BAHIAGAS - 25 ANOS

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Emprego na indústria cresce 100% na Bahia e aquece economia em 2019

Domingos Matos, 15/11/2019 | 15:43

O panorama atual da economia baiana é positivo e isto se comprova no crescimento de 100% na geração de postos de trabalho no setor da indústria, em 2019, quando comparado ao ano passado. Foram criados 38 mil empregos no estado, até setembro, com participação de 60,7% da indústria nestes vínculos formais. E o setor da construção civil foi responsável por 66,9% dos empregos industriais. Para o Governo do Estado, além da elevação no índice de emprego, houve melhora nos níveis de confiança para se investir no estado.

A Bahia também foi o estado do Nordeste que mais gerou empregos este ano, ficando em 6° lugar no ranking nacional. Só no segmento industrial, o estado tem 236 empresas em implantação, com previsão de investimento de R$ 16,9 bilhões e pode gerar 19,2 mil empregos. O diferencial está na descentralização dos investimentos industriais, já que muitos deles estão concentrados no Semiárido e região Norte. O segmento de Eletricidade e Gás destaca-se na previsão de investimentos (74%) e na geração de empregos (22%). Os números constam do Panorama de Indústria, do mês de outubro, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).

O saldo positivo da economia baiana em 2019 também se deve ao aumento da demanda interna e à produção industrial, sendo aquela que mais cresceu no Brasil, atingindo o índice de 4,3%, ficando acima da média nacional, em setembro. Os destaques foram os segmentos de Bebidas (+25,3%), Informática (+19,2%) e Derivados de Petróleo (+9,7%), dados do IBGE, conforme análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

Outra contribuição importante ao aquecimento da economia na Bahia é o número de empresas implantadas. De 2018 a outubro de 2019, segundo a SDE, foram 147, com investimentos de R$ 14,6 bilhões e geração de 13,2 mil postos de trabalho diretos. Há ainda um total de 357 novos empreendimentos em fase de implantação, com mais de R$ 36 bilhões em investimentos e oferta potencial de 46,6 mil vagas.

Primeira economia do Nordeste e segundo estado brasileiro em investimentos públicos, a Bahia também é líder nacional na geração de energias renováveis, no número de usinas em operação e em projetos comercializados. Para a SDE, o estado também tem investido em um complexo sucroalcooleiro e que todos estes fatores são determinantes para a continuidade do desenvolvimento econômico nos próximos anos.


PIB 2017
O IBGE divulgou nesta quinta-feira dados do PIB baiano de 2017, que ficou estável no período. De acordo com a SEI, a profunda recessão da economia brasileira teve influência no resultado. O ano, contudo, marcou o início da recuperação em curso, puxada pela indústria automobilística, que cresceu 30,8%, seguida da extração mineral, com 21,1%, e da agropecuária (6,7%). Setores de serviços importantes também se expandiram, a exemplo de Transporte e Armazenagem (5,7%), Informação e Comunicação (4,4%) e Alimentação (3,4%).

O Governo do Estado explica ainda que em 2017 a política de preços dos combustíveis da Petrobras levou a Refinaria Landulpho Alves (RLAM) a operar 50% abaixo da sua capacidade de refino, e a política de desinvestimentos na Bahia, da estatal nacional, resultou em uma grande redução da produção de petróleo e gás nas bacias de Tucano e Recôncavo. Isto somado à falta de Leilões de Energia no período, impactou negativamente a economia do estado.

 

Encontro discute criação da Universidade Aberta dos Estados do Nordeste

Domingos Matos, 15/11/2019 | 10:38

Uma universidade aberta que vai formar uma rede colaborativa e integrada do Ensino Superior à distância entre estados do Nordeste. Foi em torno desta pauta que dirigentes de educação de seis dos estados do nordeste, além de representantes das universidades estaduais e federais baianas, se reuniram no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, na manhã de quinta-feira (14). A iniciativa de criação da Universidade Aberta dos Estados do Nordeste (Uaben) faz parte das atividades do Consórcio Nordeste para o setor de educação e teve presença de representantes da Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte no encontro desta manhã.

“Com a criação do consórcio de governadores do Nordeste, as áreas de cada estado se reúnem. E nós, secretários de educação da região, nos encarregamos de apresentar uma proposta para a área de educação. Nós apresentaremos uma proposta de compras públicas e também estamos fazendo uma frente estratégica da Uaben. Estamos reunidos com as áreas técnicas, construindo uma proposta de ampliação da oferta de Educação Superior nos estados nordestinos através da Educação à Distância. As universidades estão trazendo as suas experiências”, afirmou o secretário da Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

O objetivo é que o encontro dê origem a um documento consolidado que será entregue aos governadores do nordeste com direcionamentos sobre ações como a criação e distribuição de cursos e compra de materiais. “Nós estamos hoje na 5ª reunião do grupo e a expectativa da gente é consolidar a definição que nós tomamos em Teresina, em agosto deste ano, que é a proposição da rede colaborativa e integrada de Educação Superior entre os estados do Nordeste. Hoje, a gente faz um acerto de passo”, explicou o assessor de gabinete do secretário da Educação da Bahia, Nildon Pitombo.

