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Acusada de planejar assassinato é inserida no Baralho do Crime

Domingos Matos, 21/06/2019 | 15:11

O batom vermelho utilizado na foto não revela a frieza, mas Edvania Pereira de Morais, apelidada de 'Vaninha', foi capaz de planejar friamente e contratar pessoas para matar sua rival no amor. A acusada e outros seis suspeitos, incluindo um dos pistoleiros, foram adicionados, na quinta-feira (20), ao Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública. A ferramenta é utilizada desde 2011 e apresenta os criminosos mais procurados do estado.

Com a ajuda do pai, Vaninha, nova 'Oito de Paus', contratou Maicon Neves dos Santos, também anexado ao baralho como o 'Sete de Espadas' e um comparsa para matar a professora Élida Márcia de Oliveira Nascimento Souza, 32 anos. O crime aconteceu na frente da filha de dois anos da vítima, em fevereiro.

Vaninha substitui Rafael Almeida de Jesus, o Rafinha. Já Maicon retira Fábio Falcão Ferreira, o Fabinho.Mandante e pistoleiro continuam foragidos com mandado de prisão em aberto.

A posição Ás de Copas' passa a ser ocupada por Sidmar Soares dos Santos, o 'Bolota'. Ele é procurado por tráfico de drogas, de armas e homicídio. Atua no município de Jequié e entra no lugar de Júlio César Machado da Silva, o Morcego.

Rogério Ferreira Sampaio, conhecido como 'Patolino', procurado por tráfico de drogas e homicídio na região de Lauro de Freitas é o novo 'Rei de Copas'. O criminoso entra em substituição de Jesiel Miranda Campos, ou 'Bolo', capturado no mês de maio, em São Paulo.

Foragido do Sistema Penitenciário, Genildo Amparo do Nascimento entra como a 'Dama de Espadas' no lugar de Bruno Ramos Figueiredo, Bruno Bruxa, morto em confronto com policiais durante uma operação integrada.

Apelidado de 'Gordo Paloso', Manoaldo Falcão Costa Junior entra como o 'Rei de Paus' no lugar de Carlos Henrique Santos Silva ou 'Cumpadre'. Ele tem mandado de prisão por homicídio e tráfico de entorpecentes por crimes cometidos na região de Itabuna, sul do estado.

O novo 'Oito de Ouros' é Elias dos Santos Santiago. O homicida também é do interior do estado, município de Jacobina, e retira Michel da Silva Nascimento.

O Baralho do Crime, elaborado pelo Disque Denúncia, apresenta o rostos dos procurados do estado de forma lúdica. Todo cidadão pode contribuir com o trabalho da polícia na busca e captura através do 3235-0000 (Salvador e RMS) e 181 (interior). O denunciante não precisa se identificar.

Itabuna: PM suspeito de matar delegado em ação policial é denunciado por homicídio qualificado

Domingos Matos, 18/06/2019 | 07:07
Editado em 18/06/2019 | 15:30

O policial militar Cleomário de Jesus Figueiredo, suspeito de matar o delegado José Carlos Mastique de Castro Filho em uma ação policial ocorrida em Itabuna, foi denunciado pelo Ministério Público estadual (MP-BA) por homicídio qualificado.

De acordo com o MP-BA, a denúncia foi oferecida pelo promotor de Justiça Rafael Pithon, no dia 28 de maio. O caso aguarda parecer da Justiça.

Conforme a denúncia, o acusado teria atirado na vítima, acertando o delegado no peito, com uma submetralhadora SMT.40, quando ele se encontrava em "forma clara de rendição".

O caso ocorreu na madrugada de 28 de abril, na Avenida Félix Mendonça. Os disparos teriam acontecido após uma confusão em uma loja de conveniências, onde a vítima teria chegado atendendo a um pedido de ajuda.

O PM e um colega de trabalho que também participou da ação chegaram a ser presos em abril, em cumprimento de uma ordem judicial, contudo, segundo a Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP-BA), foram liberados pela Justiça alguns dias depois.

Segundo a Polícia Militar, os agentes, que são lotados no 15º Batalhão, em Itabuna, estão cumprindo serviço administrativo. (Com informações do G1)

Padrasto confessa ter matado o enteado de apenas 5 anos em Itabuna

Domingos Matos, 12/06/2019 | 14:39
Editado em 13/06/2019 | 10:43

O ex-presidiário Isaque Vieira Lemos, de 28 anos, confessou ter matado na madrugada desta quarta-feira (12), o enteado Davi Luiz Santos de Jesus, de apenas cinco anos de idade, só porque o menino, segundo ele, “estava traquinando”. O acusado disse que agiu sob influência de álcool e drogas. O crime aconteceu no bairro Pedro Jerônimo, em Itabuna.

