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Itacaré: 6ª Edição do Forró da Praça da Bíblia começa nesta sexta-feira

Domingos Matos, 13/06/2019 | 18:32

A tradição dos festejos juninos continua em Itacaré com o São João nos Bairros, com festas nas mais diversas comunidades. E nesta sexta-feira começa a 6ª Edição do Forró da Praça da Bíblia, uma festa que já virou tradição e que todos os anos atai turistas e moradores dos mais diversos bairros de Itacaré. A festa acontece nos dias 14 e 15 de junho, com grandes atrações, além de comidas e bebidas típicas, apresentação de quadrilhas juninas e muitas brincadeiras.

De acordo com a programação, no dia 14 a festa começa com a apresentação da quadrilha junina Lá Vem a Zorra, seguindo com as bandas Bonde do Chamego, Robson Beguini e Andrezão dos Teclados. Já no dia 15 a festa continua às 19 horas com a apresentação da quadrilha junina Vila Madalena, seguindo com as bandas Bonde do Chamego, Juninho dos Teclados e Zalela e Banda. A realização é da comunidade da Praça da Bíblia, com o apoio da Prefeitura de Itacaré e Câmara de Vereadores.

O São João nos Bairros é um evento que acontece durante o mês de junho em Itacaré e tem o objetivo de envolver as mais diversas comunidades, da sede e da zona rural. O prefeito Antônio de Anízio destacou que a proposta é que a comunidade se reúna para comemorar a alegria num dos ritmos mais tradicionais do Nordeste que é o forró. De acordo com ele, é importante manter viva a tradição, a música, os costumes e a animação típica da região, por isso é que a Prefeitura se une às comunidades para realizar o São João nos Bairros.

O São João nos Bairros Itacaré continua nos dias 16 com a festa no bairro da Marambaia, que terá como atrações os paredões durante todo o dia, a partir das 13 horas, seguindo à noite com shows das bandas Bonde do Andrezão e Luciano Cruz o Miseravinho. Já nos dias 20 e 21 de junho será no bairro da Passagem, dias 22, 23 e 24 de junho no bairro do Marimbondo e 23 e 24 no Porto de Trás. Também nos dias 23 e 24 acontecerá a festa do Clube da Melhor Idade, na Praça do Canhão. Ainda está prevista a festa de São João do bairro Angelin.

 

Praça Olinto Leoni será revitalizada

Domingos Matos, 12/02/2019 | 08:09

Uma das praças mais conhecidas de Itabuna e que tem grande representação histórica para o município, a Olinto Leoni, será a terceira praça a ser beneficiada com o projeto de Revitalização que está sendo executado pela Prefeitura Municipal de Itabuna através da Secretaria Municipal de Administração. É na praça Olinto Leoni que ficam localizados prédios importantes, como o do Procon (que já foi a Prefeitura de Itabuna até o final da década de 70), o do Banco do Brasil (que no passado se encontrava o Itabuna Club) e um imóvel (que hoje abriga a Farmácia Indiana) em que nasceu Arlette Maron Magalhães, viúva do ex-senador Antônio Carlos Magalhães.

A memória afetiva de muitos itabunenses também está presente ali naquela praça, já que ela foi o ponto de encontro da juventude. “Foi na Olinto Leoni que muitos namoros começaram: jovens se conheceram, casaram e tiveram filhos. Os meus pais, por exemplo, se conheceram na Praça Olinto Leoni e eu fico muito satisfeito em saber que o prefeito Fernando Gomes tem essa preocupação em revitalizar espaços públicos importantes como este”, comentou o jornalista Paulo Lima, Diretor do Departamento de Comunicação da Prefeitura Municipal de Itabuna.

Mudanças serão visíveis em toda estrutura atual da praça, como por exemplo,novos bancos, calçada, pintura, novo projeto paisagístico, reforço na iluminação e lixeiras em pontos estratégicos. A previsão é que as obras comecem assim que for concluída a reforma da Praça Simão Fiterman, no bairro São Caetano.

 

 

Barracas de camelôs são retiradas da praça Adami

Domingos Matos, 08/09/2018 | 23:00

Após uma semana marcada pela tensão com lideranças dos camelôs, a prefeitura de Itabuna está fazendo, nesse momento, a retirada das barracas da praça Adami, no centro de Itabuna.

