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Mesa Diretora quer uma maior participação da sociedade na Tribuna Livre da Câmara de Itabuna

Domingos Matos, 14/06/2019 | 15:35

Os integrantes da Mesa Diretora da Câmara de Itabuna estarão mobilizando os demais vereadores da Casa, os servidores e os assessores parlamentares para estimularem a todos os segmentos da sociedade local a utilizarem a Tribunal Livre do Legislativo itabunense. O objetivo é ouvir as propostas da população.

Segundo o artigo 141 do Regimento Interno da Câmara de Itabuna, “Tribuna Livre é a parte da Sessão Especial destinada à manifestação da comunidade sobre matéria de interesse do Município, reivindicações ou proposições da iniciativa popular”. O espaço é aberto a qualquer cidadão itabunense e tem a duração máxima e improrrogável de trinta minutos.

A “Tribuna Livre” será usada na tarde das quartas-feiras, após o término da Sessão Ordinária da Câmara de Itabuna. Regimentalmente, caberá ao vereador Ricardo Xavier, presidente do Legislativo local, conceder a palavra aos munícipes inscritos, que terão o prazo de dez minutos, cada, para uso da palavra e não poderão ser aparteados. Na hipótese de infração será advertido pelo presidente e na reincidência terá a palavra cassada.

“A Tribuna Livre é um espaço democrático existente em todas as Câmaras de Vereadores do país, no qual os cidadãos podem falar sobre vários assuntos relacionados ao município e que podem precisar de alguma intervenção dos vereadores. Na tribuna, frente a frente com os membros da Casa e os cidadãos, o munícipe pode expressar os seus anseios quanto aos andamentos do Poder Legislativo e Executivo”, disse Ricardo Xavier.

Para fazer uso da Tribuna Livre, o cidadão deverá comprovar que é eleitor itabunense; informar previamente sobre o tema abordado, permitindo a entrega de sua exposição, por escrito, para efeito de encaminhamento a quem de direito, a critério do presidente; proceder a sua inscrição, em livro próprio, na Secretaria Parlamentar, com antecedência mínima de 48 horas de cada Sessão Ordinária. A reabertura das inscrições para o uso da Tribuna Livre ocorre a partir das 12 horas do dia seguinte da última reunião ordinária.

 

Itororó: segundo livro da trilogia de romances de Adroaldo será lançado na Fligê

Domingos Matos, 11/06/2019 | 09:01
Editado em 11/06/2019 | 09:22

Saiu em São Paulo, pela Editora Trevo, o romance "A Última Flor da Terra - sobre a paixão e outras vésperas da morte", do escritor baiano Adroaldo Almeida, também advogado e ex-prefeito de Itororó.

Trata-se do segundo volume de uma trilogia sobre o ciúme, a paixão e o amor. O primeiro (O Labirinto dos Bárbaros) foi publicado no ano passado e o último (Em Busca de Julio Pakard) está prometido para 2020.

Esta obra de agora (A Última Flor...) será lançada por ocasião da Feira Literária de Mucugê (FLIGÊ 2019) na Chapada Diamantina, no dia 16 de agosto às 18h, dentro da programação oficial do evento.

Juiz Marcos Bandeira confirma palestra sobre abuso infantil no “Queremos Saber!”

Domingos Matos, 19/05/2019 | 08:20

O juiz aposentado Marcos Bandeira confirmou o convite da Câmara de Itabuna para proferir uma palestra no próximo dia 28 de maio, sobre crimes cometidos contra crianças e adolescentes, durante a quarta edição do Projeto “Queremos Saber!”. A informação foi prestada pelo presidente, vereador Ricardo Xavier, ao lembra neste sábado, 18, de maio, a passagem do “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual da Criança e Adolescente”, uma data simbólica para a luta pelo enfrentamento da violência sexual infanto-juvenil no país.

O abuso sexual de crianças e adolescentes é um dos mais graves crimes no Brasil. No sul da Bahia, Itabuna – município cortado por duas rodovias federas e considerada pelas autoridades como uma rota da exploração sexual infanto-juvenil – registra diariamente dezenas de casos de violência e abusos sexuais praticados inclusive no ambiente familiar. Para marcar a Semana, membros do Conselho Tutelar e agentes da Secretaria de Assistência Social promoveram uma série de atividades para conscientização, prevenção e orientação sobre esses graves crimes.

“Os números de casos abusos contra as crianças e os adolescentes itabunenses são preocupantes e pedem uma tomada de providencia por parte das autoridades e população. A Câmara de Itabuna deseja, com a realização da palestra do Dr. Marcos Bandeira, despertar a sociedade, encontrar alternativas para a prevenção da violência e desenvolver ações concretas e efetivas em defesa da criança e do adolescente” garantiu Ricardo Xavier.

