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O azul da prevenção do diabetes iniciado em Itabuna se espalha pelo Brasil

Domingos Matos, 25/11/2019 | 14:42

Uma cidade azul de solidariedade e voluntariado. O sábado em Itabuna foi marcado pela realização do Mutirão do Diabetes, promovido pela ONG Unidos pelo Diabetes, reconhecido mundialmente pela Federação Internacional do Diabetes e consolidado como o maior evento de prevenção da doença em todo o Brasil.

Numa manhã ensolarada e de céu azul, como se a natureza fizesse questão de aderir à cor da campanha. Mais de 10 mil pessoas foram atendidas nos 20 stands de serviços multidisciplinares e multiprofissionais médicos e educativos, além de 300 crianças no DiabetesKids. 1500 pessoas com diabetes realizaram mapeamento de retina e exame do pé diabético e 300 pessoas com maior risco realizaram avaliação laboratorial, renal e cardiológica. Todos os casos graves de Retinopatia Diabética serão tratados gratuitamente com Laser na retina.

O Mutirão, cujo modelo foi adotado por cerca de 30 cidades brasileiras, contou com a presença de dirigentes de entidades nacionais de medicina e associações de diabetes, que destacaram a importância e as dimensões do evento, considerado o maior do país na prevenção e tratamento da doença.

Dr. Rubens Belfort Junior, da Academia Nacional de Medicina destacou que “o mutirão transformou Itabuna em referência nacional na prevenção do diabetes. A cidade deve ser orgulhar desse projeto iniciado pelo Dr. Rafael há 15 anos e que a cada ano fica melhor e mais abrangente”.

“Estou impressionada com as dimensões do Mutirão e tenho certeza de que essa iniciativa vai se espalhar cada vez mais”, disse a Dra Hermelinda Pedrosa, da Sociedade Brasileira de Diabetes. Ela estará na próxima semana na Córeia do Sul, para a posse da nova diretoria da Federação Internacional do Diabetes e garantiu que vai reforçar a aplicação do modelo itabunense em outros países.

O Dr. Cristiano Caixeta, do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, afirmou que o mutirão “é um modelo para o Brasil, atitudes como a do Dr. Rafael servem como exemplo de como se consegue mobilizar uma cidade em prol de uma causa. É fundamental que seja replicado, porque através dessas ações muitas vidas serão salvas”. Para o Dr. Maurício Maia, presidente da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo, “estamos vendo em Itabuna um exemplo para o mundo. O foco da prevenção é fundamental para combater a doença ou fazer o tratamento precoce, evitando cegueira, amputações e outras complicações. Conscientizar a população é um trabalho permanente”. “A Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo, em parceria com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, pretende estender esse magnifico projeto para todas as cidades brasileiras”, disse.

O prefeito de Itabuna, Fernando Gomes destacou que “cuidar da saúde é valorizar a vida. O mutirão é uma ação que beneficia não apenas Itabuna, mas pessoas de toda a região. E mostra para o Brasil que a comunidade pode e deve ser unir em torno de uma causa”. A Dr. Marluce Leão, da Associação dos Diabéticos de Itabuna, parceira do mutirão desde a primeira edição, ressaltou que “esse é um dia especial para os pacientes e para todas as pessoas que recebem orientações e podem ter um estilo de vida saudável”.

O presidente da ONG Unidos pelo Diabetes, Dr. Rafael Andrade afirmou que “um evento de 15 anos é um modelo, porque a partir deste, temos mutirões em cerca de 30 cidades brasileiras, oito deles acontecendo simultaneamente ao de Itabuna”. “A luz azul da prevenção se espalhou a partir de Itabuna e hoje a cidade pode se orgulhar de ser uma referência nacional. Sozinhos não podemos fazer nada, mas juntos podemos fazer um mundo melhor. Essa é uma das grandes lições dos 15 anos do Mutirão do Diabetes".

A Record TV Cabrália apresentou o Balanço Geral Especial do Mutirão, direto da Cidade do Diabetes, com Tom Ribeiro, ao vivo para o Sul, Sudoeste e Extremo Sul da Bahia, com depoimentos e show com a Banda Lordão.

O Mutirão do Diabetes de Itabuna contou com a participação de cerca de 1000 voluntários, entre profissionais de saúde, estudantes, pessoal de apoio e clubes de serviço, como Lions e Rotary. O evento teve como apoiadores a Unimed, Novartis, Prefeitura de Itabuna, Record TV Cabrália, Bayer, Caixa e Governo Federal, Allergan, Terceira Via, Bahiagás, Lap Laboratório, Óticas Carol, Pai Mendonça e Novo Nordisk.