O pequeno Davi foi espancado e depois asfixiado até a morte. Embora a mãe, Laiane de Jesus Santos, de 24 anos, estivesse em casa, ela negou ter visto o marido matar o filho. Por outro lado, os vizinhos relataram ter ouvido os gritos de dor da criança.

Segundo a perícia, no corpo do menino haviam marcas de mordidas e também sinais evidentes de abuso sexual. O suspeito ainda procurou a delegacia na manhã de hoje para informar que o enteado havia morrido em casa, de morte natural. No entanto, a polícia desconfiou e prendeu o homem.

Isaque já havia sido preso por outros crimes, entre os quais assaltos a mão armada, furto e tentativa de homicídio, todos cometidos em Ubatã, onde ele morava antes de se mudar para Itabuna.

Segundo o delegado André Aragão, chefe da 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior, o acusado foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil e torpe. A mãe da criança vai prestar depoimento na tarde desta segunda. De acordo com Aragão, ela pode ser indiciada por omissão.

Jovem é presa em flagrante acusada de matar companheiro em Iguaí

Domingos Matos, 06/06/2019 | 12:01

Acusada da morte do companheiro, Zezito Santana Filho, ocorrida na madrugada desta quinta-feira (6), em Igauí, Angélica Oliveira Santos de Abreu, de 20 anos, foi presa, cinco horas depois do crime, por investigadores da Delegacia Territorial (DT), daquele município.

Zezito foi morto em casa, na Rua Deraldo Couto, com um golpe de punhal no peito, depois de uma briga com a esposa. Ele chegou a ser socorrido com vida para um hospital da cidade, onde morreu. Autuada em flagrante por homicídio, Angélica está à disposição da Justiça.

 

 

Preso homem acusado de matar a enteada em Itororó

Domingos Matos, 28/05/2019 | 15:37

Policiais da Delegacia Territorial (DT/Itororó) elucidaram a morte de uma mulher grávida, ocorrida no final do ano passado e prenderam o autor, Dielson França dos Santos. A prisão ocorreu na última sexta-feira (24). 

Após ser preso, Dielson confessou o crime e atribuiu o motivo à vingança. “Na época do crime ele era padrasto da vítima e o casal brigava muito. Dielson resolveu assassinar a garota para se vingar da companheira”, explica o titular de Itororó, delegado Frank Nogueira.

A polícia chegou ao acusado após o Departamento de Polícia Técnica (DPT) identificar ossadas humanas, que foram encontradas às margens de uma rodovia, naquele município, como da vítima, que estava desparecida. Dielson segue preso à disposição da Justiça.

  

 

Mulher acusada de matar o marido vai responder em liberdade; o crime aconteceu em Ilhéus

Domingos Matos, 28/05/2019 | 12:38

Yoná Santos Batista, de 44 anos, acusada de matar o marido, Agnaldo Araújo Amaral, de 50, vai responder o processo em liberdade. O crime aconteceu na madrugada do último domingo (26), no bairro Nelson Costa, em Ilhéus. Ela alegou legitima defesa, em seu depoimento na audiência de custódia, realizada no Fórum Epaminondas Berbert de Castro. 

Alguns fatos favoreceram a acusada. A Justiça levou em consideração que Yoná tem residência fixa e não possui antecedentes criminais. Além disso, ela ligou para o Samu, solicitando socorro para o esposo, que não resistiu aos ferimentos e morreu antes do atendimento.

Ao notar que o marido havia morrido, a mulher acabou entrando em estado de choque. Foi levada para um hospital e, em seguida, para delegacia, onde foi autuada em flagrante.

Mulher é presa suspeita de matar marido a facadas em Ilhéus

Domingos Matos, 27/05/2019 | 09:23

Uma mulher de 45 anos foi presa no sábado (25) suspeita de matar o companheiro dela a facadas , dentro da casa do casal, na cidade de Ilhéus, no sul da Bahia.

De acordo com a polícia, Ioná Santos Batista esfaqueou Agnaldo Araújo Amaral, de 51 anos, durante uma discussão do casal, dentro de casa, no bairro Nelson Costa. Não há informações sobre o que motivou a briga.

Ainda segundo a polícia, a mulher chegou a solicitar atendimento médico para a vítima, mas quando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local, o homem já estava morto. O corpo dele foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da região.