Magistrado aposentado, Dr. Marcos Bandeira, é professor de Direito, autor de livros e estudioso do Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA. Por mais de duas décadas teve uma atuação marcante na Justiça itabunense. Foi juiz da Vara do Júri, Execuções Penais, Infância e Juventude e Delitos de Imprensa. Realizou mais de duzentos julgamentos, criou o Conselho da Comunidade e realizou um trabalho ressocializador no interior da Cadeia Pública de Itabuna.

Na Vara da Infância e Juventude, Dr. Marcos Bandeira estimulou o número de adoções nacionais com o Projeto “Adote a Esperança”. Membro da Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Bahia, ele é autor de três livros que abordam temas como Guarda e Tutela na Prática Forense, Adoção na Prática Forense, e Atos Infracionais e Medidas Socioeducativas.

“Queremos Saber!” é um projeto criado pela Câmara de Itabuna. Tem o objetivo de promover, na última terça-feira de cada mês, palestras seguidas de debates e apresentação de sugestões, sobre temas de interesse geral, propostos por vereadores ou sugeridos pelos cidadãos, por meio da Ouvidoria da Casa. Os debates, abertos ao público, ocorrem no plenário Raymundo Lima. 
 

Abertas inscrições do V Concurso de Poesia e Redação para Escritores Escolares

Domingos Matos, 15/05/2019 | 09:21

Estão abertas as inscrições, até 19 de junho, do V Concurso de Poesia e Redação para Escritores Escolares. O concurso tem o objetivo de estimular a prática da escrita criativa entre crianças e jovens do Ensino Fundamental I e II e do Ensino Médio.

Para participar não é necessário limite de idade, sendo apenas necessário estar matriculado nas escolas. As inscrições podem ser feitas pelo site (www.fpc.ba.gov.br), presencialmente nas bibliotecas ou via postal. Os vencedores receberão, em conformidade com a sua classificação, prêmios tais como: tablete; kits contendo livros; pôster ilustrado em tamanho A2 do texto selecionado; leitor de e-book; entre outros.

O concurso é uma realização da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBA), através da Diretoria do Livro e da Leitura (DLL), e visa sensibilizar os estudantes para o ato da escrita, além de revelar novos talentos e promover a integração entre as escolas das redes pública e privada do Estado.

Para a diretora da DLL, Bárbara Falcón, “a iniciativa tem o objetivo de estimular a prática da escrita, por meio da sensibilização, mobilização e premiação de textos em prosa e verso”, afirma Bárbara.

O concurso – Foi criado em 2014 e na última edição, em 2017, recebeu, aproximadamente, 1.200 inscrições de 26 dos 27 territórios de identidade da Bahia, premiando 18 estudantes e escolas que se destacaram com número de inscritos.

A Diretoria do Livro e da Leitura (DLL) da FPC tem por finalidade incentivar a leitura, a formação de mediadores de leitura e fomentar e divulgar a produção de livros. Esta política é desenvolvida mediante apoio a instituições e através de editais específicos; a organização de concursos literários; e a realização de campanhas que visem incentivar a leitura, sobretudo de crianças e adolescentes. A DLL participa de festas literárias pelo Estado da Bahia com o objetivo de democratizar o acesso a leitura contemplando sua diversidade de expressões manifestadas em todos os territórios de identidade.

Serviço:

O que: Abertas inscrições do Concurso de Poesia e Redação para Escritores Escolares;

Quando: De 08 de maio a 19 de junho de 2019;

Onde: Site (www.fpc.ba.gov.br), presencialmente nas bibliotecas públicas ou via postal.

 

“Queremos Saber” discutirá abuso sexual infantil, anuncia vereador Ricardo Xavier

Domingos Matos, 14/05/2019 | 08:06

O abuso sexual de crianças e adolescentes, considerado um dos mais graves crimes existentes em nossa sociedade, será tema da quarta edição do Projeto “Queremos Saber”, prevista para acontecer no próximo dia 28. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira, dia 13, pelo vereador Ricardo Xavier, ao destacar a abertura da “Semana Nacional de Prevenção e Combate à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes”.

“A Semana se estenderá até o próximo sábado, 18, o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual da Criança e Adolescente”, uma data simbólica para a luta pelo enfrentamento da violência sexual infanto-juvenil no país. “Em Itabuna, membros do Conselho Tutelar e agentes da Secretaria de Assistência Social promoverão uma série de atividades para conscientização, prevenção e orientação sobre esses graves crimes”, acrescentou Ricardo Xavier.

“Queremos Saber” é um projeto criado pela Câmara de Itabuna. Tem o objetivo de promover, na última terça-feira de cada mês, palestras seguidas de debates e apresentação de sugestões, sobre temas de interesse geral, propostos por vereadores ou sugeridos pelos cidadãos, por meio da Ouvidoria da Casa. Os debates, abertos ao público, ocorrem no plenário Raymundo Lima. 