Os ambulantes reclamam das condições físicas do novo camelódromo, que não estaria pronto para recebê-los. O Município alega que esses reparos devem ser arcados pelos próprios camelôs, uma vez que estes sempre usaram o espaço público, sem pagar aluguel. Teria o Poder Público, portanto, um crédito com a categoria.

Um agravante para essa tensão teria sido a "homenagem" que os comeciantes informais fizeram ao prefeito Fernando Gomes, na quinta-feira (6), durante ato de campanha do governador Rui Costa, na avenida do Cinquentenário.

Na ocasião, um grupo formado por ambulantes, professores e militantes de oposição ao orefeito, ouxaram um coro de "Fora, Cuma". Dois dias depois, num sábado a noite, a retirada das barracas tem todo jeitão de fim do "diálogo" com os camelôs.

Em tempo: o prédio para onde seriam transferidos os informais acabou desabando parcialmente, antes de ser ocupado. A prefeitura está promovendo sua demolição - também parcial - e não há decisão sobre o destino do espaço.

Feira da Praça de Itacaré será aberta na quinta-feira (20)

Domingos Matos, 18/04/2017 | 09:26

A Feira da Praça de Itacaré está de volta neste final de semana prolongado de Tiradentes, oferecendo mais uma opção de lazer e entretenimento na cidade. A abertura será nesta quinta-feira, às 18 horas, na Praça São Miguel. Durante três dias, 20, 21 e 22 de abril, sempre às 18 horas, estarão funcionando os stands, barracas e a praça de alimentação, com oficinas infantis de artes, música ao vivo, além de apresentações culturais e artísticas, sorteios e promoções.

O secretário de Turismo, Júlio Oliveira, explica que a proposta é garantir mais uma opção de lazer para os itacareenses e turistas que nesse final de semana buscam Itacaré para aproveitar o feriado prolongado. Durante o dia os turistas têm opções de curtir as praias, cachoeiras, trilhas, bares e restaurantes da cidade e à noite será a vez de conhecer a arte, a cultura e a culinária de Itacaré.

O evento já se consolidou como um evento turístico da cidade. Em março a Feira da Praça foi realizado entre os dias 16 a 18, atraindo um grande público. O evento conta com o apoio da Prefeitura de Itacaré, Associação de Mulheres Empreendedoras de Itacaré e Sindicato municipal de Hospedagem e Alimentação de Cairu, Itacaré e Valença

Geraldo: praças abandonadas prejudicam lazer e integração social

Domingos Matos, 21/04/2016 | 22:17
Editado em 22/04/2016 | 10:53

Desde a última gestão do ex-prefeito Geraldo Simões (2001-2004), Itabuna não tem um programa de promoção do lazer e integração social através da construção e manutenção de espaços públicos, como praças e alamedas. Naquele período, por meio do projeto “Cidade Bonita, Cidade Saudável”, a prefeitura desenvolveu diversas intervenções urbanísticas que promoveram a integração social e garantiram bem-estar à população.

Hoje o que se vê no centro e nos bairros são praças abandonadas, um convite à marginalidade, que afasta os cidadãos da boa convivência social. A praça Rio Cachoeira, referência de espaço público destinado a esses fins, foi a última grande intervenção urbanística nesse sentido. O equipamento revitalizou uma área degradada, frequentemente utilizada por marginais, que foi tranasformada em um cartão-postal para a cidade, garantindo diversos espaços de lazer em um único local.

O ex-deputado federal Geraldo Simões, pré-candidato a prefeito de Itabuna, destaca a importância desses equipamentos, associados a outras ações sociais, como essenciais para a promoção da qualidade de vida da população e até para a redução dos índices de criminalidade. “Ações nas áreas de educação, esporte e lazer, combinadas com oportunidades de emprego e com a atenção integral ao cidadão, fazem com que os índicies de criminalidade e de violência diminuam, enquanto os índices sociais, como o IDH, melhorem”, avalia.

Simões lembra que em sua última gestão, ao final do ano 2002, Itabuna já tinha o 3º melhor IDH da Bahia. “Chamou a atenção da ONU o avanço que tivemos. Ficávamos atrás apenas de Salvador e Lauro de Freitas. Graças ao investimentos que fizemos nessas áreas que citei. Itabuna precisa voltar a ser uma cidade melhor para todos nós”.