 

Projeto Saúde na Escola será realizado durante Feira Literária

Domingos Matos, 23/11/2019 | 08:29
Editado em 22/11/2019 | 20:17

Neste sábado (23), das 9 às 14h, acontecerá a Feira Literária na Escola Municipal Professor Paulo Freire, no bairro Teotônio Vilela. A atividade contará com a participação da equipe do Projeto Saúde na Escola (PSE). No local, apresentação do Teatrinho de Endemias, que instrui sobre os cuidados com o mosquito da dengue, ações de saúde bucal, Samuzinho e outras atividades.

As ações, que já ocorreram nas escolas municipais da Conquista e do Salobrinho, possuem uma linguagem acessível aos educandos do Fundamental I e II, e também aos pais e profissionais da área de educação. O projeto tem incentivo federal e conta com profissionais das secretarias municipais de Saúde (Sesau), Educação, Esporte e Lazer (Seduc) e Desenvolvimento Social (SDS).

Segundo informou os coordenadores da estratégia, a iniciativa promove ações intersetoriais, com atividades educativas que vão desde a prevenção de hipertensão e diabetes, com a orientação correta sobre a prática de exercícios físicos e de nutrição à prevenção de bullying. O Grupo de Trabalho Intersetorial Municipal (GTI-M) é responsável pela gestão do Projeto Saúde na Escola.

O GTI-M faz parte do programa interministerial do Governo Federal, nas áreas da saúde, educação, entre outros setores governamentais e não-governamentais para o exercício 2019 e 2020. O PSE foi instituído em 2007, como política intersetorial da Saúde e da Educação, a fim de atender aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
 

Mutirão do Diabetes de Itabuna chega à 15ª edição neste sábado

Domingos Matos, 23/11/2019 | 01:58
Editado em 23/11/2019 | 01:59

A ONG Unidos pelo Diabetes realiza neste sábado (23), o Mutirão do Diabetes de Itabuna, ponto alto da Campanha Novembro Azul. O Mutirão, que acontece das 8 às 13 horas, terá atendimento médico com mapeamento de retina para detecção de retinopatia diabética e exame do pé diabético no Hospital Beira Rio e ações de orientação e prevenção na Praça Rio Cachoeira.

Entre os serviços que serão oferecidos na Cidade do Diabetes, estão  exames de glicemia capilar para detecção do diabetes, avaliação nutricional, cuidados com o pé diabético, utilização correta da insulina, monitoramento do diabetes em casa, direitos do diabético e atividades físicas com avaliação dos pacientes.

A Cidade do Diabetes também contará com o espaço Diabetes Kids, espaço para atividades recreativas e exames de detecção do diabetes em crianças e avaliação e acolhimento para orientação de crianças e adolescentes.

“O Mutirão do Diabetes, que cesta completando 15 anos, é uma grande mobilização de toda a sociedade organizada de Itabuna e da região, envolvendo órgãos públicos, empresas, instituições de ensino e clubes de serviço, numa ação de solidariedade que beneficia milhares de pessoas”,  afirma o Dr. Rafael Andrade, idealizador e coordenador do mutirão e presidente da ONG Unidos pelo Diabetes.

Cidade do Diabetes terá ações de prevenção e espaço para crianças

Domingos Matos, 19/11/2019 | 16:31

A ONG Unidos pelo Diabetes iniciou a montagem da estrutura do Mutirão do Diabetes de Itabuna, que chega à sua 15ª edição. No próximo sábado (23), a praça Rio Cachoeira se transforma na Cidade do Diabetes, com estandes onde serão realizadas ações de conscientização e prevenção da doença.

Entre os serviços oferecidos na Cidade do Diabetes estão o de avaliação de pressão arterial, exames de glicemia capilar para detecção do diabetes, orientação nutricional, cuidados com o pé diabético, utilização correta da insulina, monitoramento do diabetes em casa, direitos do diabético e educação física, além do Espaço Diabetes Kids para orientação e detecção de diabetes infantil.

No local, também está sendo montado um palco para um Ato Solene com autoridades locais e nacionais, bem como para o Balanço Geral Especial do Mutirão, com Tom Ribeiro, transmitido pela Record TV Cabrália. A expectativa é de que cerca de 15 mil pessoas sejam atendidas na Cidade do Diabetes.

O Mutirão do Diabetes de Itabuna tem como apoiadores a Unimed, Novartis, Prefeitura de Itabuna, Record TV Cabrália, Bayer, Bahiagás, Allergan, Terceira Via, Lap Laboratório, Óticas Carol, Pai Mendonça e Novo Nordisk.

 

Um em cada seis homens tem câncer de próstata no Brasil, alerta Inca

Domingos Matos, 16/11/2019 | 16:38

Um em cada seis homens tem câncer de próstata no Brasil, doença que é a segunda principal causa de morte por câncer de pessoas do sexo masculino no país – cerca de 14 mil óbitos por ano. Os dados, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), servem de alerta para que os homens não deixem a saúde de lado. Apesar do alto índice da doença, o levantamento mostra que metade dos brasileiros nunca foram a um urologista.