O convidado no próximo dia 28 será o juiz aposentado Marcos Bandeira. Professor de Direito, autor de livros e estudioso do Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA, ele teve por mais de duas décadas uma atuação marcante na Vara da Infância e adolescência de Itabuna. “Nós queremos, com a realização da palestra, despertar a população e encontrar alternativas para a prevenção da violência, principalmente nos ambientes familiar e escolar, desenvolvendo ações em defesa da criança e do adolescente do município” garantiu Ricardo Xavier.


 

Professoras de Itabuna transformam a pedagogia do oprimido em pedagogia libertadora

Domingos Matos, 13/05/2019 | 13:50
Editado em 13/05/2019 | 14:52

Em tempos de constante ataque às instituições de ensino, um grupo de Professores da Rede Municipal de Itabuna comprova, por meio de práticas exitosas, que a educação é realmente transformadora. As pedagogas Miralva Cardoso e Rosilene Adelina estiveram no Sindicato do Magistério – SIMPI para um bate-papo, onde puderam contar um pouco de suas trajetórias como educadoras no Conjunto Penal de Itabuna, que leva acesso à educação aos detentos numa proposta construtivista de transformação social.

O Conjunto Penal de Itabuna implantou desde o ano de 2010 o Sistema Educacional Prisional, que possibilita acesso à educação dos presos que estão cumprindo regime fechado e semiaberto. Conforme disposição da Lei de Execução Penal nº 7.210/84, o preso poderá remir a sua pena por meio do trabalho e/ou do estudo. Dessa forma, a pena privativa de liberdade do autor de algum crime poderá ser reduzida, desde que cumpra alguns requisitos, como, por exemplo, participar de atividades educacionais regulares.

Como agente transformadora de realidades, a Profa. Miralva Cardoso, formada em história e pedagogia, integrante da rede municipal desde 2005, começou seu trabalho de professora no conjunto penal em 2014, e de imediato se surpreendeu com a estrutura que o lugar dispunha para o processo de ressocialização. “Quando cheguei lá pela primeira vez, fiquei surpresa, pois eles possuíam uma estrutura melhor que muitas escolas convencionais dos centros urbanos”. De acordo com a professora, o trabalho no presídio veio para complementar seu objetivo inicial na carreira, que seria passar por todas as modalidades de ensino. “Trabalhei com alunos do campo, depois com educação de jovens e adultos, atuei na educação infantil no sistema de Ciclo de Formação e hoje, continuo meu trabalho lecionando para os internos do conjunto penal”, afirma Miralva.

Quando questionada se houve algum receio por trabalhar em um sistema tão estigmatizado pela sociedade, Miralva foi enfática ao dizer que nunca teve medo ou se sentiu desamparada. “Percebi que no fundo são pessoas carentes de afetividade. Nem todos tiveram acesso à educação, alguns estão aprendendo a ler e a escrever agora e percebo que muitos acabam desenvolvendo um respeito e carinho fraternal. Eles conseguem relatar coisas para mim que não contaram nem mesmo para seus advogados. A gente se torna uma espécie de conselheira, tentando mostrar que cometeram um erro, mas que a vida deles é maior que aquilo”, declara emocionada a professora.

A Pedagoga Rosilene Adelina (Rose), por sua vez ingressou como professora no Conjunto Penal em 2016, mesmo já integrando a rede municipal desde o ano de 2002. “Iniciei meu trabalho no Ciclo de Formação Humana com a Pré-escola, infelizmente a escola de Mutuns conhecida como o Sítio IV desabou e nunca foi reformada. Depois disso, me tornei Orientadora de estudo no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e ali me dei conta de que meu trabalho sempre deveria envolver a troca de experiência com pessoas. Tenho em minha mente a certeza de que se eu não fosse professora, teria sido babá ou ocuparia qualquer outra função que auxiliasse no desenvolvimento das pessoas, que é o que me move”, afirma Rose.

Ao ser questionada sobre os motivos que a faz tão feliz em seu atual trabalho, Rose é enfática ao dizer que acredita na educação como vetor de transformação. Ela que auxiliou no retorno da educação feminina no presídio discute assuntos relevantes, como empoderamento e conhecimento constitucional. “Eu deixo claro para meus alunos que eles estão naquele lugar porque cometeram um erro, mas informo que existem leis que os amparam e que o conhecimento é a única ferramenta eficaz de libertação”.

No atual sistema prisional, o aluno que assisti a 3 dias de aula tem direito a 1 dia de remição (diminuição) da pena. Há também a possibilidade de remição pela leitura, onde os alunos precisam ler um livro e escrever uma resenha para conquistar a diminuição da pena. Além disso, as professoras desenvolvem projetos para datas especiais e situações cotidianas. “Tenho desenvolvido um projeto intitulado ‘O comercio de Itabuna, por meio da educação, adentra o conjunto penal’, onde levo informações triviais do dia-a-dia para eles. É uma forma de aproximar eles da realidade cá fora e fazer com que não se sintam excluídos do mundo exterior”, afirma Rose.