DE RODAPÉS E DE ACHADOS

Domingos Matos, 07/11/2011 | 12:53
Editado em 07/11/2011 | 12:57

AdylsonQuando o tema se esgota em si mesmo, um rodapé pode definir tudo e ir um pouco além.  

Adylson Machado

                                                                              

Para ler e meditar

crime imprensaDisponível o livro de Palmério Dórea e Mylton Severiano, “Crime de Imprensa”, a partir da postura da imprensa nacional (leia-se PiG) no curso da eleição presidencial de 2010, onde não faltará análise em torno da famosa bolinha de papel que caiu meteoro de chumbo sobre a cabeça de José Serra no Rio de Janeiro (com direito a perícia de Molina).

A obra, que está sendo distribuída e pode ser adquirida pelo sítio da Plena Editorial, traz prefácio de Lima Barreto, e mostra como a linha editorial não mudou muito de Getúlio para cá.

Linchamento I

Não nos dispomos a proselitismos em torno do tema ou de defesa do personagem central, mas a entrevista do ex Ministro Orlando Silva ao Canal Livre da Bandeirantes no domingo 30 insere-se dentre os mais nocivos exemplos de jornalismo, traduzida a linha editorial da empresa na pessoa de Fernando Mitre. Faca entre os dentes em interpretações grosseiras, interrupções quando respostas estavam em andamento, cobranças insensatas deturpando o que devia constituir objetivo da entrevista: esclarecer a opinião pública.

A imagem dos entrevistadores beirava a insanidade; salivavam, aproximando-se de personagens dignos de figurar em filmes de terror e assombração.

Linchamento II

Ainda que o ex ministro afirmasse e reafirmasse ter sido ele quem pediu a instauração de tomada de contas para que o seu “denunciador” devolvesse o dinheiro surrupiado do Ministério e que cancelara convênios que apresentavam irregularidades, quando por aí enveredava era interrompido com outra acusação.

Chegou-se ao desplante de praticamente exigir que o ex ministro afirmasse que o Governo Federal é um mar de lama.

“Mar de lama”, a expressão exaustivamente repetida, nos fez lembrar Carlos Lacerda e a UDN contra Vargas.

Nessa seara só faltou o Boris Casoy e os antigos companheiros do CCC – comando de caça aos comunistas.

Ainda que desafiados a apresentar uma só evidência não o fizeram. Insistiam na existência do “mar de lama”.

Linchamento III

Desrespeito e falta de educação, o mínimo que se pode aplicar à conduta dos entrevistadores.

Entrevistas deste jaez fazem de refém o entrevistado, sofismado em perguntas para que responda o que querem os entrevistadores. Mais para sessão de tortura.

Angustia e entristece saber-se da existência deste “jornalismo”. Para ser analisado por “Gastão, o vomitador”, do Pasquim.

Ou, parodiando uma lição de Groucho Max: quando ligarem a televisão na sala em programas tais, melhor ir para o quarto ler um livro.

A que ponto chegamos

A viseira da paixão leva a bessinhaeste absurdo: ler-se em certos órgãos da imprensa certa “alegria” com a doença de Lula, a ponto de o próprio Fernando Henrique Cardoso manifestar-se contrariamente ao gáudio destes pobres de espírito. Mas não deixa de ser um reconhecimento ao próprio Lula. Se o temem, alguns mesmo ansiando para que se vá de vez, é porque representa algo concreto, que incomoda.

Quando retornar virá com mais força. Afinal, o herói “venceu o câncer (morte)”. Estará assim como o lendário de Hispânia Rodrigo Diaz de Vivar “Cid, o campeador”, do século XI, traduzido para o cinema sob direção de Anthony Mann em 1961.

A morte fica por conta da mesquinhez de alguns tucanos ditos jovens, lá do PSDB de Santo André. Muito a ver com aquele jornalismo que se aproxima do esgoto e do lixo como beleza textual.

pig missaFoco desviado

Há uma intensificação da defesa do Porto Sul, sinalizando-o como o grande instrumento para redenção regional. Textos veiculados em jornais, televisão e outdoors traduzem essa dimensão. A considerar-se a tônica ofertada ao porto parece ser ele o único elemento em evidência dentro dos investimentos planejados e programados para esta região.

