pais deverão levar xerox do Cartão de Vacinação da Criança ou do Adolescente, devidamente atualizado.

Para os casos de alunos que deverão mudar de escola porque a sua unidade não oferece a série subsequente, os pais deverão aguardar a abertura do período de transferências, que acontecerá entre os dias 20 e 22 de março. Essas transferências acontecerão diretamente nos Postos de Matrícula.

Dúvidas e informações, os pais podem comparecer à própria unidade escolar ou telefonar para o número de telefone (73) 3214 1474.

 

Homem leva filha de 11 anos para hospital e é preso após médicos constatarem estupro na Bahia

Domingos Matos, 17/01/2019 | 17:10

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso suspeito de estuprar a filha, de 11 anos, na noite de quarta-feira (16), na cidade de Tremedal, no sudoeste da Bahia.

O suspeito foi detido depois que levou a menina para o Hospital Municipal, afirmando que a garota estava muito agitada. Segundo a polícia, durante avaliação, os médicos descobriram que a criança havia sido abusada sexualmente.

A Polícia Militar foi acionada e agentes da 80ª CIPM estiveram na unidade de saúde. O homem foi preso e, em seguida, encaminhado para a delegacia da cidade.

O caso está sob investigação da Polícia Civil.  (Com informações do G1)

Bahia: Lavagem do Bonfim fortalece a indústria do turismo

Domingos Matos, 17/01/2019 | 13:02

Grande destaque do ciclo de festas que incrementam o turismo, a Lavagem do Bonfim atrai, nesta quinta-feira (17), centenas de milhares de baianos e turistas em um cortejo entre a Igreja da Conceição da Praia e a Colina Sagrada, na capital baiana. A tradição, mantida desde o século XVIII, e a fé do povo baiano fazem desta a segunda maior manifestação popular da Bahia, onde o sagrado e o profano têm espaço de sobra.

Grupos religiosos, artísticos, culturais, famílias baianas e a forte presença dos turistas asseguram a diversidade de uma festa que congrega católicos, mães e filhas de santo com a crença no Senhor do Bonfim ou Oxalá. "A singularidade faz da Lavagem do Bonfim um grande atrativo com o número de turistas ainda maior este ano", afirmou o secretário do Turismo da Bahia, José Alves, durante a caminhada.

A ocupação hoteleira em alta durante janeiro (média de 90% a 93%), a geração de empregos e o crescente movimento no Aeroporto Internacional de Salvador são reflexos positivos da temporada de verão para a economia. "Essa indústria geradora de empregos encontra-se em expansão e tem potencial para crescer na capital e demais zonas turísticas", acrescentou o secretário.     

Os números relativos à capital baiana - porta principal para o turismo baiano - são animadores. Durante o verão 2018/2019, a oferta de voos extras é 18,5% maior que na temporada anterior. Os indicadores prévios para o Carnaval tamb[em são positivos. Juntas, as companhias aéreas já solicitaram autorização para mais de 180 voos extras em março. "Diante da demanda, as companhias aéreas apostam na Bahia", disse o subsecretário do Turismo, Benedito Braga.

Durante os meses de outubro, novembro e dezembro de 2018, o número de pessoas que utilizou o Aeroporto de Salvador cresceu 7,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 2,15 milhões de passageiros. Este resultado pode ser explicado, entre outros fatores, pelo aumento no número de voos extras na alta temporada. "Vamos investir na promoção do destino, capacitação profissional e diversificação da oferta de produtos para oferecer elevado padrão de qualidade aos visitantes", finalizou o subsecretário.

 

Certidões de nascimento já podem ser obtidas em maternidades de Ilhéus 

Domingos Matos, 08/01/2019 | 09:31

As crianças nascidas na Maternidade Santa Helena já estão saindo de lá com a certidão de nascimento. O serviço já está sendo prestado, graças a uma parceria da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus com o Cartório de Registro Civil do 1º Oficio, através do serviço de Registro Civil das Pessoas Naturais.

No procedimento antigo os pais recebiam da maternidade a declaração de Nascido Vivo, com a qual davam entrada ao pedido de certidão em um posto SAC ou diretamente num cartório.