Acionada, a Polícia Militar (PM) encaminhou a mulher, que estava em estado de choque, para atendimento no Posto de Saúde do São Francisco. Após ser liberada, a suspeita do crime foi encaminhada para a 1ª Delegacia Territorial de Ilhéus. O caso é investigado pela Polícia Civil da cidade. (Com informações do G1)

Após duas décadas, suspeito de matar jornalista na Bahia é condenado a 6 anos de prisão

Domingos Matos, 22/05/2019 | 22:44
Editado em 24/05/2019 | 14:45

O homem suspeito de matar um jornalista na década de 1990, na cidade de Itabuna, no sul da Bahia, foi condenado a 6 anos de prisão, nesta quarta-feira (22), mais de duas décadas após o crime.

Marcone Rodrigues Sarmento passou por júri popular no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador. Na audiência, o crime foi classificado como homicídio simples.

De acordo com o promotor Cássio Marcelo de Melo, o Ministério Público recorreu da decisão, por considerar a pena baixa, pois o órgão buscava uma condenação por homicídio qualificado.

O recurso deverá ser julgado em cerca de um ano. O réu vai aguardar em liberdade até se esgotarem todos os recursos.

O jornalista Manoel Leal de Oliveira foi vítima de uma emboscada e acabou executado a tiros, na porta de casa, em 14 de janeiro de 1998. Ele era dono de um jornal de Itabuna.

Segundo o promotor, Marcone dirigia o carro onde estava o então policial civil Monzar Castro Brasil, que realizou os disparos que mataram o jornalista, depois de passar a tarde esperando a vítima chegar em casa.

Em 2003, Monzar foi condenado há 18 anos de prisão por homicídio qualificado. Uma outra pessoa investigada pelo crime foi julgada em 2003. Contudo, na época, o suspeito foi absolvido a pedido do MP.

Em 2005, Marcone foi absolvido de um júri, mas o MP recorreu e o novo julgamento ocorreu nesta terça-feira.

“Já existia uma condenação para Monzar por homicídio qualificado. Como Marcone é condenado por homicídio simples, já que ele participou da emboscada junto com Monzar?”, questiona o promotor. (Com informações do G1)

 

Caso Leal: Marcone Sarmento de volta ao banco dos réus

Domingos Matos, 22/05/2019 | 13:01
Editado em 22/05/2019 | 13:17

Acusado de matar o jornalista Manoel Leal, Marcone Sarmento, que foi absolvido no primeiro júri, realizado em dezembro de 2005, está de volta ao banco dos réus. O júri, que começou desde as oito horas da manhã, acontece no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador e não tem hora para terminar.

Leal, fundador do Jornal A Região, foi executado no dia 14 de janeiro de 1998, quando chegava em casa, no bairro Jardim Primavera, em Itabuna. Na época, Marcone, juntamente com outros dois acusados, foi denunciado pelo Ministério Público estadual como um dos executores.

Após ser absolvido, o MP recorreu da decisão e o Tribunal de Justiça julgou que a absolvição era “manifestamento contrária à prova dos autos”. Quanto aos outros dois suspeitos de envolvimento no crime, um deles, Thomás Guedes, apontado como motorista da caminhonete que conduziu os assassinos, foi absolvido, por sete votos a zero, em dezembro de 2003. Já o ex-policial Mozart Brazil, acusado de ser um dos atiradores, ao lado de Marcone, foi condenado a 18 anos de prisão.

 

Jovem é preso suspeito de matar mulher estrangulada e homem a golpes de facão por dívida de R$ 500

Domingos Matos, 21/05/2019 | 17:36

Um jovem de 19 anos foi preso em Itapetinga, na região sudoeste da Bahia, suspeito de matar uma mulher estrangulada e um homem a golpes de facão por conta de uma dívida de R$ 500 referente à venda de uma motosserra.

As vítimas foram Gervásio Moreira de Castro e a mulher dele, Miriam Partenostro Ferreira Castro. O crime ocorreu na noite de segunda-feira (20). O suspeito, Daniel Souza, de 19 anos, confessou os homicídios, segundo a Polícia Civil.

O delegado Roberto Júnior, coordenador da 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itapetinga), informou que Daniel foi preso poucas horas depois de cometer os crimes e levou os policiais até o local onde escondeu o corpo de Gervásio, a motosserra que motivou as mortes e R$ 400, subtraídos da vítima.