Na realidade, caso houvesse de ser considerado apenas o porto, dito projeto mais atenderia o sistema empresarial e financeiro que dele espera uma solução para muitos de seus interesses, dentre eles: redução de custo de exportação, caminho mais curto entre o Brasil e os países importadores de matérias-primas etc..

Sob esse prisma, seria o porto tão somente o ponto de escoamento de uma produção veiculada através da Oeste-Leste.

O intermodal

Progresso haveria com o novo porto, ainda que fosse o único investimento. Mas, terá a ele atrelado a ferrovia Oeste-Leste, esta a razão da existência do porto.

No entanto o conjunto da obra envolve um aeroporto internacional e a reformulação completa da malha rodoviária regional.

Por que, então, não se fala de tudo? Afinal, o complexo intermodal é porto, aeroporto, ferrovia e redimensionamento da malha rodoviária.

Saúde

Esse será o mote e o mantra do candidato Azevedo: os problemas da saúde em Itabuna são culpa do Estado, que lhe tomou a municipalização plena e lhe nega o retorno.

Deixa o Estado num beco sem saída: ou alimenta o discurso mantendo a negativa ou concede a plena e favorece o discurso de que o prefeito tinha razão e estava apenas sendo perseguido.

Temas sensíveis

A saúde sempre é ponto nevrálgico em qualquer campanha política, seja em nível, federal, estadual ou municipal.

Em que pese a municipalização efetivada por Geraldo Simões, dando firmes sinais de efetiva melhoria do sistema em favor da população, sustentou-se Fernando Gomes em 2004 em duas vertentes: emprego e saúde. E o povo lhe deu razão (sem reconhecer a oportunidade que estava vivenciando), tanto que o elegeu.

Saúde e emprego são temas recorrentes, sempre factíveis de tocar e sensibilizar o eleitor. De repercussão imediata.

Ao que parece, perde força o tema emprego e muito avança o da segurança. Por coincidência, constitucionalmente a competência recai sobre o Estado quanto à visibilidade.

O município se exime de responsabilidades

Azevedo ao firmar que o caos na saúde e na segurança é causado pelo Estado joga na mesa as cartas e o desafio que o PT (como adversário local) e o Estado não terão como explicar a contento. A segurança, que não é problema de competência municipal, e sim estadual; e a saúde, que está (no discurso) em mãos do Estado.

Ainda que a atenção básica o seja do município, de atuação próxima e imediata, constrói-se o palco para o grande “drama” (aqui a expressão lembra o melodramático teatro circense que existiu até os anos 60 e início dos 70 do século passado e seus clássicos: “A louca do jardim”, “O ébrio” etc.).

A discussão do que é atenção básica (de responsabilidade do município) e média e alta complexidade (assumida pelo Estado) não integrará o imaginário do eleitor.

Será toda ela convenientemente confundida no grande “drama”: a saúde sob controle e responsabilidade do Estado.

Golpe de mestre (ainda que lamentável)

Azevedo está com o discurso certo. Deixa o PT e o Governo do Estado na defensiva, teorizando, enquanto o povo sente na pele e não lhe interessa a teoria.

Cruel ou mórbido, por utilizar a tragédia do semelhante como instrumento político-eleitoral, fato é que Azevedo tem um trunfo na mão e o PT e o Governo Estadual a batata quente.

Ainda que um golpe sujo, não deixa de ser – dentro daquela ótica de que feio em política é perder – um golpe de mestre.

No mais, o povo que pague pelas conseqüências. Como sempre!

Dizendo e por dizer

A entrevista de Leninha Alcântara a Paulo Lima no Bom Dia da TV Itabuna de sábado 5 mostrou uma candidata antenada com muitos problemas presentes na realidade local, pugnando por uma mudança no atual modo de gestão municipal. Uma dimensão desta preocupação pode ser sentida na expressão “Nosso povo não nasceu para morrer agonizando na esquina”.

No entanto, pareceu-nos todo o dito ainda no universo das idéias para um discurso de campanha, carecendo a candidata de um projeto consolidado e devidamente delimitado.

Isto porque em nenhum instante demonstrou conhecer a realidade financeira de Itabuna e, o mais importante, a sua capacidade de investimento.

Quem diria?

grampinhoAntônio Ateu, no Luis Nassif Online, de terça 1º, do www.advivo.com.br sinaliza a saída de ACM Neto do DEM para o PMDB, fato que ocorreria no início de 2012.