Infelizmente, apesar de todos os esforços, nem sempre estes profissionais que trabalham com a ressocialização dos presos são valorizados pelo poder público. Governo Municipal suspendeu o direito ao recebimento de adicional de periculosidade e estão tendo que lutar judicialmente para o retorno do benefício. Mesmo com a falta de valorização, se mantém firme no propósito da ressocialização pela educação. “Acreditamos que nosso trabalho não é meramente educacional, mas também social, pois à medida que os internos conseguem compreender que precisam mudar sua postura, nós conseguimos transformar à sociedade”, finaliza Rose.

Fonte: www.simpitabuna.com.br

Após Ufba e institutos federais, Ufrb, Ufob e Ufsb anunciam que também tiveram verbas bloqueadas pelo governo federal

Domingos Matos, 06/05/2019 | 13:06

Mais três universidades federais baianas anunciaram que tiveram cortes nas verbas repassadas pelo governo federal. Além da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que teve R$ 37,3 milhões bloqueados, e de institutos federais de ensino superior, agora a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb), a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob) e a Universidade Federal do Sudoeste da Bahia (Ufsb) também relataram cortes orçamentários, que chegam a cerca de R$ 40 milhões.

A UFRB disse que sofreu um bloqueio de créditos no orçamento de custeio e investimento, da ordem de R$ 16.329.642 (cerca de 32% do orçamento). O corte foi constatado no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI), na última quinta-feira, 2 de maio.

A universidade informa que o bloqueio, se não revertido, prejudicará o pagamento de serviços terceirizados como limpeza e segurança, pagamento de contas de água, luz, telefone, aluguéis, despesas com manutenção, além da conclusão de obras e compra de novos equipamentos. Os recursos destinados à assistência estudantil não sofreram bloqueio, segundo a instituição.

Atualmente, a UFRB tem uma comunidade acadêmica de aproximadamente 12.500 estudantes, 900 professores e 700 técnicos administrativos. São 67 cursos de graduação e 43 cursos de pós-graduação. Diante desse panorama, a UFRB informa que esforços estão sendo realizados, com o apoio de sua comunidade universitária e no conjunto das universidades federais, para defender a recomposição integral do orçamento estabelecido na Lei Orçamentária (LOA) de 2019 junto às instâncias pertinentes do Governo Federal.

A Ufob disse que sofreu um bloqueio de 33,2% dos recursos orçamentários para custeio e investimento. Com isso, o total de recurso contingenciado chega a R$ 11.872.857,00.

A medida, anunciada pelo Ministério da Educação (MEC), alcançou as ações orçamentárias de implantação da instituição, sendo afetadas: capacitação de servidores; fomento às atividades de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão; e recursos de investimento utilizados para aquisição de livros, equipamentos e realização de obras.

O bloqueio em vigência, informa a Ufob, trará graves consequências e, se mantido, inviabilizará o funcionamento da universidade a partir da metade do segundo semestre deste ano.

Os recursos contingenciados são utilizados para pagamento de água, luz, contratos de empresas terceirizadas responsáveis por limpeza, vigilância, manutenção, dentre outras despesas de serviços essenciais ao funcionamento do dia a dia da Instituição.

Neste momento, as atividades da Ufob não estão diretamente comprometidas, porém, segundo a instituição, caso o bloqueio orçamentário persista, ações de contingência precisarão ser tomadas.

A instituição disse que manterá a comunidade informada de forma transparente e tempestiva, destacou que a reitoria reafirma seu compromisso na defesa intransigente da recomposição de seu orçamento e informou que agendará reunião com o MEC, para tratar do assunto na tentativa de reverter os cortes ocorridos em nossos recursos.

A Ufsb informou que teve bloqueio de 38% no orçamento de custeio e capital, recursos utilizados para pagamentos de despesas básicas como água, energia elétrica, bolsas de iniciação científica e extensão, contratos de pessoal terceirizado, limpeza, vigilância, motoristas, aquisição de equipamentos para equipar salas de aula e laboratórios.

A instituição diz que são despesas sem as quais a universidade terá muita dificuldade em manter suas atividades.

Em razão do corte, informa a instituição, há o risco concreto de a universidade paralisar obras, "o que implica em enorme prejuízo pois, ao interromper os contratos, além dos atrasos no planejamento institucional, a universidade será obrigada a arcar com pesadas multas para as empresas contratadas, além da deterioração das obras quando de sua futura retomada".

O orçamento da Ufsb empenhado em 2018 foi de R$ 113.096.371,32, incluindo folha de pagamento dos servidores.

A UFSB tem 5 anos de funcionamento. A instituição diz que, no momento, tem três obras em andamento nos três campi: Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

A universidade diz que tem um quantitativo de cerca de 4.500 alunos, incluindo os que ingressaram em 2019.

Afirma que as obras em processo são de fundamental importância para a consolidação dos cursos que já estão em andamento, além de outros que a instituição planeja ofertar.

Ao lado das atividades de ensino de graduação, a Ufsb diz que tem quatro programas de Pós-Graduação stricto sensu e 6 programas lato sensu que atendem a uma quantidade significativa de pessoas que precisam da formação.