A polícia apurou que Gervásio devia R$ 500 à Daniel, pela compra da ferramenta e não cumpriu o prazo para pagamento.

Por volta das 17h de ontem (20), Daniel procurou Gervásio no distrito de Itaimbé, zona rural de Potiraguá, e pediu que lhe desse uma carona até a localidade de Teixeira do Progresso, na cidade vizinha de Mascote.

No trajeto, Daniel pediu que a vítima parasse para checar um pneu que estaria vazio. Gervázio desceu do veículo e foi atacado com um facão por Daniel, que o golpeou várias vezes na cabeça e arrastou seu corpo para um matagal, às margens da estrada.

O suspeito retornou para Itaimbé e foi até a casa de Gervásio, onde assassinou a companheira dele Míriam Partenostro Ferreira Castro. Míriam permitiu o acesso de Daniel ao imóvel depois que ele alegou que atendia um pedido de Gervásio, para buscar a motosserra. A mulher foi estrangulada por Daniel, que utilizou as mãos e um fio elétrico para cometer o crime.

Daniel fugiu do imóvel levando o celular de Míriam e a motosserra, segundo a polícia. Ele escondeu o dinheiro roubado, o facão utilizado no crime e seus pertences próximo a um posto de gasolina em Itaimbé, levando apenas a motosserra para casa. Poucas horas depois, o suspeito foi preso em flagrante por uma guarnição da Polícia Militar.

Na sede da 21ª Coorpin/Itaptinga, para onde foi conduzido, o assassino contou detalhes da execução do casal e indicou onde escondeu a arma do crime e a ferramenta, além do dinheiro e o celular roubados. Daniel deverá ser encaminhado para audiência de custódia. (Com informações do G1)

Marcone Sarmento, acusado de matar Manoel Leal, será julgado no próximo dia 22

Domingos Matos, 15/05/2019 | 20:28
Editado em 15/05/2019 | 20:28

Marcone Sarmento, acusado de executar o jornalista Manoel Leal, fundador do jornal A Região, vai a júri na próxima quarta-feira (22), em Salvador.

Em 2005, sete depois do crime, o Ministério Público estadual denunciou Sarmento como um dos executores. Ele chegou a ser julgado, mas foi absolvido.

Marcone recorreu da decisão e o Tribunal de Justiça julgou que a absolvição era manifestamento contrária à prova dos autos.  O novo julgamento está previsto para começar às 8 horas, no Fórum Ruy Barbosa, na capital baiana.

Outras duas pessoas também foram julgadas pela morte do jornalista. Uma acabou sendo absolvida a pedido do Ministério Público. A outra é o ex-policial civil, Mozart Costa Brasil, condenado a 18 anos de prisão.  

 

O crime

Manoel Leal foi brutalmente assassinado no dia 14 de janeiro de 1998, após sofrer uma emboscada na porta de casa, no bairro Jardim Primavera.

Seis tiros atingiram a vítima, sendo dois pelas costas. A morte do jornalista teve repercussão internacional.

Pastor Isidório condena decreto das armas e defende inclusão de egressos dos sistema penitenciário

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Domingos Matos, 10/05/2019 | 10:58
Editado em 10/05/2019 | 11:01

O deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) fez um ato na Câmara dos Deputados, em Brasília, em protesto contra o novo decreto do governo que libera armamento para algumas classes profissionais. Ele deitou no chão com a roupa manchada, simulando sangue, e uma arma na mão, que apontou para colegas e visitantes que passavam na Ala das Comissões, segundo a Coluna Esplanada. 

"Derramar sangue, é isso que o governo quer?", dizia um dos cartazes espalhados pelo chão. "Não é essa nação que queremos, nós não somos os EUA. Não somos americanos, somos cidadãos brasileiros, que queremos a paz", defende o deputado. "Agora vai estar todo mundo armado ali dentro, imagine o inferno que será essa nação, com todos os políticos armados, imagine a discussão da reforma da previdência, se por chamar o ministro de tchutchuca terminou daquele jeito... Imagine todo mundo armado".

Ele defendeu a inclusão social de ex-penitenciários. "Queremos um Brasil com educação. Com bandidos e marginais presos e aprendendo profissão, transformar os presídios em escolas agrícolas. Tirar os presídios dos centros urbanos e levá-los para onde tem terras agricultáveis... Os presidiários todos têm vontade de aprender uma profissão, estudar. Ao invés de matar, é bem melhor colocar para aprender uma profissão. Não existe pena de morte na nação", ressaltou.

