Tag: formatura

Faculdade de Ilhéus forma novos bacharéis em Psicologia

Domingos Matos, 11/02/2019 | 08:09

A Psicologia está mais inserida na sociedade de Ilhéus e região. A Faculdade de Ilhéus realizou a solenidade de formatura da quarta turma do curso de Psicologia, no auditório Jorge Amado do Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, no último dia 2. A instituição é pioneira na implantação desse curso no município.

Durante a cerimônia, presidida pelo diretor-geral Almir Milanesi, foram graduados vinte e dois novos bacharéis em Psicologia. Conforme o diretor, a proposta acadêmica do curso é proporcionar ao graduando uma visão holística, baseada na interdisciplinaridade, e capacitá-los para atuação em diversos segmentos do mercado de trabalho.   

Milanesi enfatizou a contribuição da profissão de psicólogo e a prestação gratuita de serviços feita pela Faculdade de Ilhéus à sociedade através da Clínica-Escola de Psicologia. Centenas de pessoas, de crianças a adultos, são atendidas em diversas formas de tratamento, em terapia individual, de casais e também com a família. Através de parcerias com órgãos públicos, hospitais e instituições civis, o curso também coopera tecnicamente com outras demandas apresentadas por segmentos representativos da comunidade.

A cerimônia de colação de grau contou com a participação da diretora Acadêmica, Sandra Agrizzi Milanesi, da coordenadora do curso de Psicologia, Thatyanna Rodrigues dos Santos, a paraninfa da turma 2018.2, professora Alba Mendonça Alves, a patronesse, professora Dayane Mangabeira Santana Dias, e o secretário acadêmico, Paulo César Castro Xavier. A solenidade foi produzida pela Terceira Via Formaturas e Eventos.

O orador da turma foi o formando Durval Reis Pinto, sendo que Simone Silva Alves fez a leitura do requerimento de colação de grau. A formanda Monique de Souza Bulhões proferiu o juramento do profissional de Psicologia juntamente com os demais colegas.

Turma – A turma de novos bacharéis em Psicologia, denominada “Resiliência”, é composta por: Bárbara Luzia de Araújo Carvalho Magalhães, Daiane da Conceição Santos Souza, Deusemeire Gomes Herculano, Durval Reis Pinto, Eliane Santos da Silva Rocha, Elizângela de Aquino Soares, Érica Lisboa Góes, Estevan de Assis dos Santos, Giulia Cogo Taraschi, Islailla Santos Ventura, Jamille Alves dos Santos Sandes, Laise Virgínia Dória Crispim, Leidiane Santos Rocha, Milena Santos de Andrade, Monique de Souza Bulhões, Quésia de Almeida Tannus, Raúl Rodrigues Raposo, Rosângela Souza Santos, Simone Silva Alves, Verônica Bastos Nascimento, Viviane Gonçalves Borges Santos e Yasmine Souza do Amparo.

 

Faculdade de Ilhéus forma a terceira turma de Odontologia

Domingos Matos, 07/02/2019 | 16:30

Pioneira na implantação do curso de Odontologia na região Sul da Bahia, a Faculdade de Ilhéus graduou a terceira turma de cirurgiões-dentistas, denominada “Turma de Referência Professor Murillo Matos”, na sexta-feira (1º), no auditório do Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, que ficou literalmente lotado. Trinta e oito bacharelandos em Odontologia colaram grau durante solenidade presidida pelo diretor-geral, Almir Milanesi.

A solenidade transcorreu em clima de alegria, com a presença de amigos e familiares dos formandos, oriundos de Ilhéus, Itabuna e outras cidades da região. O diretor Almir Milanesi destacou a formação de profissionais com qualidade e a colaboração das clínicas-escola implantadas na Faculdade, que chegam a realizar, aproximadamente, 700 atendimentos odontológicos gratuitos, por semana, entre adultos e crianças de Ilhéus e região.

Participaram da mesa oficial da cerimônia, a diretora acadêmica da Faculdade, Sandra Maria Agrizzi Milanesi, o coordenador do curso de Odontologia, professor Fábio Silveira, o patrono da Turma 2018.2, professor Yuri Santos Muniz, o paraninfo, professor Ramon Barreto Mendes, e o secretário acadêmico Paulo César Castro Xavier. A solenidade foi produzida pela Terceira Via Formaturas e Eventos.

