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Mãe acusada de matar, esquartejar e enterrar o filho recém-nascido em Itabuna é presa novamente

Domingos Matos, 31/08/2018 | 16:10
Editado em 01/09/2018 | 14:22

O promotor titular da Vara do Júri de Itabuna recorreu da decisão da audiência de custódia e a suspeita de matar e esquartejar o próprio filho recém-nascido voltou para a prisão, três dias após ganhar liberdade.

Rosemare de Oliveira, de 39 anos, foi solta na segunda-feira (27) e foi presa, novamente, na quinta (30), após a Justiça decretar a prisão preventiva dela. A mulher já foi encaminhada para o Conjunto Penal de Itabuna.

A acusada foi submetida a exame de sanidade mental na última quarta-feira (29). A previsão é de que o resultado saia num prazo de 10 dias. Se ficar comprovado que a suspeita sofre de transtornos mentais, ela será levada para um hospital de custódia, em Salvador. Caso contrário, vai continuar respondendo pelo crime de infanticídio, mas permanecerá presa numa cela comum.

O caso

Rosemare de Oliveira foi presa no último sábado (25), logo após o sumiço do bebê, de apenas um mês. A criança foi esquartejada e queimada, antes de ser enterrada num matagal nas imediações da Volta da Cobra, próximo ao Hospital de Base.

Na delegacia, a Rosemare confessou tudo, mas negou que matou o filho. Segundo ela, quando fez isso, a criança já estava morta. A suspeita relatou que o recém-nascido começou a passar mal e, a caminho do hospital, teria morrido.

Ainda de acordo com Rosemare, ela teria ficado com medo da reação da família e resolveu enterrar o corpo.

 

 

Já está em liberdade mãe que esquartejou e enterrou bebê em Itabuna

Rosemare de Oliveira, presa no último final de semana, após confessar o crime, será submetida a um exame de sanidade mental

Domingos Matos, 28/08/2018 | 16:23
Editado em 31/08/2018 | 16:01

Rosemare de Oliveira, de 39 anos, acusada de enterrar o próprio filho de apenas um mês de idade, foi solta após uma audiência de custódia, realizada ontem (27), na Vara do Júri, em Itabuna.

A mulher foi presa no último sábado (25), logo após o sumiço do bebê. A criança foi esquartejada e queimada, antes de ser enterrada num matagal nas imediações da Volta da Cobra. Rosemare confessou tudo, mas garantiu que, quando fez isso, o filho já estava morto.

Segundo ela, o bebê começou a passar mal e, a caminho do hospital, ele teria morrido. A acusada contou que, com medo da reação da família, resolveu enterrar o corpo.

O caso repercutiu em todo o estado. A Justiça decidiu que Rosemare deverá ser submetida a exames de sanidade mental. Se a doença for comprovada, ela será levada para um hospital de custódia, em Salvador. Caso contrário, vai continuar respondendo pelo crime de infanticídio, mas ficará presa numa cela comum.

Conjunto Penal de Itabuna inova com biometria para saidão do Dia das Mães

Domingos Matos, 12/05/2018 | 09:09
Editado em 12/05/2018 | 09:09

Depois de implantar o sistema de reconhecimento por biometria (leitura eletrônica das impressões digitais) para a distribuição dos kits de higiene, colchões, cobertores e uniformes, além do controle de acesso à unidade (visitantes dos internos, funcionários etc), o Conjunto Penal de Itabuna (CPI) inova com a biometria para a saída temporária do Dia das Mães.

O objetivo é garantir a segurança das informações oficiais de retorno/evasão e permitir, caso sejam requisitados, o compartilhamento de dados com setores de inteligência das forças de segurança e do próprio sistema prisional. 

De acordo com o diretor do CPI, capitão PM Adriano Valério Jácome da Silva, o uso da biometria no controle da Saída Temporária é mais um avanço que o Conjunto Penal de Itabuna, operacionalizado pela empresa Socializa em parceria com a Seap, oferece ao sistema prisional, especialmente no que diz respeito à confiabilidade das informações produzidas pela unidade. 

Embora o CPI não divulgue o número de internos beneficiados com a saída temporária, a informação disponível é que a taxa de retorno gira em torno de 90%. “Não há como se duvidar, por exemplo, dos índices de retorno, uma vez que o interno, ao sair, deixa seu registro biométrico, que deve coincidir com o que ele registrar no seu retorno à unidade. É a tecnologia a serviço da segurança e do controle social dentro do sistema prisional”, destaca.