O procedimento atual na Maternidade Santa Helena é o mesmo, com a diferença de que tudo poderá ser resolvido no momento do nascimento bebê, quando uma servidora, cedida pelo cartório, fará no local o documento, entregando-o aos  pais sem nenhum custo.

“Aqui o bebê já sai cidadão”, destaca o provedor da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus Eusínio Lavigne Gesteira, comemorando o investimento que gera segurança e comodidade para as famílias e reduzindo vários riscos. “Embora a certidão seja gratuita, muitos pais têm dificuldades financeiras e deixam de solicitá-la, muitas vezes porque até o transporte torna mais caro procurar o serviço. A preocupação da Santa Casa de Ilhéus é beneficiar a população em geral, principalmente àquelas de menor renda,” disse o provedor.  

Na Maternidade Santa Helena nascem cerca de 300 crianças por mês. Isadora Farias Matos de Souza, filha de Eric Pereira de Souza e Camila Farias Matos, por exemplo, nasceu às 10h15min no último dia 02 de janeiro. Ela foi a primeira criança a ser beneficiada pelo serviço, segundo o registro do serviço social da Santa Casa de Misericórdia Ilhéus.

Bahia: homem é procurado pela polícia por morte de duas pessoas após supostas cirurgias espirituais

Domingos Matos, 04/01/2019 | 10:47

Vanderluce morreu após uma suposta cirurgia espiritual

Um homem é procurado pela polícia pela morte de duas pessoas e por provocar lesões a uma outra após supostas cirurgias espirituais, realizadas na cidade de Barreiras, no oeste da Bahia.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito é identificado pelas vítimas como Antônio. O homem se apresentava como médium e dizia trabalhar em um centro espirita na cidade de Aparecida de Goiânia (GO).

Antônio viajava para Barreiras todo mês, desde o ano passado, para os atendimentos. Os procedimentos eram realizados em uma chácara na zona rural. A propriedade está fechada. Desde novembro, ninguém mais soube do homem.

Uma das vítimas que morreu após o procedimento é Vanderluce, de 42 anos (foto). Segundo o marido dela, Eguinaldo Cavalcante, a mulher sofria muito com dores abdominais e, em novembro do ano passado, decidiu passar pela suposta cirurgia espiritual, após se consultar com Antônio. O auxiliar de portaria conta que ele e outras pessoas acompanharam o procedimento realizado na mulher, que durou mais de três horas. "Foi introduzida uma agulha na parte do abdômen, na linha da cintura, abaixo do 'umbigo', entre a genitália dela. Ele fazia cirurgia numa sala, no meio de todo mundo, homem, mulher, criança, todo mundo junto", contou Eguinaldo.

Depois da cirurgia, de acordo com o marido de Vanderluce, a esposa teria tomado uma substância receitada e vendida pelo suposto médium, que afirmou ser um remédio manipulado. Em seguida, a mulher começou a passar mal e foi internada. Um mês depois, a mulher morreu em decorrência de uma infecção generalizada. Eguinaldo conta que tenta contato com o suspeito, mas não consegue retorno. "Eu estou lutando com todas as forças, mas sei que a justiça vem de Deus. Estou tentando entrar em contato por telefone, mando pessoas ligarem de números diferentes, não estou conseguindo entrar em contato de maneira alguma", disse Eguinaldo.

Outra pessoa atendida pelo suspeito morreu em um hospital, na cidade de Barreiras, na semana passada. Arnaldo Domingos era da cidade de Baianópolis, que fica a cerca de 50 km de Barreiras. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Já o marido de dona Sonha Maria Alves, Mário, de 71 anos, ficou em estado grave, mas conseguiu superar as complicações que apareceram depois da suposta cirurgia espiritual para curar um problema nos testículos. Contudo, precisará passar por uma cirurgia de reparação.

"A gente passou pela filha dele, que faz parte da equipe, e ela cobrou R$ 200 pela cirurgia e mais R$ 600 pelos medicamentos. Inchou muito. A gente veio para o Hospital do Oeste e quando chegamos aqui foi preciso ser feita uma cirurgia de emergência", disse Sonia.