A oradora da turma de novos bacharéis em Odontologia foi Caroline Santos Fonseca, sendo o requerimento para colação de grau feito pela formanda Ana Terra Freitas Lins. O juramento foi conduzido por Laíne Patrícia Barbosa Fontes, e as formandas Evelly Nobre da Costa Ribeiro e Priscila Ferreira Carvalho atuaram como mestres de cerimônias.

Clínicas - Sob a supervisão dos professores, nas clínicas da Faculdade os alunos atendem a todos os níveis de complexidade na área odontológica, como restaurações, tratamentos de canal, extrações, cirurgia oral menor, próteses, tratamentos preventivos e odontopediátricos. Além disso, o curso de Odontologia está inserido em programas de cooperação técnica em unidades de saúde, hospitais, nas escolas da rede municipal, nos abrigos de idosos, creches, clubes de serviço, associações de bairros e organizações civis.

Dentistas – Os novos cirurgiões-dentistas formados pela Faculdade de Ilhéus são: Adriele Souza Mota, Ana Terra Freitas Lins, Ayalla Reis Souza, Brihgyda Kalled Carvalho Ferreira, Bruna de Jesus Almeida, Camilla Macêdo Matos Santana, Carolina Eduvirgens Loureiro, Caroline Santos Fonsêca, Cláudia Gabrielly Mendes Fagundes, Emanuela Briane Cardoso Vieira, Emilly Guimarães Martins, Evelly Nobre da Costa Ribeiro, Fernanda Luiza Scher do Nascimento, Gabriele Brito Pereira, Gilvan Santos Araújo, Hélio Simões de Oliveira Neto, Iordan Trindade Lopes Alves, Ítala Santana Santos, João Pedro Souza de Andrade, José Luíz Dantas Costa, Juliana Maria Felipe da Silva Fonsêca Santos, Júlio Lima dos Santos, Júlya Matos Oliveira, Laíne Patrícia Barbosa Fontes, Letícia Mendonça Carmo Santana, Louise Vasconcelos de Oliveira, Luara Azevedo Lopez, Marcos Vinícius Souza de Oliveira, Marcus Izaltino Pessoa Junior, Matheus Freire da Silva, Maura Celli Andrade Magalhães, Priscila Ferreira Carvalho e Sandy de Oliveira Maia.

  

Baiana de Macaúbas - quem é a estudante que viralizou com discurso em formatura na PUC-SP

Domingos Matos, 20/02/2018 | 11:55
Editado em 20/02/2018 | 11:59

Publicado na Nova Escola

Diante de um auditório lotado no Citibank Hall, gigantesca casa de shows da capital paulista, uma aluna de uma das graduações mais tradicionais do país toma o microfone para um discurso duro. “Gostaria de falar sobre resistência. De uma em específico, a que uma parcela dos formandos enfrentaram durante sua trajetória acadêmica”.

Ela falava em nome dos alunos bolsistas do curso de direito da PUC-SP, em que as mensalidades são de 3.130 reais. “Somos moradores de periferia, pretos, descendentes de nordestinos e estudantes de escola pública”, enumerou. Descrevendo uma experiência de solidão e preconceito, a oradora apontava as dificuldades do convívio com alunos e professores de uma outra classe social:

“Resistimos às piadas sobre pobres, às críticas sobre as esmolas que o governo nos dá. À falta de inglês fluente, de roupa social e linguajar rebuscado. Resistimos aos desabafos dos colegas sobre suas empregadas domésticas e seus porteiros. Mal sabiam que esses profissionais eram, na verdade, nossos pais.”

Migrante e filha da escola pública

A fala, aplaudida de pé, viralizou em áudio e vídeo nas redes sociais. NOVA ESCOLA conversou com exclusividade com a autora do discurso. Seu nome é Michele Maria Batista Alves, de 23 anos. Natural de Macaúbas, cidade de 50 mil habitantes no centro-sul baiano, ela é uma dos milhares de estudantes de classe popular que chegaram à faculdade a partir da criação do Programa Universidade para Todos (ProUni), em 2004. É também um exemplo das dificuldades dessa trajetória.

Filha de mãe solteira, criada com a ajuda do avô, Michele veio para São Paulo aos 12 anos, para tratar de uma depressão. Sua família se estabeleceu numa casa alugada em Itapevi, cidade da Grande São Paulo onde mora até hoje, e de onde leva duas horas para ir e voltar ao centro da capital. A intenção inicial era regressar à Bahia, mas dois anos depois a descoberta de um tumor no pescoço adiou indefinidamente os planos. “Hoje estou curadíssima, mas por causa da doença fomos ficando. Minha mãe trabalhava de doméstica e eu comecei a ajudar no Ensino Médio como monitora numa escola infantil”, conta.