O Consórcio Nordeste foi oficializado em julho deste ano e inclui os nove estados da região. Entre os objetivos da parceria, está a execução de políticas públicas de abrangência regional; a compra conjunta de materiais necessários ao funcionamento dos equipamentos públicos dos estados em diversos setores e a cooperação entre forças policiais.
 

475 militares chegam para reforçar limpeza das praias no litoral sul da Bahia

Domingos Matos, 15/11/2019 | 07:01

O prefeito Mário Alexandre recepcionou na manhã de quinta-feira (14), no Porto de Malhado, uma tropa com 260 de fuzileiros navais. De acordo com o Comando da Marinha, 475 militares, sendo 260 fuzileiros navais e 215 militares foram enviados no intuito de agregar esforços junto a centenas de voluntários e representantes de diversos órgãos nas ações de limpeza das praias do litoral sul do estado.

Giovani Andrade, delegado da Capitania dos Portos de Ilhéus lembrou que o município se tornou exemplo nas atividades de preparação e diante disso, foi possível sensibilizar as autoridades para o envio dos militares. Andrade pontuou que a intenção é distribuir os fuzileiros navais nas praias da região, dando apoio aos demais órgãos envolvidos na ação.

“Ilhéus é uma base estratégica e o prefeito Mário Alexandre cedeu o Estádio Mário Pessoa para permanência da tropa, que irá atuar entre os municípios de Ilhéus e Caravelas. Os fuzileiros vieram para reforçar a atividade de monitoramento e limpeza das praias. A ideia inicial é que eles fiquem até o final de dezembro”.

Mário Alexandre destacou o apoio primordial da Marinha do Brasil, que também já encaminhou ao município Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para reforçar as ações de limpeza. “Mais um apoio importante para somar forças no combate ao óleo. Ilhéus hoje é referência de planejamento e organização administrativa para o Nordeste brasileiro”.

E completa. “Os fuzileiros navais cuidarão da costa baiana e diante disso, cedemos um espaço no município para que os militares possam se alojar. Com união e determinação conseguiremos superar esse problema”.

O capitão André Luiz, ex-chefe da equipe precursora da Operação Mar Azul em Ilhéus, enfatizou que a Prefeitura está dando o suporte e apoio logístico junto à Capitania dos Portos de Ilhéus. “Não conseguiríamos sem o apoio, mas estamos prontos para receber o efetivo que irá auxiliar no combate ao óleo em Ilhéus e nas demais cidades que compreendem a região sul e extremo sul do estado”.

O Comando da Marinha do Brasil lembra que os militares atuam do Maranhão ao Espírito Santo. As tropas chegaram à costa do Nordeste no início de setembro último.

Marinha reforça limpeza de óleo no Nordeste com mais um navio

Domingos Matos, 14/11/2019 | 07:02

O navio de desembarque de carros de combate Almirante Sabóia, da Marinha, partiu na última segunda-feira (11), do Rio de Janeiro, em direção a Ilhéus, na Bahia, com a finalidade de reforçar as ações de limpeza de vestígios de óleo nas praias do Nordeste. O navio transporta um Grupamento de Fuzileiros Navais, com 244 militares, além da tripulação.

Em terra, a tropa desempenhará ações de apoio à proteção ambiental, por meio da limpeza e do monitoramento dos manguezais, arrecifes e praias da região do sul do estado da Bahia, na faixa compreendida entre as cidades de Caravelas e Ilhéus.

O navio Almirante Sabóia realizará patrulha naval, ação de presença no Porto de Ilhéus e operações de monitoramento, participando com outros navios, na busca por possíveis manchas de óleo ou agentes poluidores, em especial em regiões próximas ao Parque Nacional Marinho de Abrolhos.

A atracação da embarcação no litoral baiano ocorrerá nesta quinta-feira (14), no Porto de Ilhéus. No dia 18, o navio fará ações no mar, com previsão de retorno ao Porto de Ilhéus no dia 25.

Em outra frente, mergulhadores do Batalhão de Operações Especiais dos Fuzileiros Navais permanecem atuando na limpeza e retirada do óleo no Rio Persinunga, no município de São José da Coroa Grande, em Pernambuco.