Inquérito - O inquérito policial sobre o caso foi aberto no dia 6 de dezembro, após denúncias de pessoas atendidas pelo suspeito. "Ele atendia mais de 500 pessoas por dia. Tinha, inclusive, pessoas de outros estados. Segundo informações, ele utilizava um objeto perfurocortante, tipo um bisturi, e uma sala. Foi expedido guia para a Polícia Técnica, para que vá até a chácara, e dali se verifique as condições de higiene e segurança. Bom como, também foi oficiado a nossa Vigilância Sanitária, para que fosse até o local, porém, a chácara encontra-se fechada. Nós vamos manter contato com o advogado da proprietária dessa chácara, para que ele facilite a entrada", contou o delegado Francisco de Sá. (Com informações do G1)

“Deu a vida pelo filho”, diz irmão de pastora assassinada ao tentar separar briga com vizinho

Domingos Matos, 03/01/2019 | 10:08
Editado em 03/01/2019 | 10:20

"Ela deu a vida dela pelo filho". É como o rodoviário Gilvan de Jesus resume a morte da irmã, Norma Lúcia Pereira Daltro de Souza, de 52 anos, que foi atacada a tiros enquanto tentava proteger o filho durante uma briga com vizinhos, na cidade de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador.

O caso ocorreu na noite da terça-feira (1º), no bairro Pampalona, na Rua São Joaquim, onde a família mora. Além de Norma, outras duas pessoas foram baleadas e uma esfaqueada. Os feridos eram amigos da mulher. As três estão internadas no Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana. Norma era pastora e atuava na igreja que fundou há 8 anos.

"Uma tragédia que ainda não caiu a ficha. Ela deu a vida dela pelo filho. Onde muitos foram baleados e minha irmã perdeu a vida. Deu a vida delas pelos filhos. É uma grande perda para a sociedade toda, como no bairro. Perdeu uma mãe, uma pastora, uma pessoa que aconselhava a todos que procuravam ela. Então, foi uma tragédia horrível", disse Gilvan de Jesus.

Testemunhas contaram que houve uma confusão generalizada e, durante a briga, um homem identificado como Erisvaldo da Silva Almeida, que era vizinho da família, atirou duas vezes na pastora. Em seguida, Adailson Macedo Almeida, que estava na casa do suspeito, teria efetuado mais um disparo.

Após o crime, três motocicletas que estavam estacionadas em frente à casa de Erisvaldo foram incendiadas por vizinhos da vítima. O grupo também chegou quebrar garrafas de vidro que estavam no local.

Adailton foi preso logo após a ação. Já Erisvaldo, conhecido como Dinho, é preocurado. Segundo a polícia, em um primeiro momento, Adailton confessou o crime, mas, em seguida, negou envolvimento na ação. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios de Feira de Santana.

Conforme a polícia, a briga teria sido motivada por uma desavença antiga entre um dos 11 filhos de de Norma e o vizinho. Rebeca Pereira, de 20 anos, que é uma das filhas da pastora, contou como a rixa começou.

"Uma vez, as crianças estavam brincando na frente da casa do irmão dele. Aí, eu não sei como foi, acho que outras crianças fizeram xixi na porta da casa dele. Aí, o irmão dele pensou que era meu sobrinho, filho desse meu irmão. E ele disse que ia agredir meu vizinho. Aí começou a confusão. Esse rapaz que falou isso pediu desculpa. Ninguém tem nada contra ele. Mas o irmão dele [Erisvaldo], já invadiu a casa onde minha mãe mora", contou Rebeca Pereira.

Após passar por necropsia, o corpo de Norma Lúcia foi levado para a igreja fundada pela vítima, "Arca da Promessa", para ser velado. (Com informações do G1).