“Infelizmente ainda há muito bloqueio por parte do público masculino em relação ao exame do toque retal. Felizmente, isso tem melhorado um pouco ao longo dos anos. Associado a esse tabu, de ser um exame um pouco mais evasivo, de mexer com a parte da sexualidade masculina, o homem acaba ficando com um pouco mais de receio de ir ao médico”, ressalta Felipe Costa, médico urologista do Hospital do Homem, na capital paulista.

O câncer de próstata, assim como a pressão alta e o diabetes, é silencioso. De acordo com o médico, a única forma segura de se precaver em relação à doença é a consulta clínica. Homens a partir dos 50 anos devem realizar o exame anualmente.

“Há grupos com fator de risco maior para o câncer de próstata: são os negros e aqueles indivíduos que têm história na família com câncer de próstata abaixo dos 60 anos. Para essas pessoas, a partir dos 40 ou 45 anos, eles já devem ter um acompanhamento direcionado para diagnosticar a doença”, ressalta o médico.

Doença lenta

O câncer de próstata, na maioria dos casos, cresce lentamente, não causa sintomas e, no início, pode ser tratado com bastante eficácia. Em outros casos, no entanto, pode crescer rapidamente, espalhar-se para outros órgãos e causar a morte.

“O exame é extremamente rápido, é feito com anestésico local, de uma forma que provoque menos incômodo para a pessoa. Ainda hoje é uma das formas mais seguras e eficientes que a gente tem para poder diagnosticar o câncer de próstata na forma mais inicial”, destaca o médico.

Além do exame preventivo, os médicos recomendam que sejam evitados outros fatores, já conhecidos facilitadores da doença, como alimentação pobre em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais; sedentarismo, consumo de álcool e tabaco.

Segundo o Ministério da Saúde, estimativas apontam que ocorreram 68.220 novos casos da doença em 2018. Esse número corresponde a um risco estimado de 66,12 casos novos a cada 100 mil homens.

A próstata é uma glândula presente apenas nos homens, localizada na frente do reto, abaixo da bexiga, envolvendo a parte superior da uretra (canal por onde passa a urina). A próstata não é responsável pela ereção nem pelo orgasmo. Sua função é produzir um líquido que compõe parte do sêmen, que nutre e protege os espermatozoides. Em homens jovens, a próstata possui o tamanho de uma ameixa, mas seu tamanho aumenta com o avançar da idade.

Mutirão do Diabetes de Itabuna terá mapeamento de retina e ações de prevenção da doença

Domingos Matos, 13/11/2019 | 10:15

O Mutirão do Diabetes de Itabuna chega à sua 15ª edição no próximo dia 23 de novembro, consolidado como o maior evento de prevenção e tratamento do país. O evento faz parte do calendário da Federação Internacional do Diabetes e teve seu modelo levado para cerca de 30 cidades brasileiras.

O Mutirão é promovido ONG Unidos pelo Diabetes e Hospital Beira Rio, em parceria com a Associação dos Diabéticos de Itabuna (ASDITA). Na área interna do Hospital Beira Rio, cerca de 2.000 pacientes com Diabetes realizarão mapeamento de retina para detecção de retinopatia diabética e exame do pé diabético. Os pacientes com retinopatia diabética grave, tem mais chance de ter complicações de maior risco de vida e incapacidade, estes serão submetidos a exame do rim com a equipe de nefrologia, e exames para avaliação de doenças do coração. Os casos com risco de cegueira serão submetidos a tratamento gratuito com laser de retina, que terá continuidade após o Mutirão.

Na Praça Rio Cachoeira, denominada Cidade do Diabetes, serão prestados inúmeros serviços de orientação e prevenção, como exames de glicemia capilar para detecção do diabetes, avaliação nutricional, cuidados com o pé diabético, utilização correta da insulina, monitoramento do diabetes em casa, direitos do diabético e atividades físicas com avaliação dos pacientes, entre outras atividades.

O espaço Diabetes Kids terá atividades recreativas e exames de detecção do diabetes em crianças e avaliação e acolhimento para orientação de crianças com diabetes ou de risco. Esta área é liderada pela equipe da Secretaria Municipal de saúde, grande parceira do Mutirão do Diabetes. Estudantes da UESC, UNIME, Santo Agostinho e FTC também atuarão em ações educativas e de atendimento.

 “Trata-se de uma grande mobilização de toda a sociedade organizada de Itabuna e da região, envolvendo órgãos públicos, empresas, instituições de ensino e clubes de serviço, numa ação de solidariedade que beneficia milhares de pessoas que completa 15 anos marco importante na história da cidade”, afirma o Dr. Rafael Andrade, idealizador e coordenador do mutirão e presidente da ONG Unidos pelo Diabetes.