As ações de limpeza das praias do Nordeste estão concentradas em Mamucabinhas, em Pernambuco; Japaratinga, Barra de São Miguel, Coruripe, Feliz Deserto e Piaçabu, em Alagoas, e Cairu e Guaiu, na Bahia. Outra frente da Marinha atua na praia de Guriri, no Espírito Santo, na Região Sudeste, onde na semana passada apareceram vestígios de óleo na costa. (Com informações da Agência Brasil)

Ocupação irregular na área do Porto Sul deve ter intervenção do Ministério Público

Domingos Matos, 13/11/2019 | 19:38

No último dia 18 de outubro, o Governo do Estado, através da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), ingressou com representação junto ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), providências referentes à ocupação irregular da área denominada Vivendas do Olandy, no distrito de Aritaguá, em Ilhéus. As informações são da Assessoria de Comunicação da PGE. No local, o governo baiano realizará as obras do Porto Sul, empreendimento de grande interesse nacional.

A PGE informou que o terreno pertence ao Estado da Bahia e que a ocupação é considerada clandestina. O documento traz alegações a respeito da matrícula e a venda dos lotes feita de maneira ilegal. Tarcísio Menezes de Oliveira, procurador do Estado explica no texto que um loteamento sem projeto aprovado pela Prefeitura Municipal e a venda de lotes sem registros no Cartório de Registro de Imóveis configura crime contra a Administração Pública.

Foi solicitado do MP-BA apuração e ajuizamento de ações criminais contra os envolvidos. No seu entendimento de Menezes, se trata de situação de grilagem de terras pública e loteamento clandestino. “O loteamento foi feito sem observância dos preceitos legais relativos a parcelamento do solo. Além disso, por se tratar de área pública, não existe posse e sim mera detenção de um imóvel irregularmente ocupado”, informou o procurador na publicação.

Fundamenta na Lei 6.739/79, a Procuradoria-Geral do Estado, ingressou também com requerimento de cancelamento administrativo de matrícula junto ao 2º Cartório de Ofício de Registro de Imóveis e Hipotecas da Comarca de Ilhéus, tendo, inclusive, a oficial registradora já se manifestado conclusivamente pelo domínio público e pela nulidade da matrícula.

 

Porto Sul – O Complexo Logístico Intermodal Porto Sul é um projeto de porto brasileiro a ser construído no distrito de Aritaguá, em Ilhéus. A obra é considerada fundamental para a exportação do minério de ferro da Bahia Mineração, proveniente da mina Pedra de Ferro, no município de Caetité. O empreendimento representa um investimento de mais de R$2,5 bilhões e já possui todas as licenças ambientais necessárias para o início da implantação.

O Porto Sul é considerado o maior empreendimento portuário do Nordeste e um dos mais importantes projetos logísticos do Brasil, com sua área de influência abrangendo os estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Mato Grosso. O projeto prevê a movimentação de 60 milhões de toneladas de cargas em 10 anos, chegando a 100-120 milhões em 25 anos. Caso essas previsões se confirmem o Porto Sul poderia assumir o posto de terceiro maior porto do País.

Hospital da Mulher atende metade dos casos de câncer de mama na Bahia

Domingos Matos, 13/11/2019 | 18:50

Durante o primeiro ano de funcionamento, o Serviço de Oncologia do Hospital da Mulher (HM), no Largo de Roma, em Salvador, realizou 12,8 mil consultas médicas e multiprofissional e mais de 7 mil sessões de tratamento. Os tumores de mama foram os responsáveis por 71% dos atendimentos, seguidos pelos ginecológico (24%), gastrointestinal (4%) e de cabeça e pescoço (1%). Com esses números, a unidade foi responsável por mais da metade do tratamento de câncer de mama em todo o estado.

“O Hospital da Mulher tem um perfil de atendimento cirúrgico e complementou com oncologia clínica. Neste um ano de funcionamento, nós atendemos 53% dos novos casos diagnosticados de câncer de mama na Bahia. Foram atendimentos cirúrgicos, de quimioterapia e hormonioterapia, quando indicados”, explicou o coordenador médico do setor, Marcos Lyra, se referindo ao período entre novembro de 2018 e outubro de 2019.

Uma das pacientes atendidas foi a faxineira Mônica Santos, que mora em Salvador. Após uma cirurgia de retirada do útero realizada no HM, exames de rotina feitos na unidade hospitalar identificaram um tumor no seio. Com o diagnóstico, ela recebeu o apoio da equipe multidisciplinar do hospital, formada por enfermeiras, farmacêuticas, psicólogas, assistentes sociais, nutricionistas e oncologistas. “O atendimento é ótimo. Gostei muito daqui”, disse a paciente. 