 

Vítima é velada na igreja que fundou — Foto: Reprodução/TV Subaé

 

Baiana de Macaúbas - quem é a estudante que viralizou com discurso em formatura na PUC-SP

Domingos Matos, 20/02/2018 | 11:55
Editado em 20/02/2018 | 11:59

Publicado na Nova Escola

Diante de um auditório lotado no Citibank Hall, gigantesca casa de shows da capital paulista, uma aluna de uma das graduações mais tradicionais do país toma o microfone para um discurso duro. “Gostaria de falar sobre resistência. De uma em específico, a que uma parcela dos formandos enfrentaram durante sua trajetória acadêmica”.

Ela falava em nome dos alunos bolsistas do curso de direito da PUC-SP, em que as mensalidades são de 3.130 reais. “Somos moradores de periferia, pretos, descendentes de nordestinos e estudantes de escola pública”, enumerou. Descrevendo uma experiência de solidão e preconceito, a oradora apontava as dificuldades do convívio com alunos e professores de uma outra classe social:

“Resistimos às piadas sobre pobres, às críticas sobre as esmolas que o governo nos dá. À falta de inglês fluente, de roupa social e linguajar rebuscado. Resistimos aos desabafos dos colegas sobre suas empregadas domésticas e seus porteiros. Mal sabiam que esses profissionais eram, na verdade, nossos pais.”

Migrante e filha da escola pública

A fala, aplaudida de pé, viralizou em áudio e vídeo nas redes sociais. NOVA ESCOLA conversou com exclusividade com a autora do discurso. Seu nome é Michele Maria Batista Alves, de 23 anos. Natural de Macaúbas, cidade de 50 mil habitantes no centro-sul baiano, ela é uma dos milhares de estudantes de classe popular que chegaram à faculdade a partir da criação do Programa Universidade para Todos (ProUni), em 2004. É também um exemplo das dificuldades dessa trajetória.

Filha de mãe solteira, criada com a ajuda do avô, Michele veio para São Paulo aos 12 anos, para tratar de uma depressão. Sua família se estabeleceu numa casa alugada em Itapevi, cidade da Grande São Paulo onde mora até hoje, e de onde leva duas horas para ir e voltar ao centro da capital. A intenção inicial era regressar à Bahia, mas dois anos depois a descoberta de um tumor no pescoço adiou indefinidamente os planos. “Hoje estou curadíssima, mas por causa da doença fomos ficando. Minha mãe trabalhava de doméstica e eu comecei a ajudar no Ensino Médio como monitora numa escola infantil”, conta.

Sua história na Educação Básica foi toda em escola pública. “Estudei numa escola estadual perto de casa. Tive professores bons, mas a estrutura dificultava. Faltava água sempre, não tinha como ir ao banheiro, as classes eram lotadas e havia brigas. Eu sentia o quanto era difícil lecionar ali”, lembra ela, que diz nunca ter tido uma aula de Química – a professora só existia no papel, mas nunca apareceu. “Por tudo isso, acho muito difícil um aluno de escola pública entrar direto na faculdade.”

“Percebi que era pobre”

Ela própria teve de fazer cursinho. Duas vezes, a primeira delas num comunitário. “Foi uma experiência fundamental”, conta. “Tive vários professores de origem popular que me mostraram a diferença entre classes. Era a primeira vez que eu me reconhecia como pobre.”

A segunda foi no ingresso na PUC-SP. “Não tinha ninguém do meu círculo social. Não tinha recepção para bolsistas”, diz. No primeiro dia, uma menina contava animadamente sobre a viagem de férias à Europa. No terceiro, uma professora fez um comentário sobre métodos de estudos que deveriam ser evitados porque até a filha da empregada dela estudava assim. O impacto virou trecho do discurso:

“Naquele dia, soube que a faculdade não era para mim. Liguei para a minha mãe, que é doméstica, e disse que queria desistir. Ela me fez enxergar o quanto precisava resistir àquela situação e mostrar o quanto eu era capaz de obter aquele diploma”.

Espelho da realidade

Professores da PUC confirmam a situação narrada por Michele. “Ouvi de alguns bolsistas que a maior dificuldade não era preencher as lacunas de formação, mas conviver com a discriminação por parte de colegas”, diz Leonardo Sakamoto, professor do curso de jornalismo. “Se a PUC tivesse mais estudantes como eles, faria mais diferença do que faz hoje. Alguns dos meus melhores alunos foram bolsistas.”