O diretor diz ainda que essa taxa de retorno é algo a ser reconhecido, uma vez que demonstra, por um lado, o critério para a concessão do benefício pela Justiça e, por outro lado, o sentimento, por parte do interno, de que ele faz parte de um sistema ressocializador. “Não à toa, muitos dos que ganham o benefício fazem parte de programas de ressocialização, a exemplo de escola, artesanato, ou mesmo são colaboradores da gestão, contratados dentro do programa de remição da pena pelo trabalho”.

O que é

A Saída Temporária é um benefício previsto na Lei de Execuções Penais, concedido pelo juízo da Vara de Execuções Penais. São previstas cinco saídas por ano, sempre em datas comemorativas. O interno é autorizado a sair temporariamente com base em alguns requisitos, como, por exemplo, ter progredido para o regime semiaberto. Além disso, é avaliado pelo juízo o decurso da pena, o peso do crime e, até, a probabilidade de cometimento de novas infrações, de acordo com o perfil do candidato. 

“Ou seja, para que o preso tenha acesso a um benefício de saída temporária, ele já passou por uma avaliação processual, amparada em informações biopsicossociais, que vão nortear a decisão do magistrado para a concessão ou não. Nada é aleatório, e o Conjunto Penal cumpre a decisão judicial, prevista em lei, com objetivo, inclusive, de preparar esses apenados para a volta ao convívio social, o que fatalmente acontecerá com a grande maioria deles”, observa o diretor Adriano Jácome.

MINHA MÃE FOI FESTEJAR NA ETERNIDADE

Domingos Matos, 01/10/2017 | 15:15

Adroaldo Almeida*

Dona Almerinda, minha mãe, abriu as cortinas do baile do tempo e foi celebrar na eternidade. Pôs o seu vestido mais bonito, estampado de ternura e gentileza, descansou os pés da máquina Singer, calçou sapatilhas adornadas com o perene orvalho translúcido da aurora e flutuou no tapete mágico da espiritualidade para virar estrela na constelação da misericórdia.

Dona Almerinda, minha mãe, partiu na primavera carregando um buquê de crepúsculos e madrugadas nas agulhas e dedais das suas mãos, bordando matas celestes e rios siderais na fina seda do tecido de nossas vidas.

Dona Almerinda, minha mãe, calou o silêncio e soprou sobre a brisa da vida o ar e a voz da sua mansidão angelical. Então, resoluta e de roupa nova, suave e pura, atravessou a excelsa torrente até a outra margem e retornou para sua mesa no banquete do Pai Eterno.

Dona Almerinda, minha dulcíssima mãe, dona de casa e costureira, fatigada de combater na Terra, subiu ao Céu para preparar os manjares de Deus e alinhavar as túnicas do Criador. Para sempre, como sempre.

Adroaldo Almeida é filho de ALMERINDA NASCIMENTO SILVA (1929-2017).

Coral da Ceplac canta para internas do CPI em homenagem às mães

Domingos Matos, 30/05/2017 | 13:24

Uma tarde diferente, com muita música e emoções à flor da pele. Assim foi o encerramento do Mês das Mães no Conjunto Penal de Itabuna (CPI), que culminou com a apresentação do Coral dos Servidores da Ceplac para mais de 60 internas que cumprem pena na unidade. O evento foi realizado na tarde de segunda-feira (29), no Pátio de Visitas do Anexo Feminino.

O concerto teve a participação da diretoria do CPI, representada pelo diretor Adriano Jácome e pelo diretor-adjunto, sargento PM Bernardo Dutra. Também participou Verônica Borges, representante da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), órgão ligado à Prefeitura Municipal de Itabuna. Pela Socializa, participaram representantes da Gerência, da Coordenação de Segurança e do Corpo Técnico.

Organizado pela empresa Socializa – que administra o CPI em regime de cogestão com o Estado – e pela Ceplac, o evento teve total aceitação das reeducandas, que interagiram de forma descontraída com as cantoras e cantores do coral. De improviso, elas até cantaram algumas músicas, especialmente inseridas no programa para essa participação.

Momento especial

Falando em nome do Conjunto Penal de Itabuna, o diretor, capitão PM Adriano Jácome, agradeceu pela disponibilidade dos servidores da Ceplac, por se dedicarem a levar alegria a tantas pessoas e, especialmente, às internas do CPI. “A música transforma as pessoas. Essa ação tem um significado muito grande para todas e todos aqui”.