Sua história na Educação Básica foi toda em escola pública. “Estudei numa escola estadual perto de casa. Tive professores bons, mas a estrutura dificultava. Faltava água sempre, não tinha como ir ao banheiro, as classes eram lotadas e havia brigas. Eu sentia o quanto era difícil lecionar ali”, lembra ela, que diz nunca ter tido uma aula de Química – a professora só existia no papel, mas nunca apareceu. “Por tudo isso, acho muito difícil um aluno de escola pública entrar direto na faculdade.”

“Percebi que era pobre”

Ela própria teve de fazer cursinho. Duas vezes, a primeira delas num comunitário. “Foi uma experiência fundamental”, conta. “Tive vários professores de origem popular que me mostraram a diferença entre classes. Era a primeira vez que eu me reconhecia como pobre.”

A segunda foi no ingresso na PUC-SP. “Não tinha ninguém do meu círculo social. Não tinha recepção para bolsistas”, diz. No primeiro dia, uma menina contava animadamente sobre a viagem de férias à Europa. No terceiro, uma professora fez um comentário sobre métodos de estudos que deveriam ser evitados porque até a filha da empregada dela estudava assim. O impacto virou trecho do discurso:

“Naquele dia, soube que a faculdade não era para mim. Liguei para a minha mãe, que é doméstica, e disse que queria desistir. Ela me fez enxergar o quanto precisava resistir àquela situação e mostrar o quanto eu era capaz de obter aquele diploma”.

Espelho da realidade

Professores da PUC confirmam a situação narrada por Michele. “Ouvi de alguns bolsistas que a maior dificuldade não era preencher as lacunas de formação, mas conviver com a discriminação por parte de colegas”, diz Leonardo Sakamoto, professor do curso de jornalismo. “Se a PUC tivesse mais estudantes como eles, faria mais diferença do que faz hoje. Alguns dos meus melhores alunos foram bolsistas.”

“Os alunos beneficiários de bolsas são os mais dedicados, pois vêem no diploma da PUC a única chance de fugir de um destino cruel, previamente estabelecido”, confirma Adalton Diniz, professor do curso de Ciências Econômicas, que compara sua própria trajetória com o cenário atual. “Nasci no Jardim São Luiz, na periferia de São Paulo, fui operário metalúrgico e filho de uma dona de casa e um trabalhador que apenas completou o ensino primário. Estudei na PUC nos anos 1980 e não me recordo de ter enfrentado, de modo significativo, resistência, preconceito e hostilidade. Creio que a sociedade brasileira era mais generosa na época.”

Michele Alves seguiu em frente, mas não sem dificuldades. Passou os seis primeiros meses sem falar com ninguém. “Também por minha conta, porque antes eu era mais radical, mais intolerante. Acho que a gente tem de ser radical, mas não radical cego. Isso eu só aprendi depois, ao perceber como as pessoas me enxergavam e como eu poderia me aproximar delas. Aos poucos, fui criando métodos para dialogar com quem era diferente de mim. Ficar sem falar é muito ruim.”

Choro, apreensão – e aplausos

O episódio do discurso nasceu dessa espécie de diálogo radical. Com colegas, Michele fundou um grupo para discutir a situação dos bolsistas na PUC. A formatura se tornou uma pauta importante, porque o custo da colação de grau e do baile – na casa dos 6 mil reais – era proibitivo. Uma negociação com a comissão do evento garantiu quatro ingressos para cada bolsista e o direito do grupo a ter um orador.

Michele foi a escolhida. “Fiz o texto numa única noite. Chorei muito. É um relato carregado de histórias não só minhas, mas de todos os bolsistas, que eu revivia conforme ia escrevendo. Ensaiei 12 vezes e só na última consegui ler sem chorar”, conta.

Chegou o 15 de fevereiro, data da colação, e Michele aguardava sua vez de subir ao palco. O orador oficial fez um discurso leve, contando ‘causos’ do curso e arrancando risadas da plateia. Michele gelou. “Pensei: ‘e agora, como vai ser? Vou vir com um tapa na cara, agressivo, não sei como vão reagir’”. De cima do palco, tentou procurar a família – cunhado, uma amiga do Chile, três colegas de trabalho e a mãe, aniversariante da noite. Não viu ninguém. Leu tudo de um fôlego só.

