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Vereador vai convocar ex-secretário da Saúde para explicar carta-delação

Domingos Matos, 24/03/2017 | 23:24

Deu no Pimenta

O presidente da Comissão de Saúde, vereador Enderson Guinho (PDT), quer que seja ouvido, na Câmara, o ex-secretário de Saúde de Itabuna Vitor Lavinsky. Em carta aberta, Lavinsky fez críticas ao prefeito Fernando Gomes (DEM), citando “propostas indecentes” e afirmava não abrir mão da “transparência e da honestidade”.

Enderson disse querer, com a convocação de Lavinsky, esclarecer pontos da carta. “Nela, há termos fortes como propostas indecentes, jogadas sujas e mumunhas políticas”, frisou Guinho. Entre os significados dicionarizados de mumunha, constam negócio ilícito e corrupção. “A presença dele na Casa seria de muita valia para a cidade”.

Na sessão ordinária da quarta (22), vereadores como Jairo Araújo, Antônio Cavalcante, Ricardo Xavier endossaram a importância de ouvir Lavinsky. Ainda na sessão, foram tratados temas como abandono de postos de saúde e o fim do atendimento psiquiátrico no Hospital de Base. De acordo com a médica Célia Kalil, que usou a Tribuna Popular, o setor de psiquiatria itabunense atendia, por ano, 20 mil pacientes.

Antes, O Trombone havia publicado: A lava-jato, o caso Ilheus e a saida de Vitor do Amor (...)"Uma delação informal, não há dúvidas. Resta saber quem se interessa por ela."

Parece que o vereador Enderson Guinho se interessou, como afirma o Pimenta. Observemos o interesse desse interesse.

A lava-jato, o caso Ilhéus e a saída de Vítor do Amor

Domingos Matos, 23/03/2017 | 00:06
Editado em 23/03/2017 | 00:15

Há uma relação direta entre o que ocorre no Brasil, com a chamada Operação Lava-jato, as prisões dessa terça-feira (21) em Ilhéus e o pedido de boné do secretário da Saúde de Itabuna, Vítor do Amor. Sinal dos tempos.

A relação entre a Lava-jato e o caso de Ilhéus é evidente: inspiração. O Ministério Público Estadual imitou o que fazem o MPF e a PGR na famosa operação nascida na 13ª Vara Federal de Curitiba.

O que fica mais no campo da especulação é o caso do ex-secretário da Saúde de Itabuna.

Será que quando convidado, o tio, Jaime do Amor - conhecido negociante ligado ao prefeito Fernando Gomes - não chegou a dizer quem era o futuro chefe? Seu modo de agir. A já folclórica forma de tratamento de seus subordinados... E sobre os pedidos “fora dos preceitos da legalidade”, nada?

Claro que há relação.

Um dia após a prisão de agentes públicos e políticos, sob suspeita de corrupção, numa cidade vizinha, de mesmo porte, acaba sendo um alerta.

Mas interessante mesmo é um representante do primeiro escalão de uma prefeitura como a de Itabuna dizer que recebia pedidos estranhos. Logo numa secretaria com o orçamento que a Saúde tem. Não dá para desconsiderar.

Uma delação informal, não há dúvidas. Resta saber quem se interessa por ela.

Michel Temer é quem nomeia novo relator para a Lava-jato

Domingos Matos, 19/01/2017 | 17:45

Acaba de ser confirmada, pelo filho, Francisco Zavascki, a morte do ministro do STF Teori Zavascki. Confirmada a morte, confirma-se também quem terá a função de substituir o relator da operação Lava-Jato no supremo: o prsidente Michel Temer.

Está no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal: Art. 38: "O Relator é substituído: (...) IV – em caso de aposentadoria, renúncia ou morte: a) pelo Ministro nomeado para a sua vaga".(...)

Clique AQUI para ler.

Cai mais um ministro de Temer por corrupção

Domingos Matos, 16/06/2016 | 17:41

Após ser citado no acordo de delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado como beneficiário de propina, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pediu demissão do cargo na tarde desta quinta-feira (16), informou a assessoria do Palácio do Planalto. O peemedebista é alvo de um inquérito em curso no Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga políticos suspeitos de envolvimento na Lava Jato.

Em depoimento à Procuradoria Geral da República (PGR), o ex-presidente da Transpetro relatou ter repassado a Henrique Alves R$ 1,55 milhão em propina entre 2008 e 2014.

Em pouco mais de um mês de governo Michel Temer, esta é a terceira demissão de ministros em razão de envolvimento no esquema de corrupção que agia na Petrobras investigado pela Lava Jato. Antes de Alves, havia sido demitidos os ministros Romero Jucá (Planejamento) e Fabiano Silveira (Transparência).

De acordo com Sérgio Machado, a propina foi paga ao ministro do Turismo da seguinte forma: R$ 500 mil em 2014; R$ 250 mil, em 2012 e R$ 300 mil em 2008. Os valores foram repassados, segundo ele, pela Queiroz Galvão. Outros R$ 500 mil foram pagos em 2010 a Alves, pela Galvão Engenharia, de acordo com a delação.

Os recursos eram entregues por meio de doações oficiais, mas eram provenientes, conforme o delator, de propina dos contratos da subsidiária da Petrobras. Sérgio Machado detalhou que Henrique Alves costumava procurá-lo com frequência em busca de recursos para campanha.