Diz que, mesmo antes do anúncio do corte pelo governo federal, as universidades federais já trabalhavam com orçamento aquém das necessidades. No caso da Ufsb, a instituição diz que os cortes têm sido regra desde 2016.

A instituição diz que está trabalhando em conjunto com as demais Instituições federais de ensino superior, a fim de ter melhores condições de detalhar a situação delineada.

Afirma ainda que que a gestão da Ufsb está diligentemente empenhada para recorrer junto ao Ministério da Educação e demais instâncias competentes, na tentativa de reverter o quadro de contingenciamento.

 

Polêmica

O corte de repasses às instituições federais virou o centro de polêmica no país, após o ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciar, em entrevista ao Estado de São Paulo, que iria cortar recursos de universidades federais que apresentassem desempenho acadêmico fora do esperado e, ao mesmo tempo, estivessem promovendo "balbúrdia".

Na lista, estavam a Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Federal Fluminense (UFF). Depois, o governo anunciou que a medida atingiriam todas as instituições de ensino do país.

 

O que diz o MEC

Por meio de nota, o Ministério da Educação (MEC) informou que o critério utilizado para o bloqueio do orçamento foi operacional, técnico e isonômico para todas as universidades e institutos, em decorrência da restrição orçamentária. O bloqueio foi de 30% para todas as instituições.

Segundo o MEC, o bloqueio decorre da necessidade do Governo Federal se adequar ao disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal. O bloqueio preventivo incide sobre os recursos do segundo semestre para que nenhuma obra ou ação seja conduzida sem que haja previsão real de disponibilidade financeira para que sejam concluídas.

O ministério disse, ainda, que até o momento, todas as universidades e institutos já tiveram 40% do seu orçamento liberado para empenho. (Com informações do G1)

Internas do CPI discutem livro Quarto de Despejo e ganham show de grupo feminista

Domingos Matos, 20/03/2019 | 21:13

A programação do Mês da Mulher no Conjunto Penal de Itabuna (CPI) teve, na segunda-feira (18), uma importante atividade em parceria com a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB-Campus Jorge Amado), por meio do Setor de Biblioteca. Cerca de 40 internas participaram de uma Roda de Leitura, para discutir trechos do livro “Quarto de Despejo – Diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus.

Após a oficina de leitura, realizada com intensa participação das mulheres, uma apresentação do grupo musical Banda Quente animou ainda mais a todas elas, interpretando um vasto repertório de canções autorais e de nomes consagrados da música popular, como Edson Gomes, e outros nomes da MPB.

“Foi uma experiência muito enriquecedora. Nunca estive num presídio, não fazia ideia de como seria a recepção. Foi uma grata surpresa, porque fomos muito bem recebidas por todas elas, que participaram ativamente das atividades propostas, muitas delas verbalizando o quanto se identificavam com a obra. Foi muito gratificante”, afirmou a bibliotecária da UFSB, Raquel da Silva Santos.

Também servidora da UFSB, lotada na biblioteca, Izadora Guedes conduziu as dinâmicas de relaxamento e integração entre as mulheres, bem como orientou uma das turmas das oficinas de leitura e ainda integrou o show da Banda Quente. “Foi maravilhoso. Espero poder participar de outras programações como essa, ver novamente o brilho no olhar dessas mulheres”, disse. O mesmo comentaram as outras integrantes da Banda Quente.

A atividade foi elogiada pelo diretor em exercício do CPI, Bernardo Cerqueira Dutra. “Só temos a agradecer à Biblioteca da UFSB e à Banda Quente, que proporcionaram momentos culturais às mulheres custodiadas. Estaremos de portas abertas outras iniciativas como essas”, afirmou.

Participaram da programação Raquel da Silva, Izadora Guedes, Katlyn Amazonas, Isadhora Veiga e Fernando Silva, pela UFSB; e Eloah Monteiro e Ticiana Belmonte (e Izadora Guedes) pela Banda Quente.

O livro

O livro Quarto de Despejo é o diário de Carolina, uma catadora de papéis, semi-analfabeta, negra, pobre e favelada. É, também, autora, personagem e narradora do livro. É um diário autobiográfico e um documento sobre a vida de uma favela. O diário registra fatos importantes da vida social e política do Brasil, iniciando-se em 1955 e terminando em janeiro de 1960. (Fonte: http://resumos.netsaber.com.br/resumo-3797/quarto-de-despejo)

Projetos “Ler Faz Bem e Cine Santa Casa são destaques na exposição do Jequitibá Shopping

Domingos Matos, 04/02/2019 | 15:30

Foi com o olhar voltado para a humanização no ambiente hospitalar e a promoção do bem-estar dos acompanhantes dos pacientes, que a provedoria da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna criou os projetos “Ler Faz Bem” e o “Cine Santa Casa”.