Avô é preso suspeito de mandar matar o neto por ciúme da companheira da vítima

Domingos Matos, 12/04/2019 | 14:39

Um homem foi preso na quinta-feira (11), suspeito de mandar matar o neto dele, na cidade de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, Antônio Dionísio Correia dos Santos cometeu o crime porque tinha ciúme da companheira da vítima, por quem é apaixonado.

O assassinato, segundo a polícia, ocorreu no dia 22 de julho do ano passado. Leandro dos Santos Adorno, de 27 anos, foi atacado a tiros, dentro de uma fazenda, no povoado Pedra Canoa, que fica no distrito de Ipuaçu, zona rural do município.

Além do avô da vítima, dois suspeitos de cometerem o crime também foram presos na quinta-feira. Os homens foram identificados como Wilson Santos Rodrigues, vulgo "Parrudo", e Leandro dos Santos Vasconcelos, o "Léo".

Conforme a polícia, os três suspeitos tiveram mandados de prisão preventiva cumpridos após investigações. Outros envolvidos no caso são procurados. Contudo, a polícia não divulgou quantos são e nem quais a identidade deles.

Ainda de acordo com a polícia, os presos foram encaminhados para o Presídio Regional de Feira de Santana, onde permanecem à disposição da Justiça. (Com informações do G1)

 

Suspeito de matar filha de 11 anos que foi defender a mãe é achado morto na Bahia

Domingos Matos, 11/04/2019 | 17:39

O homem suspeito de matar a tiros a filha de 11 anos que foi defender a mãe, durante uma discussão entre o casal, em Muritiba, no recôncavo da Bahia, foi achado morto na noite de quarta-feira (10), em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador.

Michele Magalhães Rodrigues foi morta na noite de domingo (7), no povoado de São José de Itaporan. O outro filho do casal, de cinco anos, também foi atingido pelos disparos, mas sobreviveu.

Após o crime, Lucival de Oliveira Rodrigues, conhecido como "Buti da Rifa" fugiu do local.

De acordo com a SSP-BA, Lucival, que até então era considerado foragido, foi encontrado morto em um condomínio no bairro Caji. Segundo a polícia, a principal suspeita é de que ele tenha cometido suicídio.

Segundo a SSP-BA, equipes da Delegacia Territorial de Muritiba, que apura a morte da criança, receberam a informação de que o homem estava escondido em Lauro de Freitas. Policiais foram até o local mas, ao chegarem, encontraram Lucival morto. (Com informações do G1)

Babau denuncia ameaça de morte e pede proteção à família

Domingos Matos, 11/02/2019 | 13:21
Editado em 11/02/2019 | 16:21

Um dos principais líderes indígenas do país, Rosivaldo Ferreira da Silva, o cacique Babau, 44, dos tupinambás de Olivença (BA), pediu ao Governo da Bahia e ao Ministério Público Federal proteção para sua família, após ter recebido informações sobre um suposto plano de assassinatos no sul da Bahia, informa Rubens Valente, da Folha.

Babau é líder na Terra Indígena Tupinambá, de 47 mil hectares, localizada entre os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema, na qual vivem mais de 4.600 indígenas.

A terra já foi identificada e delimitada pela Funai (Fundação Nacional do Índio) há dez anos, mas seu processo de demarcação está parado desde 2016 à espera da etapa seguinte (e uma das últimas), a publicação da portaria declaratória pelo Ministério da Justiça.

Segundo Babau, a informação sobre assassinatos chegou a ele no final de janeiro. De acordo com uma fonte dos índios, reuniões em Itabuna (BA) entre fazendeiros e policiais civis e militares discutiram uma forma de incriminar falsamente índios com o tráfico de drogas e inventar uma troca de tiros para matar três irmãos de Babau e duas sobrinhas.

Segundo o plano, os índios seriam parados em uma blitz de trânsito, e drogas e armas seriam “plantadas” nos carros e divulgadas a emissoras de rádio e TV da região. O relato detalhado sobre a rotina dos indígenas convenceu Babau da veracidade das informações.

“O que [a fonte] relatou é que agora é só uma cúpula de fazendeiros, bem pequena, com alguns membros políticos com pessoas ligadas à Polícia Militar e Polícia Civil e foi discutido como fazer para tomar o território tupinambá da mãos dos índios e voltar para a mão deles”, disse Babau à Folha, em Brasília, onde esteve para falar sobre a denúncia à PGR (Procuradoria-Geral da República), à delegação da União Europeia e ao Cimi (Conselho Indigenista Missionário), braço da Igreja Católica.

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