Já a comerciante Marileide Santos mora em Alagoinhas, no nordeste do estado, onde recebeu o diagnóstico de câncer de colo do útero e foi encaminhada pela Central de Regulação Estadual da Secretaria da Saúde (Sesab) para o tratamento de quimioterapia no HM. “Para mim, esse hospital faz toda a diferença. Os funcionários são muito bons. Eles dão carinho e atenção e não deixam ninguém em falta de nada. Depois que cheguei, eu perdi o medo e aquela sensação de desespero. Estou confiante com todo o apoio que estou tendo aqui”. 

O Hospital da Mulher atende exclusivamente mulheres com procedimentos agendados. É preciso procurar uma Unidade Básica de Saúde em um dos 471 municípios baianos para ser encaminhada, via Lista Única, para atendimento no hospital. 

 

Primeira missão internacional do Consórcio do Nordeste é discutida no Itamaraty

Domingos Matos, 13/11/2019 | 16:31

O presidente do Consórcio Nordeste, o governador da Bahia, Rui Costa, levou ao conhecimento do ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a missão que o órgão fará para atrair investimentos da Europa à região. O encontro ocorreu ontem (12), no Itamaraty, em Brasília, com as presenças também dos governadores do Piauí, Wellington Dias; de Pernambuco, Paulo Câmara; do vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, e do secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas.

Representando os demais governadores, Rui mostrou o cronograma da missão à Europa, que será realizada no período de 18 a 22 de novembro, em Paris, Roma e Berlim. O governador fez o convite ao Itamaraty para contribuir a partir das Embaixadas e participar presencialmente das reuniões.

"Se quiserem nos acompanhar, fica feito o convite. Queremos ter êxito, transmitir confiança, independentemente de diferentes pontos de vista políticos", afirmou Rui ao pontuar que os governadores vão se apresentar como nação, buscando investimentos para os 57 milhões de nordestinos. "Seremos reconhecidos como Brasil, e nosso objetivo é construir conjuntamente", complementou.

O ministro Ernesto Araújo recebeu de modo positivo a comitiva e enfatizou o interesse em trabalhar com os estados. "Queremos capturar as demandas e, na medida do possível, ajudar nessa agenda internacional em benefício da federação e dos estados individualmente. A captação de investimentos é prioridade para nós", disse. 

O general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, também se colocou à disposição para contribuir, destacando mais uma vez que o grupo "representará o Brasil e ter o apoio das Embaixadas é muito importante".

 

Governadores do Nordeste buscam investimentos na França, Itália e Alemanha

Domingos Matos, 12/11/2019 | 14:31

Na próxima segunda-feira (18), os governadores do Nordeste iniciam uma série de reuniões na Europa em busca de investimentos para áreas integradoras da região, como sustentabilidade, infraestrutura, turismo, saúde, segurança pública, saneamento e energias limpas. A passagem pela França, Itália e Alemanha é uma das primeiras articulações internacionais feitas pelo Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste).

Nos três países, os gestores vão apresentar o funcionamento do Consórcio e um mapa de oportunidades do Nordeste, inclusive com a perspectiva de abertura de parcerias público-privadas (PPP). A comitiva participa de eventos com empresários e tem reuniões com setores econômicos e governamentais em Paris, nos dias 18 e 19, em Roma, no dia 20, e em Berlim, nos dias 21 e 22.

Entre os destaques, estão previstos encontros com o grupo francês Engie, que atua na geração de energia, e a norueguesa Golar, empresa de transporte de gás natural liquefeito. Há ainda a possibilidade de ampliação de parcerias com entidades financiadoras, a exemplo da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), que já investem em projetos de sustentabilidade, agricultura e combate à pobreza no Nordeste.

Além do presidente do Consórcio Nordeste, o governador Rui Costa (Bahia), participam da missão internacional os governadores Renan Filho (Alagoas), Camilo Santana (Ceará), João Azevêdo (Paraíba), Paulo Câmara (Pernambuco), Wellington Dias (Piauí), Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte) e Belivaldo Chagas (Sergipe), assim como o vice-governador Carlos Brandão (Maranhão).

“Essa missão internacional é bastante representativa na história do Brasil porque estamos conseguindo unir nove estados em uma viagem única para buscar no exterior o desenvolvimento do Nordeste. Vamos mostrar aos investidores estrangeiros o potencial que temos em áreas como turismo e energia renovável. A perspectiva é gerar ainda mais emprego e renda para nosso povo”, comentou o presidente do Consórcio e governador da Bahia, Rui Costa.

 

Sobre o Nordeste

Com 57,1 milhões de habitantes, o Nordeste é responsável por 14,3% do PIB do Brasil. A economia da região é baseada nos setores de comércio e serviços, indústria e agropecuária. Um dos objetivos da criação do Consórcio Nordeste é promover o desenvolvimento social e econômico sustentável da região.