Campanha Natal Solidário quer atender a 1.500 famílias e já recebe doações

Domingos Matos, 01/11/2019 | 16:13

A campanha do Natal Solidário já recebeu as primeiras doações que foram entregues pelos organizadores do Mutirão do Diabetes, através da arrecadação das inscrições da Pedalada Azul, que acontecerá neste dia 3.

“Esse ano nossa meta é atender 1.500 famílias, sendo assim precisamos do empenho de todos. Contamos com cada pessoa que possa ser doadora e multiplicadora deste nosso projeto. Fazer o bem ao próximo, amenizando a situação de vulnerabilidade social que nossa população vive, só faz replicar o exemplo de Jesus” disse Dra Eloína Machado, idealizadora do Natal Solidário.

Quem quiser pode fazer a doação através da poupança na Caixa Econômica Federal, Agência 3945, Operação 013 e conta poupança 2162-6. E nossos pontos de coleta serão na: Justiça do Trabalho, stand da CDL, Shopping Jequitibá, Postos Universal Rodoviária, Juracy Magalhães, Rótula do São Caetano e Ferradas, 15 Batalhão, Companhias Destacadas da Califórnia, Pontalzinho, Monte Cristo, Pedro Jerônimo e Rodoviária e OAB Itabuna.

ONG Unidos pelo Diabetes lança campanha Novembro Azul em Itabuna

Domingos Matos, 31/10/2019 | 12:13

A ONG Unidos pelo Diabetes realizou ontem (30), no auditório do Hospital Beira Rio, o lançamento oficial da Campanha Novembro Azul. O evento teve o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Itabuna, Sindicato Patronal do Comércio e Associação Comercial e Industrial de Itabuna, reunindo profissionais de saúde, empresários, lideranças comunitárias e outros segmentos parceiros do projeto.

A primeira atividade da campanha, que tem como principal objetivo a prevenção do diabetes, acontece neste domingo (3), com a realização da Pedalada Azul, que terá saída às 8 horas  da Praça Rio Cachoeira, em frente ao Hospital Beira Rio, e vai percorrer as principais avenidas da cidade, num percurso de cerca de 10 quilômetros.

Durante todo o mês está sendo realizada a  campanha Cidade Azul,  que pretende iluminar prédios e espaços públicos, indústrias, estabelecimentos comerciais e residências com a cor azul, símbolo da prevenção do diabetes. A campanha, apoiada pela Federação Internacional do Diabetes, acontece desde 2007, com iluminação de monumentos ícones no mundo e Itabuna, que há vários anos participa da iniciativa, tem sido uma das cidades mais iluminadas do Brasil. Também estão programadas palestras, debates e ações de prevenção  em escolas, unidades de saúde, etc.

A Campanha Novembro Azul terá como ponto alto o Mutirão do Diabetes de Itabuna, que acontece no próximo dia 23 de novembro e faz parte do calendário da Federação Internacional do Diabetes, sendo considerado o maior evento de prevenção de tratamento da doença.

De acordo com o presidente da ONG Unidos pelo Diabetes,  Dr. Rafael Andrade,  “estamos chegando aos 15 anos do mutirão  com o evento consolidado com referência no tratamento e prevenção do diabetes, cujo modelo já foi implantado em  25 cidades do Brasil. A cidade toda se envolve nessa ação de largo alcance social. Faremos o maior mês azul de todos os tempos em Itabuna”.

O prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, disse que “a cidade mais uma vez dá exemplo para o Brasil, num evento que beneficia milhares de pessoas. É preciso que as pessoas se unam em torno de causas como o mutirão”.   O secretário de Saúde de Itabuna, Uildson Nascimento, disse que “precisamos abraçar iniciativas como essa, num evento que chega aos 15 anos e que conta com todo o apoio do município”. A prefeitura garante a estrutura e a equipe de profissionais de saúde no mutirão e o atendimento nas unidades básicas durante todo o ano.

Para o pró-reitor de Extensão da Universidade Estadual de Santa Cruz, Alessandro Santana, “o mutirão é um dos mais importantes eventos da região na região e a Uesc  é parceira, com seus professores e alunos. Essa iniciativa é um exemplo de mobilização e voluntariado”. O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Itabuna, Carlos Leahy, ressalta que “A CDL, Associação Comercial e o Sindicom se orgulham de serem parceiros do mutirão, reforçando a responsabilidade social do setor comercial e industrial”.

Dia Mundial do AVC: médico da Santa Casa de Itabuna fala sobre os sinais e prevenção da doença

Domingos Matos, 30/10/2019 | 00:13
Editado em 30/10/2019 | 13:57

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) acontece quando vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. 

De acordo com o Dr. Antônio Fernando Ribeiro Silva Jr, especialista em doenças cerebrovasculares, existem dois tipos de AVC, que ocorrem por motivos diferentes: o mais comum é isquêmico, quando há obstrução de uma artéria, impedindo a passagem de oxigênio para células cerebrais, que acabam morrendo. Já o hemorrágico acontece quando há rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. “Esse tipo pode levar à morte com mais frequência do que o AVC isquêmico e representa 15% dos casos”, afirma.