Os dois projetos são destaque na exposição da Santa Casa que fica até esta segunda (04) no Jequitibá Shopping. A iniciativa partiu do provedor Eric Júnior e, pelo visto, vemagradando e muito a todos da instituição e ao público que diariamente circula pelo Hospital Calixto Midlej Filho. “A biblioteca e o cinema servem de alento para acalmar a dor, que muitas vezes, envolve o âmbito hospitalar, principalmente dos acompanhantes dos pacientes”, comenta Eric.

A biblioteca está instalada no corredor próximo ao Pavilhão João Otávio e é uma forma entreter as pessoas que estão como acompanhantes dos pacientes durante o internamento. O estoque de livros, que já conta com mais de 627 títulos, é fruto da doação de pessoas da comunidade que apoiam a ideia.

As sessões de cinema acontecem quinzenalmente no auditório do Hospital Calixto Midlej Filho e a escolha dos filmes têm sempre como temática, o humor. Para a concretização desses dois projetos foi fundamental o apoio de diversos setores da Santa Casa, a exemplo da ouvidoria, do serviço social, do marketing e da hotelaria.

 

 

Adroaldo lança novo livro, O Labirinto dos Bárbaros

Domingos Matos, 23/01/2019 | 00:00

Centenas de pessoas compareceram à Fundação Cultural Cabana da Ponte para o lançamento do romance "O Labirinto dos Bárbaros - sobre o ciúme e outros bastardos triunfantes", de Adroaldo Almeida, publicado pela Editora Trevo, de São Paulo.

Amigos, políticos, jornalistas, educadores e artistas, como a cineasta Betse di Paula (irmã do ator Marcos Palmeira), o escritor Adylson Machado, o  escultor Gleisson Rocha, o pintor Vade Amaral, entre outros prestiagaram o evento.

Uma apresentação musical de Magilson Alencar, Juacy Gusmão, Amauri Amorim e Eduardo Duarte completou a sessão cultural da noite.

A obra é o primeiro volume de uma trilogia que tratará, além do ciúme, da paixão e do amor, que serão lançados na sequência. O lançamento também foi umsucesso de vendas, com 92 livros autografados pelo escritor. Agora, o livro será levado a diversas cidades, numa estratégia de divulgação que começará visitando municípios regionais.

Polícia Militar lança livro sobre o Proerd

Domingos Matos, 11/01/2019 | 13:01

A Polícia Militar da Bahia, através do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP), lançou, na manhã de quinta-feira (10), no auditório do CPM/Dendezeiros, o livro 'Memórias, Histórias e Práticas Educativas: experiências e vivências do Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência (Proerd)'.

A publicação retrata os 15 anos de existência do programa e foi construído a partir de textos escritos por policiais militares, responsáveis pela formação de crianças, adolescentes e familiares no contexto de resistência às drogas. Ela traz uma percepção de como uma política de segurança pública, pautada nos processos educativos, pode transformar vidas.

Durante a solenidade, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Anselmo Brandão, foi agraciado com o primeiro exemplar e com a entrega simbólica das fantasias doadas ao Proerd. Os parceiros receberam, além do livro, placas e kits. Também foram homenageados os autores da obra, que eterniza os 15 anos do Proerd.

“As ações de prevenção primária vêm gerando resultados muito positivos e a PM tem também esse papel social. Hoje, o Proerd é destaque, aprendemos muito nesses anos e desejo que sejamos grandes e fortes como leões”, disse Anselmo.

Além do comandante-geral da PM, participaram da solenidade o diretor do IEP, coronel Sérgio Baqueiro, o coordenador-executivo do Proerd, tenente-coronel César Bonfim, parceiros e colaboradores do programa, além de autoridades civis e militares.

Dirceu, a “academia” e as putas

Domingos Matos, 10/01/2019 | 23:03

Por Domingos Matos

O século 21 vai a todo vapor, mas, em algumas mentes, ele sequer parece ter chegado. Na vizinha Ilhéus, por exemplo, os enredos amadianos se repetem. Cacauicultores não aceitam ideias comunistas no seio da sociedade quatrocentona.

Pode parecer brincadeira, mas há um movimento sério – digo, estruturado – tentando impedir o lançamento do livro de memórias do ex-ministro José Dirceu. Não por acaso, é formado por lideranças de cacauicultores – que na época de Jorge Amado eram chamados de coronéis do cacau.

Falando em Jorge Amado, é sintomático que em uma terra que se orgulha de ser a mãe do maior escritor brasileiro – para a grande maioria dos brasileiros – se impeça o lançamento de uma obra literária.

Chegam a dizer que “Ilhéus não é casa de puta” para permitir o lançamento de um livro de gente como Dirceu. Ofendem as putas, guerreiras que trabalham com dignidade, para destilar ódio de classe.

Só pra contrariar, bem que o lançamento poderia ser feito numa “casa de putas”, já que a “casa das letras” recusou receber uma obra que justifica sua existência.

Assim, mostraria quem tem dignidade, as putas ou a honrada society, que sempre se prostituiu por qualquer regabofe oferecido pelo governo de plantão. “Socialista” ou idiocrático.