 

 

Professores da Uesc desenvolvem estudo para degradar petróleo

Domingos Matos, 12/11/2019 | 08:10

O vazamento de óleo no litoral do Nordeste, que teve início no mês de agosto, se tornou um dos assuntos mais comentados no país. Com diversos desdobramentos, mas ainda sem uma causa ou solução clara, cientistas buscam alternativas que podem contribuir para reverter a situação. Esse é o caso dos pesquisadores João Carlos Dias e Rachel Rezende, professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que há 17 anos desenvolvem um biorreator, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), com potencial para degradar o óleo encontrado nas praias nordestinas.

O trabalho começou em um laboratório da universidade, com o intuito de investigar micro-organismos da Refinaria Landulfo Alves, para orientar o projeto de pesquisa das alunas Bianca Maciel e Ana Santos. “Isolamos e refrigeramos micro-organismos com potencial de degradação. O objetivo era recuperar compostos do petróleo para se tornarem reutilizáveis”, explica Rachel Rezende.  

A professora relata que até hoje eles alimentam o biorreator, capaz de diluir o material contaminado e ainda tornar o óleo útil outra vez. “Vale lembrar que tudo isso ainda é realizado a nível laboratorial. Com mais possibilidades de investimento, poderíamos ampliar a produção para, quem sabe, chegar a um nível industrial”, ressalta.

Devido aos recentes acontecimentos com o óleo encontrado nas praias do Nordeste, os pesquisadores decidiram testar se os resíduos poderiam ser degradados neste processo. Em quatro dias, o produto se degradou. “Um conjunto de micro-organismos atua de forma mútua utilizando estes compostos como fonte de carbono. Durante a degradação, é produzido um complexo de origem microbiana que diminui a tensão superficial entre óleo e água, tornando o óleo mais solúvel na água e facilitando para que os micro-organismos utilizem os compostos de hidrocarboneto”, destaca Raquel. 

A pesquisadora vislumbra que, no futuro, os benefícios deste processo poderão ajudar a recuperar áreas ambientais que sofreram com a contaminação de resíduos. “Os micro-organismos são os únicos capazes de fazer este tipo de degradação. A gente só precisa estruturá-los”, afirma.

Além da Fapesb, a pesquisa recebeu apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Refinaria Landulfo Alves e do Plano Nacional de Ciência e Tecnologia do Setor Petróleo e Gás Natural (CT – Petro).

Bahia Pesca convoca pescadores do Baixo Sul afetados pelo óleo

Domingos Matos, 12/11/2019 | 07:01
Editado em 12/11/2019 | 08:12

Pescadores do Baixo Sul da Bahia, afetados pela mancha de óleo que atinge o Nordeste, devem ficar atentos à programação de cadastramento da Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri). O órgão está promovendo um levantamento dos pescadores atingidos. 

As informações serão enviadas ao Ministério da Agricultura, para que o Governo Federal desenvolva políticas compensatórias emergenciais. Para se inscrever, os pescadores devem apresentar carteira de identidade (RG), CPF, NIS, comprovante de residência e, se tiver, Registro Geral de Pesca (RGP). Os cadastramentos serão realizados sempre das 8h às 16h, conforme programação abaixo. 

 

Programação de cadastramento no Baixo Sul:

- Terça-feira (12)

Valença (na Associação dos Pescadores Artesanais e Marisqueiras do Guaibim)

Cairu (Centro Comunitário Amogam, na Gamboa)

Nilo Peçanha (no Centro de Cultura de Barra do Carvalho, e na Associação de Moradores de São Francisco)

 

- Quarta-feira (13)

Valença (na Associação dos Pescadores Artesanais e Marisqueiras do Guaibim)

Cairu (Centro Comunitário Amogam, na Gamboa)

Camamu (no clube social de Ilha Grande; e na escola Rui Barbosa, na comunidade de Barcelos do Sul)

 

- Quinta-feira (14)

Cairu (em Morro de São Paulo, no centro comunitário da Igreja Católica da comunidade de Zimbo)

Camamu (no clube social de Ilha Grande; e na escola Rui Barbosa, na comunidade de Barcelos do Sul)

 

Professor da UFSB realiza testes com barreiras de contenção em praias de Caravela afetadas pelo óleo

Domingos Matos, 11/11/2019 | 17:31

Depois do desastre ambiental que envolveu a chegada de uma grande quantidade de óleo a praias do Nordeste, alguns questionamentos se tornaram recorrentes a toda população: "É possível conter o óleo antes de sua chegada à areia?", "Qual é o melhor método de barragem?" e "Os animais podem ser prejudicados com as barreiras?" são apenas uma parte dos questionamentos que se têm ouvido. Tentando responder a essas perguntas, o professor da Universidade Federal do Sul da Bahia, Anders Schmidt, testou a utilização de barreiras de contenção, no município de Caravelas, no extremo Sul da Bahia. Para pontuar a suas conclusões, ele confeccionou uma nota técnica sobre primeiros resultados desse teste. A nota visa relatar a experiência para orientar atores de outras localidades na utilização de métodos semelhantes para atenuar os impactos ambientais decorrentes do derramamento de óleo.