Ao terminar, ainda meio atordoada, correu de volta para seu assento. “Achei estranho meus colegas se levantando. Depois entendi. Estavam me aplaudindo”, diz ela, contente também com a repercussão de sua fala nas redes sociais. “É uma vitória saber que minha reflexão está chegando a lugares que antes não debatiam esse assunto. Quem sabe cause algum impacto na vida dos bolsistas que virão depois de mim.”

Parceria Socializa/SRS garante projeto Liberdade Sustentável no CPVC

Domingos Matos, 27/03/2017 | 10:39
Editado em 27/03/2017 | 10:33

A Socializa – Novo Sistema Prisional, empresa que faz administração do Conjunto Penal de Vitória da Conquista em sistema de cogestão com o Governo do Estado, implantou, este mês, mais um polo do projeto Liberdade Sustentável. A implantação é resultado de uma parceria com a Superintendência de Ressocialização Sustentável (SRS) da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), que cedeu máquinas de costura.

A demanda do Projeto Liberdade Sustentável – onde se inserem os módulos de Corte e Costura: vestuário e modelagem; Fabricação de Chinelos tipo havaianas; e serigrafia – surgiu a partir do conceito de sustentabilidade da unidade prisional. O objetivo é proporcionar a formação profissional dos reeducandos, visando à emancipação socioeconômica e à construção da cidadania no regresso ao convívio social.

Durante a implantação foi observado que alguns reeducandos já possuem algum conhecimento em atividades na área de corte e costura, de modo intuitivo, necessitando de qualificação profissional a fim de aprimorar seus conhecimentos técnicos. Esse nivelamento será proporcionado pelo Projeto Liberdade Sustentável, o que possibilitará a todos o exercício de atividades profissionais plenas no momento em que forem reinseridos na sociedade.

Itabuna

O projeto Liberdade Sustentável encontra-se em plena atividade no Conjunto Penal de Itabuna (CPI), também administrado pela Socializa, onde a unidade já se autossustenta em relação ao fardamentos (uniformes dos internos e chinelos).

No CPI, o projeto está mais avançado, possibilitando aos reeducandos a confecção inclusive de outros tipos de vestuário, como fardamento da cozinha, pessoal da limpeza e corpo técnico, iniciando o fardamento dos agentes de disciplina. Uma turma já foi, inclusive, certificada com cerimônia de formatura aberta aos familiares.

A filha da lavadeira e o anel de formatura

Domingos Matos, 27/03/2017 | 10:21

Do Blog do Thame

Uma solenidade de formatura da Unopar Itabuna, na sexta, foi marcada por momento de grande emoção. Durante o Culto de Ação de Graças, Thyara Andrade,  que se graduou em Serviço Social, fez questão de prestar uma homenagem à mãe, dona Cecília,  de 77 anos.

Lavadeira durante 40 anos, dona Cecília criou os sete filhos com seu trabalho árduo e digno. “Mãe, o amor por seus filhos foi maior do que a dor e o sofrimento. Obrigada pelo cuidado, amor e dedicação. Valeu a pena cada gota de suor derramada. Nenhuma delas foi em vão. Te amo”, disse Thyara, a primeira da família a concluir um curso de nível superior.

Durante a homenagem, dona Cecília recebeu uma trouxa de roupas, que simbolizava sua luta na criação dos filhos.

Dentro, estava o Anel de Formatura de Thyara.

Conjunto Penal de Itabuna define início do ano letivo de 2017

Domingos Matos, 11/02/2017 | 12:26

Durante reunião com representantes das redes estadual, municipal e do Todos Pela Educação (federal), a direção do Conjunto Penal de Itabuna (CPI) definiu o início das aulas para o próximo dia 19. A matricula das turmas 2017 estão sendo finalizadas, mas já há a expectativa de um número recorde de estudantes nas diversas modalidades oferecidas pelas três redes.

De acordo com Yuri Damasceno, gerente operacional da Socializa, empresa que administra o CPI em regime de co-gestão com a Secretaria Estadual da Administração Penitenciária (Seap), todo apoio será garantido por parte da empresa, para que as aulas transcorram de maneira tranquila, segura e com o conforto necessário para os profissionais e educandos.

A reunião foi coordenada pela pedagoga Maria Miranêz Santana, coordenadora pedagógica do Colégio Estadual de Itabuna, escola-matriz do anexo do CPI, e teve a participação, além do corpo docente que atua na unidade, de um representante do Ministério Público – Felipe Setenta, da 13ª Promotoria – e do diretor-adjunto (Seap) Bernardo Cerqueira Dutra.