O Pimenta também veiculou o fato, no mesmo dia, a partir da Radar, da Veja, explicando a espera: “só dará bye-bye ao DEM depois de deixar a liderança do partido, no início de 2012. Não quer perder a visibilidade que o cargo [de líder] lhe confere”.

Inusitado

Eduardo Anunciação, no Diário Bahia de terça 1º, estabelece o que entendemos como uma afirmação: “Pode acontecer no primeiro semestre de 2012 uma articulação entre Geraldo Simões, Juçara Feitosa, Renato Costa, Lúcio Vieira, PMDB & PT. Esta articulação anda”. (Não citou Geddel).

Considerando que Eduardo está suficientemente informado, a ponto de praticamente afirmar a possibilidade de uma composição, cabe-nos especular em torno do que aconteceria em breve: Geraldo Simões e Juçara Feitosa de mãos dadas com ACM Neto, anunciado para integrar o PMDB a partir de 2012.

Pagando para ver

Particularmente pagamos para ver o PMDB de Geddel Vieira Lima – com as vaias em Ilhéus ainda nos tímpanos, por ele atribuídas a GS – fortalecer, em Itabuna, Geraldo Simões e o PT.

Vemos como muito mais possível uma composição do PMDB itabunense com a reeleição de Azevedo. Na disputa de 2014, ACM Neto no PMDB não estaria fortalecido em Itabuna se Geraldo Simões sair hegemônico em 2012, elegendo Juçara Feitosa.

Eduardo pode até estar certo! Mas que duvidamos, duvidamos.

Para não esquecer

Os sinais são visíveis, concretos. Há uma proposta correndo surda no universo da política itabunense: Geraldo Simões é o inimigo comum. À direita e à esquerda.

Não é o PT, em si, como partido. É Geraldo, visto por muitos como detentor de um projeto estritamente individual e egoístico.

Começou I

Em “palco do debate” (DE RODAPÉS de 31 de outubro), abordamos o fato de que “Na praieira medirão forças Geraldo Simões e Josias Gomes” aludindo à circunstância de que estando o PT de Itabuna sob absoluto controle de GS “tentará incluir seus parceiros nos espaços conquistados pelo PT em Ilhéus”.

A guerra começou. Partindo da possibilidade de Josias Gomes candidatar-se à prefeitura ilheense em 2012 o mote do fogo amigo já deu a partida com “Onde mora Josias?” como forma de jogar a vaidosa e aristocrática ilhéus contra o político.

Começou II

Na mesma linha o neo-petista Newton Lima é posto como “peixe fora d’água” em comentário no Pimenta, quando acompanhado por Josias Gomes em visita a Secretaria de Estado.

Claro que o ideal, para a campanha, é que o filho da terra seja um petista ligado a Geraldo Simões.

Itororó

Em Itororó o ex-companheiro Milton Marinho entrou de sola na campanha de Adroaldo Almeida. Contra. Considerando que Adroaldo não conta com a simpatia e os votos dos eleitores de Edineu e de Marco Brito a campanha de Marinho, se alcançar resultado, divide a situação.

Certamente tem os aplausos de Edineu e Marco.

Leituras de viola

A viola caipira encontra em Jayme Alem um cultor qualificado. O conhecido maestro e arranjador de Maria Bethânia (há mais de 20 anos) traz aqui duas manifestações na dez cordas: “Na Moda do Maxixe”, onde, ao final, arpeja a abertura de “Brejeiro”, de Ernesto Nazareth, e  “Pracatugundum”.

Cantinho do ABC da Noite

cabocoProvocações fazem parte do cotidiano abecedarino. Como aquela de pintar o ambiente, sugerida pelo freguês, instigando o proprietário de que não o fazia por economia:

– Que nada, Cabôco. Aqui só precisa do pincel.

E acrescentou:

– Os que pintam o sete já vivem aqui!

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Adylson Machado é escritor, professor e advogado, autor de "Amendoeiras de outono" e " O ABC do Cabôco", editados pela Via Litterarum

Ambulantes enfrentam ‘enxurradas' na praça Adami; prefeitura estuda nova transferência

Domingos Matos, 02/08/2010 | 22:22
Editado em 02/08/2010 | 22:29

barracasPara abrir espaço para as obras de reurbanização da avenida do Cinquentenário, as dezenas de barracas de camelôs foram transferidas ‘provisoriamente' para a praça Adami, a principal do centrão de Itabuna. A decisão pela localidade, depois de muito estica e puxa, ficou por conta dos próprios ambulantes, por meio de reuniões entre representantes do Poder Público Municipal e os membros da Associação dos Vendedores Ambulantes de Itabuna (Avai).