 

Como foi o experimento

O experimento utilizou 250 m de barreiras flutuantes de contenção de óleo do tipo “cerca” . A barreira tem 84 cm de altura, sendo que 42cm submersos e 42 cm emersos. Ela não contém qualquer tipo de rede que possa prender animais marinhos e é feita de uma lona sintética resistente estruturada por barras de aço verticais. Ao longo de toda a sua margem inferior, fica uma corrente de lastro e na parte superior existem flutuadores não infláveis . A barreira não é contínua, mas sim formada por módulos conectados por mosquetões e velcro, que dá versatilidade para dividi-la em barreiras de vários tamanhos.

Os testes se iniciaram no dia 1º de novembro, na Ilha do Pontal, e teve parte de sua estrutura remanejada para o extremo sul da praia da Barra de Caravelas, adjacente ao riacho do Aracaré, última praia antes do começo dos manguezais, com profundidade inferior a 1 m durante a preamar e com a zona inferior com predomínio de substrato lamoso.

A barreira foi instalada com 75º de inclinação em relação à praia, de modo que, na maré enchente, as manchas e partículas de óleo eram carreadas para a área de sacrifício onde se acumulavam, facilitando a coleta e impedindo a entrada pela barra e o consequente impacto nos manguezais adjacentes.

Durante os testes, foi constatado que a manobra de instalação da barreira deve ser realizada no estofo da preamar para diminuir a resistência no momento da puxada, e para que seja evitada a formação de seio na barreira, o que dificulta muito a manobra pela embarcação e puxada.

Para a instalação, um dos punhos da barreira foi amarrado em uma poita de 3 toneladas instalada no canal pelo rebocador da HM (empresa que presta serviços para a Suzano). Uma embarcação de alumínio com motor de 15hp conduziu o outro punho da barreira até onde a profundidade permitiu e, a partir deste ponto, a barreira foi puxada por um grupo de cerca de 20 voluntários até a linha de preamar, quando então ela foi amarada em duas árvores na restinga adjacente.

De acordo com o professor, durante a maré enchente, pode-se constatar a eficiência da barreira, observando que inúmeros fragmentos de óleo que chegavam flutuando vindos de nordeste, encontravam a barreira e eram carreados para a praia, podendo ser facilmente coletados com luvas na areia ou com peneiras e redes dentro d’água.

“A quantidade de fragmentos diminuía substancialmente da praia em direção ao canal, e eram raros no canal principal após a barreira, indicando a adequação da localização da mesma. No lado protegido da barreira, foi observado apenas 1 fragmento. Fragmentos submersos foram procurados no lado protegido com o auxílio de uma peneira e nada foi encontrado, o que comprova que não havia óleo passando por baixo da barreira”, afirmou Anders em seu relatório.

No estofo da preamar, os fragmentos de óleo deixavam de ser carreados em direção à praia, parando ao longo de toda extensão do lado exposto da barreira. Com o início da vazante, alguns fragmentos que passaram pela barreira retornavam parando no lado protegido da barreira. Assim, nesta situação, com o auxílio de uma pequena embarcação e uma rede de mão, foi possível coletar fragmentos de óleo ao longo dos dois lados da barreira.

Embora as ações da natureza, como aumento da força dos ventos e correnteza, levassem à criação de novos métodos de trabalho, as adaptações foram realizadas de maneira rápida e eficiente, demonstrando, ao longo dos dias, a eficácia da barreira de contenção.

 

As barreiras realmente são eficazes?

Ao final do teste, o grupo de trabalho concluiu que, escolhendo local adequado, com angulação correta, com a utilização de cabos corretos, realização de manutenção diária e observando a força dos ventos, as barreiras de contenção flutuantes do tipo cerca podem ser eficazes para evitar que fragmentos de óleo cheguem a ecossistemas sensíveis, conduzindo-os para áreas de sacrifício onde podem ser facilmente coletados.

Embora nem sempre seja possível encontrar uma praia arenosa com poucas ondas, como a utilizada neste teste, o desempenho da barreira indica a viabilidade de instalação em locais mais abrigados de ecossistemas sensíveis, como manguezais e recifes. No entanto, nesses casos em que não existem praias de sacrifício, é necessária a coleta contínua do óleo carreado para a margem.