“Os alunos beneficiários de bolsas são os mais dedicados, pois vêem no diploma da PUC a única chance de fugir de um destino cruel, previamente estabelecido”, confirma Adalton Diniz, professor do curso de Ciências Econômicas, que compara sua própria trajetória com o cenário atual. “Nasci no Jardim São Luiz, na periferia de São Paulo, fui operário metalúrgico e filho de uma dona de casa e um trabalhador que apenas completou o ensino primário. Estudei na PUC nos anos 1980 e não me recordo de ter enfrentado, de modo significativo, resistência, preconceito e hostilidade. Creio que a sociedade brasileira era mais generosa na época.”

Michele Alves seguiu em frente, mas não sem dificuldades. Passou os seis primeiros meses sem falar com ninguém. “Também por minha conta, porque antes eu era mais radical, mais intolerante. Acho que a gente tem de ser radical, mas não radical cego. Isso eu só aprendi depois, ao perceber como as pessoas me enxergavam e como eu poderia me aproximar delas. Aos poucos, fui criando métodos para dialogar com quem era diferente de mim. Ficar sem falar é muito ruim.”

Choro, apreensão – e aplausos

O episódio do discurso nasceu dessa espécie de diálogo radical. Com colegas, Michele fundou um grupo para discutir a situação dos bolsistas na PUC. A formatura se tornou uma pauta importante, porque o custo da colação de grau e do baile – na casa dos 6 mil reais – era proibitivo. Uma negociação com a comissão do evento garantiu quatro ingressos para cada bolsista e o direito do grupo a ter um orador.

Michele foi a escolhida. “Fiz o texto numa única noite. Chorei muito. É um relato carregado de histórias não só minhas, mas de todos os bolsistas, que eu revivia conforme ia escrevendo. Ensaiei 12 vezes e só na última consegui ler sem chorar”, conta.

Chegou o 15 de fevereiro, data da colação, e Michele aguardava sua vez de subir ao palco. O orador oficial fez um discurso leve, contando ‘causos’ do curso e arrancando risadas da plateia. Michele gelou. “Pensei: ‘e agora, como vai ser? Vou vir com um tapa na cara, agressivo, não sei como vão reagir’”. De cima do palco, tentou procurar a família – cunhado, uma amiga do Chile, três colegas de trabalho e a mãe, aniversariante da noite. Não viu ninguém. Leu tudo de um fôlego só.

Ao terminar, ainda meio atordoada, correu de volta para seu assento. “Achei estranho meus colegas se levantando. Depois entendi. Estavam me aplaudindo”, diz ela, contente também com a repercussão de sua fala nas redes sociais. “É uma vitória saber que minha reflexão está chegando a lugares que antes não debatiam esse assunto. Quem sabe cause algum impacto na vida dos bolsistas que virão depois de mim.”

Reconhecimento: Carlos Sodré recebe título de Cidadão Itabunense

A honraria foi justificada por todo o trabalho realizado por Sodré em prol de Itabuna

Domingos Matos, 01/09/2017 | 10:49
Editado em 04/09/2017 | 22:03

Em uma Sessão Solene da Câmara Municipal de Itabuna, realizada na noite de quarta-feira (30), foi homenageado com o Título de Cidadão Itabunense o advogado Carlos Eduardo Sodré. Natural de Itapé, Sodré, que atualmente é chefe de Gabinete da Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), teve seu nome indicado para a homenagem pelo vereador Francisco Reis, presidente da Mesa Diretora da Câmara.

O evento ocorreu no Salão de Festas da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) e foi prestigiado por familiares – a esposa Tânia, os irmãos Márcia e Antonio Carlos Sodré, o filho Renato Afonso Sodré e o sobrinho-neto e afilhado Arthur -, amigos e dezenas de autoridades de diversas partes do país. A justificativa do vereador para propor a honraria, segundo o próprio Francisco Reis, foi o trabalho realizado por Sodré em prol de Itabuna.