Domingos Matos é jornalista e blogueiro

A fama efêmera

Domingos Matos, 01/03/2018 | 08:05

Walmir Rosário

No regime democrático de direito costumamos a ver de tudo, das experiências científicas capazes de mudar o mundo para melhor aos experimentos empíricos sem qualquer valor, do mais sério ao simplesmente ridículo. Todos os que querem podem ter os seus cinco minutos de fama, efêmera, é verdade, mas os sujeitos conseguem aparecer, mesmo de forma negativa, do burlesco ao grotesco.

A qualquer notícia sobre determinado fato governamental – pelos entes governamentais – aparecem logo essas figuras que poderiam ser consideradas excêntricas, mas que se tornam despropositadas, insensatas, incoerentes. Agora, então, com o anúncio da intervenção na segurança do Rio de Janeiro, estão chegando aos montes. E o pior, ainda encontram guarida em determinados órgãos de imprensa apesar das asneiras que falam.

Na grande maioria das vezes, essas pessoas são formadas nas melhores faculdades, foram aprovadas em concurso público nacional ou estadual e ocupam cargos de relevância em instituições como o Ministério Público ou Defensorias. Também assim agem os expertos dirigentes de organizações não governamentais (que se alimentam do dinheiro público) e propalam serem defensores dos direitos humanos…

Direitos humanos de pessoas que se encontram fora da lei, os conhecidos bandidos que hoje aterrorizam a sociedade brasileira. Já essa parcela de pessoas de bem que não tem seus direitos respeitados estão fora dessa seleta lista. Estes não têm o direito de ir e vir, vivem trancados em suas casas, são assaltados ao pisar nas ruas, têm seus bens tomados de assalto, e mesmo que não esbocem qualquer reação são assassinados de forma fria e covarde.

No ridículo entender dessas pessoas, os policiais estão impedidos puxar sua arma e disparar um tiro em qualquer desses bandidos fortemente armados, e só podem agir assim no caso de só e somente só, de que tenham sido antes alvejados. Do contrário, serão processados na forma da lei e responderão criminalmente por ter alvejado e matado um bandido durante a defesa da sociedade.

Ainda bem que felizmente esse número de pessoas é inexpressivo e não expressa a vontade e a representatividade dessas instituições, criadas para defender o cumprimento da lei, a ação do Estado e de algumas categorias tidas como indefensas. Não dá para compreender o motivo de que para essas pessoas a vida de um policial, de um cidadão de bem vale mais do que a de quem manifesta o desejo e assume a manifesta vontade de roubar, traficar e matar.

De maneira deliberada, invertem-se os papéis: defendem os quais devem denunciar e denunciam os que atuam com a representação do Estado em defesa da sociedade, diga-se de passagem, cada vez mais desprotegida. Se essas pessoas somente se limitassem a falar, a expor suas ideologias, tudo bem, seria irrelevante, mas não se contentam com isso, denunciam os agentes da lei em processos escabrosos.

Não tenho a menor ideia do entendimento dessas pessoas em reverter a vontade da lei, desconhecer a filologia que estudou e interpretou os textos legais durante sua concepção, edição, apreciação e aprovação. A filologia é uma ciência reconhecida em todo o mundo para o estudo da língua expressada nos textos escritos, com a finalidade de não deixá-los dúbios e manter fielmente o espírito do que se queria dizer quando foram criados.

Por falar em espírito das leis, basta recorrer ao pensador, filósofo e magistrado Montesquieu (Charles-Louis de Secondat), na sua obra, “Do Espírito das Leis”, reconhecida e estudada em todo o mundo. Como um iluminista que foi, dissecou o papel dos regimes: tirania, monarquia e democracia, com seus fundamentos, respectivamente no medo, na honra e na virtude.

No livro décimo – Das leis em sua relação com a força ofensiva –, capítulo I, encontramos anotado: “A vida dos estados é como a dos homens; estes têm o direito de matar em caso da defesa natural; aqueles têm o direito de fazer a guerra para a sua própria conservação. No caso da defesa natural, tenho o direito de matar porque a vida me pertence, como a vida do que me ataca lhe pertence; do mesmo modo, um Estado faz a guerra porque sua conservação é justa como qualquer outra conservação”.

Na repreensão ao crime, como ocorre no Rio de Janeiro, onde políticos corruptos fizeram e ainda fazem pacto com os bandidos, a defesa da sociedade não deixa de ser uma guerra. E nessa guerra, as quadrilhas possuem as melhores armas e munições, as melhores localizações e subjugam toda a sociedade do entorno através do poder do medo e do dinheiro sujo das drogas e dos assaltos.

Na visão caolha de algumas desses pseudos defensores dos diretos humanos exclusivos dos bandidos, o se deparar com um criminoso com um fuzil ou uma metralhadora, o policial deve agir tal e qual como nos filmes de bang bang americanos e italianos. Antes de atirar, terá de dar o famoso grito de guerra: saque a arma! Para morrer não precisa tanto sacrifício.