Estes testes só foram possíveis graças ao apoio da Suzano Papel e Celulose, da HM Engenharia Costeira e Portuária e de diversos voluntários, na instalação e manutenção da barreira de contenção.

Encontro da Microempresa e do Empreendedor Individual será dia 25

Domingos Matos, 09/11/2019 | 11:13

Será realizado no próximo dia 25, na Uesc , o Encontro Regional da Pequena Empresa e de Novos Empreendedores. O Encontro é uma realização da Associação das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais do Estado da Bahia (Ampesba).

Para falar sobre sua participação no evento, e contar sobre o mundo dos negócios, o empresário Delson Mesquita, da Gráfica Mesquita, que será um dos palestrantes, concederá entrevista, na segunda-feira (11), às 10h30min, ao radialista Cacá Ferreira, na Radio Difusora Sul da Bahia.

De acordo com o presidente da Ampesba, Valdir Ribeiro, “será mais uma ótima oportunidade para microempresários e empreendedores individuais aprender, aperfeiçoar suas práticas, para enfrentar um ambiente extremamente desafiador, que é o dos negócios para pequenos empreendedores”.

Valdir destaca que a palestra de Delson Mesquita é uma das mais aguardadas. “Ele é uma referência de sucesso empresarial em nossa cidade e região, e vai mostrar o caminho das pedras para nosso público, assim como os demais palestrantes, cada uma em sua área de atuação. Por isso é muito importante a participação de todos”.

O Encontro Regional da Pequena Empresa e de Novos Empreendedores conta com apoio da Conampe, Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC, Banco do Nordeste, Axé da Sorte, Incamilho, Freire Pré-Moldados, Águia Branca e Gráfica Mesquita.

 

Orla de Canavieiras e 10 praias de Ilhéus estão aptas para banhistas

Domingos Matos, 07/11/2019 | 14:03

O boletim de balneabilidade nº 44/2019, emitido na última sexta-feira (1º) pela Coordenação de Monitoramento dos Recursos Ambientais e Hídricos (COMON), vinculada ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), divulgou a situação da qualidade da água das praias do litoral sul da Bahia, em decorrência do derramamento de óleo na costa do Nordeste. (Clique na imagem abaixo)

O relatório traz uma notícia positiva. De acordo com os dados disponibilizados pelo órgão, oito praias de Ilhéus estão próprias para banho: Ponta da Tulha; Praia do Cristo; Opaba; Ceplus Montante; Ceplus Jusante; Milionários; Cururupe e Olivença. O Inema informa que o monitoramento é divulgado semanalmente. Enquanto isso, voluntários também contribuem com o esforço nas atividades.

O comitê gestor montado em Ilhéus realiza ações de limpeza e fiscalização contínua das praias atingidas. As ações preventivas de combate às manchas de óleo foram alinhadas semanas antes, mediante a atuação da Prefeitura, junto à Marinha, Corpo de Bombeiros Militar e órgãos ambientais, reunindo militares e técnicos com a participação de centena de voluntários para limpeza das praias.

Entretanto, o boletim indica que cinco praias estão impróprias para banho, por enquanto: Barra de São Miguel; Praia do Malhado; Marciano; Praia da Avenida Soares Lopes (próximo à lanchonete Subway) e Praia do Sul (acesso KM 0, em direção ao Aeroporto Jorge Amado).

Recomendações 

A população deve seguir as instruções da Vigilância de Saúde Ambiental. Encontrou manchas de óleo na praia? Informe ao Corpo de Bombeiros Militar ou à Delegacia da Capitania dos Portos de Ilhéus. É recomendado que a população evite áreas afetadas e não toque ou remova os resíduos sem a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Vai Dar Praia

O aplicativo lançado pelo Governo da Bahia está disponível para dispositivos móveis com sistema operacional Android e iOS, com atualização das informações sobre a qualidade das praias baianas, dados climáticos, entre outras.

A conta negra chegou para todos

Domingos Matos, 04/11/2019 | 11:18

Por Luciano Veiga

Com o avançar dos dias de luta pelo combate ao óleo bruto nos mares e praias do nordeste, os municípios começam a sentir o preço deste desastre ambiental nos três pilares – ambiental, social e econômico. Estes elementos não foram só atingidos pelo mar de óleo que chega as praias, mas também pela falta de uma governança ampliada e articulada dos poderes federativos, em especial da União, que atua timidamente em face da extensão e propulsão alcançada pelo petróleo bruto.