Tido como uma das principais causas de morte, incapacitação e internações no mundo, ocorre mais em pessoas do sexo masculino e entre os fatores relacionados ao problema estão: a hipertensão, o diabetes tipo 2, colesterol alto, obesidade, tabagismo, uso excessivo de álcool e idade avançada.

O médico comenta que os principais sinais de alerta da doença são: fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo; confusão mental, alteração da fala ou compreensão, alteração na visão (em um ou ambos os olhos), alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar, dor de cabeça súbita e intensa. “Diante desses sintomas é preciso ligar imediatamente para o SAMU (192), Bombeiros (193) ou encaminhar a pessoa para o hospital mais próximo”, alerta.

O diagnóstico é feito através de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame. “As chances de recuperação e sobrevivência são grandes se a doença for diagnosticada rapidamente. Para tanto, é preciso procurar atendimento médico o quanto antes”, pontua.

Segundo o especialista, cerca de 90% dos casos podem ser evitados se adotarmos um estilo de vida mais saudável, como: visitas regulares ao médico, alimentação balanceada, prática de atividades físicas, controle da pressão alta, do diabetes, evitar o álcool e tabagismo.

Estudante baiano cria bebida que auxilia no tratamento de diabetes

Domingos Matos, 11/09/2019 | 08:05
Editado em 11/09/2019 | 00:31

Poucas pessoas tem um olhar para enxergar um desafio e buscar uma solução inovadora. Esse é o caso de Diogo Regis, 17 anos, estudante do Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Rio Grande (Cetep), em Barreiras, no oeste da Bahia, que desenvolveu, em seu trabalho de iniciação científica, uma bebida nutricional à base de um fruto típico da região, o jatobá. 

A bebida pode ajudar na alimentação de pessoas que possuem anemia, diabetes, e outras doenças, por conta do baixo teor de açúcar e do alto teor de nutrientes como ferro e magnésio. De acordo com o jovem pesquisador, a ideia surgiu como uma possível solução para o desperdício que há na região em relação ao jatobá. “Como o jatobá é uma fruta típica aqui de Barreiras, é comum que, em algumas épocas do ano, uma parte seja descartada”, afirma.

Com a matéria-prima abundante e a vontade de melhorar a qualidade de vida das pessoas, Diogo pensou, inicialmente, em submeter a ideia à Feira de Ciências e Tecnologia realizada no Cetep. “Procurei a professora Wilka Miranda, que me ajudou a elaborar o projeto. Após alguns estudos, descobrimos que o jatobá pode atuar na hemoglobina, prevenindo e curando a anemia e na diminuição do açúcar no sangue, prevenindo e controlando a diabetes”.

A iniciativa está em fase de desenvolvimento, através da realização de testes para aperfeiçoamento, mas Diogo já adianta que, quando concluída a fase de testes, os benefícios serão muitos. “Além do apoio na alimentação para a população em geral, a bebida trará benefícios para as comunidades extrativistas que poderão comercializar o fruto, tornando a prática uma fonte de renda”, explica.

A orientadora do projeto, Wilka Miranda, que é engenheira agrônoma, chama atenção para a importância de apoiar iniciativas científicas desde o ensino médio. “Incentivar a pesquisa entre os jovens é fundamental na formação não apenas de profissionais, mas de cidadãos conscientes e preocupados em buscar soluções para melhorar a vida das pessoas e do meio ambiente de forma geral”. Entre os apoiadores que ajudaram na concepção do projeto estão a Faculdade São Francisco de Barreiras (Fasb) e o próprio Cetep BRG.

 

Secretaria da Saúde da Bahia capacita profissionais de 64 municípios para tratar pé diabético

Domingos Matos, 09/09/2019 | 16:35

O Secretário Estadual da Saúde Fábio Vilas-Boas, lançou hoje o programa de treinamento para prevenção e tratamento do pé diabético. Até o final do ano serão implantadas 200 centros em toda a Bahia, a maior parte distribuída em municípios com menos de 100 mil habitantes. Para tanto, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), por meio da Escola de Saúde Pública (ESPBA) e do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), iniciou nesta segunda-feira (9), um programa de treinamento com profissionais da assistência de 64 cidades, visando qualificar este cuidado, prevenindo lesões e internações associadas ao pé diabético.

De acordo com o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, as amputações decorrentes de complicações do pé diabético constituem um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, levando em conta as elevadas taxas de internação hospitalar. "Além do impacto social na vida do usuário e da alta mortalidade associada, as amputações estão relacionadas a altos custos diretos e indiretos para o sistema de saúde. Dados do Sistema de Pactuação dos Indicadores (Sispacto) apontam que 25% das internações de pacientes na capital, por exemplo, poderiam ser prevenidas por serem condições sensíveis à Atenção Básica. Sem o adequado acompanhamento, o paciente diabético não realiza exames, não toma os medicamentos e acaba por ir a uma emergência de um hospital com o pé infectado que levará, possivelmente, à amputação de um dos membros”, afirma Vilas-Boas.