Representando a Ceplac, o coordenador da Divisão de Suporte Administrativo e Financeiro (Disaf), Jackson Moreira, disse que essa era uma oportunidade muito especial. “Nos sentimos honrados em fazer essa apresentação, especialmente por podermos contribuir um pouco com a transformação na vida de todas e todos que participaram. O coral tem 19 anos de atividades, mas posso dizer que esse momento foi muito especial”.

Por sua vez, Verônica Borges, representando a FICC, prometeu “boas surpresas” para as internas e os internos do CPI. “Estamos preparando um pacote de oficinas para desenvolvermos junto com o Conjunto Penal para vocês”, afirmou, em referência às negociações em andamento, visando à formalização de uma parceria entre as duas instituições, que vai garantir diversas oficinas da FICC no CPI.

Oficinas

Uma das internas, que teve a oportunidade de se expressar em nome das demais, revelou que esse momento foi marcante para todas. “Queremos agradecer a todos pela oportunidade, e dizer que estamos abertas a todas as ações desse tipo que nos possam ser oferecidas”, disse, sob aplausos das colegas e dos cantores.

Há a expectativa de implantação, nas próximas semanas, de diversas oficinas no CPI, entre elas uma de canto, em parceria com a FICC. A Ceplac e o Conjunto Penal também estudam outras formas de cooperação na área de ressocialização, a exemplo da cessão de um profissional para coordenar a Horta orgânica do projeto Semeando a Liberdade, já em execução na unidade.

Sem representante na Câmara Federal, Itabuna segue à deriva

Domingos Matos, 21/10/2016 | 14:40
Editado em 21/10/2016 | 14:45

(Do Políticos do Sul da Bahia)

Os últimos dias foram de intensa movimentação em Brasília. Prefeitos eleitos ou reeleitos colaram em seus deputados federais, com um único objetivo: incluir emendas ao Orçamento da União e obter recursos para tocar obras e projetos em 2017.

O ilheense Marão, por exemplo, conseguiu viabilizar emendas com vários deputados, como uma de R$ 3 milhões com Paulo Magalhães e outra com Bebeto, de quem foi adversário nas últimas eleições.

Já Itabuna, que ainda não sabe nem quem será o prefeito no ano que vem (e o atual já entregou os pontos), não tinha ninguém pra pedir por ela. Ficou, literalmente, sem pai nem mãe, graças à indefinição política produzida pelas últimas eleições.

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P.S.: Na última eleição, em 2014, Itabuna perdeu o mandato de Geraldo Simões (PT), e não conseguiu emplacar outro. O candidato local mais próximo de assumir uma cadeira na Câmara foi Davidson Magalhães (PCdoB); ele é o primeiro-suplente que, embora assuma esporadicamente, não consegue "se firmar" e desenvolver uma linha de trabalho.

Fundação Fernando Gomes tem gestão irregular, diz SMS

Domingos Matos, 28/04/2016 | 10:24
Editado em 28/04/2016 | 10:33

"A Secretaria de Saúde de Itabuna não tem como repassar verbas a qualquer que seja a instituição que não esteja dentro da conformidade legal”. A declaração é do titular da Saúde, Paulo Bicalho, durante sessão da Comissão Técnica em Saúde da Câmara de Vereadores.  

O secretário explicou que o não pagamento da produção de serviço que está sendo exigido foi autorizado e aprovado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), para qual existe um acordo direto entre aquela Secretaria e a Fundação Fernando Gomes (Maternidade da Mae Pobre) para o devido repasse, referente a serviços prestados nos meses de janeiro e fevereiro em torno de R$120 mil, segundo informações da própria Maternidade.

“Isso significa que a Fundação possui uma dupla gestão, com estado e com o município e que a Secretaria de Saúde de Itabuna não poderá repassar uma verba que não lhe compete, apenas para atender a solicitação da diretoria da Maternidade, que deseja que o município faça o repasse”, afirmou.