Por meio de nota, Henrique Alves afirmou nesta quarta que todas as doações para as campanhas dele foram oficiais, e as prestações de contas aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Via G1.com

No atacado: Janot pede prisão para Renan, Cunha, Sarney e Jucá

Domingos Matos, 07/06/2016 | 09:42

Do G1

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e do ex-presidente da República, José Sarney, de acordo com reportagem desta terça-feira (7) do jornal “O Globo”. A TV Globo confirmou a informação e apurou também que, no caso de Saney, por ser idoso, ele seria monitorado por tornozeleira eletrônica.

Também foi pedida por Janot a prisão do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A alegação de Janot de que Sarney, Jucá e Renan estariam agindo para barrar a Lava Jato se baseia, segundo o jornal, na delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que, de acordo com a reportagem, traz indícios de que os três queriam limitar as investigações.

Servidores pedem demissão de ministro da Transparência

Domingos Matos, 30/05/2016 | 13:18

O ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, é alvo de protestos desde o início desta segunda-feira (3) em Brasília. Um grupo de servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) impediu a entrada em seu gabinete do ministro, flagrado em conversa gravada orientando o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado a se defenderem na Operação Lava Jato.

O carro dele foi cercado por manifestantes assim que chegou à sede da CGU. Ele acabou deixando o local. Em seguida, os servidores lavaram a fachada do prédio. Neste momento, eles lavam o nono andar, onde fica a sala do ministro. Também cobrando a saída de Fabiano Silveira, representantes da CGU em 22 estados anunciaram que vão deixar seus cargos caso ele não seja demitido.

O diálogo entre Fabiano Silveira e Renan foi gravado na residência oficial do Senado em 24 de fevereiro, quando o atual ministro era conselho do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ministro também fez recomendações a Machado sobre como ele deveria se comportar diante de uma medida cautelar, conforme revela reportagem do Fantástico.

Veja tudo no Congresso em Foco

Everaldo diz que gravações de Sérgio Machado revelam a verdade sobre o impeachment

Domingos Matos, 29/05/2016 | 23:09
Editado em 29/05/2016 | 23:25

A cada dia que surge um novo áudio com diálogos gravados pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, vai ficando mais evidente para a população que o afastamento da presidenta Dilma no processo de impeachment foi um golpe político.

Essa é a opinião do presidente do Partido dos Trabalhadores na Bahia, Everaldo Anunciação. "A verdade veio à tona", resume.

Se ainda não é possível cravar uma volta da presidenta ao seu mandato, que foi dado pelo povo, pelo menos o PT saiu das cordas.

"A narrativa muda. Antes, queriam nos impigir a pecha de corruptos e que queríamos barrar a Lava-Jato. O que vemos agora? Os que nos acusavam sendo desmascarados. Os áudios mostram quem estava tramando para barrar a investigação".

 

E Jucá, quem diria, derrubou o governo interino...

Domingos Matos, 23/05/2016 | 11:08

Diálogo edificante, do prócer do governo interino de Michel Temer, Romero Jucá, devidamente esmiuçado por Paulo Henrique Amorim em seu Conversa Afiada. Precisa de mais o quê, coxinhas, para ir pras ruas contra essa ameaça à Santa Inquisição de Curitiba?

Acompanhe PHA:

Na reportagem de Rubens Valente que derrubou o Governo interino:

Machado (presidente da Braspetro) - Tem que ter uma paz, um ...

Jucá (que trabalha no Palácio, ao lado do Geddel ("vai às compras", segundo ACM), Eliseu "Quadrilha" (segundo ACM) e o gatinho angorá (que, segundo FHC, segundo ACM, não pode ficar perto de um cofre) - Eu acho que tem que ter um pacto.

("Pacto" é o mesmo que "não pode haver caça às bruxas", o acordo que o Padim Pade Cerra e o Temer firmaram, no Estadão, antes do Golpe, para fechar a Lava Jato só com os petistas lá dentro.)

- Machado - Um caminho é buscar alguém que tem (sic) ligação com o Teori (Zavascki), mas parece que não tem ninguém.

- Jucá - Não tem. É um cara fechado, foi ela (Dilma) que botou, um cara...

Burocrata da...

(Pergunta: "burocrata da"...

"Da" o quê?

Qual será a sequencia dessa reação do Jucá, da frase interrompida?

"Da"...

O que será, amigo navegante ?)

Em tempo: a reportagem completa está AQUI

URGENTE: LULA ACEITA MINISTÉRIO E VAI PARA CASA CIVIL

Domingos Matos, 14/03/2016 | 19:29
Editado em 14/03/2016 | 19:29

lulaO blog recebeu informação de fonte altamente confiável: o ex-presidente Lula já teria aceitado o convite da presidenta Dilma e vai ser o ministro da Casa Civil. O atual ministro, Jaques Wagner, ainda não tem destino certo, provavelmente, segundo a fonte, irá para algum órgão de controle ou estatal, o que ainda não estaria definido.

A consequência prática, para Lula, é que fugiria automaticamente das garras do juiz Sérgio Moro, que comanda a Lava-Jato. Os processos que envolvem o ex-presitente subiriam automaticamente para o Supremo Tribunal Federal (STF), onde poderia contar com um julgamento menos politizado. Para o governo, o ganho é imensurável em termos de representatividade.

A conferir.

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