Ainda de acordo com o titular da pasta da Saúde, estima-se que, na Bahia, de 40 a 60% de todas as amputações não-traumáticas de membros inferiores são realizadas entre pacientes portadores de Diabetes Mellitus. Destas amputações, 85% são precedidas de feridas com úlceras. “O objetivo é reduzir o número de amputações decorrentes da falta de controle do diabetes, que entre 2010 e 2018, ocasionou mais de 6 mil amputações”, ressalta o secretário, ao pontuar também que as policlínicas regionais de saúde tem um papel fundamental para auxiliar o controle do diabetes. "O governador Rui Costa já entregou 11 policlínicas em diferentes regiões, dotadas de equipes especializadas e equipamentos específicos, e até o final do ano chegaremos a vinte unidades", diz.

O curso prevê aulas teóricas e práticas, sendo ministrado em dois dias. Serão seis módulos: I Aprendendo a reconhecer e intervir no pé diabético; II Manejo de calosidades; III O auto cuidado dos pés da pessoa com diabetes; IV Contextualizando as lesões ulcerativas em pé diabético; V A importância do movimento para o pé diabético; VI Vinculando redes no cuidado ao pé. Durante as aulas, os alunos farão a discussão de casos clínicos, aprenderão a utilizar um doppler portátil, bem como identificarão tipos diferentes de lesões, dentre outros temas.

 

Dados da doença

Em todo o mundo, 425 milhões de pessoas vivem com diabetes e 4,5 milhões morrem anualmente por causa da doença, segundo dados da International Diabetes Federation (IDF), responsável pelo Novembro Diabetes Azul, mobilização mundial que alerta para o crescimento da doença – considerada pandemia – e a necessidade de prevenção e diagnóstico precoce. Tendo como tema este ano “Família DMe Diabetes”, a campanha destaca a importância da família no manejo da doença.

No Brasil, onde os diabéticos são mais de 13 milhões – ocupa o quarto lugar entre os 10 países com maior população de diabéticos. No país, as complicações do diabetes custaram ao Ministério da Saúde, em 2016, R$ 92 milhões. Isso reflete o diagnóstico tardio, uma vez que mais de 40% das pessoas só são identificadas (no caso de diabetes mellitus tipo 2 -DM2) quando já apresentam complicações.

Prevenir as complicações do diabetes, onde se insere a retinopatia diabética, é muito importante. No mundo inteiro, a perda de visão por causa do diabetes tem aumentado assustadoramente. Entre 1990 e 2010, a quantidade de pessoas com perda de visão parcial ou total devido à doença subiu de 27% para 64%. Em 2010, uma em cada 52 pessoas teve perda de visão e uma em cada 39 pessoas ficou cega por causa da retinopatia diabética – desdobramento da doença que danifica a retina.

 

Mutirão do Diabetes de Itabuna será apresentado em São Paulo

Domingos Matos, 24/07/2019 | 20:39

Será realizado neste sábado, dia 27,  o Curso Avançado para a Campanha Nacional do Dia Mundial do Diabetes. O evento, que acontece  na Universidade Paulista-UNIP, em São Paulo,  terá como coordenadores o  Dr. Paulo Henrique de Ávila Morales e o  Dr. Rafael Andrade, coordenador do Mutirão do Diabetes de Itabuna, considerado o maior evento de prevenção e tratamento da doença no Brasil.

A programação terá palestras sobre e a  importância de filiação à FENAD, com a Lilian Fanny de Castilho; Importância dos Mutirões para o Portador de Diabete, com o Dr. Paulo Henrique de Ávila Morales; Histórico do Mutirão do Diabetes de Itabuna, com Dr. Rafael Ernane de Almeida Andrade; e as experiência dos  Mutirões em Ribeiro Preto, Joinville e Blumenau, Presidente Prudente, Belém, Petrolina, Juiz de Fora, Goiânia e Curitiba.

O objetivo do curso promovido pela Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes,  Associação Nacional de Atenção ao Diabetes e Federação Internacional do Diabetes, é a troca de experiências para uma atuação eficaz nas campanhas de prevenção de Diabetes.

De acordo com o Dr. Rafael Andrade, presidente da ONG Unidos pelo Diabetes, o modelo itabunense já foi implantado em cerca de 30 cidades brasileiras. “Estamos dando suporte para a germinação desta semente em várias partes do país, contribuindo para prevenir uma doença que pode oferecer graves danos à saúde se não for detectada a tratada a tempo”, diz.