Prefeitura de Ilhéus rebate denúncia de vereador

Domingos Matos, 25/04/2016 | 21:24
Editado em 25/04/2016 | 21:23

Gabinete do Prefeito

Nota de Esclarecimento

Em virtude da veiculação de matéria intitulada “Vereador Magal denuncia “Máfia dos Combustíveis” do governo Jabes ao MP”, o Governo do Município de Ilhéus vem a público protestar contra a leviandade do edil ao publicar afirmações genéricas que não condizem com a realidade e afirmar que:

  1. O serviço de abastecimento de combustível feito na frota de veículos disponibilizada para as atividades do governo é feito com rigoroso critério, através de cartões de despesas específicos para cada veículo, cujos dadossão rotineiramente enviados ao Sistema Integrado de Gestão e Auditoria (SIGA) e ao Tribunal de Contas dos Municípios;
  2. O dito vereador não é fiel à verdade ao insinuar que ônibus do transporte escolar parados por questão de manutenção estejam sendo abastecidos de forma irregular, fato que o mesmo não tem condições de provar;
  3. Com relação ao ônibus de placa NYY-8038, que o mesmo exemplificou com foto, que se encontrava parado, foi abastecido a partir de setembro de 2015, voltou para manutenção no dia 21.01.2016 e retornou às atividades a partir do dia 08 de março deste ano e teve seu último abastecimento no dia 23 de março último;
  4. Quanto ao veículo de placa NZN-2824, foi abastecido até o mês de abril de 2014, voltou ao serviço no dia 05 de setembro de 2015 e, logo em seguida, foi recolhido para serviço de manutenção;
  5. E em relação ao ônibus de placa NYY-7232, o mesmo foi abastecido até o dia 02 de dezembro de 2015, seguiu para manutenção e retornou ao serviço no dia 19 de abril de 2016.

Diante de tais esclarecimentos, ratificamos que as denúncias articuladas pelo edil são infundadas e que o Governo Municipal não teme qualquer ilação nesse sentido. Por outro lado, podemos afirmar que, apesar dos preços mais elevados dos combustíveis, a atual administração realiza despesa menor que a da gestão anterior, à qual estava vinculado o vereador dito denunciante. Somente para exemplificar, no último ano da gestão anterior, a despesa com combustível chegou à cifra de R$ 1.535.000,00, enquanto no ano passado, a despesa do atual governo nesse setor foi da ordem de R$ 1.276.708,88, ou seja, despesa muito menor considerando os atuais preços e o tamanho da frota de veículos.

Ilhéus, 22 de abril de 2016

“Carta de Curitiba” denuncia golpismo de Moro na UFPR

Domingos Matos, 23/03/2016 | 15:43

Do Blog do Esmael Morais

Colegas do professor Sérgio Moro, na UFPR, em documento histórico intitulado Carta de Curitiba, ensinaram ontem à noite ao juiz Sérgio Moro alguns preceitos básicos garantidos na Constituição Federal de 1988. Na prática, juristas sepultaram o golpismo do coordenador da Vaza Jato no ninho da serpente.

Os operadores do Direito denunciaram sistemáticos ataques às instituições democráticas e a semeação de ódio, intolerância e violência pela velha mídia.

“As concessões dos serviços públicos de rádio e televisão devem ser utilizadas como instrumento de ação política de grupos, instituições e organizações com o objetivo de desestabilizar o regime democrático”, diz um trecho da Carta de Curitiba, em claro recado à Rede Globo.

O golpismo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que repete 1964, também foi alvo da artilharia dos juristas. Eles expressaram no documento “inconformismo republicano” à posição da entidade que é favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff – mesmo sem base legal.

A Carta de Curitiba ainda denuncia o juiz Sérgio Moro por produzir provas de maneira criminosa, ilegal, como grampos telefônicos, bem como condução coercitiva — do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva — sem prévia intimação judicial.

Na Carta, o mundo jurídico ensinou ao juiz Moro que não se pode vazar escutas telefônicas antecipadamente para a Globo em desacordo com as garantias constitucionais dos acusados; que a defesa do Estado Democrático de Direito e da soberania nacional, que se manifestou pelo voto legítimo em regular eleição, das garantias constitucionais do devido processo legal, especial da ampla defesa, do contraditório, da presunção da inocência, da imparcialidade e do afastamento das provas ilegítimas.

“É preciso ter coragem para denunciar o obscurantismo que insiste em se instalar no País”, diz o documento que ainda segue aberto para assinatura da sociedade em geral (clique aqui para subscrevê-lo).

Leia aqui a íntegra da Carta de Curitiba.

Itabuna, a verdadeira Casa de Mãe Joana

Domingos Matos, 10/01/2012 | 23:44
Editado em 11/01/2012 | 00:08

Quem comprou um tal passaporte para o parque Universal, que estava funcionando na avenida Princesa Isabel, em Itabuna, e tentou usufruir do ingresso antecipado na noite de hoje, deu com os burros n'água. Apesar de o empreendimento prometer ficar na cidade até o próximo dia 15 - e vender ingressos antecipados até essa data - as carretas com os os brinquedos zarparam hoje.