Entre as demandas apresentadas pelos representantes das três redes, estão a adequação acústica nas salas de aula, instalação de ventiladores e adequação dos procedimentos de segurança e de serviços sociais. “A Socializa busca a excelência na prestação dos serviços de gestão prisional, e entende que a educação, assim como demais atividades de ressocialização, que também oferecemos. Não mediremos esforços para garantir toda a estrutura necessária para que tenhamos cada vez maior êxito”.

Cursos

No final de janeiro (dia 28) ocorreu a formatura da turma de Corte e Costura (foto). Além desse, também são oferecidos cursos de serigrafia, cabeleireiro, manicure, marcenaria, artesanato entre outros. Há também na unidade o oferecimento de um curso do idioma Italiano, ministrado por um interno dessa nacionalidade. Todos são certificados e cumprem o que preconiza a Lei de Execuções Penais, em relação à remição e garantia de direitos.

PM é morto em saída de festa em Ilhéus

Domingos Matos, 08/01/2012 | 14:02
Editado em 08/01/2012 | 14:07

O PM Eloísio dos Santos Andrade, de 24 anos, foi baleado no peito quando saía de festa de formatura. Ele tentava ajudar um amigo que estava sendo assaltado, na madrugada deste domingo (8), em Ilhéus.

De acordo com o site Radar Notícia, Eloísio conseguiu atingir um dos assaltantes na perna, mas foi baleado nas costas.

O PM foi encaminhado ao  Hospital Regional Luiz Viana Filho, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Eloísio era natural de Buerarema, onde será enterrado. Lotado na Companhia de Ações Especiais da Região Cacaueira (Caerc), a polícia faz diligências na região no sentido de tentar identificar e prender os autores do crime.

Dois jovens morrem em acidente na Ilhéus-Oilivença

Domingos Matos, 03/09/2011 | 15:59
Editado em 03/09/2011 | 16:07

helderO estudante da Uesc Filipe Carvalho Sampaio de Jesus (abaixo, à direita), de 21 anos, e Helder Nascimento Silva, de 26, morreram em um grave acidente na BA-001, que liga Ilhéus a Olivença. A fatalidade ocorreu por volta de 1h30min da madrugada de hoje.

Segundo informações do Departamento de Polícia Técnica, um dos jovens perdeu a direção do veículo (uma picape Toyota) na altura do quilômetro 8 da rodovia, próximo ao trevo do Cururupe. O carro capotou em alta velocidade e caiu no matagal na beira da pista. Os dois rapazes morreram na hora.

filipeDe acordo com informações apuradas pelo blog, os dois rapazes iam para uma festa de formatura, no Batuba Beach, em Olivença. Essas informações dão conta de que os dois teriam sido vistos no bar Inferninho, que se localiza em frente à Universidade Estadual de Santa Cruz, na BR-415.

A perícia colheu sangue dos dois para determinar se houve consumo de bebida alcoólica antes de pegarem a estrada rumo à festa de formatura. Filipe Carvalho era estudante do curso de Ciência da Tecnologia e Helder Nascimento trabalhava num laboratório de análises clínicas. Os dois moravam em Ilhéus e serão enterrados logo mais, por volta das 16 horas, naquele município.

Informações do agoranarede.net

Baiana de Macaúbas - quem é a estudante que viralizou com discurso em formatura na PUC-SP

Domingos Matos, 20/02/2011 | 00:00
Editado em 20/02/2018 | 11:56

Publicado na Nova Escola

Diante de um auditório lotado no Citibank Hall, gigantesca casa de shows da capital paulista, uma aluna de uma das graduações mais tradicionais do país toma o microfone para um discurso duro. “Gostaria de falar sobre resistência. De uma em específico, a que uma parcela dos formandos enfrentaram durante sua trajetória acadêmica”.

Ela falava em nome dos alunos bolsistas do curso de direito da PUC-SP, em que as mensalidades são de 3.130 reais. “Somos moradores de periferia, pretos, descendentes de nordestinos e estudantes de escola pública”, enumerou. Descrevendo uma experiência de solidão e preconceito, a oradora apontava as dificuldades do convívio com alunos e professores de uma outra classe social:

“Resistimos às piadas sobre pobres, às críticas sobre as esmolas que o governo nos dá. À falta de inglês fluente, de roupa social e linguajar rebuscado. Resistimos aos desabafos dos colegas sobre suas empregadas domésticas e seus porteiros. Mal sabiam que esses profissionais eram, na verdade, nossos pais.”