Ministério da Saúde suspende parcerias para produção de medicamentos

Domingos Matos, 17/07/2019 | 12:31

O Ministério da Saúde informou ontem (16) que 19 parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) estão em fase de suspensão. As parcerias foram firmadas para a produção de medicamentos como insulina, usada para diabetes, e pramipexol, usado no tratamento de doença de Parkinson. A etapa atual permite que os laboratórios públicos apresentem medidas para reestruturar o cronograma de ações e atividades.

Segundo a pasta, as parcerias estão em fase de suspensão, entre outros motivos, por falta de avanços esperados; por falta de investimento na estrutura; por desacordo com o cronograma; por solicitação de saída do parceiro privado; pelo não enquadramento de um projeto como PDP; por decisão judicial; e, por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria-Geral da União (CGU).

Esse tipo de parceria tem quatro fases. A primeira é a proposta para avaliação; a segunda é o desenvolvimento do projeto, com elaboração dos contratos entre parceiros, treinamento, desenvolvimento da estrutura e qualificação dos processos de trabalho; a terceira é a transferência efetiva de tecnologia e início da aquisição do Ministério da Saúde; e, a quarta, a verificação da internalização da tecnologia.

De acordo com a lista divulgada pelo ministério, cinco parcerias estavam na terceira fase. As demais estavam na segunda fase ou anterior.

O Ministério da Saúde garante, em nota, que a população não será afetada. "Para garantir o abastecimento da rede, o Ministério da Saúde vem realizando compras desses produtos por outros meios previstos na legislação. A medida, portanto, não afeta o atendimento à população. A maior parcela das PDPs em fase de suspensão sequer chegou a fase de fornecimento do produto", diz a nota.

A PDP é uma parceria que prevê transferência de tecnologia de um laboratório privado para um público, com o objetivo de fabricar um determinado produto em território nacional. O Ministério da Saúde coordena o processo e utiliza seu poder de compra para apoiar a produção nacional de produtos considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, segundo o Ministério da Saúde, 87 parcerias estão vigentes.

Segundo o presidente da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil, Ronaldo Ferreira Dias, os laboratórios irão recorrer da medida tanto administrativamente quanto judicialmente. "A decisão foi tomada de forma unilateral, mesmo havendo diversos canais para estabelecer diálogo ou se fazer possíveis ponderações. Não houve diálogos prévios", disse, acrescentando que "é quebra de contrato, quebra da confiança que o Brasil tem, inclusive no exterior".

De acordo com Dias, as empresas já realizaram investimentos, inclusive em infraestrutura para produzir esses medicamentos. Parte desses recursos, segundo ele, vêm de fontes públicas. "Tranquilamente chega na casa dos bilhões", disse. (Com informações da Agência Brasil)

Veja a lista divulgada pelo Ministério da Saúde:

Adalimumabe 

Etanercepte 

Everolimo 

Gosserrelina 

Infliximabe 

Insulina (NPH e Regular) 

Leuprorrelina 

Rituximabe 

Sofosbuvir 

Trastuzumabe 

Cabergolina 

Pramipexol 

Sevelâmer

Vacina Tetraviral 

Alfataliglicerase 

Bevacizumabe

Jovens cientistas desenvolvem método para combater a diabetes com casca de fruta

Domingos Matos, 08/07/2019 | 17:29

No Brasil, cerca de 12,5 milhões de pessoas sofrem com a diabetes. Em busca de diminuir este índice, estudantes do Curso Técnico em Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano), localizado em Catu, iniciaram pesquisas para utilizar uma fruta típica do extremo sul baiano, o mangostão, para tratar a doença. Neste 8 de julho, dia em que se comemora o Dia da Ciência e do Pesquisador Científico, este trabalho estreia a nova série da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), intitulada “Bahia Faz Ciência”, que vai divulgar, semanalmente, assuntos relacionados ao cenário científico da Bahia.

A ideia de utilizar o fruto como alternativa para o tratamento da diabetes partiu de um credo popular de que a mesma é benéfica para diminuir o açúcar no organismo. Segundo o orientador do projeto, o professor Saulo Capim, foi em uma feira, na cidade de Ilhéus, que surgiu o interesse sobre o alimento. “Ao ver o mangostão pela primeira vez, a vendedora me informou que várias pessoas consomem a infusão da casca. Depois, descobri que nos países asiáticos, a população costuma utilizar o fruto para tratar várias doenças”, contou.

A investigação logo constatou que o mangostão possui alto valor de pectina, substância que ajuda a eliminar colesterol e açúcar do organismo. Mas a questão era, como transformar essa matéria prima em um alimento acessível e prático para consumo? A solução foi criar uma farinha a partir da casca do fruto. “Cerca de 80% do peso do mangostão está na casca, que geralmente é descartada. Ao ser reutilizado, o material pode ser considerado sustentável, uma vez que não será depositado no meio ambiente. Além disso, a farinha pode ajudar no tratamento de quem tem diabetes ou auxiliar, de forma preventiva, as pessoas que fazem parte do quadro de risco”, destacou.