Pelo que me parece, essas pessoas do contra são como alguns dos meus amigos de infância do bairro da Conceição, em Itabuna, que iam ao cinema somente para torcer pelos bandidos, com a única finalidade de nos contrariar. Entrava domingo e saía domingo nos filmes do cines Itabuna, Marabá, Catalunha, Plaza e Oásis, e eles sempre levavam a pior. Simples, o crime não pode compensar!

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Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado

Waldeny Andrade faz sessão de autógrafos em Itabuna do seu 3º livro

Aberta ao público, sessão será quarta-feira, dia 25, às 16h, na Câmara de Vereadores

Domingos Matos, 19/10/2017 | 22:44

Depois do sucesso das noites de autógrafo do livro “Serra do Padeiro – A saga dos Tupinambás”, em Salvador e Ilhéus, o radialista, jornalista e escritor grapiúna Waldeny Andrade chega a Itabuna para atender ao público com quem sempre se identificou ao longo da carreira profissional. Sejam seus ouvintes do programa Microfone Aberto, apresentado ao meio-dia e meia de segunda a sexta-feira, na Rádio Jornal de Itabuna, entre 1969 e 2002, sejam os leitores do Diário de Itabuna, que dirigiu no mesmo período. Aberta ao público, sessão será quarta-feira, dia 25, às 16h, na Câmara de Vereadores.

A obra ficcional, editada pela Via Litterarum, é um thriller que narra a história de três gerações de uma mesma família, nascida da união de uma índia e um austríaco, que fugiu da Europa após a Primeira Guerra Mundial ao final da primeira década do século XX. Além da narrativa envolvente, o livro tem capítulos curtos e sequência quase cinematográfica ao descrever a vida cotidiana dos tupinambás no alto da serra e dos proprietários rurais que habitam no entorno da aldeia entre Buerarema, Ilhéus e Una.

Com 288 páginas, a ficção tem como pano de fundo a heroica saga dos Tupinambás, desde suas raízes na nação Tupi, que habitava o litoral brasileiro na época do Descobrimento. Também narra fatos históricos envolvendo os Tupinambás como a Batalha dos Nadadores, em 1559, quando a praia do Cururupe, extremo norte da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, foi cenário da sangrenta guerra comandada pelo governador-geral Mem de Sá.

Ainda evoca aspectos da colonização jesuítica dos índios, tendo à frente o padre Manoel da Nóbrega, cujo marco foi a construção da Igreja de Nossa Senhora da Escada, em 1680. Por sua trajetória profissional reconhecida, em determinados momentos, o autor assume sua condição de jornalista profissional opinativo para enfocar uma realidade incontestável sobre a discriminação e sofrimento que resta aos indígenas que habitam uma área, cuja demarcação oficial esperam há séculos.

Para o editor da Via Litterarum, sociólogo e professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Agenor Gasparetto, o livro trata de questão bastante sensível que requer bastante reflexão. “No momento em que a obra é lançada há um conflito latente. Certamente, os leitores poderão aclarar alguns pontos e ter serenidade na discussão. Como obra ficcional, conta uma história com elementos de realidade. Mas, creio que há uma voz ponderada a indicar bom senso e a razoabilidade que leva as pessoas a refletir”, afirma.

Fundador da maior comunidade sobre chocolate do mundo estará no Festival em Ilhéus

Domingos Matos, 11/07/2017 | 00:00

Durante a nona edição do Festival Internacional do Chocolate e Cacau – Chocolat Bahia, que acontece de 20 a 23 de julho em Ilhéus, especialistas internacionais ministrarão palestras gratuitas sobre diversos aspectos do setor. 

O passado, presente e futuro do chocolate artesanal será o tema abordado pelo escritor norte americano Clay Gordon, autor do livro Descubra o chocolate: o guia final de compra, degustação e aproveitamento de chocolate fino (em livre tradução). Gordon também é fundador da TheChocolateLife.com, maior comunidade focada exclusivamente no chocolate no mundo.

Os indianos radicados nos Estados Unidos Andal Balu e Mannarsamy Balasubramanian apresentarão tecnologias para processamento do cacau e produção de chocolate artesanal a partir da amêndoa. O casal é proprietário da indústria CocoaTown, em Atlanta, que projeta, fabrica e distribui uma linha de equipamentos compactos para ajudar pequenos produtores a fazer chocolate gourmet bean to bar (do grão à barra). Já a portuguesa Goretti Silva, professora de Turismo e proprietária da empresa Na Rota do Chocolate, na região de Viana do Castelo, em Portugal, trará o tema Turismo associado ao chocolate.

Todas as palestras serão realizadas no Centro de Convenções de Ilhéus, a partir das 16h do dia 22, durante o Chocoday, parte da programação do Chocolat Bahia - 9º Festival Internacional do Chocolate e Cacau. A entrada é gratuita.

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