Migrante e filha da escola pública

A fala, aplaudida de pé, viralizou em áudio e vídeo nas redes sociais. NOVA ESCOLA conversou com exclusividade com a autora do discurso. Seu nome é Michele Maria Batista Alves, de 23 anos. Natural de Macaúbas, cidade de 50 mil habitantes no centro-sul baiano, ela é uma dos milhares de estudantes de classe popular que chegaram à faculdade a partir da criação do Programa Universidade para Todos (ProUni), em 2004. É também um exemplo das dificuldades dessa trajetória.

Filha de mãe solteira, criada com a ajuda do avô, Michele veio para São Paulo aos 12 anos, para tratar de uma depressão. Sua família se estabeleceu numa casa alugada em Itapevi, cidade da Grande São Paulo onde mora até hoje, e de onde leva duas horas para ir e voltar ao centro da capital. A intenção inicial era regressar à Bahia, mas dois anos depois a descoberta de um tumor no pescoço adiou indefinidamente os planos. “Hoje estou curadíssima, mas por causa da doença fomos ficando. Minha mãe trabalhava de doméstica e eu comecei a ajudar no Ensino Médio como monitora numa escola infantil”, conta.

Sua história na Educação Básica foi toda em escola pública. “Estudei numa escola estadual perto de casa. Tive professores bons, mas a estrutura dificultava. Faltava água sempre, não tinha como ir ao banheiro, as classes eram lotadas e havia brigas. Eu sentia o quanto era difícil lecionar ali”, lembra ela, que diz nunca ter tido uma aula de Química – a professora só existia no papel, mas nunca apareceu. “Por tudo isso, acho muito difícil um aluno de escola pública entrar direto na faculdade.”

“Percebi que era pobre”

Ela própria teve de fazer cursinho. Duas vezes, a primeira delas num comunitário. “Foi uma experiência fundamental”, conta. “Tive vários professores de origem popular que me mostraram a diferença entre classes. Era a primeira vez que eu me reconhecia como pobre.”

A segunda foi no ingresso na PUC-SP. “Não tinha ninguém do meu círculo social. Não tinha recepção para bolsistas”, diz. No primeiro dia, uma menina contava animadamente sobre a viagem de férias à Europa. No terceiro, uma professora fez um comentário sobre métodos de estudos que deveriam ser evitados porque até a filha da empregada dela estudava assim. O impacto virou trecho do discurso:

“Naquele dia, soube que a faculdade não era para mim. Liguei para a minha mãe, que é doméstica, e disse que queria desistir. Ela me fez enxergar o quanto precisava resistir àquela situação e mostrar o quanto eu era capaz de obter aquele diploma”.

Espelho da realidade

Professores da PUC confirmam a situação narrada por Michele. “Ouvi de alguns bolsistas que a maior dificuldade não era preencher as lacunas de formação, mas conviver com a discriminação por parte de colegas”, diz Leonardo Sakamoto, professor do curso de jornalismo. “Se a PUC tivesse mais estudantes como eles, faria mais diferença do que faz hoje. Alguns dos meus melhores alunos foram bolsistas.”

“Os alunos beneficiários de bolsas são os mais dedicados, pois vêem no diploma da PUC a única chance de fugir de um destino cruel, previamente estabelecido”, confirma Adalton Diniz, professor do curso de Ciências Econômicas, que compara sua própria trajetória com o cenário atual. “Nasci no Jardim São Luiz, na periferia de São Paulo, fui operário metalúrgico e filho de uma dona de casa e um trabalhador que apenas completou o ensino primário. Estudei na PUC nos anos 1980 e não me recordo de ter enfrentado, de modo significativo, resistência, preconceito e hostilidade. Creio que a sociedade brasileira era mais generosa na época.”

Michele Alves seguiu em frente, mas não sem dificuldades. Passou os seis primeiros meses sem falar com ninguém. “Também por minha conta, porque antes eu era mais radical, mais intolerante. Acho que a gente tem de ser radical, mas não radical cego. Isso eu só aprendi depois, ao perceber como as pessoas me enxergavam e como eu poderia me aproximar delas. Aos poucos, fui criando métodos para dialogar com quem era diferente de mim. Ficar sem falar é muito ruim.”

Choro, apreensão – e aplausos

O episódio do discurso nasceu dessa espécie de diálogo radical. Com colegas, Michele fundou um grupo para discutir a situação dos bolsistas na PUC. A formatura se tornou uma pauta importante, porque o custo da colação de grau e do baile – na casa dos 6 mil reais – era proibitivo. Uma negociação com a comissão do evento garantiu quatro ingressos para cada bolsista e o direito do grupo a ter um orador.