O grupo de cientistas está em processo de patentear a produção da farinha, que até então era inédita. Um dos estudantes envolvidos com o projeto, Iago Lage, lembra que a alimentação de diabéticos é limitada, por isso o acréscimo da farinha de mangostão serve para diversificar a alimentação, visto que através dela é possível substituir a farinha de trigo na produção de bolos, biscoitos, pães, etc.

O trabalho dos jovens foi selecionado para um congresso internacional de ciências, que acontecerá em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Apesar do grupo ter contado com o auxílio da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que realizou testes da farinha, a pesquisa sofre com o corte de verbas da União, e consequentemente não possui financiamento para arcar com os custos da viagem dos estudantes. Os interessados em ajudar podem contribuir através do link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-utilizacao-da-casca-mangostao-no-tratamento-da-diabetes.

Com início em abril de 2018, a pesquisa, que também possuiu apoio da professora Cassiane Oliveira, foi submetida a testes em camundongos na Uesc, em Ilhéus, pela professora Jane Lima. Após a aprovação desta etapa, a farinha será acrescentada na alimentação de pessoas diabéticas, a fim de melhorar a qualidade de vida da comunidade afetada pela doença.

 

Bahia Faz Ciência

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) estreiam, nesta segunda-feira, dia 8 de julho, o Bahia Faz Ciência, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias serão divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estará disponível no site e redes sociais da Secretaria.

 

Cabra Macho: mutirão contra o câncer de próstata atende 900 homens em Itabuna

Domingos Matos, 11/06/2019 | 07:01
Editado em 10/06/2019 | 18:47

O Mutirão Cabra Macho, desenvolvido pela Igreja Batista Teosópolis (IBT), de Itabuna, atingiu a marca de 900 pessoas atendidas gratuitamente com exames de detecção do câncer de próstata. A sétima edição do projeto, no domingo (9), teve a participação de 11 médicos urologistas e 180 voluntários.

“Tivemos grandes avanços em relação a 2018, com grande participação na palestra, o que demonstra maior interesse pelo tema. Tivemos ainda uma visível ampliação do voluntariado, facilitando o atendimento, valorizando a cultura de paz entre pessoas de vários estratos sociais”, disse o pastor presidente da Igreja Batista Teosópolis, Geraldo Meireles.

Ele ressalta, ainda, a ampliação do número de urologistas. ”Tivemos a participação de profissionais de Ilhéus, Salvador e de Londrina, no Paraná, onde está radicado hoje um dos nossos idealizadores o médico João Correia”. E completa: “Vamos trabalhar para melhorar ainda mais em 2020, ampliando os serviços oferecidos. Este era um sonho do nosso saudoso Hélio Lourenço ”.

O urologista Júlio Brito Filho, coordenador médico do mutirão, fez um balanço positivo. “Ampliamos o número de pessoas, de médicos voluntários. Tenho grande satisfação em participar do Cabra Macho e acredito que, na ausência do serviço público, devemos realizar outros mutirões, como os de hérnia, vesícula e diabetes, e assim ajudar as pessoas mais carentes. Existe uma carga de preconceito em relação ao câncer de próstata que está sendo superada”, afirmou Júlio Brito Filho.

Danilo Azevedo Júnior, do Ministério da Ação Social da Igreja Teosópolis, comemorou o resultado. “Foi excelente a adesão de mais médicos, de 7 para 11 este ano, e uma ampliação em 27% do número de senhas distribuídas, de 700 para 900. Tem sido uma ação exitosa e tem ajudado a sociedade de Itabuna”, disse ele.

O médico Vilson Martins, de Salvador, fala da satisfação em participar do Cabra Macho. “Cada ano que passa aumenta mais [o número de pessoas atendidas e de volutnários]. Gosto muito de ajudar”, disse. Outro médico vindo de Salvador, Vinicius Castro afirmou que “é muito bom poder ajudar a população que não tem acesso ao serviços de saúde”.

Gilson Pinheiro, Coordenador do Mutirão, ressalta a atuação da Igreja Teosópolis na comunidade, conseguindo realizar um evento tão grandioso, sem nenhuma verba pública.

 

SAÚDE DO HOMEM

O motorista Antonio Dantas Bomfim, de 53 anos, afirmou que o mutirão é positivo não só para a sociedade de Itabuna, mas para a região. “Atende aquele que não tem condições financeiras de pagar”, frisou Antônio Dantas, que participa pela segunda vez do mutirão.

O aposentado Gilson Alfredo Reis, 66, também apontou para o benefício do Cabra Macho. “O mutirão é muito bom para a comunidade”, completou. Participando pela primeira vez do Cabra Macho, o serralheiro Jamildo Carvalho de Souza, 63, reforçou a dificuldade no acesso a este tipo de exame. “Se não fosse esse trabalho, o que seria da gente?”, questiona. (Com informações do Pimenta)

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