Como era o acordo, as barracas não voltam para a Cinquentenário, ainda mais depois da avenida ter virado a vitrine da atual gestão municipal. Se todos estavam de acordo, não deve haver problema, certo? Não, não. A falta de estrutura do lugar onde estão é gritante, o que está gerando protestos da categoria.

higinoSegundo o vice-presidente da Avai, Márcio Higino da Silva (foto), apesar de a localização ser ótima para as vendas, devido à falta de estrutura do lugar, as últimas chuvas causaram muitos prejuízos, uma vez que quando a água desce a ladeira, sai levando tudo que encontra pela frente. Eles também reclamam que a precariedade das instalações afugenta os clientes.

A reportagem do Tombone procurou o secretário municipal da Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Leahy, para que ele desse informações sobre o destino dos camelôs. De acordo com Leahy, a prefeitura de Itabuna está estudando um local propício para o comércio informal.

Mas, enquanto isso não ocorre, a prefeitura vai fornecer oito toldos, de quatro metros quadrados cada, que serão armados e desarmados todos os dias pelos próprios camelôs, em toda a extensão da parte central da praça.

Um dos locais em estudo para a transferência é o Centro Comercial, mas isso só ocorrerá caso o local sofra melhorias. "Estamos analisando e buscando recursos para serem aplicados numa grande reforma no Centro Comercial, transformando-o realmente num local atrativo, num shopping popular, apropriado, confortável", afirma.

Fonte luminosa foi retirada da praça Camacan

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 27/04/2010 | 14:16

fonteJá fora de funcionamento há algum tempo, as bombas da fonte luminosa que embelezava a praça Otávio Mangabeira - também conhecida como praça Camacan - foram finalmente retiradas da piscina. Hoje, funcionários da prefeitura fizeram a retirada dos equipamentos.

Segundo informou um preposto da prefeitura ao Trombone, as bombas seriam levadas para a oficina da Adei, onde seriam reparadas pelos técnicos para em seguida serem reinstaladas.

Conhecendo os emaranhados que envolveram a instalação daquele equipamento, em plena campanha eleitoral de 2008, têm-se motivos suficientes para ficar de orelha em pé.

Na época, algumas informações davam conta de que as tais bombas foram tomadas emprestadas de um pequeno município da região; outras afirmavam que foram doação do Banco BMG, como agrado ao ex-prefeito Fernando Gomes, por este ter-lhe favorecido com a gestão dos empréstimos consignados do funcionalismo municipal.

Aguardemos o retorno.

Tiros e terror na praça do Trabalho

Domingos Matos, 24/05/2010 | 11:50
Editado em 17/05/2010 | 08:49

Do Pimenta na Muqueca

As pessoas de bem que ainda resistem em morar nas imediações da Praça do Trabalho, no bairro do Pontalzinho, em Itabuna, estão horrorizadas e em pânico. As últimas duas madrugadas naquele local foram de verdadeira guerra, com cinco pessoas baleadas.

Na madrugada de sábado para domingo, Nildo Santos Lopes, de 29 anos, foi atindo com tiros na mão direita e braço esquerdo; José Lúcio Cruz dos Santos, 29, com uma bala na panturrilha, e Francisco Ferreira Lima, de 65 anos, morador de Pau Brasil, foi atingido no abdome.

De ontem para hoje, foram feridos a bala na mesma praça a professora de educação física Jaqueline Oliveira Santos, atingida de raspão, e o marido dela, José Odimar Pamponet da Silva, com dois tiros na região do abdome. Ele deverá ser submetido a cirurgia agora pela manhã, no Hospital de Base de Itabuna.

Segundo informações do repórter Hélio Fonseca, uma das vítimas – Francisco Ferreira Lima – estava em Itabuna acompanhando o filho, que foi baleado há uma semana em Pau-Brasil. Segundo a professora Jaqueline Oliveira Santos, os autores dos disparos chegaram de moto e já atirando.

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