Michele foi a escolhida. “Fiz o texto numa única noite. Chorei muito. É um relato carregado de histórias não só minhas, mas de todos os bolsistas, que eu revivia conforme ia escrevendo. Ensaiei 12 vezes e só na última consegui ler sem chorar”, conta.

Chegou o 15 de fevereiro, data da colação, e Michele aguardava sua vez de subir ao palco. O orador oficial fez um discurso leve, contando ‘causos’ do curso e arrancando risadas da plateia. Michele gelou. “Pensei: ‘e agora, como vai ser? Vou vir com um tapa na cara, agressivo, não sei como vão reagir’”. De cima do palco, tentou procurar a família – cunhado, uma amiga do Chile, três colegas de trabalho e a mãe, aniversariante da noite. Não viu ninguém. Leu tudo de um fôlego só.

Ao terminar, ainda meio atordoada, correu de volta para seu assento. “Achei estranho meus colegas se levantando. Depois entendi. Estavam me aplaudindo”, diz ela, contente também com a repercussão de sua fala nas redes sociais. “É uma vitória saber que minha reflexão está chegando a lugares que antes não debatiam esse assunto. Quem sabe cause algum impacto na vida dos bolsistas que virão depois de mim.”

Lula na Bahia: Wagner diz que ferrovia é ''momento de glória''

Domingos Matos, 07/12/2010 | 11:36
Editado em 07/12/2010 | 11:44

lula e wagnerA visita do presidente Lula à Bahia na sexta-feira, dia 10,  para a assinatura da ordem de serviço das obras da Ferrovia Oeste-Leste, em Ilhéus, e da formatura de alunos do TOPA, em Salvador, foi destacada pelo governador Jaques Wagner. O Todos pela Alfabetização (Topa) e a Ferrovia da Integração Oeste/Leste (Fiol), obra prioritária do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), são duas ações importantes da parceria entre o Governo Federal e o Governo da Bahia.

Sobre a construção da ferrovia, Wagner ressalta ser “um momento de glória” a concretização de um “projeto que estava nas gavetas havia mais de cinqüenta anos. Uma obra importante, porque vai trazer muito desenvolvimento para o oeste e por todo o percurso até Ilhéus, no novo porto”.

O governador ressalta a importância da presença de Lula na formatura de mil alunos, representando 281 mil, que foram alfabetizados pelo Topa. “Eu sei que o Presidente gosta muito do programa porque para ele a educação é fundamental. Nós vamos fazer uma festa de agradecimento por tudo o que ele fez nesses oito anos pela Bahia, e não teria melhor forma de festejá-lo, se não por nosso programa”.

Para Wagner, com os novos formandos, o governo atingiu o número de 953 mil alfabetizados, incluindo os que estão em sala de aula. Ele afirma que, no segundo mandato, o foco será “muito no ensino fundamental”, e enfatiza que a idéia é fazer parcerias entre as prefeituras e a Secretaria da Educação do Estado para que a Bahia possa superar os níveis em que ainda se encontra.

 “Nós tivemos uma evolução na última avaliação - até ultrapassamos os objetivos colocados, mas isso não me satisfaz. Quero que a gente tenha um ensino fundamental igualado aos melhores do País. Esse é um desafio”, enfatiza o governador. Ele diz ainda que o outro desafio é continuar  ampliando o número de vagas e universidades públicas federais – a intenção é implantar a Universidade Federal do Oeste.

Testemunhas serão ouvidas na 1ª audiência do Caso Regiane

Domingos Matos, 25/08/2010 | 14:45
Editado em 25/08/2010 | 14:50

regianeAmigos e parentes de Regiane de Cássia Vitório e de Fernando Bispo realizam uma mobilização na manhã desta sexta-feira (27), a partir das 8 da manhã, em frente ao Fórum Epaminondas Berbet de Castro.

Neste dia, todas as testemunhas envolvidas pelo juiz Gustavo Lira no processo que apura o acidente ocorrido no dia 14 de março deste ano serão ouvidas na primeira audiência do processo.

Devido à quantidade de pessoas a serem ouvidas, mais de 20, a previsão é que a audiência se estenda por dois ou três dias.

Entenda o caso

A audiência faz parte do processo que investiga as causas do acidente ocorrido na Avenida Lomanto Júnior, por volta das 4h30min do dia 14 de março, após Regiane ter se dirigido ao Boca Du Mar, para buscar seu namorado, Edgard Matheus e um grupo de amigos, que participavam de uma festa de formatura.