Recursos financeiros, de pessoal e equipamentos ofertados pelo Governo Federal, são insuficientes para fazer face às necessidades impostas pela chegada do óleo à costa e às praias dos municípios do nordeste, cabendo de forma direta aos municípios arcarem com esta conta. Se não fosse a participação dos voluntários em conjunto com os municípios e os Estados, o óleo cru estaria contaminando as nossas praias, manguezais e estuários em maiores proporções.

Se no primeiro momento os voluntários e os municípios agiram, para fazer o primeiro combate, agora cabe à União, através do Ministério do Meio Ambiente, IBAMA, Marinha e Exército, comitês do plano de ação de incidentes com óleo, conjuntamente com os entes federados, Estados e municípios, assumirem os seus papéis e responsabilidades de forma integrada e compartilhada para agirem e aprenderem. Este dois elementos – AGIR e APRENDER – são essenciais. O preço que ora estamos pagando tem que, pelo menos, nos servir de aprendizado, conhecimento e expertise. Se um navio fez tanto estrago, imagine estarmos em uma rota de várias embarcações que transportam de tudo, até óleo cru de alta contaminação.

Os voluntários, bravos guerreiros e guerreiras começam literalmente a sentir na pele o ardor desta luta, que não tem dia e nem prazo certo para acabar. Pescadores e marisqueiros têm os seus produtos rejeitados pelos consumidores, por falta de informações via poder público, sobre a qualidade do pescado. E aí cabe ao Dr. Analista Esperto: “O peixe é um bicho inteligente. Quando ele vê uma manta de óleo ali, capitão, ele foge, ele tem medo”. Medo! Temos sim desta análise advinda de uma autoridade.

Com o cheque negro nas mãos, precisam as autoridades atuar para atacar os problemas presentes e futuros de frente, e não de lado, como tem feito, infelizmente.

A liberação de mais recursos – financeiros, de pessoal e equipamentos – se faz urgente. É o mínimo de reposta que se pode dar a uma população que está utilizando das suas próprias mãos para fazer o papel do Estado. Não está sendo coletado lixo nas praias, mas um material altamente tóxico, o que em tese somente pessoas altamente capacitadas e equipadas é que poderiam fazer.

É preciso refletir, se temos empresa que detém a maior e melhor tecnologia na extração de petróleo em águas profundas. Precisamos também ser referência no combate a desastre de óleo no mar.

Que aprendamos com a dor. Nós somos uma nação da vida e não da morte.

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Luciano Veiga é advogado, administrador e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc)

Vigilância investiga relação de queimaduras em turista com óleo em praia ilheense

Domingos Matos, 04/11/2019 | 07:00

Depois de dar entrada no Pronto Atendimento da zona sul de Ilhéus, na tarde de sábado (2), o empresário mineiro, Anderson Gabriel Palmela, de 38 anos, sente-se melhor. Ele chegou à unidade com queimaduras no corpo após tomar banho de mar na Praia dos Milionários e relatou que sentiu o incômodo ainda na água. A Vigilância de Saúde Ambiental do município investiga a relação do caso com o óleo encontrado nas praias ilheenses, após desastre ambiental que afeta o litoral nordestino.

Depois de ir para casa e tomar banho, percebeu que os sintomas pioraram.  “Meu corpo começou a coçar e queimar muito no mar. Quando cheguei em casa, no banho, a água ficou escura no chão e oleosa, mas na praia eu não vi óleo”, contou o rapaz ao site Correio. Ele disse ainda que horas mais tarde, foi com o secretário de Saúde, Geraldo Magela até a praia e viu fragmento de óleo no local.

Gleidson Santana, coordenador da Vigilância de Saúde Ambiental, disse que não há como relacionar o caso com a presença de óleo nas praias do Nordeste. “A partir da notificação desse caso, que foi isolado, a Vigilância investiga e alimenta o sistema. Acionamos o Centro de Toxicologia para informar a situação. O rapaz será encaminhado ao dermatologista que fará novos exames”.

Orientação

Enquanto as investigações buscam identificar a origem do problema, a orientação da Vigilância à população é evitar o contato com o óleo, porque existem sintomas pelo contato dermatológico, por inalação e ingestão. Diante disso, recomenda-se a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) orienta para o caso de entrar em contato com o óleo, a população deve tomar cuidado ao retirar o produto. Se houver reação alérgica, ou ingestão acidental, procurar um posto de saúde mais próximo. Recomenda-se usar água e sabão, fricção mecânica e evitar retirar o produto com soluções tóxicas.

Cerca de 20 dias antes da chegada das primeiras manchas de óleo, a Prefeitura Municipal, junto à Marinha do Brasil, Corpo de Bombeiros Militar da Bahia e órgãos ambientais, articulou uma megaoperação para controle e combate ao óleo, reunindo militares e técnicos com a participação de centena de voluntários para limpeza das praias.

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