Recentemente, golpe parecido foi registrado pelas bandas do Shopping Jequitibá. Atraiu milhares de consumidores com uma promoção que dava lindos relógios de pulso. Embora aquele templo do consumo itabunense prometesse trocar notas fiscais no valor de R$ 150 pelos brindes até o dia 24 de dezembro, cerca de 10 dias antes do prazo a brincadeira acabou.

Simplesmente fecharam a birosca, mesmo com as moças do atendimento garantindo que o cliente teria até a véspera do Natal para realizar as trocas. Com essa garantia do Jequitibá - era o shop, a maior instituição itabunense, falando! - muita deixava para pegar o brinde num momento de fila mais convidadtiva...

 Até que, num passe de mágica, sumiu a barraquinha, assim como sumiu o parque essa semana. Mas, não se preocupe, caro leitor trombonauta. Ano que vem, nos mesmos bat-locais, tudo se repetira. Inclusive...

Nem falemos nas "promoções" das lojas de eletro... Alô, Procon! Alô, doutor Sidenilton!

Mãe tenta visitar filhos na delegacia com vassoura recheada de maconha

Domingos Matos, 27/12/2011 | 19:11
Editado em 27/12/2011 | 19:12

Uma mulher de 45 anos foi presa nesta terça-feira (27), na delegacia de Alagoinhas, quando tentava visitar os dois filhos que estão detidos na unidade.

De acordo com o delegado Flávio Gois, a suspeita tentou entrar por volta das 10 horas, com uma vassoura que tinha o cabo recheado de maconha.

O delegado disse que o material foi encontrado durante a revista que é realizada nos objetos que são levados por familiares dos presos no dia da visita. A suspeita afirmou que não sabia que havia maconha na vassoura.

Ela foi presa em flagrante por tráfico de drogas e como o crime não cabe fiança, permanecerá detida à disposição da justiça.

Os filhos da suspeita que estão na delegacia e respondem por tráfico de drogas e roubo.

DE RODAPÉS E DE ACHADOS

Domingos Matos, 07/11/2011 | 12:53
Editado em 07/11/2011 | 12:57

AdylsonQuando o tema se esgota em si mesmo, um rodapé pode definir tudo e ir um pouco além.  

Adylson Machado

                                                                              

Para ler e meditar

crime imprensaDisponível o livro de Palmério Dórea e Mylton Severiano, “Crime de Imprensa”, a partir da postura da imprensa nacional (leia-se PiG) no curso da eleição presidencial de 2010, onde não faltará análise em torno da famosa bolinha de papel que caiu meteoro de chumbo sobre a cabeça de José Serra no Rio de Janeiro (com direito a perícia de Molina).

A obra, que está sendo distribuída e pode ser adquirida pelo sítio da Plena Editorial, traz prefácio de Lima Barreto, e mostra como a linha editorial não mudou muito de Getúlio para cá.

Linchamento I

Não nos dispomos a proselitismos em torno do tema ou de defesa do personagem central, mas a entrevista do ex Ministro Orlando Silva ao Canal Livre da Bandeirantes no domingo 30 insere-se dentre os mais nocivos exemplos de jornalismo, traduzida a linha editorial da empresa na pessoa de Fernando Mitre. Faca entre os dentes em interpretações grosseiras, interrupções quando respostas estavam em andamento, cobranças insensatas deturpando o que devia constituir objetivo da entrevista: esclarecer a opinião pública.

A imagem dos entrevistadores beirava a insanidade; salivavam, aproximando-se de personagens dignos de figurar em filmes de terror e assombração.

Linchamento II

Ainda que o ex ministro afirmasse e reafirmasse ter sido ele quem pediu a instauração de tomada de contas para que o seu “denunciador” devolvesse o dinheiro surrupiado do Ministério e que cancelara convênios que apresentavam irregularidades, quando por aí enveredava era interrompido com outra acusação.

Chegou-se ao desplante de praticamente exigir que o ex ministro afirmasse que o Governo Federal é um mar de lama.

“Mar de lama”, a expressão exaustivamente repetida, nos fez lembrar Carlos Lacerda e a UDN contra Vargas.

Nessa seara só faltou o Boris Casoy e os antigos companheiros do CCC – comando de caça aos comunistas.

Ainda que desafiados a apresentar uma só evidência não o fizeram. Insistiam na existência do “mar de lama”.