Após sair do local, Regiane, que dirigia um veículo Gol, seguia em direção à zona sul de Ilhéus para deixar uns amigos, quando foi atingida pelo carro dirigido por Adriano, que segundo testemunhas, dirigia a mais de 100 quilômetros por hora e estava fazendo "pega", junto com Thadeu Silva, que dirigia um Golf.

Ainda de acordo com testemunhas, o carro que Thadeu dirigia também em alta velocidade, quando se chocou com o de Adriano, que acabou batendo no carro em que Regiane estava. Adriano foi preso em flagrante e se encontra detido no Presídio Advogado Ariston Cardoso, já Thadeu Silva, continua foragido.

Amigos de Regiane fazem passeata pela paz no trânsito

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 18/03/2010 | 21:43

regianeUma manifestação popular, na manhã desse sábado (20), vai protestar contra a violência no trânsito de Ilhéus. Amigos de Regiane de Cássia Vitório, assassinada por Adriano Barreto e Tadeu Silva Oliveira, que faziam um 'racha' na avenida Lomanto Júnior, no Pontal, vão prestar homenagem à estudante.

O objetivo é, também, chamar a atenção das autoridades para crimes de trânsito, como o que vitimou Regiane. "Será, primeiro, uma homenagem a nossa amiga. Mas também vamos fazer esse apelo, por um trânsito menos violento em nossa cidade. O momento é de tristeza e dor, mas também de indignação", afirma a amiga Juliana de Moura, que está ajudando na coordenação da passeata.

Testemunhas disseram que Adriano e Tadeu estavam a mais de 100km/h na hora da batida. Outras informações afirmam que Regiane havia pedido o volante ao namorado, Edgard Matheus Fernandes, no restaurante Boca du Mar, após uma festa de formatura, porque este havia bebido. "Ela quis evitar um acidente", conta uma amiga da família.

A passeata sairá da praça Dom Eduardo (Catedral), às 10 horas. Leia mais na seção "Você no Trombone".

Parceria entre Formandu's e AFI cria novo espaço de eventos

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 09/04/2010 | 16:39
formandus2A Formandu's Eventos e Formaturas e o Colégio Ação Fraternal de Itabuna assinaram contrato de parceria, que viabiliza a implantação de um novo espaço para eventos no Sul da Bahia. O acordo prevê a utilização das quadras poliesportivas e da área interna da AFI para a realização de eventos como formaturas, bailes, shows, seminários, lançamentos de produtos e serviços, além de torneios esportivos.

Além disso, a Formandu's também ficará responsável pela captação e organização de casamentos realizados na capela. O acordo inclui ainda a conclusão do Teatro Amélia Amado, resgatando um dos mais importantes espaços culturais da cidade.

De acordo com a irmã Margarida Menezes, diretora da AFI, "a experiência e o profissionalismo da Formandu's vão contribuir para que esse espaço  seja valorizado e se constitua numa opção para vários tipos de eventos".

"Vamos dar dinamismo a um dos melhores espaços para eventos disponíveis no eixo Ilhéus-Itabuna, com foco não apenas nas solenidades de formatura, mas em outras atividades. Existe uma demanda muito grande por parte de empresas, entidades e órgãos governamentais, que necessitam de uma área espaçosa e com ótima localização, no centro da cidade", destaca Ramiro Aquino, um dos diretores da Formandu's.

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FarmaBeer vai agitar a Ballo no dia 21

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 11/05/2010 | 22:22
barmaciaA 2ª. Turma de Farmácia da Unime Itabuna realiza no próximo dia 21 de maio, na Boate Ballo, a FarmaBeer, um evento que será marcado pela presença de gente bonita, num clima de muita descontração e com ótimas atrações musicais. A festa começa às 22 horas e será animada pelas bandas Suru Baião, Mariah BaSul e B´Eles, essa uma das revelações de Porto Seguro, além do DJ Djvan.

"Vamos fazer uma mistura de ritmos que agrade a todos os gostos e torne a festa agradável", afirma Érika Chaves, da Comissão de Formatura da Turma de Farmácia. Sibele Cruz, também integrante da Comissão, diz que "o FarmaBeer será uma confraternização entre os estudantes das faculdades de Itabuna e Ilhéus e de pessoas que gostam de um ambiente descontraído. A Ballo vai ferver com o nosso evento".

Os ingressos podem ser adquiridos com a com a turma de Farmácia da Unime. A FarmaBeer tem o apoio da Kello e da Formandu´s Eventos e Formaturas.


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