“Muitas obras foram aqui realizadas por sua indicação, quando servia no governo Roberto Santos, a exemplo do esgotamento sanitário, os conjuntos habitacionais Urbis I, II e III, além de muitas outras ações ao longo de sua vida, sempre dedicada a Itabuna, Itapé e à região”.

Ainda durante a solenidade formal, da Câmara, discursaram, representando os amigos “de fora”, Joaci Góes, da Academia de Letras da Bahia e, representando os amigos “grapiúnas”, a professora Adélia Melo. Góes destacou a relevância de Sodré fora da região, ressaltando as atividades profissionais, públicas e institucionais que conferem a Carlos Sodré o status de personalidade de destaque em vários locais do país. A professora Adélia lembrou histórias da juventude, enquanto estudantes e colegas do curso de Direito da antiga Fespi, e a importância do homenageado para a construção da consciência do pertencimento, do sentimento e do ser grapiúna.

O discurso

Momento mais aguardado da noite, o discurso do homenageado foi uma verdadeira visita à história recente de Itabuna – ela própria uma jovem cidade –, dando significado a muitos aspectos que os próprios itabunenses naturais sequer percebem da cidade. A começar pelo poema Itabuna, inédito, de Antonio Baracat Habib, que garimpou entre os escritos do amigo com quem conviveu na juventude. A obra narra, poeticamente, a saga sergipana de Firmino Alves, que se entrelaça com a chegada dos libaneses e encontra o “caboclo” com sua “flecha morena”.

O discurso, que foi disponibilizado em livreto a todos os presentes, lembrou da infância em Itapé, a chegada a Itabuna, para prestar o exame de admissão ao Ginásio, a militância na política estudantil, na imprensa e no governo Roberto Santos.

Alerta – novamente – para a necessidade de diversificação da base econômica, admoestando a fuga da monocultura – já nos anos 1970 e ainda nos dias de hoje –, e projeta um futuro de “inteligência política” da região, que tem potencial para eleger dezenas de deputados estaduais e federais mas que se apega às velhas estratégias de “politiquice bisonha” que destrói em vez de construir “uma representação capaz de vocalizar” as aspirações grapiúnas e regionais. “Continuamos incapazes de exorcizar a política tacanha e reducionista que não une a todos em torno da defesa da síntese do que melhor serve e consulta o interesse de todos”.

Presenças

A cerimônia teve participação de convidados de diversas partes do Brasil, a exemplo de Salvador, Brasília, Rio de Janeiro e Paraná. O prefeito Fernando Gomes foi representado pelo vice, Fernando Vita, que compôs a Mesa com o representante do Judiciário, desembargador Osvaldo Bonfim, do Executivo Estadual, secretário Cassio Peixoto; o reitor da UFSB, Naomar Almeida; o cônsul Holanda, Egbert Bloemsma; o tenente-coronel PM Câmara; o presidente da Fundação João Fernandes da Cunha, Silvonei Sales; o presidente da Urbis, Emerson Leal; o representante da OAB-Bahia Carlos Medauar Reis; a professora Adélia Melo; e Joaci Góes, da Academia de Letras da Bahia. O Poder Legislativo foi representado pelo presidente Francisco Reis.

Também participaram os ex-prefeitos de Itabuna, José Oduque Teixeira e Geraldo Simões; a família do jornalista José Adervan, representada pela viúva Ivone Fialho e a filha, Roberta Oliveira; o Cel PM Alfredo Castro; o presidente da OAB-Itabuna, Edmilton Carneiro; o presidente do Rotary Club de Itabuna, Kleber Andrade; o presidente da CDL, Jorge Braga; o presidente da FICC, Daniel Leão; a presidente da Asdita Marluce Leão; os diretores do Conjunto Penal de Itabuna, Cap. PM Adriano Jácome e Bernardo Cerqueira Dutra (adjunto) e o presidente PT Itabuna, Flavio Barreto.

Foram ainda registradas manifestações por escrito da Embaixada da Costa do Marfim; do secretário Nestor Duarte Neto, da SEAP; do desembargador João Augusto Pinto e outras.

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