Linchamento III

Desrespeito e falta de educação, o mínimo que se pode aplicar à conduta dos entrevistadores.

Entrevistas deste jaez fazem de refém o entrevistado, sofismado em perguntas para que responda o que querem os entrevistadores. Mais para sessão de tortura.

Angustia e entristece saber-se da existência deste “jornalismo”. Para ser analisado por “Gastão, o vomitador”, do Pasquim.

Ou, parodiando uma lição de Groucho Max: quando ligarem a televisão na sala em programas tais, melhor ir para o quarto ler um livro.

A que ponto chegamos

A viseira da paixão leva a bessinhaeste absurdo: ler-se em certos órgãos da imprensa certa “alegria” com a doença de Lula, a ponto de o próprio Fernando Henrique Cardoso manifestar-se contrariamente ao gáudio destes pobres de espírito. Mas não deixa de ser um reconhecimento ao próprio Lula. Se o temem, alguns mesmo ansiando para que se vá de vez, é porque representa algo concreto, que incomoda.

Quando retornar virá com mais força. Afinal, o herói “venceu o câncer (morte)”. Estará assim como o lendário de Hispânia Rodrigo Diaz de Vivar “Cid, o campeador”, do século XI, traduzido para o cinema sob direção de Anthony Mann em 1961.

A morte fica por conta da mesquinhez de alguns tucanos ditos jovens, lá do PSDB de Santo André. Muito a ver com aquele jornalismo que se aproxima do esgoto e do lixo como beleza textual.

pig missaFoco desviado

Há uma intensificação da defesa do Porto Sul, sinalizando-o como o grande instrumento para redenção regional. Textos veiculados em jornais, televisão e outdoors traduzem essa dimensão. A considerar-se a tônica ofertada ao porto parece ser ele o único elemento em evidência dentro dos investimentos planejados e programados para esta região.

Na realidade, caso houvesse de ser considerado apenas o porto, dito projeto mais atenderia o sistema empresarial e financeiro que dele espera uma solução para muitos de seus interesses, dentre eles: redução de custo de exportação, caminho mais curto entre o Brasil e os países importadores de matérias-primas etc..

Sob esse prisma, seria o porto tão somente o ponto de escoamento de uma produção veiculada através da Oeste-Leste.

O intermodal

Progresso haveria com o novo porto, ainda que fosse o único investimento. Mas, terá a ele atrelado a ferrovia Oeste-Leste, esta a razão da existência do porto.

No entanto o conjunto da obra envolve um aeroporto internacional e a reformulação completa da malha rodoviária regional.

Por que, então, não se fala de tudo? Afinal, o complexo intermodal é porto, aeroporto, ferrovia e redimensionamento da malha rodoviária.

Saúde

Esse será o mote e o mantra do candidato Azevedo: os problemas da saúde em Itabuna são culpa do Estado, que lhe tomou a municipalização plena e lhe nega o retorno.

Deixa o Estado num beco sem saída: ou alimenta o discurso mantendo a negativa ou concede a plena e favorece o discurso de que o prefeito tinha razão e estava apenas sendo perseguido.

Temas sensíveis

A saúde sempre é ponto nevrálgico em qualquer campanha política, seja em nível, federal, estadual ou municipal.

Em que pese a municipalização efetivada por Geraldo Simões, dando firmes sinais de efetiva melhoria do sistema em favor da população, sustentou-se Fernando Gomes em 2004 em duas vertentes: emprego e saúde. E o povo lhe deu razão (sem reconhecer a oportunidade que estava vivenciando), tanto que o elegeu.

Saúde e emprego são temas recorrentes, sempre factíveis de tocar e sensibilizar o eleitor. De repercussão imediata.

Ao que parece, perde força o tema emprego e muito avança o da segurança. Por coincidência, constitucionalmente a competência recai sobre o Estado quanto à visibilidade.

O município se exime de responsabilidades

Azevedo ao firmar que o caos na saúde e na segurança é causado pelo Estado joga na mesa as cartas e o desafio que o PT (como adversário local) e o Estado não terão como explicar a contento. A segurança, que não é problema de competência municipal, e sim estadual; e a saúde, que está (no discurso) em mãos do Estado.

Ainda que a atenção básica o seja do município, de atuação próxima e imediata, constrói-se o palco para o grande “drama” (aqui a expressão lembra o melodramático teatro circense que existiu até os anos 60 e início dos 70 do século passado e seus clássicos: “A louca do jardim”, “O ébrio” etc.).

A discussão do que é atenção básica (de responsabilidade do município) e média e alta complexidade (assumida pelo Estado) não integrará o imaginário do eleitor.

Será toda ela convenientemente confundida no grande “drama”: a saúde sob controle e responsabilidade do Estado.

Golpe de mestre (ainda que lamentável)

Azevedo está com o discurso certo. Deixa o PT e o Governo do Estado na defensiva, teorizando, enquanto o povo sente na pele e não lhe interessa a teoria.

Cruel ou mórbido, por utilizar a tragédia do semelhante como instrumento político-eleitoral, fato é que Azevedo tem um trunfo na mão e o PT e o Governo Estadual a batata quente.

Ainda que um golpe sujo, não deixa de ser – dentro daquela ótica de que feio em política é perder – um golpe de mestre.

No mais, o povo que pague pelas conseqüências. Como sempre!

Dizendo e por dizer

A entrevista de Leninha Alcântara a Paulo Lima no Bom Dia da TV Itabuna de sábado 5 mostrou uma candidata antenada com muitos problemas presentes na realidade local, pugnando por uma mudança no atual modo de gestão municipal. Uma dimensão desta preocupação pode ser sentida na expressão “Nosso povo não nasceu para morrer agonizando na esquina”.

No entanto, pareceu-nos todo o dito ainda no universo das idéias para um discurso de campanha, carecendo a candidata de um projeto consolidado e devidamente delimitado.

Isto porque em nenhum instante demonstrou conhecer a realidade financeira de Itabuna e, o mais importante, a sua capacidade de investimento.

Quem diria?

grampinhoAntônio Ateu, no Luis Nassif Online, de terça 1º, do www.advivo.com.br sinaliza a saída de ACM Neto do DEM para o PMDB, fato que ocorreria no início de 2012.

O Pimenta também veiculou o fato, no mesmo dia, a partir da Radar, da Veja, explicando a espera: “só dará bye-bye ao DEM depois de deixar a liderança do partido, no início de 2012. Não quer perder a visibilidade que o cargo [de líder] lhe confere”.

Inusitado

Eduardo Anunciação, no Diário Bahia de terça 1º, estabelece o que entendemos como uma afirmação: “Pode acontecer no primeiro semestre de 2012 uma articulação entre Geraldo Simões, Juçara Feitosa, Renato Costa, Lúcio Vieira, PMDB & PT. Esta articulação anda”. (Não citou Geddel).

Considerando que Eduardo está suficientemente informado, a ponto de praticamente afirmar a possibilidade de uma composição, cabe-nos especular em torno do que aconteceria em breve: Geraldo Simões e Juçara Feitosa de mãos dadas com ACM Neto, anunciado para integrar o PMDB a partir de 2012.

Pagando para ver

Particularmente pagamos para ver o PMDB de Geddel Vieira Lima – com as vaias em Ilhéus ainda nos tímpanos, por ele atribuídas a GS – fortalecer, em Itabuna, Geraldo Simões e o PT.

Vemos como muito mais possível uma composição do PMDB itabunense com a reeleição de Azevedo. Na disputa de 2014, ACM Neto no PMDB não estaria fortalecido em Itabuna se Geraldo Simões sair hegemônico em 2012, elegendo Juçara Feitosa.

Eduardo pode até estar certo! Mas que duvidamos, duvidamos.

Para não esquecer

Os sinais são visíveis, concretos. Há uma proposta correndo surda no universo da política itabunense: Geraldo Simões é o inimigo comum. À direita e à esquerda.

Não é o PT, em si, como partido. É Geraldo, visto por muitos como detentor de um projeto estritamente individual e egoístico.

Começou I

Em “palco do debate” (DE RODAPÉS de 31 de outubro), abordamos o fato de que “Na praieira medirão forças Geraldo Simões e Josias Gomes” aludindo à circunstância de que estando o PT de Itabuna sob absoluto controle de GS “tentará incluir seus parceiros nos espaços conquistados pelo PT em Ilhéus”.

A guerra começou. Partindo da possibilidade de Josias Gomes candidatar-se à prefeitura ilheense em 2012 o mote do fogo amigo já deu a partida com “Onde mora Josias?” como forma de jogar a vaidosa e aristocrática ilhéus contra o político.

Começou II

Na mesma linha o neo-petista Newton Lima é posto como “peixe fora d’água” em comentário no Pimenta, quando acompanhado por Josias Gomes em visita a Secretaria de Estado.

Claro que o ideal, para a campanha, é que o filho da terra seja um petista ligado a Geraldo Simões.

Itororó

Em Itororó o ex-companheiro Milton Marinho entrou de sola na campanha de Adroaldo Almeida. Contra. Considerando que Adroaldo não conta com a simpatia e os votos dos eleitores de Edineu e de Marco Brito a campanha de Marinho, se alcançar resultado, divide a situação.

Certamente tem os aplausos de Edineu e Marco.

Leituras de viola

A viola caipira encontra em Jayme Alem um cultor qualificado. O conhecido maestro e arranjador de Maria Bethânia (há mais de 20 anos) traz aqui duas manifestações na dez cordas: “Na Moda do Maxixe”, onde, ao final, arpeja a abertura de “Brejeiro”, de Ernesto Nazareth, e  “Pracatugundum”.

Cantinho do ABC da Noite

cabocoProvocações fazem parte do cotidiano abecedarino. Como aquela de pintar o ambiente, sugerida pelo freguês, instigando o proprietário de que não o fazia por economia:

– Que nada, Cabôco. Aqui só precisa do pincel.

E acrescentou:

– Os que pintam o sete já vivem aqui!

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Adylson Machado é escritor, professor e advogado, autor de "Amendoeiras de outono" e " O ABC do Cabôco", editados pela Via Litterarum

Se tem pai, a Ufesba não ficaria sem uma mãe

Domingos Matos, 18/08/2011 | 08:08
Editado em 18/08/2011 | 08:32

judiDepois de aprovada pelo Ministério da Educação a vinda da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba) para Itabuna, iniciou-se a procura pelo pai do feito. Há um consenso de que o deputado Geraldo Simões esteja na dianteira (leia abaixo), embora ele próprio não fale publicamente sobre o assunto. Mas, e a mãe? Necessária a qualquer parto, não? A Ufesba perece já ter encontrado a sua - a própria esposa de Geraldo, Juçara Feitosa.

Durante o anúncio da implantação da Universidade Federal, a suplente de senador Juçara Feitosa fez questão de agradecer à presidenta Dilma Rousseff em nome dos itabunenses. "Esse é um grande presente para a cidade, que dará um grande impulso na capacitação dos nossos jovens e contribuirá para a retomada do desenvolvimento regional", disse Juçara.

Pronto. O batizado está marcado para o próximo ano, entre julho e outubro. Vai ser um festão.

Mãe e filha mortas após dois acidentes na BR-101

Domingos Matos, 21/04/2011 | 17:13
Editado em 21/04/2011 | 17:17

Mãe e filha morreram após serem atingidas por um caminhão, tempo depois de elas terem escapado de um capotamento sem ferimentos. O acidente ocorreu às 19h30 da quarta-feira (20), na BR-101, entre os municípios de Itapebi e Camacan, sul da Bahia.

Logo antes, o carro em que as vítimas estavam capotou, junto com o marido da vítima, Edvaldo Pereira, de 52 anos, e o filho do casal, Robson Pereira, de 26 anos. A Polícia Rodoviária Federal informou que o condutor retirou do carro a mulher, Maria das Dores Castro, de 51 anos, e a filha Claudia, de 21 anos, e as colocou no acostamento, acarretando no acidente com o caminhão que perdeu a direção. Pai e filho ficaram em estado de choque. Segundo o filho, tinha muito óleo na pista.

A família era da cidade de Montes Claros, em Minas Gerais, e pretendiam passar o feriado na Bahia.

Informações G1-BA

Homem fez a própria mãe de refém em Ilhéus

Domingos Matos, 07/02/2011 | 09:02
Editado em 07/02/2011 | 11:16

Policiais militares foram acionados nesta segunda-feira (7), por volta das 7 horas, para atender a uma ocorrência de agressão de um filho contra a própria mãe. Os policiais que participaram da operação disseram que se tratava de um homem, aparentando perturbação mental, mantinha como refém sua genitora.

Os militares entraram na casa, que fica na Urbis, e encontraram o rapaz, identificado como Diego, deitado no sofá com os pés sobre a mãe. Segundo relatos dos policiais, toda vez que ela tentava se levantar ele a agredia fisicamente.

A situação foi resolvida quando a polícia entrou na casa e conseguiu fazer a imobilização de Diego. Em seguida uma equipe do Samu entrou e prestou os primeiros-socorros à mulher. Ele foi encaminhado ao hospital regional de Ilhéus.

A mãe e o filho estão bem.

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